Correio B

DIÁLOGO

Em alguns municípios, inclusive em Campo Grande, certos políticos parecem...Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta segunda-feira (22)

Continue lendo...

Mario Sergio Cortella - escritor brasileiro

"Só se pode falar em ética quando se fala em humano, porque a ética tem um pressuposto: a possibilidade de escolha. A ética pressupõe a possibilidade de decisão, ética pressupõe a possibilidade de opção”.

FELPUDA

Em alguns municípios, inclusive em Campo Grande, certos políticos parecem ter trocado os manuais de gestão por um exemplar de Madame Bovary (romance de Gustave Flaubert): apaixonaram-se perdidamente pela corrupção e, como na literatura, o desfecho promete ser trágico. Quando a Justiça bate à porta, surgem as desculpas mais criativas: receptação vira “contravenção”, culpa sempre é do assessor, do motorista ou, na falta de opção, do “eterno mordomo”. A criatividade é tanta que só perde para a ficha policial. Dá licença, vai!

Em discussão

A Câmara Municipal de Campo Grande abriu espaço para discutir a cannabis medicinal e um projeto que prevê a distribuição gratuita de produtos derivados da planta pelo SUS municipal. A proposta, do vereador petista Jean Ferreira, ainda tramita e depende de aprovação.

Mais

A audiência pública mostrou que o tema já deixou de ser tabu e passou a frequentar o debate sobre a saúde pública. Agora, resta saber se o projeto vai florescer ou ficará apenas no canteiro das intenções. Afinal, as opiniões continuam divergentes. É esperar para ver.

Inês Garcia e Monica Razuk - Foto: Studio Volkopf
Marchiane Fritzen - Foto: Arquivo pessoal

Currículo

Na Assembleia de MS, deputados da oposição e da base convergem num diagnóstico: Campo Grande perdeu o brilho e enfrenta abandono, com lixo acumulado, matagais, inúmeros buracos e ruas às escuras. Em meio às críticas, parlamentar defendeu que o eleitor avalie o currículo dos candidatos antes do voto, verificando se já exerceram função de gestão. Embora não tenha citado nomes, o deputado teria dado indireta à prefeita Adriane. Aí deu no que está dando...

Mapa da mina

Uma licitação para compra de mapas geopolíticos, em 2018, virou um verdadeiro mapa da mina para os envolvidos à época. A Justiça, porém, condenou responsáveis por um esquema que direcionou o certame e causou prejuízo superior a R$ 1 milhão aos cofres públicos. O principal operador, já falecido, terá ressarcimento cobrado do espólio, enquanto outro empresário ficou quatro anos proibido de atuar no poder público.

Veto

Geraldo Alckmin, presidente em exercício, vetou integralmente projeto de lei que flexibiliza regras para a entrada no mercado de trabalho de jovens com idades entre 18 e 29 anos que nunca tiveram carteira assinada. O Programa Contrato de Primeiro Emprego previa redução da alíquota do FGTS e da contribuição à previdência como incentivos para as empresas que contratassem. O governo argumenta que a proposta, aprovada em maio pelo Congresso Nacional, contraria a Constituição e o interesse público.

