Correio B

CORREIO B+

Exercícios físicos para todas as idades e pós covid-19

Além dos treinos especiais para pessoas que lutam com as sequelas deixadas pela covid-19, Rodrigo fala da importância da atividade física para homens

Continue lendo...

Por Flávia Viana

Rodrigo Sangion é um dos maiores empresários do mercado fitness de luxo do país. 

Ele é CEO da academia Les Cinq Gym e educador físico. 

Rodrigo lançou recentemente um protocolo de atividade física para pessoas que tiveram a covid-19 e sofrem com suas sequelas. 

Esse protocolo foi criado em conjunto com a equipe técnica da academia, sob consultoria de Henry Dina, médico-assistente do Hospital Israelita Albert Einstein e da Clínica David Uip, de São Paulo.  

Os programas de exercícios físicos são pautados nas sequelas que a doença deixou, partindo do princípio médico de que atividade física bem orientada é essencial na busca da plena recuperação.

O objetivo é recuperar, gradativamente, aqueles que, mesmo liberados para a prática de exercícios físicos, ainda apresentam consequências deixadas pela doença. 

Por exemplo: confusão mental, dor muscular, dormência ou formigamento em alguma parte do corpo, falta de ar, insônia e tontura (ainda que seja apenas quando se levanta).

“Investimos bastante em segurança durante a pandemia e também queremos proporcionar a melhor solução para aqueles que tiveram a infelicidade de contrair a doença e que ainda sofrem com sequelas”, diz Rodrigo Sangion. 

“Como também sou profissional de educação física, com capacidade para atender pessoas com necessidades especiais, pedi para a minha equipe técnica pensar em um treino diferenciado, que pudesse beneficiar esse novo público. Afinal, nesse momento principalmente, o que mais importa é garantir uma melhor qualidade de vida para todos os alunos”.  

No que diz respeito ao formigamento, por exemplo, protocolos médicos sugerem exercícios físicos em primeiro lugar, mas boa hidratação e suplementação a base de complexos vitamínicos, nessa ordem, como estratégia para reverter o quadro. 

É preciso, no entanto, que os exercícios físicos sejam compatíveis a cada caso, para que sejam apenas benéficos, não produzindo efeito contrário. É necessário também que os professores observem a resposta dos alunos ao treinamento proposto.

Segundo Guilherme Moscardi, coordenador técnico da Les Cinq Gym, os treinos são individualizados e específicos para cada quadro apresentado. 

“Ao retornar à academia, o aluno preenche um formulário em que responde se teve covid-19. Se a resposta for positiva, ele deve assinalar quais sequelas a doença deixou. A partir desses dados, será elaborado o treino, que leva em conta as restrições e recomendações relacionadas às sequelas apresentadas”, diz Moscardi. 

Para que o atendimento seja o melhor possível, o médico Henry Dina, consultor do programa, estará em permanente contato com a equipe técnica da Les Cinq Gym, via telemedicina, discutindo cada um dos casos. Abaixo, alguns pontos que servirão de base para a elaboração dos treinos.

Confusão mental

O que não fazer: exercícios físicos ou modalidades que exijam grande estabilidade ou deslocamento. 

Por exemplo: lutas em geral, aulas de dança, circuitos de treinamento e avanço (exercício para pernas e glúteos, muito comum na musculação).

O que pode ser feito: musculação (com algumas exceções de exercícios, como o mencionado acima) e atividades cardiorrespiratórias moderadas. 

É permitido fazer aulas de bike indoor e andar na esteira, desde que as mãos estejam apoiadas.

 

Dor muscular, dormência ou formigamento

O que não fazer: musculação com cargas elevadas, visando o aumento da massa muscular ou qualquer outra atividade física de alta intensidade, como lutas, ou que pedem saltos.

