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IDADE

Existe hora certa para se casar?

Existe hora certa para se casar?

Terra

24/02/2011 - 18h00
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Subir ao altar com a pessoa amada é o sonho de muitas mulheres, mas conseguir realizar essa façanha não é nada fácil. Homem pode ser um bicho escorregadio: você se distrai um segundo e, quando vai ver, ele escapou. Para que o homem amado se sinta empolgado para marcar o grande dia, algumas dicas são válidas.

No decorrer dos últimos séculos, as mulheres conquistaram direitos importantíssimos. Votar, trabalhar fora e escolher seus companheiros são algumas dessas vitórias. Por outro lado, algumas preferem manter a tradição em alguns pontos. Qual seria, por exemplo, a melhor maneira de demonstrar ao rapaz que é a hora de casar?

A consultora de relacionamentos, fundadora da agência A2 Encontros, Cláudya Toledo, garante que muitas coisas, além do amor, devem ser levadas em consideração antes de decidir se casar. "É essencial que se analise a compatibilidade em hábitos cotidianos, organização na gerência das contas, se o moço se mostra atencioso com as suas necessidades emocionais e também os planos individuais", afirma.

O especialista no tratamento das dificuldades nos relacionamentos amorosos, Thiago de Almeida, afirma: "Vivemos em uma sociedade, que apesar de ter mudado muito, continua machista. Mesmo assim, nada impede que a mulher proponha o casamento ao homem". A consultora de relacionamento Cida Santos opina: "A mulher deve conquistar o homem a tal ponto que ele não consiga imaginar a vida sem ela, e nessa hora o casamento acontecerá de forma natural e sem pressões".

Os três especialistas concordam que o assunto deve surgir naturalmente. E a convivência com a família de ambos ajuda a fazer com que as pessoas perguntem sobre as intenções do casal. "É importante que se tenha confiança para conversar com o parceiro sobre qualquer assunto", diz Thiago de Almeida.

Cláudya Toledo recomenda às mulheres candidatas a "esposa" que não permitam que o rapaz se acomode na condição de namorado. "Se o namoro ficou cômodo é difícil casar. A principal força do homem é ser guerreiro, não deixe ele se acostumar. Se ele dorme na sua casa na quinta, na sexta, no sábado e no domingo, e ainda não ajuda a pagar as contas, para que ele vai querer mudar?", questiona a consultora.

A fundadora da agência A2 Encontros sugere que o casamento ocorra enquanto há paixão. "O casamento deve acontecer quando a vida sexual está plenamente ativa. Entre um ano e um ano e meio de relacionamento. Se não, a vida sexual cai, a pessoa não se sente motivada a sair da rotina". O psicólogo e especialista Thiago de Almeida contrapõe: "É importante conhecer bem o parceiro, para que não haja arrependimento depois. O ideal é que se relacionem por no mínimo três anos, antes de decidirem se casar".

É preciso ser cautelosa para que você não se arrependa de ter feito, ou de não ter feito algo. O importante é seguir o seu coração. Certamente vocês saberão o momento certo de oficializar a união.

Beleza Correio B+

Pele preta exige atenção redobrada no inverno para evitar ressecamento e manchas

Especialista em Pele Negra fala sobre o assunto, tira dúvidas e dá dicas valiosas

04/07/2026 17h30

Pele preta exige atenção redobrada no inverno para evitar ressecamento e manchas

Pele preta exige atenção redobrada no inverno para evitar ressecamento e manchas Foto: Divulgação

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Com a chegada do inverno, o frio e o ar seco passam a desafiar a saúde da pele. Embora os cuidados com hidratação e proteção sejam importantes para todos, a pele preta possui características próprias que exigem atenção especial durante a estação.

Para o dermatologista Cauê Cedar, especialista em Pele Negra pelo Instituto de Dermatologia Professor Rubem David Azulay (RJ), o inverno exige uma rotina de cuidados mais rigorosa para prevenir o ressecamento, as irritações e o aparecimento de manchas na pele.

Segundo Cedar, as baixas temperaturas e a redução da umidade do ar comprometem a barreira de proteção da pele ao diminuir a atividade das glândulas sebáceas e acelerar a perda de água para o ambiente.