Aniversariantes

  • Guilherme de Barros Costa Marques Bumlai, 
  • Daisy da Silva Floro Souza,
  • Carlos Alberto Moraes Coimbra,
  • Isolina Cia Azevedo,
  • Mário Sérgio Cardoso,
  • Carla Chacarosqui,
  • Saulo Garcia de Queiroz, 
  • Raul Costa,
  • João Espindola da Silva,
  • Dr. Edmilson Rodrigues Brandão,
  • Katsumi Ono,
  • João Ladislau Chilante,
  • Rui Marcos Stein,
  • Ana Lucia do Espirito Santo,
  • João Francisco Lima,
  • Amilton Edson da Costa Faria,
  • Dr. Antonio Chehade Ibrahim Elosta,
  • João Batista dos Santos Filho,
  • Adriano Garcia,
  • Vera Lucia Antunes Ravazi,
  • Debora Mantovanis de Oliveira,
  • Luiz Gonzaga Maciel de Souza,
  • Carlos Eduardo Boranga, 
  • Paulina Teresa Zárate Pereira,
  • Ana Carolina Foizer (Carola),
  • Vanderlei da Silva Matos (Vanderlei Cabeludo),
  • Ivanilde Zanfolin Teixeira Marques,
  • Ivete Arruda Nogueira,
  • Ayd Mary Oshiro,
  • Lorival Ribeiro da Paixão,
  • Éder Moreira Brambilla,
  • Luiz Saab Mujica,
  • Ani Márcia Bohrer Ferreira,
  • Jayra Ajala,
  • Fidélis Coutinho,
  • Silvia de Lourdes Moraes Godoy,
  • Jamil Rezek,
  • Vilson Pereira de Souza,
  • Renata Santos Alves,
  • Wilmo Santos,
  • Meire Barbosa Vieira,
  • Ludimila Radeke,
  • Maria Eliza de Souza,
  • Silvio de Oliveira, 
  • Leila Derzi Wasilewski,
  • Dra. Andréa de Aquino Bernardelli Tonsica, 
  • Paulo César Rosalino,
  • Lorenio Vian,
  • Janice Vieira de Almeida,
  • Francisco Egydio de Moura,
  • Elza Maria Moreira,
  • Tácio Eugênio Alvim,
  • André Luís Albuquerque Passos,
  • João César Florim,
  • César Regioli Brito,
  • Juliana Guilhermine Bandiera Monteiro,
  • Clarice Nogueira Graça,
  • Cristiane de Oliveira Valdez,
  • Celeido Dussel Rodrigues,
  • Maira Roselene Mantovani Silva, 
  • Cristina Maria Alarcon Gomes de Oliveira,
  • Valdecir Moura Rodrigues,
  • Dayane Cristina Padetti,
  • Cleide Helena da Costa,
  • Lorimar Comparim,
  • Edna Moreira de Souza,
  • David Victor Emmanuel Tauro,
  • Loeri Corrêa da Silva Oliveira, 
  • Gabriel Nabhan de Barros,
  • Cláudia Haruko Falbo,
  • Maria Aparecida Carvalho Leite,
  • Carolina de Moraes Rego Mandetta,      
  • Andressa Michelli de Lima Servilha,
  • Carlos Silva Borges,
  • André Braga Veronezi,
  • Cícero Rubens Batista, 
  • Alessandra Ribeiro Gamon,
  • Enrico Liberto Dias,
  • Maria Rita Maidana, 
  • Francisco Givanildo dos Santos,
  • Odilon Carrilho de Arantes,
  • Daniel Martins do Carmo, 
  • Luciano Loureiro,
  • Willian Grison Figueiras, 
  • Karina Kelly de Lorenzo Martins,
  • Anderson de Oliveira Joaquim, 
  • Laís Helena Simioli,
  • Rodrigo Zanardo, 
  • Ana Telma Melo Barão,
  • Celso José Rossato Júnior,
  • Sérgio Marcelo Andrade Juzenas,
  • Márcio Medeiros,
  • Arivaldo Alves Pereira,
  • Claudeonor Chaves Ribeiro,
  • Antonio Vieira Martins,
  • Daniel Franco de Godoy,
  • Eliane Aparecida Zagatto,
  • Hélio Alonso Filho,
  • José Correia de Figueiredo,
  • Erich Kosloski Ferreira,
  • Marcelo Ferreira Lopes,
  • Geovana Rocha Rodrigues,
  • Joey Miyasato,
  • Sandro Luiz Colnago Vicentin,
  • Tânia Regina Noronha Cunha,
  • Thaís Luciana Morceli,
  • Laura Aquino Brum.

Colaborou Tatyane Gameiro

Capa da semana - Especial 5 anos Correio B+

Entrevista exclusiva com a atriz, apresentadora e diretora Danni Suzuki

"Eu escolho histórias que me transformem. Quando olho para trás, percebo que muitos dos meus trabalhos compartilham temas como identidade, pertencimento, resiliência e propósito".

21/06/2026 17h00

Entrevista exclusiva com a atriz, apresentadora e diretora Danni Suzuki

Entrevista exclusiva com a atriz, apresentadora e diretora Danni Suzuki Foto: Nanda Araújo

Continue Lendo...