O que pode ser feito: musculação com cargas baixas ou moderadas, alongamento, atividades cardiorrespiratórias sem sobrecarga (inclusive aulas de bike indoor, desde que não haja muita resistência nos pedais) ou que desafiam a mobilidade como circuitos de treinamento (também com cargas leves ou moderadas).

Falta de ar

O que não fazer: atividades físicas que elevam a frequência cardíaca acima de 70% da capacidade máxima de esforço. 

É proibido, por exemplo, qualquer treino pautado no treinamento intervalado de alta intensidade, conhecido como HIIT.

O que pode ser feito: atividades físicas moderadas (que não elevem a frequência cardíaca acima de 70% da capacidade máxima de esforço).

Insônia

O que não fazer: atividades físicas intensas e de longa duração (mais de uma hora de corrida, por exemplo), principalmente se executadas próximo ao sono (menos de duas horas antes de dormir).

O que pode ser feito: exercícios físicos que ajudam a relaxar, como ioga ou mesmo corrida de baixa intensidade, por cerca de meia hora, por exemplo.

Tontura de um modo geral ou ao se levantar

O que não fazer: qualquer atividade ou exercício físico deitado ou no solo. Na musculação ou fora dela, como ioga e abdominais. 

Também não é recomendado exercícios que exijam deslocamento, como corrida ou bike convencional.

O que pode ser feito: atividades ou exercícios físicos na posição vertical (em pé) ou sentados, que não sejam de alta intensidade ou em deslocamento. Exemplo: bike indoor.

 

Além dos treinos especiais para pessoas que lutam com as sequelas deixadas pela  covid-19, Rodrigo fala da importância da atividade física para homens de diferentes idades. Confira a entrevista exclusiva que ele deu para o Correio B+.

CE - Quais exercícios são recomendados para homens aos 30, 40, 50 e terceira idade manterem o condicionamento físico?

Rodrigo - Os treinos dependem do condicionamento físico da pessoa, se já pratica atividade física e ou se está iniciando, o objetivo também influencia na escolha. 

A musculação é indicada em todas essas faixas de idade, porque a partir dos 30 anos começamos a perder massa magra. 

E os exercícios aeróbicos são muito importantes para o condicionamento cardiorrespiratório, além de ajudar a perder peso.

CE - Como a musculação e os aeróbicos beneficiam a saúde?

Rodrigo - A musculação ajuda na manutenção e hipertrofia da massa muscular, além de melhorar a mobilidade e força. 

Conforme envelhecemos ela também passa a ajudar na prevenção de lesões, já que a estrutura óssea do corpo vai ficando mais fragilizada, então a musculação pode prevenir e retardar esse processo de envelhecimento.  

O exercício aeróbico vai além da melhora do condicionamento, como também ativa a perda de gordura. 

Fora isso ambos contribuem para a liberação das endorfinas e serotoninas que ajudam no nosso humor, disposição e sensação de bem-estar.

CE - Quanto mais músculos mais saúde ou é possível ser saudável sem ser musculoso?

Rodrigo - Não necessariamente, mas quanto menos gordura tivermos melhor será para prevenir e evitar doenças, principalmente as cardiovasculares.

 

CE - Quais são os alertas da falta de condicionamento físico, pensando em cada faixa etária?

Rodrigo - As sensações de indisposição e desânimo frequentes, perda de força física, cansaço por fazer esforço físico em situações básicas como subir escadas, ou caminhadas mais longas, além de dores nas costas e ficar com as pernas cansadas. 

Com a idade esses sintomas podem aumentar na intensidade e frequência, mas a prática de atividade física desde jovem contribui para um bom condicionamento e longevidade.

 

Correio B+

Cinema B+: BAFTA 2026: previsível, mas não irrelevante

Ele organiza o tabuleiro, legitima favoritos e, vez ou outra, antecipa viradas que Hollywood ainda resiste a enxergar.

