Correio B

Diálogo

Em órgão público federal que teria dirigente apenas ocupando cargo decorat... leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta sexta-feira (5)

Continue lendo...

José Saramago - escritor português

Há duas palavras que não se  podem usar: uma é “sempre”,  outra é “nunca”.

Felpuda

Em órgão público federal que teria dirigente apenas ocupando cargo decorativo graças ao QI (quem indica), o trabalho é tão lento que, segundo dizem, se colocarem uma tartaruga na sala, o animalzinho escapa. Muita gente está “chiando” que só com a paradeira geral na tal repartição, onde “suar a camisa” para agilizar os trabalhos continua sendo frase desconhecida. A continuar assim, os 18 meses que faltam para acabar o ano vão passar e é capaz de o dito-cujo achar que é “golpe dos inimigos da democracia”, que “suprimiram dias do calendário” para prejudicar a sua “estafante soneca” de cada dia. E assim caminha a humanidade...

Esperança

Na audiência pública promovida na Câmara Municipal para discutir a expressiva falta de vagas, visando atender a educação infantil em Campo Grande, o secretário municipal de Educação, Lucas Henrique Bitencourt, garantiu que  a fila de espera será zerada. 

Mais

Segundo ele, a Capital não tem problemas para a demanda  das crianças de 4 anos em diante e explicou que, há dois anos, a necessidade era de 12 mil vagas, caiu para 8 mil  e atualmente é de cerca de 5,6 mil. Como a esperança  é a última que morre...

Carmen Morais

 

Lucas Cecílio

Cá e lá

O ex-governador Azambuja está indo de mala e cuia para o PL, porém continuará tendo influência onde hoje está. O fato  é que ficarão na sigla, por conta da legislação eleitoral, alguns dos seus seguidores, como os três deputados federais Beto Pereira, Geraldo Resende e Dagoberto Nogueira que, de uma maneira ou de outra, devem a ele seus mandatos. Um deles poderá comandar a legenda até que, caso queiram sair, seja aberta  a janela partidária.

Na lista

Ainda com relação à influência  de Azambuja, mesmo que o trio de deputados federais continue no PSDB, há ainda outro nome: o do deputado estadual Pedro Caravina. Antes de conquistar mandato, foi secretário-adjunto da Infraestrutura da administração de Azambuja, quanto o titular foi justamente Eduardo Riedel. O parlamentar tem forte ligação política com ambos, inclusive tendo sido secretário de governo do ex-colega e hoje governador.

Bem-vindos

Aprovada pela Comissão  de Saúde da Câmara  dos Deputados a proposta  que autoriza a entrada  de animais domésticos em unidades públicas e privadas de saúde para visitar  pacientes internados. Pelo texto, o acesso dos animais aos estabelecimentos dependerá de, entre outras exigências, ser autorizada pela equipe de saúde responsável pelo paciente, ter comprovante  de vacinação e atestado de saúde  e comportamento emitido por veterinário.

