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GASTRONOMIA

Feliz salmão novo!

Conheça os benefícios do peixe para a alimentação, diferentes formas de preparo e os cuidados que devem tomados na hora de armazená-lo; e para entrar em 2025 com muita sorte e sabor, aprenda uma deliciosa receita de salmão

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Que tal virar o ano com uma refeição bem leve, saborosa e muito nutritiva? Depois dos banquetes de Natal com os tradicionais assados, como o peru ou o pernil, os peixes podem ser uma boa alternativa, sem contar que fazem um bem danado à saúde. Mas por que tanto se exalta o pescado como item saudável para a alimentação humana? Quem responde é a nutricionista Paula Saldanha Tschinkel, que também explica sobre os cuidados de preparo e armazenamento e lista algumas diferenças entre as espécies mais consumidas.

“O peixe é classificado como uma proteína leve e também vem historicamente na correlação religiosa de Cristo e da dieta mediterrânea. A metodologia mediterrânea dietética coloca o peixe como uma das principais fontes de proteína”, explica a nutricionista, lembrando que oleaginosas, como as castanhas e as nozes, de forte presença no cardápio de fim de ano, também estão entre as boas fontes de proteína.

“Mas coloca-se o peixe”, retoma dra. Paula. “E em conjunto com a questão bíblica, a digestibilidade do peixe é em grande parte por ser também fonte de ômega 3, que propicia um processo anti-inflamatório, por exemplo, a sardinha e o salmão, não sendo de cativeiro. Não que os outros tipos de proteína de origem animal, como a carne vermelha, sejam ruins, mas se tem o processo histórico do peixe também por ser uma proteína mais leve e de digestibilidade”, afirma.

ÔMEGA 3

“O ômega 3 é uma base anti-inflamatória. Ela tem a proteína do peixe, que tem uma digestibilidade maior e um peso molecular menor em relação à digestão. Então, em grande parte de doenças crônicas, ele [o peixe] é orientado”, explica.

O ômega 3 é uma gordura [ácido graxo poli-insaturado] que o organismo não produz naturalmente e é essencial para a saúde. Pode ser encontrada em alimentos de origem animal e vegetal, como peixes, algas, sementes e óleos vegetais. Também pode ser consumida como suplemento, em cápsulas.

PROTEÍNA EM DOBRO

Em relação ao suporte nutricional, “temos tanto a parte de vitamina do complexo B12 quanto minerais como iodo, selênio e vitamina D. A relação do ômega 3, que tem normalmente mais no salmão, na sardinha e no atum, que são alimentos fonte em relação ao peixe. Na relação de inflamação, principalmente para a parte cerebral, hoje a gente busca bastante esse acompanhamento em TDAH [transtorno do deficit de atenção com hiperatividade], autismo, na busca de desinflamação do corpo”, descreve.

A nutricionista segue apontando nos peixes a presença de baixa gordura saturada em comparação à carne vermelha, o que favorece a saúde cardiovascular.

“E a relação calórica também”, destaca.

“O peixe tem menos calorias do que a carne vermelha. E a porção de proteína, por exemplo, é quase que o dobro que a carne vermelha. A gente observa a possibilidade de um maior volume alimentar, dando uma maior saciedade ao comer”, prossegue.

CONTAMINAÇÃO

E quando ou para quem eventualmente os peixes não fazem bem?

“Ele é muito mais orientado como benéfico”, reforça a especialista, sem deixar de alertar que malefícios estão mais relacionados a um processo alérgico ou à digestibilidade, e não por fazer mal. Ou seja, só não coma peixe apenas “se porventura você faz uma sensibilidade ou uma alergia ao peixe, ou você faz uma alergia ou sensibilidade ao que contém e vem com a relação de conservação desse peixe”.

Dra. Paula alerta sobre a possibilidade de contaminação, “normalmente por mercúrio ou metais pesados, que algumas vezes os peixes têm. Mas se ele for fora de cativeiro e for observada a origem, não tem problema”.

Os peixes em que se observa maior contaminação de mercúrio, de acordo com a nutricionista, são o tubarão, o peixe-espada e o atum, principalmente o vermelho.

“Por isso que normalmente a gente orienta a sardinha. Não tem problema ser a sardinha em óleo”, informa a especialista.

