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Televisão

Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert celebram os prós e contras do casamento no "Bem Juntinhos" do GNT

O casal consegue envolver seus convidados de forma confiante e fugir do estilo "reality"

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Juntos há quase duas décadas, a história do romance entre Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert é daquelas que causam tanto inveja quanto curiosidade no público.  

Bonitos, bem-sucedidos e, aparentemente, muito apaixonados, a dupla aproveitou a quarentena do Covid-19 para retomar um projeto antigo: trabalhar juntos novamente.  

Exibido pelo canal GNT e disponível no Globoplay, “Bem Juntinhos” celebra tanto a família que nasceu dessa união quanto o caminho trilhado pela dupla no vídeo.  

Aos olhos do tempo, os encontros profissionais dos dois até foram frutíferos, mas bem controversos.  

O namoro começou nos bastidores de “Desejos de Mulher”, novela ambientada no universo “fashion” e exibida sem sucesso pela Globo em 2002.  

Na época, Rodrigo estava despontando como modelo. Fernanda até fazia um desfile ou outro, mas já estava focada na carreira de apresentadora.  

Depois de se destacar à frente de diversos programas na antiga MTV Brasil, viu no convite para atuar na Globo uma “porta de entrada” para uma promissora carreira de comunicadora na maior emissora do país.  

Em comum, ambos enfrentaram críticas pesadas pela absoluta falta de talento para a interpretação.

O fato de o casal desistir da atuação foi um bem não só para a teledramaturgia, mas também para as carreiras.  

Anos depois, Fernanda e Rodrigo, enfim, conseguiram se destacar como apresentadores.  

Ela virou uma das grandes estrelas da emissora ao comandar produções como “Amor & Sexo” e “Popstar”.  

Já Rodrigo vestiu de vez a figura do homem sensível e moderno ao virar “chef” de cozinha no “Tempero de Família”, do GNT.  

Entre sucessos e fracassos, é essa a bagagem que a dupla exibe ao longo da primeira temporada do “Bem Juntinhos”.  

Em muitos momentos, o programa se aproxima bem do esquema eclético de assuntos e quadros de qualquer programa matinal, com receitas, convidados, dicas de artesanato e customizações, além de um tema central que dá unidade ao episódio.  

Porém, sem a necessidade de seguir o tom protocolar e “chapa branca” da tevê aberta, os dois aproveitam a liberdade do GNT para sair do lugar-comum.  

Bons de papo, eles conseguem envolver seus convidados de forma confiante e acabam enveredando por assuntos como depressão, sexo e as complexidades do matrimônio e da criação de filhos com uma sinceridade natural.

Com direção de Antônio Amâncio, amigo de longa data e empresário da dupla, o “Bem Juntinhos” privilegia o clima de intimidade.  

A câmera está sempre próxima dos rostos do casal e de seus convidados e a cenografia aponta para a sofisticação que existe na simplicidade.  

Editado de forma delicada e com diversas imagens de arquivo pessoal valorizando as cenas, fica nítido o esmero da produção em parecer despretensiosa e rotineira.  

Mesmo forçando a barra, o resultado é simpático e bem melhor do que qualquer programa matinal da tevê aberta, de onde Fernanda está distante desde 2017.  

Muito além da família, que mais parece saída de um tradicional “comercial de margarina”, Fernanda, Rodrigo e seus filhos se revelam bons anfitriões sem se render ao estilo “reality”.

 

CULINÁRIA

Doces como brigadeiro, beijinho e cajuzinho refletem tradição e identidade brasileira

Das influências coloniais e campanhas políticas à criatividade popular e à confeitaria contemporânea, receitas como brigadeiro, beijinho e cajuzinho revelam como tradição, afeto e contexto histórico moldaram a identidade dos doces brasileiros

02/05/2026 08h30

Doces tradicionais, como brigadeiro e beijinho, têm raízes na política e no passado colonial do Brasil

Doces tradicionais, como brigadeiro e beijinho, têm raízes na política e no passado colonial do Brasil Magnific

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Os doces de festa brasileiros são mais do que simples sobremesas, eles funcionam como pequenos arquivos da história social, econômica e cultural do País.