ANIVERSARIANTES

Arlindo Ramão Florentino
Mariana Medeiros Navarro Santos
Dr. Celso Cestari Pinheiro
Marlene Anache Hage
Celso Luiz Brasil Ovelar Filho
Carlos Lopes dos Santos
José Magalhães da Costa
Vilson Zanatta
Denise Maria Vicente Guidoni
Lilian Rosa Corrêa Pinto Magalhães
Caroline Rizzo
Anna Leda Saab
Eliane Schneider Pondskoski
Talissa Nayra Siqueira da Silva
Alfredo Guenhu Asato
Gilson Cândido Braguini
Hélio de Lima
Ivan Carlos dos Santos
Fabrizio Kleiton Cândido
Kênia Maciel Lacerda
Wagner Luiz Ribeiro
Márcia Atanasio Fontoura Davalos
Cleonice Nakasone Arakaki
Maria Celéne de Figueiredo Nessimian
Zelmo de Brida
Leila Brandão
Ilton Arashiro
Roberta Novais Ferreira
Tatiane Bombassaro
Marceleide Hartterman Marques
Honorato de Souza
Luiz Alberto Freire Teixido
Juliano Reinheimer
Carlos Roberto Hesporte
Janete Matos da Silva
Sebastião Roberto Collis
Nair Moraes Freitas
Afrânio Motta Filho
Maura Glória Lanzone
Adeny de Souza
Emília Sabatel Giordano
José Antônio dos Santos
Lenine Rosa Duarte
Djair dos Santos Castanho
Ricardo Bertoni
Dr. Carlos Nobuyoshi Ide
Dr. Geraldo Vinícius Ferreira
Kátia Regina Nunes da Cunha
Gavina de Azevedo Flores Baldo
Sônia Regina de Jesus
Ana Carla Burgatt Freire
Chesla Peters dos Santos
Yone Stella Medeiros
Marlene Pereira de Souza
Janete dos Santos Pereira
Epaminondas Luiz Cardoso
João Affonso de Barros Mello
Roberto Alberti
Luiz André Bobato
Obdulia Rodrigues Marcelino
Letícia Maria de Souza
João Eduardo Bueno Netto Nascimento
Letícia Naveira
Odilson de Moraes
Hemerly Elias
Evelyna Ruth Dutra Vieira
Maria Gabriela Trad
Dr. Nelson Trad Filho
Dr. Luiz Aleixo da Silva Filho
Valdi Dantas de Oliveira
Luiz Fernando de Ávila Pereira
Sandra Aparecida Marques Gonzaga
Idmilson Rodrigues de Almeida Júnior
Dr. Jean Carlos Alves
Jonny Adriano Mazochin
Anísio Ziemann
Simone Antunes Molina
Gabriel Braite
Thiago Bonadia Sbroggio
José Antônio de Moura
Kátia Christina de Lima Paulo
Giovani Carlos Barreto Mendes
Cleomedes Carlos Fechner Victório
Aderval do Nascimento
Fredson Freitas da Costa
Milene Sant’Ana Baptista
Gilson Carvalho da Silva
Dr. Jorge Luiz Miranda
Carolina Cury Braff Brandi
Cilnei Flôres Amaral
Kazuza Elisângela Vargas Brites
Cláudia Pereira da Silva Santos
Luiz Mário Araujo Bueno
Izabel Selvino Garcia
Mariusa Roberto da Silva Sachelaride
Nathaly Marceli de Souza Santos
Maria Lúcia Pereira de Souza
Nelmi Lourenco Garcia
Ismael Gonçalves Mendes
Jorge Aguiar da Silva
Paula Alexsandra Consalter Almeida
Cláudio Roberto Schutze
Valéria Gauze
Altamiro de Oliveira Gregório
Áureo Gentil Rossoni

*Colaborou Tatyane Gameiro

Astrologia Correio B+

A energia do Tarô da semana entre 05 e 11 de outubro. Portal 10/10, movimento e transformação

O Ás de Paus pede coragem para começar. Uma ideia ganha força, um desejo reacende e novos caminhos podem se abrir. Aproveite a energia do portal 10/10 para transformar intenção em movimento e dar o primeiro passo!

04/10/2026 00h00

A energia do Tarô da semana entre 05 e 11 de outubro. Portal 10/10, movimento e transformação

A energia do Tarô da semana entre 05 e 11 de outubro. Portal 10/10, movimento e transformação Foto: Divulgação

Continue Lendo...

Ás de Paus: quando a chama volta a acender

O Ás de Paus é um sinal verde. Esta carta surge quando o fogo criativo está pronto para ser canalizado para algo concreto — um projeto, um relacionamento, uma nova direção — e a energia que sustenta esse movimento é genuína, e não apenas fruto de uma expectativa.

Sem dúvida é uma carta extremamente poderosa, associada a êxito, ganho e conquista, que anuncia movimento em direção ao novo. Quando aparece, existe energia para fazer acontecer, entusiasmo para começar e uma sensação de que alguma coisa finalmente sai do lugar.

O Ás de Paus é a centelha que inaugura um ciclo. Traz a força de quem percebe uma oportunidade e sente que vale a pena apostar nela. É uma carta de iniciativa, coragem e impulso criativo, mas também de confiança: aquela sensação íntima de que existe uma possibilidade real de avanço.

