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Conheça o arroz piamontese, uma ótima opção para as festas de fim de ano

Prato criado por chefs brasileiros é ótimo para acompanhar carnes e assados

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O arroz piamontese é um prato brasileiro criado por chefs brasileiros como uma alternativa ao risoto italiano, sendo uma ótima pedida para as festas de final de ano.

Ele pode ficar ainda mais "natalino" acrescentando as uvas passas, tão tradicionais e polêmicas na mesa do brasileiro e um ótimo acompanhamento para carnes e assados. 

O chefe Felipe Santos, docente do curso de Gastronomia do Grupo UniEduk, compartilhou com o Correio B+ essa receita deliciosa de arroz piamontese para você reproduzir na sua casa nesse final de 2022. Anota aí!

Ingredientes:

  • 1 xícara de arroz branco
  • 1/2 cebola picada
  • 2 cl sopa de manteiga
  • 1/2 xíc. de champignon
  • 80 ml de vinho branco seco
  • 1 1/2 xíc. de creme de leite fresco
  • 1/2 xíc. de queijo muçarela ralado
  • 1 xíc. de queijo parmesão ralado
  • Noz moscada a gosto
  • Sal e pimenta do reino a gosto
  • Uva passa a gosto (opcional)


Modo de Preparo:

1- Cozinhe o arroz como de costume

2- Frite a cebola na manteiga

3- Junte o champignon, o vinho, o creme de leite, a muçarela, o queijo parmesão, a noz moscada e o arroz cozido. Misture tudo.

4- Acerte o tempero e agora é só servir!

Capa da semana Correio B+

Entrevista exclusiva com a atriz destaque na novela Três Graças da Rede Globo Alana Cabral

"Três Graças representa um encontro muito bonito entre maturidade e responsabilidade. Profissionalmente, é um passo importante, de una entrega, exposição e, sobretudo, muito aprendizado"

08/02/2026 19h30

Entrevista exclusiva com a atriz destaque na novela Três Graças da Rede Globo Alana Cabral

Entrevista exclusiva com a atriz destaque na novela Três Graças da Rede Globo Alana Cabral Foto: Divulgação

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Alana Cabral é um dos nomes mais promissores da nova geração de atrizes brasileiras e vive um momento decisivo em sua trajetória artística ao integrar o núcleo protagonista de Três Graças, novela das 9 da Globo.

Jovem, talentosa e com um olhar sensível para histórias que dialogam diretamente com a realidade social do país, a atriz consolida sua presença no audiovisual ao dar vida à Joélly, personagem que ganha cada vez mais força e complexidade na trama.

Na novela, Joélly começa a encarar com mais intensidade desafios profundos e delicados: a gestação na adolescência, o bullying, o medo de não conseguir continuar os estudos e as pressões impostas a uma menina periférica e a uma jovem mulher preta que precisa amadurecer rapidamente.

Questões que atravessam a vida de milhares de adolescentes brasileiras são retratadas com humanidade e responsabilidade, colocando a personagem no centro de debates urgentes e necessários.

O desafio de viver Joélly marca um ponto de virada na carreira de Alana. Em um horário de enorme alcance e impacto cultural, a atriz leva para o horário nobre uma narrativa potente sobre juventude, desigualdade, maternidade precoce e resistência.

Seu protagonismo em uma novela das 9 carrega um simbolismo importante: a presença de uma jovem mulher preta ocupando um espaço de destaque, com uma história complexa, longe de estereótipos, refletindo avanços e discussões essenciais do Brasil contemporâneo.

Antes de Três Graças, Alana já vinha construindo uma trajetória consistente no audiovisual. Recentemente, ela integrou o elenco do elogiadíssimo Salve Rosa, filme que chama atenção por abordar de forma contundente a relação de crianças e adolescentes com as redes sociais, fazendo um alerta necessário sobre exposição, limites e saúde emocional no ambiente digital. A obra dialoga diretamente com o público jovem e foi reconhecido por sua abordagem sensível e atual.