Presentes em aniversários infantis, casamentos, batizados e reuniões familiares, essas receitas atravessaram décadas se adaptando a contextos distintos – da escassez de ingredientes no pós-guerra à industrialização dos alimentos e à consolidação de uma identidade culinária tipicamente brasileira.

Clássicos como brigadeiro, beijinho, bicho-de-pé, olho de sogra, casadinho, cajuzinho e surpresa de uva revelam como a criatividade popular transformou poucos ingredientes em símbolos duradouros.

Brigadeiro

A história do brigadeiro está diretamente ligada ao contexto político e econômico do Brasil nos anos 1940. Durante o período do pós-Segunda Guerra Mundial, o País enfrentava dificuldades na importação de produtos como leite fresco e açúcar refinado, o que impulsionou o uso de alimentos industrializados de longa duração, como o leite condensado.

Foi nesse cenário que, durante a campanha presidencial de 1945, apoiadoras do candidato Eduardo Gomes passaram a vender um doce feito com leite condensado, manteiga e chocolate para arrecadar fundos. O produto ficou conhecido como doce do brigadeiro e, com o tempo, apenas brigadeiro.

Símbolo gastronômico do País, o doce representa um momento de redemocratização do Brasil após o fim do Estado Novo, quando campanhas políticas ganhavam apoio popular de formas criativas e comunitárias.

Receita

Ingredientes:

  • 1 lata de leite condensado;
  • 1 colher (sopa) de manteiga;
  • 3 colheres (sopa) de chocolate em pó;
  • chocolate granulado.

Modo de Preparo:

> Cozinhe em fogo baixo até atingir o ponto de enrolar.

> Deixe esfriar, modele e finalize.

Beijinho

O beijinho, embora associado diretamente ao brigadeiro, carrega influências mais antigas da culinária brasileira, especialmente do período colonial. O uso do coco remete às regiões litorâneas e à forte presença da cultura afro-brasileira na formação gastronômica do País.

Durante os séculos XVI e XVII, o coco foi amplamente incorporado à culinária local, principalmente no Nordeste, onde se misturou a técnicas portuguesas de preparo de doces à base de açúcar – herança dos conventos europeus.

O beijinho pode ser visto como uma releitura moderna dessas receitas conventuais, simplificada com a introdução do leite condensado no século XX.

O nome, beijinho, reforça o caráter afetivo do doce, associado à delicadeza e ao carinho, elementos frequentemente ligados às celebrações familiares.

Receita

Ingredientes:

  • 1 lata de leite condensado;
  • 1 colher (sopa) de manteiga;
  • 100g de coco ralado.

Modo de Preparo:

Cozinhe até desgrudar da panela, enrole e finalize com açúcar ou coco.

Bicho-de-pé

O bicho-de-pé é um doce que reflete um momento mais recente da história brasileira: a popularização dos produtos industrializados e da cultura de consumo a partir das décadas de 1970 e 1980.

Com o avanço da indústria alimentícia, produtos como gelatinas e pós saborizados passaram a fazer parte do cotidiano das famílias.

O bicho-de-pé surge dessa lógica: uma adaptação do brigadeiro com sabor artificial de morango, cor vibrante e apelo visual forte – características alinhadas ao universo infantil e à estética da época.

Seu nome curioso, associado à coloração avermelhada, também dialoga com o humor popular brasileiro, que frequentemente transforma referências inusitadas em nomes marcantes.

Receita

Ingredientes:

  • 1 lata de leite condensado;
  • 1 colher (sopa) de manteiga;
  • 3 colheres (sopa) de pó sabor morango.

Modo de Preparo:

Cozinhe até o ponto de enrolar, deixe esfriar e finalize com açúcar.