Multifacetada, Danni Suzuki é atriz, apresentadora, diretora, roteirista e palestrante. Nascida e criada no Brasil, iniciou sua carreira artística através do ballet clássico, atuando em comercias de tv e musicais até sua formação profissional pela EDMO (Escola de dança do Teatro Municipal).

Ampliou seus estudos em direção e atuação na New York Film Academy, em Los Angeles e New York. Sua base acadêmica também inclui um Bacharelado em Desenho Industrial pela PUC-RJ e uma Pós-Graduação em Neurociência pela PUC-RS, onde se tornou professora de Pós Graduação convidada, em 2024.

Entre a arte, a comunicação e o compromisso social, a trajetória de Dani Suzuki é marcada pela versatilidade e pela capacidade de se reinventar constantemente. Conhecida do grande público por seus trabalhos na televisão, a atriz construiu ao longo dos anos uma carreira sólida que ultrapassa os limites da atuação, envolvendo também projetos como apresentadora, diretora, produtora de conteúdo e defensora de importantes causas sociais e humanitárias.

Com uma presença marcante na televisão brasileira, Dani conquistou espaço por seu talento, carisma e autenticidade, características que a transformaram em uma profissional respeitada dentro e fora dos estúdios. Ao longo de sua trajetória, participou de produções de destaque, apresentou programas de diferentes formatos e buscou ampliar sua atuação para áreas que dialogam com educação, cultura, sustentabilidade e desenvolvimento humano.

Filha de pai japonês e mãe brasileira, Dani também se tornou uma referência quando o assunto é representatividade, contribuindo para ampliar debates sobre diversidade e identidade em um país multicultural como o Brasil. Sua história pessoal e profissional reflete a busca constante por propósito, conhecimento e conexão com diferentes realidades, experiências que influenciam diretamente seus projetos e sua visão de mundo.

Além da carreira artística, ela tem se dedicado a iniciativas voltadas para transformação social, viagens de caráter humanitário e ações que promovem impacto positivo em comunidades dentro e fora do país. Essa atuação multifacetada revela uma profissional que entende a comunicação como ferramenta de inspiração, informação e mudança.

Nesta entrevista, Dani Suzuki compartilha reflexões sobre sua carreira, os desafios enfrentados ao longo de sua jornada, os novos projetos que vêm pela frente e as experiências que moldaram sua trajetória. Uma conversa sobre arte, evolução, propósito e a importância de seguir construindo caminhos com sensibilidade, coragem e autenticidade.

Danni celebra com a gente 5 anos de Correio B+, afinal, ela faz parte da nossa história, e em nova entrevista ao Caderno ela fala de seu novo momento com exclusividade.

Entrevista exclusiva com a atriz, apresentadora e diretora Danni SuzukiA atriz Danni Suzuki é a Capa exclusiva de 5 anos de Correio B+ - Foto: Nanda Araújo - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Você está mergulhando agora no universo de “Delegacia de Homicídios”. Como foi construir emocionalmente uma personagem cercada por violência, investigação e pressão psicológica?
DS -
 O que mais me interessou foi justamente a história além do crime. A investigação é apenas a superfície. O que me fascina é assistir o ser humano por trás dela. São profissionais que convivem diariamente com dor, perdas, violência e, ainda assim, precisam ter clareza para tomar decisões.

Construir essa personagem tem sido um exercício de empatia. Porque, no fundo, ela não investiga apenas homicídios. Ela investiga histórias interrompidas, movidas por justiça ou por vingança. E isso inevitavelmente nos faz refletir sobre a fragilidade da vida, algo que nos acompanha mesmo depois que o set termina.

CE - Você acredita que estamos vivendo uma era de hiperconexão, mas de empobrecimento emocional?
DS - 
Em muitos aspectos, sim. Nunca tivemos tanto acesso à informação, mas isso não significa que tenhamos desenvolvido a mesma capacidade de processá-la emocionalmente. A tecnologia ampliou nossa conexão com o mundo, mas não necessariamente conosco mesmos.

O paradoxo é esse: estamos cada vez mais conectados digitalmente e, ao mesmo tempo, enfrentando desafios crescentes relacionados à atenção, pertencimento, propósito e saúde emocional.