Outro destaque de sua carreira é o filme Quatro Meninas, exibido no Festival de Brasília, um trabalho potente que reúne meninas negras em uma narrativa sobre afeto, descobertas, identidade e pertencimento.

O projeto reforça o compromisso de Alana com histórias que ampliam representatividade e dão visibilidade a vivências frequentemente invisibilizadas no audiovisual brasileiro.

Com escolhas artísticas alinhadas a temas sociais relevantes, Alana Cabral se apresenta como uma atriz em plena ascensão, que alia talento, consciência e presença cênica.

Seu trabalho em Três Graças não apenas amplia sua projeção nacional, como também reforça a importância de narrativas plurais, capazes de emocionar, provocar reflexão e gerar identificação com o público.

Alana é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana, e em entrevista ao Caderno ela fala sobre carreira, escolhas e seu papel como uma das protagonistas de Três Graças.

Entrevista exclusiva com a atriz destaque na novela Três Graças da Rede Globo Alana Cabral  A atriz Alana Cabral é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Guilherme Leme - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Três Graças marca um momento importante da sua carreira. O que essa novela representa para você hoje, pessoal e profissionalmente?
AC -
 Três Graças representa um encontro muito bonito entre maturidade e responsabilidade. Profissionalmente, é um passo importante, de muita entrega, exposição e, sobretudo, muito aprendizado. Pessoalmente, me atravessa porque é uma história que fala de temas reais, urgentes, e me fez olhar para muitas questões com mais empatia e escuta. É um trabalho que vem me transformando. 

CE - Joélly enfrenta gravidez precoce, bullying e muitas pressões. Como foi construir essa personagem emocionalmente sem perder a delicadeza dela?
AC -
 Eu tentei olhar para a Joélly sempre a partir do afeto. Mesmo nos momentos mais duros, ela tem uma delicadeza muito própria, uma sensibilidade que não pode ser apagada pela dor. Foi um trabalho de escuta — escutar o texto, a direção, as histórias reais que inspiram essa trajetória — e de entender que a força também pode ser silenciosa.

CE - A personagem amadurece muito cedo. O que viver esse processo em cena te ensinou como atriz e como mulher?
AC -
 Me ensinou que amadurecer à força deixa marcas, mas também revela uma capacidade enorme de resistência. Como atriz, foi um exercício de sutileza, de mostrar transformações internas sem precisar verbalizar tudo. Como mulher, me fez refletir sobre quantas meninas no Brasil passam por isso todos os dias e seguem em frente, muitas vezes sem rede de apoio.

CE - Você sente que Joélly dialoga diretamente com a realidade de muitas adolescentes brasileiras? Como tem sido o retorno do público?
AC -
 Muito. E o retorno tem sido uma das partes mais emocionantes desse trabalho. Recebo mensagens de meninas que se veem nela, de mães, de educadores. Pessoas que dizem “essa história é a minha” ou “eu queria ter visto algo assim quando era mais nova”. Isso dá um sentido enorme para o que a gente faz.

CE - Houve alguma cena da novela que tenha sido especialmente desafiadora para você?
AC -
 Sim, as cenas em que a Joélly se sente completamente sozinha foram muito difíceis. Aquela solidão que não é só física, mas emocional. São momentos que exigem muito cuidado, porque você precisa acessar lugares sensíveis sem perder o controle emocional para continuar contando a história com verdade.

CE - O protagonismo na novela das 9 mudou algo na sua rotina ou na forma como você encara a profissão?
AC - 
Mudou a rotina, claro, mas principalmente ampliou meu senso de responsabilidade. A novela das 9 tem um alcance muito grande, então passei a encarar ainda mais o meu trabalho como um espaço de diálogo com o público. Isso não tira a leveza, mas traz mais consciência sobre o impacto do que estamos contando.

Entrevista exclusiva com a atriz destaque na novela Três Graças da Rede Globo Alana Cabral  A atriz Alana Cabral é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Guilherme Leme - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Pelas redes sociais, dá para perceber um clima de amizade e descontração entre o elenco do núcleo da Chacrinha. Como é o processo de gravação ali nos bastidores e que relações você construiu com esse grupo?
AC
- O clima é muito bom. A Chacrinha é um núcleo intenso, com cenas emocionalmente fortes, então esse ambiente de afeto e leveza nos bastidores é fundamental. A gente conversa muito, troca experiências, ri, se apoia. Construí relações de muita parceria e confiança, que acabam refletindo diretamente em cena.