O salmão e a truta, segundo ela, também têm um menor índice de mercúrio.

“Em relação aos metais pesados [além do mercúrio, do arsênio, do chumbo, etc.], a gente verifica que depende das regiões [do País]. Em quase todo o Brasil existem metais pesados nos peixes, principalmente em suas vísceras”, afirma.

NÃO É TUDO IGUAL

“Peixe não é tudo igual. Tem os de água salgada, os de água doce, os de maior digestibilidade ou com menor digestibilidade. Entre os mais famosos no nosso estado, tem o pintado, que é uma delícia. Mas para uma opção mais acessível, tem a sardinha. Ela também é rica em ômega 3 e normalmente bastante prescrita dieteticamente. Temos uma menor prescrição para o atum. Porque vem de uma área que tem a questão de proteção ambiental”, enumera a nutricionista.

“Temos o salmão, a sardinha, a cavala, o arenque, que são mais ricos de ômega 3. Então se destacam para a proteção cardiovascular. Temos a tilápia, o bacalhau, que normalmente são mais populares. Mas eles têm menos ômega 3. O bacalhau é mais popular pelas festividades religiosas também, mas é mais usado muito salgado, e aí, para consumo, trabalhamos com a retirada desse excesso de sal. E em relação ao suporte de micronutrientes, a maior diferença é realmente a questão da gordura e do ômega 3”, diz a especialista.

PREPARO

Outra grande diferença é o modo de preparo.

“A gente utiliza cozido, ou assado, ou na chapa. O legal é acima de 63°C, por causa da eliminação de bactérias parasitas, se houver. Não se orienta tanto a alimentação com peixes crus. Utilizamos também o selar, mas com cozimento até o centro, acima de 63°C. Assim, ele continua úmido. O grelhar, o assar, o fritar e a preparação dele cru como ceviche [marinado em cítricos], o que eu mais oriento é o grelhado e o assado. O ceviche, a gente não orienta tanto, mas é uma possibilidade, [quando se] observando a origem desse peixe”, enumera.

“A sardinha, você pode fazer na panela de pressão. Tritura tudo e faz um patê. Para a população mais humilde, a gente utiliza muito. Além de extremamente saborosa, é riquíssima em nutrientes e ômega 3”, esclarece dra. Paula, que veta a iguaria frita.

“No fritar, você destrói a gordura boa e deixa só a saturada, não é legal. O peixe nunca deve ser frito. Em termos de nutrição, evitamos, porque isso é o que faz um grande prejuízo na relação de micronutrientes”, diz a nutricionista.

“O objetivo do peixe é uma gordura mais saudável, não tão saturada, e se você fritar, acabou com o peixe. Fica uma gordura saturada aí. Para temperar, utilizamos na maioria dos peixes ervas, limão, alho e especiarias, por causa do sabor. Muitas vezes, o sabor do peixe é muito leve”, elucida.

CONSERVAÇÃO

“Para conservação, é refrigeração ou congelamento. Temos que prestar bastante atenção na refrigeração, que é até dois dias a 4°C. O congelamento tem maior prazo, sem problemas. Há possibilidade de manter por dois a seis meses, dependendo da espécie. Isso varia. E varia também pela atividade de água e pelo local de congelamento, se tem entrada e saída [abrir muitas vezes o freezer em um curto espaço de tempo, por exemplo]. E aí a gente tem uma questão de higiene sanitária para estar controlando”, afirma.

“Tem a possibilidade da conservação em latas, como sardinha e atum, com excelente durabilidade. Às vezes é conservado em óleo ou sal. E a possibilidade do molho, como se fosse no ceviche, mas daí também tem que ter o preparo”, prossegue.

MAR X RIO

“O melhor é tanto o peixe de mar quanto o peixe de rio, mas que ele não tenha tanto contato com ração. Porque é diferente o gosto dos peixes de cultivo, que são colocados em tanques. Atualmente, existem tanques que têm uma metodologia na qual o peixe a todo momento nada. Ele não fica parado. Então, ele tem como se fosse uma prática de atividade física da natação ali para que as suas fibras sejam trabalhadas e não tenha somente gordura”, relata.

