Correio B

MÚSICA

Djavan se apresenta neste sábado com show em Campo Grande; ainda há ingressos disponíveis

Embalado por "D Ao Vivo Maceió", álbum lançado no dia 11, Djavan apresenta no Bosque Expo, neste sábado, as canções do novo disco, que cobre quase cinco décadas de carreira; conheça o repertório faixa a faixa

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“Eu fui batizado na capela do farol, Matriz de Santa Rita, Maceió”, conta Djavan para as 20 mil pessoas que acompanhavam o show gravado na capital alagoana em 31 de março de 2023, que se tornou seu álbum mais recente, lançado no dia 11 deste mês.

O artista de 75 anos apresenta o mesmo repertório de “D Ao Vivo Maceió”, um passeio por 48 anos de carreira, neste sábado, no Bosque Expo, a partir das 22h30min (confira os valores no box).

Djavan finca o pé na origem e aponta de onde veio – o que diz muito do passado, mas mais ainda das escolhas presentes e dos caminhos futuros. Casa, enfim. É esse o sentido que atravessa “D Ao Vivo Maceió”, que documenta a turnê do disco “D” – a inicial do nome do artista, em mais um simbolismo que marca o valor essencial do início.

“Eu tenho um amor profundo e uma gratidão imensa pela minha cidade, por Maceió”, derrama-se o compositor, em conversa em seu estúdio, no Rio.

“Porque foi ali que eu me formei, foi ali que eu conheci tudo que eu precisava para ter uma formação diversa como a minha intuição e o meu espírito gostariam. Ali eu conheci o jazz, o R&B, a música flamenca, a música nordestina, a música do Brasil... Me formatei ali”.

SENSIBILIDADE INDÍGENA

O sentido de “casa” que atravessa o show, porém, não é um só. Porque, para além de sua cidade natal, são muitas as casas, as origens, os lares que Djavan evoca no palco.

A primeira, ainda antes de entrar em cena, fala de nossa essência como povo, pela voz de uma de suas representantes mais ilustres, Sonia Guajajara. Na abertura de “D Ao Vivo Maceió”, ouve-se a líder e ministra dos Povos Indígenas lendo um texto de sua autoria, feito especialmente para a turnê:

“Gritamos e ressoamos o ‘reflorestarmentes’, para que de uma vez por todas o nosso direito à vida seja conquistado, com base na natureza e na ancestralidade”, diz um trecho.

É ainda sobre o eco dessas palavras que Djavan abre o show com “Curumim”. Lançada em 1989, é uma canção de amor feita da perspectiva de um menino indígena, um curumim que entrega tudo à menina amada (“O que era flor/Eu já catei pra dar/Até meus lápis de cor/Eu já dei/G.I. Joe, já dei/O que se pensar/Eu já dei/Minhas conchas do mar”) e se angustia com o fato de não ser correspondido.

“Escrevi ‘Curumim’ depois de ter ficado muito impressionado quando vi na televisão uns meninos indígenas brincando com esses bonequinhos G.I. Joe [lançados no Brasil como Comandos em Ação]”, conta Djavan, que dedica o show aos indígenas e a todas as minorias do Brasil.

“Você vê a infiltração de outras culturas ali, como isso pode matar a cultura indígena. E eu trago na letra, para sedimentar essa questão, o nome de várias etnias. Nomes belíssimos, sonoros, musicais. Assim como a expressão ‘G.I. Joe’ também me pareceu, ali, extremamente musical”.

A fala nos lembra que, para Djavan, a casa é também a música – esteja ela guardada nos sons de txucarramãe ou de G.I. Joe.

O compositor nota que o lápis de cor, o G.I.Joe, as conchas são na verdade apenas representações da sedução – “algo que é inerente a qualquer povo, a qualquer civilização”, reflete.