10/01/2026 14h00

Cinema B+: BAFTA 2026: previsível, mas não irrelevante

Cinema B+: BAFTA 2026: previsível, mas não irrelevante Foto: Divulgação

Continue Lendo...

Eu avisei: a temporada mal começou e já soa repetitiva. A longlist do BAFTA confirma aquilo que outras premiações vêm ensaiando desde dezembro: os mesmos títulos, os mesmos nomes, a mesma geometria de forças. Ainda assim, seria um erro descartar o prêmio britânico como mera formalidade.

O BAFTA é previsível, sim, mas raramente é neutro. Ele organiza o tabuleiro, legitima favoritos e, vez ou outra, antecipa viradas que Hollywood ainda resiste a enxergar.

O histórico recente ajuda a entender esse paradoxo. Em 2023, o BAFTA coroou Cate Blanchett por Tár, contrariando a onda que levou Michelle Yeoh ao Oscar. Foi uma leitura “europeia”, sofisticada, coerente com o gosto da academia britânica, mas que não se confirmou no desfecho da temporada.

Já no ano passado, o prêmio surpreendeu ao entregar o troféu a Mikey Madison quando praticamente todos esperavam Demi Moore. Não foi apenas um gesto de distinção: foi uma previsão certeira. Madison acabou confirmando a vitória no Oscar, e o BAFTA saiu como aquele que viu antes.

No centro da disputa de 2026 estão, novamente, os filmes que já dominam a narrativa. One Battle After Another lidera com folga e ocupa o lugar clássico do “filme a ser batido”: ambicioso, politicamente carregado, com peso autoral e elenco de prestígio. 

Leonardo DiCaprio surge como a face mais visível desse projeto e, mais uma vez, como candidato natural a encarnar a “performance do ano”. Do outro lado está Sinners, de Ryan Coogler, que combina impacto cultural, força de bilheteria e um Michael B. Jordan em modo total de estrela. São dois tipos de prestígio distintos: o da obra “importante” e o do filme que se impõe ao debate público.

A disputa masculina passa também por Timothée Chalamet. Marty Supreme o coloca numa chave diferente de DiCaprio: menos instituição, mais reinvenção. Chalamet não é apenas um favorito; ele é o rosto de uma geração que o BAFTA tenta legitimar sem parecer rendido à moda. Se o prêmio optar por ele, o gesto será menos sobre consagração e mais sobre futuro. DiCaprio representa o cânone. Chalamet, a aposta de longo prazo.

No campo feminino, a lista revela uma contradição interessante. Enquanto premiações americanas vêm ignorando Cynthia Erivo, o BAFTA faz questão de lembrá-la por Wicked: For Good.

Não é um detalhe: é um sinal de que a academia britânica ainda se permite valorizar performances que não entraram no consenso hollywoodiano. Ao lado dela estão nomes como Jessie Buckley, Renate Reinsve, Emma Stone e Jennifer Lawrence, um conjunto que mistura respeito autoral, prestígio crítico e reconhecimento de mercado.

É, porém, no bloco britânico que o BAFTA mostra mais claramente sua função de vitrine nacional e onde a distância em relação às premiações americanas fica mais evidente.

Em Dragonfly, Brenda Blethyn encarna uma mulher idosa vivendo numa comunidade rural inglesa, em um drama de observação delicada sobre envelhecimento, solidão e resistência silenciosa.

É um papel construído na tradição do realismo britânico: poucas explosões, muita interioridade, um tipo de atuação que raramente se impõe em campanhas de Oscar, mas que o BAFTA historicamente valoriza. Blethyn não está ali como “coadjuvante exótica” da temporada, ela representa uma escola de interpretação que o cinema britânico se recusa a abandonar.

Já I Swear aposta em outro registro. O filme acompanha um jovem envolvido em um caso judicial que expõe tensões de classe, masculinidade e moralidade na Inglaterra contemporânea. 

