Correio B

ECONOMIA CRIATIVA

Festival Internacional da Carne reúne música, gastronomia e diferentes experiências

Quarta edição do evento acontece de amanhã até domingo, no Parque de Exposições Laucídio Coelho, com entrada gratuita e mais de 30 estações de carnes

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A carne é a protagonista, mas não é a única atração do Festival Internacional da Carne. A quarta edição do evento começa amanhã e segue até domingo, no Parque de Exposições Laucídio Coelho, em Campo Grande, reunindo gastronomia, música, palestras, oficinas, economia criativa e atividades para diferentes públicos. A entrada é gratuita.

Ao longo dos três dias, a programação busca aproximar diferentes etapas ligadas à cadeia da carne, do produtor ao consumidor, além de transformar o churrasco em ponto de partida para outras experiências gastronômicas e culturais.

“Mais do que celebrar a carne, o Festival Internacional da Carne celebra toda a cadeia que existe por trás dela. Quando colocamos o produtor, a gastronomia, a indústria, o empreendedor e o consumidor no mesmo espaço, mostramos a dimensão e a força da nossa atividade”, afirma Guilherme Bumlai, presidente da Acrissul.

Segundo ele, a quarta edição representa uma nova etapa do festival, que passou a incorporar ao evento não apenas a valorização da produção de carne de Mato Grosso do Sul, mas também experiências, relacionamento e promoção da pecuária.

CARNE EM DESTAQUE

No centro da programação está a gastronomia. Mais de 30 estações estarão distribuídas pelo festival para que o público possa experimentar diferentes preparações com carne, com opções a preços considerados acessíveis pela organização e uma variedade criada especialmente para o evento.

A proposta é de apresentar diferentes possibilidades de preparo e consumo da carne, ampliando a experiência para além do tradicional churrasco. O festival também terá o restaurante Entre Brasas e Taças, assinado pela 067 Vinhos, que apresenta o evento.

Neste ano, o festival terá ainda, pela primeira vez, uma marca de carne oficial. A escolhida foi a Boibras. Outra novidade é o Tempero do Tonho, responsável pelo sal utilizado nas estações do evento.

“Teremos, pela primeira vez, a carne oficial do festival, que é a Boibras, além do sal que tempera todas as estações, do Tempero do Tonho”, explica Márcia Marinho, idealizadora do festival.

A programação gastronômica também se estende ao Boteco do Bada, que funcionará durante os três dias e terá atendimento até mais tarde, ampliando as possibilidades de alimentação e convivência no espaço.

ACOMPANHAMENTOS EM EVIDÊNCIA

A programação do Senac-MS coloca os acompanhamentos no centro de uma série de oficinas gastronômicas. A ideia é mostrar que a experiência do churrasco não depende apenas da carne e pode ser construída a partir de molhos, conservas, vegetais, farofas, pães e outros ingredientes.

As atividades foram organizadas em três eixos. O primeiro, Brasa sem Brasa, apresenta preparações que fazem referência ao universo do churrasco sem necessariamente utilizar uma churrasqueira.

O segundo, Sabores de MS, valoriza ingredientes encontrados na culinária regional, como mandioca, milho, bocaiuva, baru, pequi, mel, pimentas e queijos.

Já o terceiro, Churrasco 2.0, aposta em combinações contemporâneas, com receitas de molhos, manteigas, conservas e picles para acompanhar diferentes cortes e preparações.

Entre as receitas previstas estão um pão de alho inspirado no korean garlic bread, manteigas de baru e bocaiuva, risoto de costela com banana-da-terra, além de picles, maioneses, purês, preparações à base de milho e mandioca, geleias, chutneys e sobremesas feitas com frutas assadas.

Algumas oficinas terão participação direta do público. A programação inclui atividades em que os visitantes poderão montar a própria farofa e preparar molhos para churrasco. O encerramento será marcado por uma oficina-show dedicada ao tradicional risoni de comitiva.

PALESTRAS

Além das oficinas, o festival terá palestras voltadas a temas relacionados ao trabalho com carne e ao funcionamento do setor.

Amanhã, às 15h, será realizada a palestra Ao Ponto, direcionada principalmente a assadores e participantes do festival. O encontro aborda questões como entrega dos pratos, atendimento ao cliente, postura profissional e gestão de equipe.