“Porque realmente você vê diferença na relação de cultivo dos tanques e de você comer um peixe do mar ou de rio. O de tanque não é tão saboroso. A grande questão é qual ração é usada para esse peixe. Porque daí, às vezes, faz com que tenha [alteração do] gosto na carne. É isso que hoje cada vez mais preconizamos: a ingestão de peixes do mar e do rio”, afirma a nutricionista.

“Mas também temos o cultivo fechado tanto em mar quanto em rio”, informa a nutricionista, que encerra pedindo ao leitor o bom senso na ingestão do tipo de peixe e no modo de preparo. “Para que nós tenhamos e aproveitemos o máximo de cada peixe e de sua qualidade. Quanto mais orgânico e mais natural, é sempre melhor”.

SALMÃO AO MOLHO DE ALCAPARRAS

Ingredientes

  • 1 kg de salmão em postas;
  • 2 dentes de alho picados;
  • 3 batatas pré-cozidas em rodelas;
  • Alecrim (opcional);
  • Sal a gosto;
  • Pimenta-do-reino a gosto;
  • Suco de 1 limão;
  • Azeite a gosto.

Molho de alcaparras

  • 2 colheres (sopa) de azeite;
  • 2 colheres (sopa) de manteiga;
  • 4 colheres (sopa) de alcaparras;
  • Salsinha a gosto.

MODO DE PREPARO

  1. Tempere o salmão com o suco de limão, o alho, o alecrim e o sal. Deixe descansar na geladeira por 30 minutos.
  2. Em uma travessa untada, coloque as rodelas de batata e o salmão e, em seguida, regue com azeite e leve para assar por 30 minutos, coberto com papel-alumínio.
  3. Retire o papel-alumínio e deixe dourar por mais 10 minutos.

Molho de Alcaparras

  1. Em uma frigideira, aqueça a manteiga e o azeite.
  2. Coloque as alcaparras (escorridas e lavadas, pois são muito salgadas), a salsinha e desligue;
  3. Retire o salmão do forno. Cubra com o molho e sirva.

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Arte Inclusiva

Artista que teve mural vandalizado em MS faz graffiti de tatu-canastra para cego ver

Oito meses após ter mural no viaduto Pedro Chaves dos Santos destruído, Fernando Berg apresenta obra inclusiva do gigante da natureza

02/04/2025 16h00

Reprodução Redes Sociais

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O artista paulista Fernando Berg, conhecido por representar em sua obra animais brasileiros com o intuito de conscientizar a população sobre a preservação do meio ambiente inovou mais uma vez.

Em setembro de 2024, a convite do Instituto de Conservação de Animais Silvestres (ICAS), Berg realizou uma intervenção no viaduto Pedro Chaves dos Santos, localizado no cruzamento da rua Ceará com a avenida Ricardo Brandão.

Ao todo, foram quatro dias de trabalho, com finalização no dia 18 de setembro do ano passado, às 17h. O graffiti representava animais da fauna sul-mato-grossense: o tatu-canastra e o tamanduá-bandeira, que, no dia seguinte, amanheceram vandalizados.

Na época do ocorrido, o ICAS lamentou o episódio e ressaltou que seguiria firme na luta pela conservação da biodiversidade, aliando esforços à sensibilização da sociedade por meio da ciência, educação e arte.

Reprodução Redes Sociais

Obra inclusiva


Cerca de oito meses depois, o tatu-canastra, espécie nativa da América do Sul que, no Brasil, pode ser encontrado no Pantanal, Cerrado, Mata Atlântica e Amazônia, ganhou destaque pela inclusão.

Por meio do Instagram, Berg explicou que esse projeto possibilita a aproximação de pessoas com deficiência à arte urbana.

Com o uso de impressoras 3D, foram criados volumes, texturas e até escritas explicativas em braile, tornando o graffiti uma experiência tátil para pessoas com deficiência visual.

O maior tatu do mundo, que, somente em Mato Grosso do Sul, teve dois exemplares localizados no Pantanal e no Cerrado, ganhou destaque no Beco do Batman, em São Paulo (SP).

“Como ele possui escamas, unhas grandes e focinho pontudo, foi muito interessante conectar essas camadas à sensibilidade de pessoas com deficiência visual”, escreveu Berg.