Na pele preta, os efeitos do ressecamento tendem a ser mais perceptíveis, manifestando-se frequentemente por meio de um aspecto acinzentado e opaco, característico da falta de hidratação.

“Qualquer irritação, coceira ou ressecamento pode deixar manchas escuras residuais, que muitas vezes permanecem por meses. Por isso, é fundamental tratar rapidamente qualquer alteração da pele durante o inverno”, explica.

Ainda de acordo com Cauê, estudos apontam que a pele negra possui uma barreira cutânea naturalmente menos eficiente para reter água, em razão da menor quantidade de ceramidas — substâncias responsáveis por manter a hidratação e a proteção da camada mais externa dela.

Além disso, o processo de descamação ocorre de forma diferente, tornando o ressecamento mais visível e conferindo a ela um aspecto opaco ou esbranquiçado.

Entre os principais fatores que a prejudicam durante a estação estão o ar seco, a diminuição da oleosidade natural e a exposição ao vento, que aceleram a evaporação da água e enfraquecem a barreira protetora.

Para minimizar os efeitos do inverno, Cedar recomenda uma rotina simples, porém consistente. Antes de sair de casa, é importante realizar uma limpeza suave, aplicar hidratante facial e corporal, além de utilizar protetor solar diariamente, mesmo em dias frios ou nublados.

Ao retornar, a orientação é evitar banhos muito quentes e reaplicar o hidratante.

Os banhos quentes, aliás, estão entre os principais vilões da estação. Segundo o especialista, a água em temperaturas elevadas remove os lipídios responsáveis por mantê-la protegida e hidratada. “Na pele negra, que já possui menos ceramidas naturalmente, esse efeito tende a ser ainda mais perceptível”, afirma. O ideal é optar por banhos mornos, de cinco a dez minutos, aplicando hidratante logo após.

A alimentação é outro fator que pode contribuir para a saúde da pele. O dermatologista destaca a importância do consumo de alimentos ricos em ômega-3 e vitaminas A e C, enquanto o excesso de açúcar, bebidas alcoólicas e produtos ultraprocessados deve ser evitado por favorecer processos inflamatórios.

Outro ponto de atenção são os lábios, já que não possuem glândulas sebáceas e, por isso, ressecam com mais facilidade. O uso frequente de hidratante labial, a aplicação de protetor solar específico para a região e a prevenção do hábito de lamber ou retirar as peles soltas ajudam a evitar rachaduras e feridas.

Embora homens e mulheres apresentem características fisiológicas diferentes, o especialista ressalta que ambos precisam manter cuidados regulares durante o inverno.

“De forma comportamental, homens historicamente usam menos produtos e fazem limpeza mais agressiva (sabão em barra, banho mais quente) — hábito que agrava o ressecamento no inverno. Já as mulheres usam mais maquiagem, o que exige dupla limpeza, mas também tendem a ter rotina de hidratação mais estabelecida. Não é que um sexo precise mais de cuidados do que o outro. Os pontos de atenção apenas são diferentes, mas a hidratação e a proteção da pele são fundamentais para todos”, conclui.

Seguindo as dicas de Cauê Cedar, e com uma rotina adequada de hidratação, proteção solar e hábitos saudáveis, é possível atravessar os meses mais frios preservando a saúde, a luminosidade e a integridade da pele preta.

 

Moda Correio B+

Entre Costuras & Cultura: Brazilcore: quando vestir a camisa do Brasil vai muito além do futebol

A camisa do Brasil passou a ser usada com alfaiataria, salto alto, joias, bolsas de luxo e até em produções fashionistas durante semanas de moda. Ela deixou de representar apenas uma paixão pelo futebol para se tornar um símbolo cultural.

04/07/2026 16h30

Entre Costuras & Cultura: Brazilcore: quando vestir a camisa do Brasil vai muito além do futebol

Entre Costuras & Cultura: Brazilcore: quando vestir a camisa do Brasil vai muito além do futebol Foto: Divulgação

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Em toda Copa do Mundo acontece o mesmo fenômeno: o verde e amarelo voltam às ruas. Mas desta vez existe uma diferença importante, a camisa da seleção brasileira deixou de ser apenas uniforme de torcedor.

Ela passou a ocupar passarelas, editoriais de moda, festivais de música, aeroportos e o guarda-roupa de celebridades internacionais. O nome desse movimento é Brazilcore.