No sábado, também às 15h, será a vez da palestra A Influência da Tecnologia na Produção de Carne Bovina, que coloca em discussão a relação entre inovação e produção pecuária.

O Senar-MS também estará presente, com um estande destinado à divulgação dos cursos oferecidos pela instituição. A participação amplia a presença de atividades de formação dentro do festival, aproximando o público das possibilidades de capacitação relacionadas ao meio rural.

MÚSICA

A programação musical contará com artistas e bandas de Mato Grosso do Sul e terá oito apresentações ao longo do festival.

Amanhã, dia de abertura, o palco recebe Os Cara da Kombi e Fred e Victor.

No sábado, a programação musical reúne Sambapop, Banda Seven, Naip e Chicão Castro e banda, com apresentações ao longo do dia e da noite.

Já no domingo, último dia do festival, sobem ao palco Zé do Pantanal e Renato Pacheco.

DEMAIS ATRAÇÕES

Entre as atrações voltadas às famílias está a Fazendinha, espaço destinado às crianças com animais de pequeno porte e brinquedos.

A proposta é de oferecer uma alternativa de entretenimento para o público infantil enquanto os adultos acompanham as atividades gastronômicas, musicais e educativas do festival.

A programação também inclui espaços de economia criativa. Neste ano, dois estandes serão montados por meio de uma parceria com o Sebrae-MS e com a produtora Luanna Peralta, reunindo iniciativas e produtos ligados ao segmento.

Festival Internacional da Carne   Fotos de Skilo Filmes (2)Programação do festival busca aproximar diferentes etapas ligadas à cadeia da carne, do produtor ao consumidor - Foto: Skilo Filmes

O público também poderá encontrar serviços que extrapolam a programação cultural e gastronômica.

Um deles será oferecido pela Carreta da Energisa, que integra o projeto Nossa Energia, unidade móvel do Programa de Eficiência Energética da concessionária, regulamentado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

A carreta percorre municípios de Mato Grosso do Sul com ações voltadas à orientação sobre o uso seguro e consciente da eletricidade. Durante o festival, a estrutura fará parte da programação disponível aos visitantes.

>> SERVIÇO

Festival Internacional da Carne 2026

Data: de amanhã até domingo.
Local: Parque de Exposições Laucídio Coelho, na R. Américo Carlos da Costa, nº 320.
Entrada: gratuita.

NOVO ESPAÇO

Campo Grande: Tiradentes estreia feira na Lagoa Itatiaia neste domingo

Evento começa às 16h e terá shows de pagode, gastronomia e artesanato

23/09/2026 09h45

Pôr do sol na Lagoa Itatiaia será um dos destaques durante as edições na feira

Pôr do sol na Lagoa Itatiaia será um dos destaques durante as edições na feira Divulgação

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Campo Grande terá uma nova feira, a partir deste domingo (27), ao redor da Lagoa Itatiaia, no bairro Tiradentes. A "Feira da Lagoa" estreia com expositores, gastronomia e shows das bandas Pagode 67 e Tribo 67, a partir das 16h.

O projeto na Lagoa Itatiaia tem como objetivo combinar a economia criativa com gastronomia, música, empreendedorismo e ocupação afetiva do espaço urbano. A proposta da Feira da Lagoa é transformar o fim da tarde de domingo em uma experiência, onde as pessoas possam chegar sem pressa, caminhar entre os expositores, conhecer marcas e produtores locais, experimentar sabores, encontrar amigos e aproveitar um dos cartões-postais naturais de Campo Grande.

A estreia reunirá empreendedores de diferentes segmentos, entre artesanato, produtos autorais, moda, decoração, economia criativa e gastronomia. 

Quem comanda o projeto

À frente do projeto estão Carina Zamboni, Denise Zamboni, Fernanda Gutierrez Steffen e Marcelo Comassetto Almeida, que reúnem experiências no empreendedorismo, na produção de feiras e também na vivência direta com os expositores.

Fernanda conheceu esse universo inicialmente como expositora e hoje também integra a organização da Feira Mixturô, Feira Bosque da Paz e Feira da Lagoa. Marcelo é empresário e aproximou-se do movimento a partir da experiência com a Feira Bosque da Paz.

Já Carina e Denise acumulam a experiência da criação e gestão de projetos que ajudaram a fortalecer o circuito de feiras de economia criativa em Campo Grande.