Cinema B+: BAFTA 2026: previsível, mas não irrelevanteCinema B+: BAFTA 2026: previsível, mas não irrelevante - Divulgação

Robert Aramayo surge como protagonista em uma performance contida, nervosa, marcada por silêncios e microgestos: um tipo de trabalho que dialoga mais com o teatro e a televisão britânicos do que com a retórica emocional que costuma seduzir a Academia americana. O BAFTA o acolhe como “ator sério”, ainda que Hollywood mal o registre.

Em Pillion, Harry Melling assume um personagem desconfortável, ambíguo, quase anti-carismático, em um drama que explora relações de poder, sexualidade e marginalidade. É uma atuação de risco, que deliberadamente evita empatia fácil, exatamente o tipo de escolha que costuma ser celebrada no circuito europeu, mas que raramente se converte em narrativa de prêmios nos Estados Unidos.

E talvez o caso mais simbólico seja The Ballad of Wallis Island. O filme, uma história melancólica ambientada numa ilha isolada, acompanha personagens que vivem entre memória, pertencimento e a sensação de estar fora do tempo. 

Carey Mulligan aparece em um registro oposto ao de seus papéis mais “premiáveis”: menos grandiloquente, mais etéreo, sustentado por atmosfera e presença. É um trabalho de precisão emocional, profundamente britânico em sua contenção e, por isso mesmo, pouco alinhado ao gosto mais explícito das campanhas americanas.

Esses títulos e performances ajudam a explicar por que o BAFTA, embora previsível em seu eixo central, não é simplesmente uma réplica do Oscar. Ele reafirma um circuito de prestígio que valoriza o intimismo, a ambiguidade moral e a tradição do realismo britânico, mesmo quando esses trabalhos não conseguem atravessar o Atlântico em forma de narrativa de premiação.

Nada disso significa que o prêmio esteja disposto a subverter completamente a temporada. Ao contrário: o desenho geral é seguro. One Battle After Another e Sinners concentram as apostas. DiCaprio, Chalamet, Jordan, Stone, Lawrence. Tudo reconhecível, tudo “onde deveria estar”. A previsibilidade, nesse sentido, não é falha ocasional: é método.

Mas é justamente aí que o BAFTA continua relevante. Ele não decide o Oscar, e às vezes erra de forma elegante, como no caso Blanchett versus Yeoh.

Outras vezes, porém, acerta quando poucos ousam, como com Mikey Madison. Funciona menos como espelho da indústria americana e mais como seu contraponto: confirma tendências, mas também testa limites; legitima consensos, mas deixa pistas de onde a temporada pode, ainda, virar.

Em 2026, o quadro é claro. One Battle After Another e Sinners dominam a paisagem. DiCaprio e Chalamet disputam não apenas um troféu, mas duas ideias de protagonismo.

Cynthia Erivo encontra no BAFTA um reconhecimento que Hollywood lhe negou. E os atores britânicos — Blethyn, Aramayo, Melling, Mulligan — ocupam, como sempre, um espaço de prestígio que não depende da validação americana.

A lista é previsível, sim. Mas não é irrelevante. Como sempre, o BAFTA não escreve o final da história — ele organiza o enredo. E, às vezes, revela quem está sendo preparado para o último ato.

ALIMENTAÇÃO E SAÚDE

Bebidas funcionais podem ser uma boa opção para manter o corpo hidratado

Especialmente durante o verão, as bebidas funcionais são uma boa opção e se for sem lactose, com proteína de soja isolada, a exemplo das sugestões de receita para este fim de semana, os benefícios para o organismo são ainda maiores

10/01/2026 13h00

Divulgação

Continue Lendo...

A hidratação no verão é essencial, funcional e preventiva. As temperaturas elevadas intensificam a perda de líquidos pelo suor, aceleram o metabolismo e alteram o equilíbrio eletrolítico do corpo.

Quando a ingestão de água não acompanha esse ritmo, o organismo reduz a circulação periférica, diminui o desempenho físico, compromete a atenção e aumenta o risco de fadiga e câimbras.