Olho de sogra

O olho de sogra tem raízes mais antigas, diretamente ligadas à doçaria portuguesa. Em Portugal, doces à base de ovos, açúcar e frutas secas eram comuns, especialmente nos conventos. No Brasil, essas receitas foram adaptadas com ingredientes locais, como o coco.

A combinação de ameixa e coco cria contraste de sabor e textura, enquanto o nome irreverente reflete o humor típico das festas brasileiras.

Receita

Ingredientes:

  • 1 lata de leite condensado;
  • coco ralado;
  • ameixas secas.

Modo de Preparo:

Cozinhe em fogo baixo até atingir o ponto de enrolar.

Envolva a ameixa com o doce de coco e modele.

Casadinho

O casadinho não tem uma origem única definida, mas está fortemente associado às celebrações de casamento. Sua proposta de unir dois sabores diferentes em um só doce funciona como metáfora da união entre duas pessoas.

Esse simbolismo ganhou força especialmente a partir do século XX, quando festas de casamento passaram a incorporar elementos padronizados e decorativos, incluindo docinhos finos. O casadinho, nesse contexto, representa harmonia e equilíbrio.

Receita

Ingredientes:

  • brigadeiro;
  • beijinho ou brigadeiro branco.

Modo de Preparo:

Una pequenas porções dos dois doces.

Cajuzinho

O cajuzinho é um exemplo claro da criatividade brasileira diante de limitações. Apesar do nome, não leva caju na receita tradicional. Seu sabor vem do amendoim, ingrediente mais acessível e amplamente disponível.

O doce se popularizou ao longo do século XX, especialmente em festas simples, por ser econômico e fácil de preparar. O nome vem do formato inspirado no caju, que mostra a importância estética mesmo em receitas humildes, além de reforçar a conexão com elementos da natureza brasileira.

Receita

Ingredientes:

  • 1 lata de leite condensado;
  • amendoim moído;
  • chocolate em pó.

Modo de Preparo:

Cozinhe em fogo baixo até atingir o ponto de enrolar.

> Deixe esfriar, modele e finalize com açúcar.

Surpresa de uva

Diferente dos demais, a surpresa de uva é um doce contemporâneo, surgido provavelmente no final do século XX ou início do XXI, em um momento em que a confeitaria brasileira começou a incorporar elementos mais sofisticados.

A ideia de envolver uma fruta fresca em um creme doce e finalizá-la com cobertura remete a técnicas mais elaboradas, aproximando o doce caseiro de tendências da confeitaria profissional.

Sua popularidade cresceu com a internet e as redes sociais, em que receitas visuais e práticas ganharam destaque.

Receita

Ingredientes:

  • 1 lata de leite condensado;
  • 1 colher de sopa de manteiga;
  • 3 colheres de sopa de chocolate em pó ou leite em pó;
  • uvas verdes.

Modo de Preparo:

Cozinhe em fogo baixo até atingir ponto de enrolar.

Deixe esfriar, envolva a uva com creme e finalize.

Felpuda

Quem está em palpos de aranha é o prefeito Nelson Cintra, de Porto Murtinho...Leia na coluna de hoje

Leia a coluna deste sábado (2) e domingo (3)

02/05/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Ismael Machado - poeta de MS

"Duas instâncias nos igualam na condição humana: a possibilidade de erro e a certeza da morte”

 

FELPUDA

Quem está em palpos de aranha é o prefeito Nelson Cintra, de Porto Murtinho. Uma aeronave, que seria de sua propriedade, foi flagrada fazendo acrobacias sobre e sob a ponte em construção da Rota Bioceânica. Vídeos das manobras, consideradas extremamente perigosas, foram postadas nas redes sociais. O deputado estadual José Orcírio (PT) oficiou a FAB, solicitando informações a respeito e pedindo providências. Chegou a falar até em cassação do prefeito e prometeu continuar fazendo barulho. Pode até ser...