Foi justamente essa inquietação que me levou a escrever meu livro "Humanos do Futuro". No meu estudo sobre conexões emocionais, a nossa relação com a tecnologia tem sido fator bem complexo de se analisar. 

CE - Existe um fio invisível conectando todas essas versões da Danni Suzuki?
DS -
 Existe. E ele sempre foi meu interesse pelo comportamento humano e a espiritualidade.  A atuação me permitiu sentir e construir diferentes emoções através dos personagens. A formação em neurociência me ajudou a entender os mecanismos por trás dessas emoções.

As palestras me aproximam das transformações sociais. O ativismo me conecta às realidades humanas mais profundas. No fundo, eu sempre estive investigando a mesma coisa: o que nos torna humanos.

CE - O que o projeto “Passaporte Digital” ensinou sobre medo, esperança e futuro?
DS -
 Me ensinou que independentemente da condição social, cultura, das perdas e reconstrução de vida, todos compartilham desejos muito parecidos: pertencer, ser visto, ter oportunidades e construir uma vida com dignidade. Estar em contato com refugiados e de culturas diferentes amplia muito nosso entendimento pelo outro. 

E todos nós, independente da cultura, estamos hoje entrelaçados pela tecnologia, então, querendo ou não temos que criar um diálogo entre todos nós.  O futuro não será definido apenas pelas ferramentas que criamos, mas pela forma como escolhemos utilizá-las para ampliar dignidade, autonomia e consciência.

CE - A representatividade finalmente deixou de ser discurso e virou transformação?
DS -
Avançamos muito, mas ainda existe um caminho importante pela frente. O que me deixa otimista é perceber que hoje a discussão está mais madura. Não estamos falando apenas de presença, mas de protagonismo, narrativa e oportunidade. A verdadeira transformação acontece quando a diversidade deixa de ser exceção e passa a ser algo natural. E acredito que estamos caminhando nessa direção.

Entrevista exclusiva com a atriz, apresentadora e diretora Danni SuzukiA atriz Danni Suzuki é a Capa exclusiva de 5 anos de Correio B+ - Foto: Nanda Araújo - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana 

CE - Você escolhe projetos pensando nesse impacto?
DS -
 Eu escolho histórias que me transformem. Quando olho para trás, percebo que muitos dos meus trabalhos compartilham temas como identidade, pertencimento, resiliência e propósito. Mas isso nunca foi uma estratégia racional. Talvez seja apenas reflexo das perguntas que eu mesma estou tentando responder ao longo da vida.

CE - Se pudesse fazer uma pergunta sobre a mente humana que ainda não encontrou resposta, qual seria?
DS -
 Eu perguntaria: Por que algumas pessoas conseguem transformar dor em sabedoria, enquanto outras permanecem aprisionadas pela mesma experiência? A neurociência já explica parte dessa resposta. A psicologia explica outra. A espiritualidade traz mais uma camada. Mas acredito que ainda existe algo profundamente fascinante nessa capacidade humana de transformar sofrimento em consciência.

CE - Você foi capa algumas vezes do B+. Para você também foi especial?
DS -
 Muito. Vivemos em uma época em que tudo é rápido e descartável. Por isso, construir uma relação de confiança ao longo dos anos com um veículo de comunicação tem um valor enorme pra mim.  Sempre fui recebida com muito respeito, profundidade e interesse genuíno pelas diferentes fases da minha trajetória. E isso me enche de amor. 

CE - O que acha de um veículo ultrapassar 70 anos de existência?
DS - 
É admirável. Manter relevância por sete décadas significa atravessar transformações tecnológicas, culturais e comportamentais sem perder a capacidade de dialogar com as pessoas. Em um mundo que valoriza tanto a novidade, chegar aos 70 anos continua sendo uma prova extraordinária de credibilidade, adaptação e propósito.

CE - Deixe uma mensagem de aniversário para o B+.
DS -
 Parabéns pelos mais de 70 anos de história. Que vocês continuem fazendo aquilo que toda comunicação de qualidade deveria fazer: conectar pessoas, ampliar perspectivas e registrar o seu tempo sem perder a sensibilidade humana.

Em uma era dominada por algoritmos, velocidade e excesso de informação, veículos que cultivam memória, contexto e diálogo se tornam ainda mais valiosos.