“Estou tentando dizer, portanto, que os indígenas somos nós. Quando falo dos indígenas, das minorias, estou falando também de mim”, diz o compositor, que já em segundo disco, de 1978, trazia uma canção sobre o tema, “Cara de Índio”.

MÚSICOS E ESSÊNCIAS

Como pode ser visto nos palcos e no registro audiovisual, ao longo de todo o show, o telão projeta imagens de artistas indígenas e periféricos, na cenografia assinada por Gringo Cardia. Desenvolvido por Marina Franco, em parceria com o estilista convidado Lucas Leão, o figurino de Djavan – uma elegância ao mesmo tempo crua e futurista, ancestral e moderna, marcada por tons terra – dialoga com o cenário, assim como com a luz de Césio Lima, Mari Pitta e Serginho Almeida.

Produção esmerada que compensa a espera: gravado em 31 de março de 2023, “D Ao Vivo Maceió” ganha as ruas 10 anos depois do registro audiovisual anterior de Djavan, o “Rua dos Amores ao Vivo”.

Depois de “Curumim”, o roteiro prossegue com “Boa noite”, lançada em 1992 – o show reúne músicas que vão desde seu primeiro disco até “D”, de 2022, em um panorama amplo de sua carreira. Já nos primeiros versos, Djavan brinca com a ideia do engano de quem se acha dominador.

No caso, na dinâmica de um casal no jogo da sedução, mas que pode ser estendido à arrogância do colonizador que toma a terra que não é dele: “Meu ar de dominador/Dizia que eu ia ser seu dono/E nessa eu dancei”.

Outras essências de Djavan são tocadas ali (“Ainda Bem que Eu Sou Flamengo”, que ele trata na canção como um modo de lidar com o sofrimento e seu propósito).

E já se amplia no groove tão irresistível quanto surpreendente de “Boa Noite” uma percepção que “Curumim” já anunciava: de como o artista tem uma linguagem musical sedimentada e, mais do que isso, como ela é amparada por sua banda.

Estão no palco com o cantor instrumentistas que já estiveram com ele em diferentes momentos, que aprenderam a entendê-lo e ajudaram a dar forma ao que hoje se entende como a “assinatura Djavan”.

“Desde sempre tenho uma percepção musical diferente. Minha, né? Pessoal. E ninguém é obrigado a tê-la”, explica o artista.

“Mas uma coisa que Deus me deu, que é muito importante para mim, é saber pedir, fazer com que o sujeito embarque na minha e se sinta confortável com isso. Os músicos que estão comigo hoje já passaram por esse processo várias vezes. ‘Curumim’, por exemplo, Nossa Senhora! Ela tem uma divisão inusual, estranha para quem não está naquilo. Esses mesmos músicos de hoje relembram, toda vez que a gente vai tocar ‘Curumim’, a dificuldade que era. Mas hoje eles sabem”.

Os “músicos de hoje” a que Djavan se refere são Paulo Calasans (piano e teclado), Marcelo Martins (saxofone e flauta), Marcelo Mariano (baixo), Renato Fonseca (teclado), João Castilho (guitarra, violão e ukulele), Jessé Sadoc (trompete e flugelhorn) e Felipe Alves (bateria).

São eles que temperam o balanço bluesy de “Desandou” (do álbum “Matizes”, de 2007), gingam com graça e malícia no medley de sambas djavânicos que une “Limão” (1994), “Avião” (1989) e “Flor de Lis” (1976), incendeiam o baile caribenho de “Tanta Saudade” (parceria de Djavan e Chico Buarque de 1983) – apenas para citar alguns momentos do show.

INFLUÊNCIA MOURA

Retomando a sequência de “D Ao Vivo Maceió”: depois de “Boa noite”, Djavan segue mapeando sua casa em “Sevilhando”, do álbum “D”. O compositor cria o verbo do título para descrever seu movimento por suas raízes espalhadas pelo mundo: “Sevilha plantou/Na Alagoas nata/Um fiel servidor”.