DiálogoA segunda edição do Ateliê Ricoeur na América Latina vai acontecer entre os dias 19 e 22, na UFMS de Campo Grande e o evento é aberto a toda a comunidade universitária e sociedade em geral. Há duas formas de participação: a submissão de trabalhos científicos e a participação como ouvinte. As inscrições como ouvinte são gratuitas e podem ser feitas até o dia 18 na página do evento.

 

DiálogoO médico-veterinário e comunicador Osmar Pereira Bastos, foi eleito para a Academia Brasileira de Medicina Veterinária. 
Com mais de 40 anos de atuação, ele é um dos pioneiros do jornalismo agropecuário no Brasil e apresentador do programa “AgroEducativa”.

 

DiálogoLuciana Lima

Opostos

Em dois importantes momentos da recente história política do País, representantes de MS no Senado tiveram participação ativa, mas seguiram rumos diferentes. Na votação da indicação de Jorge Messias para o STF, Nelson Trad Filho e Tereza Cristina Correa da Costa Dias votaram contra, enquanto Soraya Thronicke votou favoravelmente. Um vídeo que viralizou nas redes sociais mostra Soraya desolada com o resultado.

Repeteco

Já para derrubada do veto de Lula ao projeto da Dosimetria (que reduz penas aos condenados dos atos de 8 de aneiro) Nelson Trad Filho e Tereza Cristina votaram a favor, enquanto Soraya Thronicke foi contra. Do trio, apenas Tereza Cristina não concorrerá nas eleições deste ano, enquanto as outras duas cadeiras estarão na disputa eleitoral. Tanto Nelson Trad Filho como Soraya devem disputar a reeleição.

Posse

A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande empossou, no dia 30 de abril, sua nova diretoria para o triênio 2026-2029. O empresário Omar Aukar assumiu a presidência, sucedendo Renato Paniago, que liderou a entidade desde 2020. Aukar já presidiu a ACICG entre 2012 e 2014 e foi vice-presidente de 2020 a 2026.

Aniversariantes

SÁBADO (2)
Mariana Zauith,
Simone Fraide,
Cilene Maria Elesbão Silva,
Victor Félix Álvarez Pineda,
Alziro Leite Reinoso,
Mauro Oliveira de Jesus,
Edite Tabordo,
João Batista Pereira dos Santos,
Guerino Tonelo Colnaghi,
Dr. Antônio João da Silveira Terra,
Cynthia da Silveira Fattor Lemos,
Luiz Guilherme de Noronha Neto,
Anderson da Silva Higa,
Victor Hugo Fretes Gomes,
Millena Chaves da Silva,
Elmio Leal Garcia,
Leandro da Costa Weber,
Vera Lucia Salviato Gorla,
José Luiz Toledo Volpe,
Miguel Farah Neto,
Kátia Regina Cação Tognini,
Dalva Pereira Terra,
João de Brito Torres,
Dr. Helton Elias de Arruda,
Wagner Simone Martins,
José Cândido da Silva,
Alexandre (Alê) Augusto Miranda Filho,
Suely Midori Otsubo Tanaka,
Dr. Osvaldo Benedito Ferreira,
José Alves Costa,
Arivaldo Romeiro,
Klei Ferreira de Jesus,
Edson José Pessoa Sandes,
Rhaisa de Mattos Iorio,
Angela de Cerqueira Caldas Correa,
Fabianny Carvalho,
Carlos Alberto Silveira Maia,
Flavio Luiz Ferreira Castelo,
Valdinéia Belarmino Siqueira,
Joaquim Rondon Pereira,
Maria Souza Araujo,
Nilene da Silva Coelho,
José Rodolfo Filho,
Marinerges Campos Pacheco,
Zita de Almeida,
Navile de Barros Filho,
Maria Helena Miranda Oliveira,
Ernesto de Souza Maia,
Lia Menezes Moncada,
Manoel de Oliveira Quintana,
Hilda Borba de Oliveira,
Rendrix Marcel Durães,
Pietra Coelho Lopez,
Antônio Martins de Moraes Gomes,
José Mário Amorim,
Mirtes Maria de Oliveira,
Cleonice Santana da Costa,
Juliana de Almeida Fava,
Célio Cruz de Lima,
Rosa Correa Marques,
Delcina Rosa Souza de Carvalho,
Juvenal de Farias,
Nilza Fonseca Dias,
Maria Sueli Mustafá Bornia,
Tereza Martins dos Santos,
Mayara Battaglin Maciel,
Ricardo Rojo,
Geraldo José Zamproni,
Georgiana Martins Barros,
Mara Silvia Zimmermann,
Veronica Szucs Puertas,
Elfo Satiro,
Thiago Kusunóki Ferachin,
Ranieri Luis Schneider,
Leandro Cação Barbosa,
Rosa Maria Wanback,
Waldir Benetti,
Leonildo Aneas Marinelli,
Vagner Alves Guirado,
Silmara Alves Rozo,
Guilherme Santos Träsel.