O tatu-canastra, ou, como é costumeiramente conhecido, engenheiro da floresta, constrói tocas que servem de abrigo para uma variedade de animais.

 

 

 

“Na arte, também apresento flores e plantas, trazendo a flora como composição ao seu lado e ao centro da cabeça, como se a reverenciassem. O sol e a lua, atrás e acima da cabeça, são guias de luz e calor durante o dia e a noite, criando uma percepção tanto visual quanto sensorial. Esse processo de cooperação indireta entre as espécies se assemelha à proposta do projeto, agregando e criando proximidades entre todas as pessoas de forma inclusiva e democrática.”

Após ter o mural destruído por uma pichação em Campo Grande (MS), o artista preferiu não comentar o ocorrido. O que deveria ter sido uma obra para celebrar a diversidade da fauna com a contribuição artística terminou em uma disputa por território.

 

 

 

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diálogo

Como a disputa para as duas vagas ao Senado está "congestionada"... Leia na coluna de hoje

Confira a coluna Diálogo desta terça-feira (02/04)

02/04/2025 00h01

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Lima Barreto - escritor brasileiro

"A roda gigante e a gangorra são dois objetos que definem bem a vida. Se você não tem firmeza, serenidade e humildade na parte de baixo, dificilmente saberá lidar com as alturas!”

FELPUDA

Como a disputa para as duas vagas ao Senado está “congestionada”, outro cargo começa a despertar a cobiça: a cadeira de vice-governador. Algumas insinuações já estão sendo feitas, contudo, por enquanto, nenhum dos cobiçosos ousou se manifestar mais declaradamente, até porque, como diz o ditado, “laranja madura na beira da estrada está podre ou bichada”.

Porém, como a maioria dos partidos decidiu apoiar a reeleição do governador Eduardo Riedel, logo deverá merecer “olhos pidões” – como os de criança ao redor de bolo confeitado.

Otimismo

O coelhinho da Páscoa deverá ser generoso com o comércio de MS, que poderá registrar movimentação econômica de R$ 396 milhões. Isso é o que mostra um estudo feito pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio-MS e pelo Sebrae-MS.

Mais

O valor representa um aumento de 7% em relação a 2024, impulsionado tanto pela intenção de compra de presentes quanto pelas comemorações. De acordo com o levantamento, 70% dos consumidores pretendem comprar ovos de chocolate ou produtos similares.

Claudia Dibo
Alessandro Bartelle e Andrea Bartelle

Na gaveta

Na análise de alguns políticos que estão de olho na movimentação das legendas, o PP na Capital estaria “fechado no casulo”. Dizem que a sigla tem um “canhão na mão”, que no caso é a Prefeitura de Campo Grande, mas que a gestão vem enfrentando uma série de problemas.

A administração do partido Progressista, a qual pertence politicamente à prefeita, estaria inerte, “anestesiada” diante da situação. Afirmam até que tanto as ações políticas quanto as administrativas ainda estariam dentro da gaveta. Assim sendo…

Confronto

A deputada estadual Gleice Jane é a candidata da ala mais radical do PT para disputar a presidência regional do partido. Ela, que inclusive defende a saída da legenda da base aliada do governador Riedel, deverá ir para o confronto com o parlamentar federal Vander Loubet, considerado do grupo mais moderado da sigla e que sonha ser o segundo nome do ninho tucano ao Senado. A eleição ocorrerá neste mês.

Difícil

A escolha do novo comando no PT estadual mostra que a legenda continua rachada em MS. Nos bastidores, porém, fala-se que Loubet levaria vantagem e poderia se tornar o novo presidente. Afinal, muitos dos cargos da cota petista no governo Riedel, ou seja, a Secretaria de Estado da Cidadania e nove secretariasexecutivas, são ocupados por nomes indicados por ele. Assim, dificilmente alguém por lá vai querer perder a “boquinha”.