“A influência moura, que grassa em Maceió, em Alagoas, no Nordeste, está em mim muito fortemente. Em ‘Sevilhando’, trouxe a ligação que há entre a música negra e a música da Andaluzia”, explica Djavan.

“Quando eu estive em Sevilha pela primeira vez, senti uma emoção fortíssima. Entrei naquelas vielas medievais e senti um cheiro que era uma coisa louca, um cheiro que estava dentro de mim, que eu nunca tinha sentido, mas eu sabia que aquele cheiro era meu, era da minha vida, da minha ancestralidade. Sentei no meio-fio e comecei a chorar”.

“Te devoro” (1998), “Dou-não-dou” (1987) e “Outono” (1992) exploram, cada uma à sua maneira, os cômodos de outra das casas de Djavan – a casa do desejo.

O desejo que sobrevive à chuva e ao frio em “Te Devoro”, que se manifesta na fera ronronando com doçura em “Dou-não-dou” e na boca que beija bem em “Outono”.

O som do acordeão do sertão sobre o relevo lindamente acidentado da música de Djavan chamam de novo para o Nordeste em “Seca” (1996). A canção nos encaminha para o já citado medley de sambas – gênero no qual, desde seu primeiro disco, o músico soube instalar seu lar.

Outra do álbum “D”, “Um Mundo de Paz” projeta com suingue a ideia de um futuro melhor para o amor – Djavan só acredita em utopias que dançam.

No esperado momento voz e violão do show, Djavan canta “Ventos do Norte” (1976), “Meu Bem Querer” (1980), “Alagoas” (1978) e “Oceano” (1989).

Presente em seu disco de estreia, “Ventos do Norte” é retomada pela primeira vez no palco – Djavan a tocou só na época do lançamento. “Alagoas” também é outra que há décadas não fazia parte de suas apresentações ao vivo.

RARIDADES

O show traz outras novidades no roteiro. “Tanta Saudade”, lançada na trilha do filme “Para Viver Um Grande Amor” (1983), é incorporada na discografia do Djavan pela primeira vez em sua concepção original – antes, ela estava só em uma versão remix no álbum “Na Pista, Etc.”, de 2005.

“Dou-Não-Dou” nunca havia sido levada ao palco. É o mesmo caso de “Você É”, do álbum “Bicho Solto” (1998), a qual, como nota Djavan, também trata de sua origem, identidade, casa: “Na letra, falo do negro, do árabe e do indígena. Eu me considero um misto dessas três entidades”.

Após o momento voz e violão, a banda retoma o palco com “Iluminado”, que Djavan gravou no disco “D” com seus filhos e netos. No show, sua família se expande para a banda e plateia, que canta junto e ergue as luzes de seus celulares.

A já citada “Desandou” antecede “Tenha Calma/Sem Você” (Djavan gravou sua canção e a de Tom Jobim e Vinicius de Moraes juntas dessa forma no álbum “Malásia”, de 1996).

Gravada nos Estados Unidos, “Luz” (1982) sinaliza outra ampliação da casa da música de Djavan para além das fronteiras brasileiras – e em paralelo marca a certeza do artista de pertencimento ao seu chão.

“Nessa época a Sony queria que eu fosse morar nos Estados Unidos”, ressalta o artista.

“Sempre tive isso como um sonho. Chegava a ter dúvida de se não seria melhor para mim se eu tivesse nascido nos Estados Unidos. Mas quando isso ficou prestes a ser concretizado, a primeira coisa que me veio na cabeça foi o seguinte: como é que eu vou criar com outros elementos que não os do Brasil, a cultura brasileira, as cidades, os lugares, os dizeres, as amarguras, as benesses, tudo que o Brasil pode oferecer? Viver em dólar não pagaria eu me apartar da minha cultura. Fiquei aqui. Foi a decisão mais acertada que eu tomei na vida”, frisa.