CE - Seus trabalhos costumam tocar em temas sociais. Isso é uma escolha consciente ou algo que foi acontecendo naturalmente na sua trajetória?
AC -
 Acho que foi acontecendo de forma natural, mas hoje é algo que faço com mais consciência. Sempre me interessaram histórias que conversam com a realidade, que provocam reflexão e empatia. Quando um trabalho tem esse impacto social, ele ganha um sentido ainda maior para mim.

CE - Fora do set, quem é a Alana? O que você gosta de fazer no tempo livre, hobbies, hábitos que te ajudam a recarregar as energias?
AC -
 Sou uma pessoa simples, muito ligada à minha família e aos meus amigos. Gosto de ficar em casa, ouvir música, assistir filmes e séries, ler, caminhar. Esses momentos mais tranquilos me ajudam a organizar as emoções e a voltar para o trabalho com mais presença. E não abro mão de um contato com a natureza, como banho de mar ou cachoeira.

CE -  Olhando para frente, que tipo de personagem ou história você ainda sonha em contar?
AC - 
Tenho muita vontade de continuar contando histórias que toquem as pessoas de alguma forma. Personagens femininas complexas, contraditórias, que não se fecham em rótulos. Histórias que provoquem conversa, reflexão e, se possível, transformação.

 

LITERATURA

Prêmio Sesc Literatura abre inscrições e dá R$30 mil, além de publicação

Autores interessados têm até o próximo dia 02 de março para inscreverem obras não publicadas de "Romance", "Conto" e "Poesia"

08/02/2026 16h30

Premiação tem o objetivo de oferecer ao autor estreante não apenas a publicação de sua obra, mas uma inserção real no mercado editorial e o contato direto com o público em todo o país

Premiação tem o objetivo de oferecer ao autor estreante não apenas a publicação de sua obra, mas uma inserção real no mercado editorial e o contato direto com o público em todo o país ElasticComputeFarm/Pixabay

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 Prêmio Sesc de Literatura está com inscrições abertas, até 2 de março, para obras ainda não publicadas nas categorias Romance, Conto e Poesia, sendo que os vencedores terão seus livros publicados pela Editora Senac Rio e receberão uma premiação em dinheiro no valor de R$ 30 mil cada.

Os escritores vencedores participarão também de bate-papos e mesas-redondas em eventos culturais promovidos pelo Sesc ao longo do ano que vem. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo site. 

“O Prêmio Sesc de Literatura cumpre o papel fundamental de identificar autores que, muitas vezes, mesmo fora dos grandes eixos de circulação, possuem obras de alto vigor artístico”, disse Leonardo Minervini, gerente interino de Cultura do Departamento Nacional do Sesc.

O processo de seleção dos trabalhos inscritos é realizado por comissões julgadoras compostas por críticos literários, escritores e editores, de diferentes regiões do país. O júri avalia os textos sem ter conhecimento da identidade dos autores.  

O resultado será divulgado em agosto e os vencedores vão ser apresentados ao público em uma cerimônia com noite de autógrafos no fim do ano.

Após a publicação, os livros serão distribuídos na rede de bibliotecas e escolas do Sesc, em todas as regiões do Brasil.

Minervini ressalta que a premiação tem o objetivo de oferecer ao autor estreante não apenas a publicação de sua obra, mas uma inserção real no mercado editorial e o contato direto com o público em todo o país. 

Criado em 2003, o prêmio já recebeu cerca de 24 mil originais e revelou ao mercado editorial 43 novos autores. Em 2025, os vencedores foram Marcus Groza (SP), com o romance Goiás; Leonardo Piana (MG), com o livro de poemas Escalar Cansa; e Abáz (BA), com a coletânea de contos Massaranduba.

 

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