Além da reposição de líquidos, nutrientes como vitaminas, minerais e compostos bioativos presentes em frutas, ervas e bases vegetais contribuem para manter energia, estabilidade metabólica e uma recuperação mais eficiente após a exposição ao calor.

Combinações que unem hidratação, antioxidantes e fontes equilibradas de proteína se tornam especialmente úteis para apoiar o corpo durante o verão.

Nesta edição, você pode aproveitar quatro receitas de sucos funcionais sem lactose, que combinam ingredientes como limão, gengibre, hortelã, maçã, camomila, mamão, banana e, por exemplo, uma base vegetal da proteína de soja isolada.

As preparações reforçam a hidratação, oferecem aporte nutricional e ajudam a manter o bem-estar nos dias mais quentes.

PROTEÍNA DE SOJA

A proteína isolada da soja já foi vista com certa desconfiança. Isso porque havia muitas dúvidas quanto à sua segurança e também em relação aos benefícios que poderia oferecer à saúde.

No entanto, com a publicação mais recente de estudos clínicos sobre o assunto, as inquietações vêm dando lugar a um consumo cada vez mais crescente. Especialista em obesidade, o médico nutrólogo Nataniel Viuniski aponta os principais benefícios do alimento.

ALTO VALOR BIOLÓGICO

A proteína isolada de soja é a única proteína vegetal que tem todos os aminoácidos essenciais. Ou seja, aqueles que precisam ser consumidos pela alimentação para atuarem na formação e na manutenção da massa muscular e outras funções do organismo.

Portanto, é a única proteína vegetal considerada de alto valor biológico, podendo, assim, ser comparada com as proteínas lácteas (caseína e whey protein) e a do ovo (albumina) quanto à sua digestibilidade e valor nutricional.

A forma isolada é a mais pura, com no mínimo 90% de proteína e uma mínima quantidade de carboidratos, gorduras e outros componentes que poderiam atrapalhar a sua absorção. “Por isso, é um alimento muito bem digerido e absorvido pelo organismo”, afirma Nataniel.

REDUZ O COLESTEROL “RUIM”

Por ser de origem vegetal, a proteína isolada da soja é naturalmente isenta de gordura animal, ou seja, colesterol. Dessa maneira, estudos mostram que ela pode contribuir para reduzir o colesterol total, o LDL (colesterol “ruim”) e os níveis de triglicérides.

“Essa proteína vegetal também melhora a sensibilidade à insulina [hormônio responsável por regular o açúcar no sangue], contribuindo para a saúde metabólica”, afirma o nutrólogo.

AJUDA A EMAGRECER

Assim como outras proteínas de alta qualidade, a proteína isolada da soja contribui para deixar a pessoa saciada por mais tempo, um fator importante nas dietas para emagrecimento. Não é à toa que os shakes nutritivos, indicados para o controle de peso, trazem essa proteína em sua composição.

“Estudos mostram ainda que, nas dietas ricas em proteína, ela favorece a redução de peso, a preservação da massa muscular e a maior perda de gordura abdominal, quando comparada à proteína animal. Entre os diversos fatores, também pelo fato de regular melhor a insulina”, explica Nataniel.

INTESTINO E IMUNIDADE

Segundo o médico nutrólogo, pesquisas recentes mostram que ela oferece benefícios para a microbiota intestinal, ao aumentar a quantidade de bactérias do “bem” importantes para a saúde do intestino.

Isso porque ela participa no metabolismo dos ácidos graxos de cadeia curta que contribuem para manter a integridade da barreira desse órgão, dificultando a absorção de toxinas que causam doenças e promovendo um aumento da imunidade.

SEM CONTRAINDICAÇÕES

Tanto as crianças quanto os adultos de ambos os sexos podem consumir a proteína isolada, afirma o nutrólogo.