GRAND FINALE

“Tanta Saudade” abre espaço para “Asa” (1986), aproximando em sua letra o deus grego Zeus e o primeiro deputado federal indígena Mário Juruna – céu e chão. 

No meio da canção, em diferentes momentos, Djavan saúda ainda a lua e o Centro Sportivo Alagoano (CSA), clube de Maceió – céu e chão.

“Se” (1992), sua música mais executada nas plataformas, é seguida de “Você É”, que prepara o terreno para a reta final explosiva do show.

“Samurai” e “Sina” – ambas do álbum “Luz”, de 1982 – se mostram tão novas e infalíveis como quando foram lançadas.

Em ambas, os metais brilham como que assinando sua importância central ao longo de todo o espetáculo. No solo de Maceió, no palco armado à beira-mar, o verso “como querer djvanear o que há de bom” parece fazer ainda mais sentido.

Indo do romantismo à catarse, o bis com “Pétala” (1982) e “Lilás” (1984) cumpre seu papel de arremate preciso.

“Você já imaginou fazer um bis e matar o que você acabou de apresentar?”, pergunta Djavan, abastecido de sua experiência e sabedoria na comunicação com o público.

“O bis é determinante para fazer com que as pessoas vão para casa com a certeza de que acabaram de ver um grande show”, crava.

Iluminadas, enfim. Djavan, afinal, conhece a importância do movimento da volta para casa.

SERVIÇO 

AINDA HÁ INGRESSOS DISPONÍVEIS

As mesas fechadas para oito pessoas com open bar (água, refrigerante e cerveja com mix de castanhas e frutas secas) custam: 

  • setor A (amarelas), R$ 4.600; 
  • setor B (vermelhas), R$ 4.200; 
  • setor C (azuis), R$ 3.600. 

Os ingressos individuais em mesas compartilhadas com open bar variam de R$ 575 a R$ 340.

O bistrô para quatro pessoas com open bar (sem o mix de castanhas e frutas secas) custa R$ 1.400.

Para a área vip com open bar (sem o mix de castanhas e frutas secas), o ingresso individual custa de R$ 230 a R$ 175 para o terceiro lote.

A produção local informa que as arquibancadas são “simplesmente um plus para o público de área vip, uma área para descanso”, que não acomoda ao mesmo tempo todo o público do referido setor.

Os ingressos estão disponíveis no estande do Comper Jardim dos Estados ou pela internet: www.pedrosilvapromocoes.com.br

Mais informações: (67) 99296-6565 (WhatsApp).

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FESTIVAL INTERNACIONAL DE QUADRINHOS

Editora de CG lança publicação relâmpago em evento mineiro

O tema do FIQ 2024, que presta uma homenagem a Ziraldo (1932-2024), é "Onde cabem os quadrinhos?"

24/05/2024 17h30

Livro quebra torto

Livro quebra torto Divulgação

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Foi tudo meio de última hora, no corre-corre, porém, como disseram os quadrinistas envolvidos na mais recente publicação da Avuá Edições, “tá valendo” – e muito. Trata-se do projeto editorial em pequeno formato “Quebra Torto de Bolso”, em que um grupo de seis artistas do traço da Cidade Morena decidiu fazer prestes a dois deles – Marina Duarte e Fabio Quill – embarcarem para a edição deste ano do Festival Internacional de Quadrinhos (FIQ), que começou ontem, em Belo Horizonte (MG), e segue até este domingo.


O tema do FIQ 2024, que presta uma homenagem a Ziraldo (1932-2024), é “Onde cabem os quadrinhos?”, certamente o mote inspirador ao qual a turma de artistas reunidos pelo Avuá respondeu com a publicação inédita, produzida no modo expresso e que, como se anuncia já no nome, cabe até no bolso. Quem dá o contexto do projeto é a publisher Mayara Dempsey, parceira de Fabio na Avuá Edições.