DOMINGO (3)
Marta Tannous,
Kleber Geleilate Dittmar,
Marcia Scarabel,
Ana Paula Franco,
Paula Camilla Maldonado,
Domingos Savio Pereira,
Luiz Alberto Ramalho Pedrosa,
Maria Idalina Martins Resstel,
Hélvio Miagui Higa,
Dr. Paulo César Branquinho,
Milton Roberto Becker,
Onofre Lopes da Silva,
Valdemir Almeida Monteiro,
Juarez Altair Mateus,
Luiz Toshiharu Mise,
José Luiz Maluf Braga,
Eleonor Sebben,
José Rivassi da Motta,
Marinalva de Jesus Batista,
Maura Teodoro Jajah,
Grimaldo Borges de Freitas,
Willian Gomes Frazão,
Paulo Sérgio da Silveira Lemos,
Patrícia Maria de Souza Medeiros Prestes,
Tamara Denise Soares Barbosa,
Rafael Alex Podin Neto,
Elizabeth Maria Machado Puccinelli,
Selma Queiroz Silva,
Flávio da Costa Britto Neto,
Delcindo Afonso Vilela Júnior,
Mauro Farias Insfran,
Vera Regina Dalcin Baur,
Rudi Carlos Aquino,
Maria Margareth Escobar Ribas Lima,
Flávio Roberto Godoy,
Ana Paula Sivieiro Leite,
Dejair Gomes,
Élber Stilten de Souza,
João Gomes,
Dr. Paulo Cesar Pereira,
Maria Ilsa Silva Ferreira,
João da Cruz Pacheco,
Jandira Ferro,
Marlene da Silva Alves,
José Carlos Gazal,
José Carlos Medeiros Rocha,
Arlete Pitthan,
Waldir Gonçalves,
Selma Pinto,
Renato Barbosa de Oliveira,
Jacira Maria Vilanova Maia,
Iranilda Rezende Lara,
Horácio Cardin dos Santos,
Claudia Fernandes Lima,
Dr. André Buainain,
Maria Eunice Barbosa,
Deine Garcia Azambuja,
Ana Lúcia Cerveira,
José Carlos Lopes,
Paulo Henrique Vieira,
Angela Maria Ramirez,
Inêz Loureiro,
Célia de Araujo,
Dirce Centurion da Silva,
Enio Luiz Gasparetto,
Josias de Souza Monteiro,
Amarildo Gelain,
João Cândido Abella Porto,
Ione Jussara de Mattos,
João Eduardo Fernando Ferrari,
Orlando Vicente Abate Sacchi,
Claudia Sampaio da Silva Dichoff,
Edirnalva Rodrigues Zorzenon,
Franco Maegaki Ono,
Maria José Gonçalves Balvedi,
Bruno Fernandes Baraldi,
Juliana Machado de Faria. 

COLABOROU TATYANE GAMEIRO

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