Ela não fala apenas de começar, mas de começar com potência, disposição e desejo de chegar a algum lugar.

Na imagem criada por Pamela Colman Smith para o baralho Rider-Waite, uma mão surge de uma nuvem e oferece um bastão vivo, do qual já despontam folhas verdes. É uma imagem de força, potencial e começo.

E esse crescimento não é apenas uma metáfora: a carta anuncia algo vivo que chega até você, uma possibilidade que carrega em si a força de se desenvolver.

O que nascerá a partir dela, porém, depende do que você escolher fazer com essa energia. Toda chama precisa de combustível. Toda semente, de cuidado. E todo começo pede coragem para ser levado adiante.

E justamente por representar esse movimento de renovação, o Ás de Paus encontra um céu que também fala de mudanças, embora por um caminho mais profundo. Enquanto Vênus retrógrado em Escorpião convida a rever relações, valores e desejos, o Ás pergunta o que, depois de toda essa revisão, ainda merece ser escolhido. O que permanece vivo? O que ainda empolga?

E esse chamado encontra um céu particularmente intenso. A semana começa com Vênus retrógrado em Escorpião, movimento que coloca relacionamentos, desejos, valores e questões financeiras sob uma lente mais profunda.

Vênus entrou em retrogradação em 3 de outubro e permanecerá nesse movimento ao longo das semanas seguintes, convidando a rever sentimentos, escolhas afetivas e aquilo que realmente tem valor.

A carta traz fogo. Escorpião traz profundidade. O encontro dos dois sugere que aquilo que desperta agora não deve ser ignorado, mas também não precisa ser imediatamente transformado em ação.

O céu da semana fala de revisão; o Ás de Paus fala de renovação. Uma coisa não contradiz a outra. Pelo contrário. Às vezes, é justamente quando olhamos honestamente para o que ficou para trás que conseguimos descobrir para onde queremos ir.

Mercúrio também está em Escorpião e se aproxima de Vênus retrógrada, com uma conjunção exata na quarta-feira (7/10). É um aspecto que favorece conversas sobre sentimentos, desejos e assuntos que estavam guardados. Mas a profundidade escorpiana também pode tornar as palavras mais cortantes e as conversas mais carregadas de emoção.

Por isso, nesta semana, falar pode ser tão importante quanto saber quando ficar em silêncio.

O Ás de Paus não é uma carta de explicações intermináveis. Ele é uma carta de energia. Quando aparece, alguma coisa dentro de nós já sabe que precisa se mover. O desafio é não confundir impulso com urgência. Nem toda vontade precisa ser atendida imediatamente. Algumas precisam primeiro ser compreendidas.

Em uma leitura sobre o amor, o Ás de Paus indica uma conexão nova e estimulante, muitas vezes iniciada por uma forte atração física ou energética.

É aquela química que pode ser sentida antes mesmo de uma única palavra ser dita. A pergunta da semana é simples, embora nada fácil: você deseja essa pessoa ou a sensação que ela provoca?

Para quem já está em um relacionamento, essa carta costuma indicar o início de um novo capítulo: desejo renovado, uma viagem espontânea a dois, a decisão de começar uma família ou uma nova aventura compartilhada. A faísca é real.

O convite é agir sobre ela, em vez de pensar demais. Sob a energia do Ás de Paus, o amor pede movimento, não excesso de análise.

No trabalho, a carta favorece iniciativa, criatividade e a disposição para colocar algo em movimento. Pode surgir uma proposta, um projeto ou uma solução que mude a maneira de encarar uma tarefa. Nem todo começo chega como uma grande oportunidade: às vezes, nasce de uma ideia aparentemente pequena, mas com potencial para crescer.

Para quem pensa em mudar de área, iniciar um projeto ou apresentar uma ideia, a semana pode trazer o estímulo necessário para experimentar novas possibilidades.

Na carreira, o Ás de Paus fala de protagonismo. É, sem dúvida uma das cartas mais estimulantes que podem aparecer. Geralmente aponta para uma nova proposta de trabalho, uma ideia de negócio cujo momento finalmente chegou ou um projeto criativo com potencial concreto.