“O ‘Quebra Torto de Bolso’ é o desdobramento de uma ideia que nasceu em 2022, quando o [artista, escritor e grafiteiro] Fabio Quill decidiu reunir, por meio de um projeto, talentos de MS que ainda não haviam sido publicados, possibilitando que outros leitores conhecessem seus trabalhos”, diz Mayara – ou simplesmente May, como os amigos a chamam.


“Essa coletânea é uma continuação desse conceito de reunir pessoas em torno de uma mesa ou, nesse caso, em torno de histórias. Para quem não conhece, o quebra-torto é um prato típico da região pantaneira, servido como um desjejum robusto e compartilhado pelos peões antes de iniciarem o trabalho no campo”, explica.


“Esse primeiro volume apresenta seis histórias curtas que, embora inicialmente concebidas com temas livres, acabaram se conectando tematicamente, proporcionando uma experiência de leitura envolvente, engraçada e reflexiva que traz uma sensação de looping 
e de busca”, conta Mayara.


“O formato de bolso foi escolhido justamente na intenção de levar um pouco dos quadrinistas do nosso estado para outros bolsos, para chegar a novos leitores e ser mais acessível financeiramente”, pontua. 


Cada exemplar custa R$ 15. Os outros quadrinistas envolvidos, além de Fabio e Marina, são Dudu Azevedo e Grippho (Jaqueline Cabral), “com quem já tínhamos parceria”, além de Jurubits (Júlia Carriconde) e Miccy Studio (Milena Zarate), “com quem ainda não tínhamos trabalho juntos, mas que admirávamos”.


São talentos de formação e trajetória diversa ao longo da última década, com uma pesquisa com e sobre a imagem que passa pela ilustração, o design, o desenho, a pintura, o grafite e, naturalmente, roteiros e storyboards da arte sequencial das HQs.


Fabio Quill, por exemplo, publicou sete livros, sendo sua HQ “A Casa Baís” (2021) indicada ao HQMix, o Oscar brasileiro dos quadrinhos. O projeto “Quebra Torto”, financiado pelo Rumos Itaú Cultural, foi idealizado pelo próprio artista.


Outro projeto de destaque assinado por ele é o HQ Mural (2020/2021), financiado pela Lei Aldir Blanc, que explora as possibilidades narrativas das HQs utilizando as técnicas do muralismo e do grafite.

“QUEBRA TORTINHO”

Fabio e Marina foram aprovados para participar da 12ª edição do FIQ e estarão na mesa 122 do Minascentro, durante os cinco dias de evento, vendendo o “Quebra Torto de Bolso” e outras publicações. “Existe uma seleção para participar e expor no FIQ. Eles avaliam seu currículo e publicações, dando o parecer de aprovado ou não”, diz Mayara.


A programação do FIQ é totalmente gratuita e terá mesas redondas, debates, conversas, exposição, duelos de HQs, rodada de negócios, oficinas e sessões de cinema. No total, 400 artistas brasileiros e internacionais participam do evento.


“Após o FIQ, vamos distribuir [a edição de bolso] nas principais bancas de revistas e nas livrarias independentes de Campo Grande, mas [interessados] podem entrar em contato com a gente pelo Instagram da editora que enviaremos [uma edição]”, promete Mayara.


“Pretendemos lançar anualmente ou, quem sabe, semestralmente, sempre com rodízio de quadrinistas, pois a intenção é realmente divulgar e promover nossos quadrinistas por aí. E, por fim, o ‘Quebra Tortinho’, que em breve lançaremos, é voltado para o público infantil, ou seja, HQs para crianças”, anuncia a publisher da Avuá.