Que venham muitos outros capítulos dessa história. E que ela continue inspirando as próximas gerações a pensar, sentir e construir um futuro melhor.

Entre Costuras & CuLtura - Moda Correio B+

Quando o luxo vai além do produto: o que a escolha do vestido de Elisa Zarzur fala sobre experiência

As grandes marcas compreenderam algo fundamental: elas não vendem apenas produtos, elas vendem histórias, experiências e emoções.

21/06/2026 15h00

Quando o luxo vai além do produto: o que a escolha do vestido de Elisa Zarzur fala sobre experiência

Quando o luxo vai além do produto: o que a escolha do vestido de Elisa Zarzur fala sobre experiência Foto: Divulgação

Continue Lendo...

Durante muito tempo, acreditamos que o luxo estivesse no objeto, na etiqueta da marca ou no valor da compra. Mas o luxo contemporâneo parece estar nos conduzindo para outro lugar.

Recentemente, a influenciadora digital Elisa Zarzur compartilhou em suas redes sociais a experiência de escolher seu vestido de noiva na Dior, em Paris. O conteúdo rapidamente chamou a atenção do público, não apenas pelo vestido, mas por tudo o que envolvia aquele momento.

Mais do que uma prova de roupa, o que se viu foi um ritual cuidadosamente construído. A atmosfera acolhedora, o atendimento impecável, a expectativa criada em torno da escolha e, principalmente, as emoções compartilhadas transformaram aquela experiência em algo memorável.

O vestido, naturalmente, possui sua importância, mas o que permanece na memória não é apenas o tecido, o corte ou a assinatura do estilista. O que fica é a forma como alguém foi recebido, acolhido e conduzido ao longo daquela jornada.

As grandes marcas compreenderam algo fundamental: elas não vendem apenas produtos, elas vendem histórias, experiências e emoções.

A sensação de exclusividade, o cuidado com cada detalhe e o sentimento de ser visto, compreendido e valorizado criam uma conexão muito mais duradoura do que qualquer objeto.

Essa lógica ultrapassa o universo da moda e se estende por todo o mercado premium.

Os melhores hotéis não vendem apenas hospedagem; oferecem hospitalidade. Os grandes restaurantes não servem apenas refeições; criam lembranças. As maisons de luxo não comercializam apenas produtos; constroem universos de desejo capazes de despertar emoções e gerar pertencimento.

Quando o luxo vai além do produto: o que a escolha do vestido de Elisa Zarzur fala sobre experiênciaQuando o luxo vai além do produto: o que a escolha do vestido de Elisa Zarzur fala sobre experiência - Divulgação Vogue

Hoje, o produto é apenas uma parte da equação,a verdadeira diferenciação está na experiência.

Em um mundo cada vez mais acelerado, automatizado e impessoal, o luxo passou a ser aquilo que não pode ser reproduzido em escala: o tempo dedicado, a atenção genuína, o cuidado com os detalhes e a capacidade de transformar uma simples compra em uma história que será lembrada por muitos anos.

Por fim, deixo aqui uma reflexão: 

quando recordamos os momentos mais especiais da nossa vida, lembramos do que compramos ou de como nos fizeram sentir?

Como criar uma experiência verdadeiramente memorável

1. Personalize cada interação

Pessoas gostam de se sentir únicas. Chamar alguém pelo nome, conhecer suas preferências e antecipar necessidades cria conexão imediata.

2. Cuide dos detalhes invisíveis

Muitas vezes, o que encanta não é o que está à vista, mas aquilo que foi pensado antes mesmo de ser solicitado.

3. Invista no atendimento humano

Tecnologia agiliza processos, mas empatia, escuta e atenção continuam sendo insubstituíveis.

4. Crie momentos, não apenas entregas

Uma compra, uma refeição ou uma hospedagem podem se transformar em experiências quando existe emoção envolvida.

5. Faça as pessoas se sentirem importantes

O maior luxo dos nossos tempos talvez seja justamente este: ser visto, ouvido e valorizado de forma genuína.

Quando o luxo vai além do produto: o que a escolha do vestido de Elisa Zarzur fala sobre experiênciaQuando o luxo vai além do produto: o que a escolha do vestido de Elisa Zarzur fala sobre experiência - Divulgação

 

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).