Aniversariantes

  • Dr. Omar Francisco do Seixo Kadri,
  • Dra. Maria Aparecida (Cidinha) Albuquerque Arroyo,
  • Dr. George Takimoto,
  • Marijane Velasco de Souza,
  • Carlos Augusto Borges (Carlão),
  • Maysa Andrade Leite de Barros,
  • Raphael Maia Valente,
  • Elias Guerra da Silva Junior,
  • Jorge de Abreu Rodrigues,
  • Marcelo Pereira da Silva,
  • Pedro de Toledo Filho,
  • Rose Mary Rocha Medina,
  • Sandro Alberto Ricci,
  • Viviane Martins Fernandes,
  • Adriana Arguello Coutinho,
  • Josivam Martins da Silva,
  • Sizue Okimura de Faria,
  • Ana Cristina Baruffi,
  • Ingrid Chappaz,
  • Falvio Missao Fujii,
  • Arlindo Almeida de Rezende,
  • Mauren Lilia Leite Furlanetto Rubio,
  • Dra. Keila Maria Lima Miguel Lorenzi,
  • Lira Dequech,
  • Gisânia (Gisa) Marciano,
  • Dra. Eny Cleide de Mendonça Sartori Nogueira,
  • Leda Mara Bertoloto Nunez,
  • Adilson Bolonheis de Mello,
  • Kelen Lopes Gomes,
  • Ana Paula Nunes da Cunha,
  • Lucas Costa da Rosa,
  • Daniela Mangieri Pithan,
  • Auxiliadora Braga Moreno,
  • Adalgiza Kamiya,
  • Robson Dantas,
  • Marco Corrêa Neves,
  • Hilda Reis,
  • Adeilton Feliciano do Prado,
  • Luiz Antônio de Souza Ojeda,
  • Cícero Barbosa de Souza,
  • Ciro César Vilanova Maia,
  • Aloisio Ribeiro Souto,
  • Nilo Rodrigues de Oliveira,
  • Éder Flávio Benites Ramos,
  • Jorge Almeida Jabrayan,
  • Dr. Paulo Sérgio Monteiro,
  • Márcia Cristines Rocha,
  • Moacir Alves Fialho Júnior,
  • Haroldo Kawano,
  • Viviane Michel Ibrahim,
  • Carlos Albanesi,
  • Celso Pilegi,
  • Walter Gomes,
  • Adriana Ximenes,
  • Aroldo Ferreira Corrêa,
  • Théo de Freitas,
  • Waldemar Gomes Santana,
  • Josefa Sanches Nakayama,
  • Deair Pereira Vargas,
  • Sandra Araújo de Oliveira,
  • Lídia Maria Albuquerque,
  • Edson Antônio de Freitas,
  • Cleide Milanesi,
  • Aluísio Alvarenga,
  • Seomar Kury Marques,
  • Carlos Alberto Rodrigues Morruda,
  • Dr. Sergio Augusto Delgado Perdigão,
  • Maria Neuza Pedra dos Santos,
  • Carolina Drago Fernandes,
  • Celia Maria Zacharias,
  • Maria da Conceição Alves dos Santos,
  • Paulo Henrique da Cruz Lima,
  • Rômulo do Amaral,
  • Neide Leite da Silva,
  • Ronaldo Porto Alegre Tomasi,
  • Alysson Vasconcelos Leite,
  • Cézar José Cáceres,
  • Alcidio Duarte,
  • Pedro Antonio Felicio,
  • Espedito Soares de Souza,
  • Hélio Ferreira da Silva,
  • Rosely Teresinha Rodrigues Ramos,
  • Ana Claudia Mazzuquelle
  • Marcon dos Santos,
  • Weimar Zoratte,
  • Rafael Midon Gimenes Vieira,
  • Gilton Bonfim Ferreira Jatobá,
  • Dr. Maurício Antônio Pompilio,
  • Oneide de Fátima Toniazzo,
  • Antonio Manoel Geronimo,
  • Cleir Edson Pereira de Deus,
  • Maria Santa Medina,
  • Daniella Londero Silva,
  • Carla Maria Curi Vieira Delmas,
  • Maria Aparecida Santos,
  • Janaína Prescinato Miranda,
  • Nair Rosa dos Santos,
  • Aline Fernandes Antunes Soares,
  • Luisane Steffenon,
  • Sônia da Silva de Lima,
  • Kelly Cristina Duarte Cruz,
  • Cícero Vilela de Mello,
  • Edivalda da Silva Aguero,
  • Everaldo Duarte,
  • Danyelle Bezerra Terhorst,
  • Odil Cleris Toledo Puques,
  • Raquel Otano de Andrade Portioli.

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