Receitas

Confira sete receitas para aquecer o estômago neste frio

Do cafézinho à janta, o Correio B separou indicações de pratos especiais para o tempinho de chuva

24/05/2024 16h15

Sopa de Legumes

Sopa de Legumes Reprodução

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A frente fria chegou no Mato Grosso do Sul e com ela vieram o frio e uma chuvinha gostosa! Para aproveitar bem o tempinho, separamos sete receitas deliciosas para se aquecer. Confira abaixo:

Chocolate quente cremoso

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Tempo de preparo: 15 min

Rendimento: 4 porções

Ingredientes:

  • 500 ml de leite

  • 1 colher (sopa) de amido de milho

  • 4 colheres (sopa) de achocolatado

  • 1/2 caixinha de creme de leite

Modo de preparo:

  1. Em uma panelinha pequena, fora do fogo, coloque metade do leite, amido de milho e misture com um batedor de arame até ficar bem dissolvido.

  2. Despeje o restante do leite, o achocolatado, misture bem e ligue o fogo baixo até ferver. Assim que ferver, continue mexendo e cozinhe por mais 1 minuto.

  3. Depois desligue o fogo, acrescente o creme de leite e mexa bem. Sirva em seguida com canela em pau.

 

Café cremoso

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Tempo de preparo: 20 min

Rendimento: 20 porções

Ingredientes:

  • 2 xícaras (chá) cheias de açúcar (400 g)

  • 1 sachê de café solúvel (50 g)

  • 1 xícara (chá) de água fervente (240 ml)

Modo de preparo:

  1. Misture o açúcar com o café na tigela da batedeira.

  2. Adicione a água fervente e bata, em velocidade alta, por uns 10 a 15 minutos ou até ficar cremoso.

  3. Transfira para um pote com tampa e conserve na geladeira ou freezer.

  4. Sirva misturado a bebidas como leite, café, cappuccino ou chocolate quente.

 

Sopa de legumes

Sopa de Legumes

Tempo de preparo: 1h

Rendimento: 4 porções

Ingredientes:

  • 1 peito de frango em cubos

  • Sal a gosto

  • Pimenta-do-reino a gosto

  • 2 colheres de sopa de azeite

  • 2 colheres de sopa de manteiga

  • 1 cebola picada

  • 2 colheres de sopa de molho de tomate

  • 2 batatas em cubos

  • 2 cenouras em rodelas

  • 1 talo de salsão fatiado

  • 2 xícaras de chá de repolho em tiras

  • 1 litro e meio de água quente

  • Salsa picada a gosto

Modo de preparo:

  1. Tempere o peito de frango em cubos com sal, pimenta-do-reino a gosto e reserve.

  2. Em uma panela, coloque 2 colheres de sopa de azeite e 2 colheres de sopa de manteiga. Deixe derreter, acrescente o frango reservado e deixe dourar.

  3. Acrescente 1 cebola picada, 2 colheres de sopa de molho de tomate, 2 batatas em cubos, 2 cenouras em rodelas, 1 talo de salsão fatiado, 2 xícaras de chá de repolho em tiras e refogue por 5 minutos.

  4. Adicione 1 litro e meio de água quente e cozinhe por 1 hora.

  5. Finalize com salsa picada a gosto e sirva em seguida.

 

Bolinho de chuva

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Tempo de preparo: 50 min

Rendimento: 30 unidades

Ingredientes:

  • 2 e 1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo

  • 1 colher (sobremesa) de fermento químico

  • 1 pitada de sal

  • 2 colheres (sopa) de margarina

  • 3/4 de xícara (chá) de açúcar

  • 2 ovos

  • 350 ml de leite

  • óleo para fritar

  • Açúcar com canela para polvilhar

Modo de preparo:

  1. Peneire a farinha com o fermento e o sal. Reserve.

  2. Bata a margarina com o açúcar e os ovos com um batedor de arame (fouet) até obter um creme fofo.

  3. Adicione a mistura de farinha, alternando com o leite, e mexa até obter uma massa lisa.

  4. Despeje pequenas porções da massa (1 colher de sobremesa) em óleo não muito quente abundante e deixe fritar até dourarem.