É a carta que aparece quando você está guardando uma ideia há algum tempo e, finalmente, recebe um sinal para colocá-la em prática. Pode ser uma proposta aprovada, um cliente que desperta entusiasmo ou um plano de negócio que começa a fazer sentido no papel.

Pode ser o momento de apresentar um projeto, retomar uma atividade criativa ou ocupar um espaço com mais confiança. Não significa necessariamente abandonar o que já existe, mas reconhecer onde há potencial de crescimento. Para quem trabalha com comunicação, criatividade, tecnologia ou conhecimento, uma ideia inesperada pode abrir uma nova possibilidade.

Financeiramente, o Ás de Paus é um bom presságio para uma nova fonte de renda ou para uma ideia com potencial financeiro. Esta não é uma carta sobre poupança passiva ou acúmulo lento, mas sobre uma ação inspirada capaz de gerar retorno.

Se você vem pensando em iniciar um projeto paralelo, lançar um produto ou investir em algo alinhado à sua paixão, a carta sugere que o momento é favorável. Existe energia disponível. A ideia tem potencial. O próximo passo é assumir o compromisso de colocá-la em prática.

Mas a carta representa o início do processo: primeiro surge a oportunidade, depois vêm o trabalho e a construção. Por isso, se aparecer uma possibilidade de ganhar dinheiro com algo que você sabe fazer bem, vale investigar seu potencial antes de descartá-la por parecer pequena.

Mais do que falar de conquistas externas, o Ás de Paus traz uma mensagem sobre vitalidade. Ele representa aquilo que volta a despertar interesse, curiosidade e vontade de experimentar. É a faísca que reacende o desejo de viver, criar, descobrir e se lançar ao novo. Afinal, para haver fogo, é preciso primeiro haver uma faísca.

A Lua Nova em Libra, que entra no sábado (10/10), reforça o tema dos novos acordos e das escolhas que buscam mais equilíbrio. Ao mesmo tempo, a tensão entre Vênus e Marte coloca frente a frente desejo e negociação, impulso e reciprocidade.

É nesse cenário que o Ás de Paus encontra o portal 10/10, ambos associados à energia dos recomeços. O 10/10 pode despertar uma vontade repentina de colocar em movimento aquilo que vinha sendo adiado. E o Ás representa justamente o desejo que ganha força e pede ação.

Pode ser um projeto, uma mudança na rotina, um novo hábito, uma relação ou até uma nova maneira de enxergar a própria vida.

Mas o fogo do Ás de Paus pede direção. Recomeçar não significa agir por impulso, e sim reconhecer o que ainda desperta entusiasmo e encontrar uma forma concreta de fazer isso crescer. O portal 10/10 pode marcar a passagem para um novo ciclo; o Ás de Paus acende a chama que dá início a ele.

O Ás de Paus não promete um caminho sem obstáculos. Ele oferece disposição para começar. E começar pode ser algo muito simples: retomar uma ideia, marcar uma conversa, apresentar um projeto, aceitar um convite ou finalmente deixar para trás aquilo que consome energia sem devolver sentido.

A coragem dessa carta não é barulhenta. É a confiança necessária para reconhecer aquilo que ainda desperta entusiasmo e dar a isso uma chance de crescer.

Nesta semana, observe o que desperta sua curiosidade. O que faz você imaginar possibilidades? O que, mesmo depois de algum tempo, continua pedindo sua atenção?

Talvez a novidade que se anuncia não esteja apenas no que acontece fora, mas na descoberta de que alguma coisa dentro de você voltou a querer movimento.

Dentro de cada pessoa existe uma centelha à espera de espaço para crescer e transformar desejo em movimento, coragem em ação e intenção em conquista. O Ás de Paus acende a primeira chama. O que vier depois dependerá de como você escolher alimentá-la.

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão

Saúde Correio B+

Outubro Rosa: 5 situações em que a dor depois da mastectomia merece atenção

Anestesiologista explica sintomas que podem indicar dor crônica pós-cirúrgica e quando buscar avaliação especializada

03/10/2026 17h00

Outubro Rosa: 5 situações em que a dor depois da mastectomia merece atenção

Outubro Rosa: 5 situações em que a dor depois da mastectomia merece atenção Foto: Divulgação

Continue Lendo...