Reduzir esse fenômeno às cores da bandeira seria simplificar demais uma transformação muito maior. Durante décadas, marcas de luxo buscaram inspiração na elegância francesa, no minimalismo escandinavo ou na alfaiataria italiana.

Hoje, cada vez mais, o olhar internacional também se volta para algo que o Brasil possui de forma quase exclusiva: a capacidade de transformar leveza em estilo de vida.

Não se trata apenas do verde, do amarelo ou da camisa da seleção. O que desperta interesse é a espontaneidade, a mistura entre natureza e cidade, a informalidade sofisticada e a alegria que não parece construída.

Por isso, a camisa do Brasil passou a ser usada com alfaiataria, salto alto, joias, bolsas de luxo e até em produções fashionistas durante semanas de moda. Ela deixou de representar apenas uma paixão pelo futebol para se tornar um símbolo cultural.

Curiosamente, esse movimento acontece justamente quando o luxo também passa por uma transformação. Durante anos, o consumo de luxo esteve associado à discrição, à neutralidade e ao chamado quiet luxury. Agora, cresce o desejo por autenticidade, identidade cultural e movimentos capazes de diferenciar pessoas e marcas.

Nesse cenário, o Brasil oferece exatamente aquilo que muitos países tentam construir artificialmente: uma cultura visual forte, reconhecível e emocional.

A música brasileira conquista festivais internacionais, a gastronomia ganha protagonismo. O turismo volta ao centro do imaginário global. Marcas como Farm Rio, Havaianas e Melissa expandem sua presença pelo mundo sem esconder suas origens pelo contrário, fazem delas seu maior ativo.

Entre Costuras & Cultura: Brazilcore: quando vestir a camisa do Brasil vai muito além do futebol
Entre Costuras & Cultura: Brazilcore: quando vestir a camisa do Brasil vai muito além do futebol - Divulgação 

Até grandes grifes internacionais incorporam referências tropicais, cores vibrantes e elementos que remetem ao nosso imaginário. Mas existe um aspecto ainda mais interessante. Vestir a camisa da seleção durante a Copa significa mais do que acompanhar um campeonato, mas participar de um momento coletivo. 

É por isso que uma mesma camisa pode representar patriotismo para uns, nostalgia para outros e, para muitos jovens, simplesmente uma peça de moda.

A consultoria de imagem ensina justamente isso: nenhuma roupa comunica apenas aquilo para o qual foi criada. O significado das peças muda conforme a sociedade muda.

O que o mundo deseja vestir é mais do que uma camisa verde e amarela. É uma ideia de Brasil,  que reúne criatividade, diversidade, calor humano, natureza, música, movimento e uma maneira singular de viver.

Entre Costuras & Cultura: Brazilcore: quando vestir a camisa do Brasil vai muito além do futebol
Entre Costuras & Cultura: Brazilcore: quando vestir a camisa do Brasil vai muito além do futebol - Divulgação

A seguir 5 dicas para vestir a camisa do Brasil com estilo nesta Copa

1. Pense além do estádio

A camisa da seleção não precisa ser usada apenas em dias de jogo. Combine-a com peças do guarda-roupa cotidiano, como jeans de corte reto, calças de alfaiataria ou uma saia midi. O contraste entre o esportivo e o sofisticado cria um visual contemporâneo.

2. Equilibre as proporções

Como a camisa costuma ter modelagem ampla, experimente combiná-la com peças mais estruturadas ou de cintura alta. Um blazer, um colete ou uma terceira peça elevam instantaneamente a produção.

3. Aposte nos acessórios

Um scarpin, uma sandália elegante, mocassins, uma bolsa de couro ou joias douradas transformam completamente a leitura da camisa. São os detalhes que fazem a diferença entre um look esportivo e um look de moda.

4. Não limite o Brasil ao verde e amarelo

O verdadeiro espírito do Brazilcore está na alegria, na criatividade e na autenticidade. Estampas tropicais, artesanato brasileiro, fibras naturais e peças de marcas nacionais também comunicam essa identidade.

5. Vista a sua personalidade

A maior tendência nunca será uma peça específica, mas a coerência entre roupa, comportamento e identidade. A camisa do Brasil ganha força quando representa quem você é, e não apenas o momento da Copa.

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