  5. Deixe escorrer sobre papel absorvente e sirva quentinhos, polvilhados com açúcar e canela.

 

Escondidinho de mandioca com carne seca

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Tempo de preparo: 40 min

Rendimento: 6 porções

Ingredientes:

  • 2 dentes de alho picados

  • 2 colheres (sopa) de óleo

  • 1 cebola média em gomos finos

  • 1 kg de carne-seca dessalgada, cozida e desfiada

  • 2 colheres (sopa) de salsinha picada

  • 2 colheres (sopa) de cebolinha verde picada

  • 1 pimenta dedo-de-moça pequena sem sementes picada

  • Sal

  • 1,5 kg de mandioquinha (batata-baroa) cozida e passada pelo espremedor ainda quente

  • 4 colheres (sopa) de manteiga

  • 1 xícara (chá) de leite fervente

  • 1 xícara (chá) de queijo meia cura ralado

Modo de preparo:

  1. Frite o alho no óleo até começar a dourar. Adicione a cebola e, quando murchar, junte a carne seca e frite por 1 minuto. Fora do fogo, adicione as ervas picadas e a pimenta. Ajuste o sal e reserve.

  2. Leve a mandioquinha espremida ao fogo médio, junte a manteiga e o leite e mexa até aquecer bem. Tempere com sal a gosto.

  3. Espalhe cerca de metade do purê de mandioquinha no fundo de um refratário quadrado (25 cm) untado com manteiga, distribua o recheio de carne seca e cubra com o restante do purê.

  4. Polvilhe o queijo ralado (mantenha as bordas livres) e leve ao forno médio preaquecido (180 °C) por 20 a 30 minutos ou até dourar. Sirva decorado a gosto.

 

Quentão

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Tempo de preparo: 1h

Rendimento: 12 porções

Ingredientes:

  • 300 gramas de açúcar

  • 4 cravos-da-índia

  • 1 canela em pau

  • 7 gramas de gengibre picado

  • 90 mililitros de suco de limão

  • 30 mililitros de mel

  • 2 litros de água

  • 1 litro de cachaça

Modo de preparo:

  1. Em uma panela, coloque o açúcar, os cravos-da-índia, a canela em pau, o gengibre picado, o suco de limão, o mel e a água.

  2. Misture bem os ingredientes, ligue o fogo e deixe cozinhar por 15 minutos após levantar fervura.

  3. Desligue o fogo e reserve.

  4. Coe o caldo e adicione toda a cachaça na panela junto com ele.

  5. Acenda novamente o fogo e aqueça por 5 minutos.

  6. Sua receita de quentão está finalizada! Saúde!

 

Torta de liquidificador

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Tempo de preparo: 45 min

Rendimento: 6 porções

Ingredientes:

  • 2 ovos

  • 1 e meia xícara de leite

  • Meia xícara de óleo

  • 1 xícara de farinha de trigo

  • 1 colher de sopa de fermento em pó

  • 1 cenoura ralada

  • 1 lata de milho-verde

  • 1 xícara de queijo muçarela ralado

  • Queijo parmesão ralado a gosto

Modo de preparo:

  1. Em um liquidificador, coloque 2 ovos, 1 e meia xícara de leite e meia xícara de óleo. Bata por 2 minutos.

  2. Em seguida, adicione 1 xícara de farinha de trigo e 1 colher de sopa de fermento em pó. Bata até obter uma mistura homogênea.

  3. Despeje metade mistura do liquidificador em uma forma untada e enfarinhada.

  4. Adicione 1 cenoura ralada, 1 lata de milho-verde e 1 xícara de queijo muçarela ralado.

  5. Em seguida, coloque o restante da massa e acrescente queijo parmesão ralado a gosto.

  6. Leve ao forno preaquecido a 180 graus Celsius por aproximadamente 40 minutos ou até ficar dourada.

  7. Sirva em seguida.

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