O tratamento do câncer de mama chega ao fim, mas a dor nem sempre vai embora. A síndrome dolorosa pós-mastectomia costuma se manifestar como queimação, choques, formigamento e alterações na sensibilidade, e atinge uma parcela expressiva das mulheres operadas.

O Brasil deve registrar 78.610 novos casos de câncer de mama por ano entre 2026 e 2028, segundo o Instituto Nacional de Câncer e a maioria das pacientes passa por cirurgia.

Uma revisão sistemática publicada em 2025 no Journal of Plastic, Reconstructive & Aesthetic Surgery, que reuniu 91 estudos e 26.132 pacientes, estimou prevalência média de 41,8% de dor crônica após mastectomia e reconstrução mamária.

A causa mais frequentemente identificada é a lesão do nervo intercostobraquial, manipulado no acesso à axila durante a avaliação dos linfonodos, etapa necessária ao tratamento oncológico. A dor pode aparecer horas, semanas ou meses depois do procedimento.

No Outubro Rosa, o alerta também vale para o período após a cirurgia. "A paciente pode acreditar que a dor faz parte do processo e que precisa simplesmente conviver com ela. Mas quando o sintoma persiste ou muda de característica, é importante conversar com o médico, porque existem formas de tratamento", explica o Dr.

Jorge Luiz Andrade, médico anestesiologista, especialista em Dor e vice-presidente executivo da Unimed Nova Iguaçu.

1. A dor continua por mais de três meses

Uma dor que persiste ou retorna por mais de três meses após a cirurgia é considerada crônica e merece avaliação, principalmente quando interfere no sono, na movimentação ou nas atividades do dia a dia.

2. Surge uma sensação de queimação ou ardência

Queimação ou ardência no tórax, na axila ou no braço do lado operado pode estar relacionada a alterações nos nervos envolvidos na cirurgia e deve ser relatada ao médico.

3. A dor parece um choque ou uma fisgada

Sensações semelhantes a choques elétricos, pontadas ou fisgadas são características descritas em quadros de dor neuropática e podem aparecer espontaneamente ou durante determinados movimentos.

4. Um toque leve passa a provocar dor

Quando o contato da roupa ou outro estímulo que normalmente não causaria desconforto passa a provocar dor, pode haver alteração na sensibilidade da região. Formigamento e dormência também são sintomas que merecem atenção.

5. O desconforto começa a limitar a rotina

Evitar movimentar o braço, ter dificuldade para dormir ou deixar de realizar atividades habituais por causa da dor são sinais de que o quadro já está afetando a qualidade de vida e precisa ser investigado. A limitação do movimento, quando se prolonga, pode levar a rigidez de ombro e contribuir para o agravamento do linfedema.

"Descrever a dor ajuda muito na avaliação. Saber onde ela aparece, há quanto tempo, se é uma queimação, um choque ou uma pontada e se existe alteração de sensibilidade são informações importantes para identificar o tipo de dor e definir o tratamento", afirma o especialista.

O cuidado começa antes da cirurgia

A anestesiologia participa do controle da dor antes, durante e depois do procedimento, e diferentes estratégias podem ser utilizadas para melhorar a recuperação. A diretriz de prática clínica publicada em janeiro de 2026 na revista Anesthesiology, da American Society of Anesthesiologists, recomenda fortemente o uso de bloqueios de plano fascial para reduzir a dor e a necessidade de opioides nas primeiras 24 horas após a mastectomia, considerando as características de cada paciente e procedimento.

Para as mulheres que desenvolvem dor persistente, o tratamento é individualizado e pode combinar medicamentos, procedimentos para controle da dor, fisioterapia e reabilitação.

"Dor depois da mastectomia não deve ser normalizada. Se ela persiste, interfere na rotina ou apresenta características diferentes do desconforto esperado no pós-operatório, vale buscar avaliação para entender a causa e tratar", completa o Dr. Jorge.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).