“Várias fórmulas infantis incluem a proteína isolada da soja como ingrediente. Além disso, os países mais populosos do mundo [Índia e China] são os maiores consumidores desse alimento, fato que reforça muito a segurança em relação à fertilidade e à sexualidade”, aponta o médico.

MAIS SUSTENTÁVEL

A proteína isolada da soja é mais sustentável do que a proteína animal. Enquanto a produção de um quilo de proteína isolada da soja gera 2,4 kg de dióxido de carbono (CO2) ao meio ambiente, a mesma quantidade de carne bovina produz 178 kg de CO2, diz Nataniel.

Ao analisar o consumo de água, a história é a mesma: são necessários 1.600 litros para se obter um quilo de carne de porco ou de vaca, contra apenas 38 litros de água para produzir a mesma quantia de proteína isolada da soja.

Limonada Suíça

Limonada Suíça - Foto: Divulgação

Ingredientes

  • 2 xícaras (chá) de água gelada (400 ml);
  • 1 limão-taiti;
  • 4 folhas de hortelã;
  • 1 xícara (chá) de chá de capim-santo (200 ml);
  • 2 colheres (sopa) de proteína de soja isolada (26 g);
  • ¼ de xícara (chá) de açúcar;
  • 4 pedras de gelo.

Modo de preparo

Com um ralador, retire raspas do limão e reserve-as;

Em seguida, descasque-o retirando cuidadosamente toda a parte branca do limão, para que a bebida não fique amarga

 Despeje no liquidificador a água gelada, as raspas de limão, o limão sem a casca, as folhas de hortelã, o chá de capim santo, a proteína isolada de soja, o açúcar e o gelo;

Bata tudo em velocidade alta, coe e sirva em seguida.

Suco de cenoura, limão, gengibre e hortelã-pimenta

Suco de cenoura, limão, gengibre e hortelã-pimenta - Foto: Divulgação

Ingredientes

  • 2 colheres (sopa) de proteína de soja isolada;
  • 400 ml de água filtrada;
  • 1 limão;
  • 10 g de gengibre;
  • 1 cenoura;
  • 1 colher (sopa) de mel;
  • 15 g de hortelã-pimenta.

Modo de preparo 

Higienize e descasque a cenoura, o gengibre e corte-os em rodelas;

Retire algumas folhas de hortelã e higienize-as;

Em seguida, coloque os ingredientes no liquidificador;

Acrescente a água filtrada, o mel e a proteína de soja isolada;

Bata todos os ingredientes em velocidade alta por aproximadamente 5 minutos e, por último, adicione o suco do limão;

Se preferir, coe a mistura antes de servir e adicione algumas pedrinhas de gelo.

Suco de maçã com infusão de camomila

Suco de maçã com infusão de camomila - Foto: Divulgação

Ingredientes

  • 2 colheres (sopa) de proteína de soja isolada;
  • 400 ml água filtrada;
  • 2 maçãs;
  • 100 g de camomila (in natura);
  • 1 colher (sopa) de mel.

Modo de preparo:

Aqueça 400 ml de água filtrada. Depois, desligue o fogo, adicione a camomila e tampe por 7 minutos;

Coe o chá e, nessa infusão, coloque a proteína de soja isolada, o mel e as maçãs devidamente higienizados e cortadas em cubos;

Leve ao liquidificador e bata em velocidade alta por aproximadamente 5 minutos, até triturar bem as maçãs a ponto de espumarem;

Coe, se preferir. Sirva em seguida.

Vitamina Power

Vitamina Power - Foto: Divulgação

Ingredientes

  • 1 fatia de mamão grande;
  • 1 copo de chá-mate;
  • 1 banana;
  • 3 colheres de SupraSoy sem lactose original.

Modo de preparo

Coloque todos os ingredientes no liquidificador e bata;

Sirva em seguida.

Assine o Correio do Estado

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).