Para Carina Zamboni, a Feira da Lagoa foi pensada a partir da própria dinâmica do espaço e da relação que a população já mantém com a região. 

“A Lagoa Itatiaia já é um lugar de encontro. Tem gente que vem caminhar, trazer as crianças, conversar, ver o pôr do sol. Então, desde o início, a nossa preocupação foi não chegar com uma feira pronta e simplesmente colocá-la ali. Queremos que a feira tenha a identidade da Lagoa e que, com o tempo, também passe a fazer parte da memória afetiva de quem frequenta o espaço”, afirma.

Para os organizadores, a estreia também representa a ampliação de uma rede que já vem movimentando pequenos negócios, artistas, produtores independentes e marcas autorais em Campo Grande.

Domingo como estratégia de encontro

A escolha pelo domingo também faz parte da estratégia do projeto. A ideia é ocupar um período em que as pessoas naturalmente procuram programas mais leves, ao ar livre e que possam ser compartilhados com a família e os amigos.

“Escolhemos o domingo porque entendemos que existe uma oportunidade muito interessante nesse horário de fim de tarde. É um momento em que as famílias estão juntas, em que as pessoas querem sair de casa, mas sem necessariamente entrar na rotina mais acelerada de sexta ou sábado à noite. A feira nasce para ser esse programa: você pode passar rapidamente, mas também pode chegar às quatro da tarde e perceber que ficou até a noite”, explica Carina.

Segundo ela, a expectativa é que a Feira da Lagoa consiga construir público próprio e, ao mesmo tempo, ampliar as oportunidades para quem vive da economia criativa.

“A nossa expectativa para esta primeira edição é muito positiva, mas queremos que esse crescimento seja orgânico. Que o público conheça, volte, indique para outras pessoas e comece a colocar a Feira da Lagoa na agenda. Para os expositores, isso significa abrir mais uma janela de comercialização e de relacionamento com o público. Para a cidade, significa ganhar mais um espaço de convivência, cultura e empreendedorismo”, completa.

Corredores temáticos

Na Lagoa Itatiaia, a organização decidiu por não reproduzir o formato tradicional das outras feiras. Desta vez, o desenho do evento foi pensado a partir das características do local, inclusive na organização espacial.

Os corredores receberam nomes que dialogam com a paisagem: Rua Horizonte, Rua Entardecer, Rua Brisa, Rua Pôr do Sol e Rua Sol Nascente. Já a área dedicada à gastronomia será a Vila dos Sabores, além do espaço reservado para o palco e a programação musical.

A intenção é fazer com que o visitante entenda a feira também como um percurso, descobrindo produtos, experiências e sabores à medida que circula pelo espaço.

 

Programação gratuita de arte & cultura

Festival Mais Cultura reúne dança, música, moda autoral e cinema na UFMS

Programação de amanhã até sexta-feira inclui apresentações artísticas, oficinas, palestras, Feira Geek, moda autoral, shows e exibição de documentários no Autocine

23/09/2026 08h30

O Teatro Glauce Rocha, principal espaço cultural da UFMS, recebe programação teatral e musical durante todo o festival

O Teatro Glauce Rocha, principal espaço cultural da UFMS, recebe programação teatral e musical durante todo o festival Divulgação

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A programação do Festival Mais Cultura deste ano entra, a partir de amanhã, em sua reta final com uma série de atividades gratuitas em diferentes espaços da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), em Campo Grande.

Com o tema “O que é Arte?”, o festival reúne linguagens como música, dança, teatro, cinema, artes visuais, moda e economia criativa, além de oficinas, palestras e atividades voltadas a diferentes públicos.

Realizado desde a segunda-feira até sexta-feira, o Festival Mais Cultura conta com mais de 100 atividades nos campus da UFMS. A proposta desta edição é ampliar a compreensão sobre o que pode ser considerado arte e aproximar a comunidade universitária e a população de diferentes formas de expressão.

A partir de hoje, a programação ocupa espaços como o Teatro Glauce Rocha, o Laboratório de Práticas Pedagógicas em Artes, Letras e Comunicação (Faalc), o Auditório para Questões Delicadas do Gramado do complexo multiúso, o Autocine UFMS e outros equipamentos da Cidade Universitária.

Na avaliação da reitora da UFMS, Camila Ítavo, a presença das manifestações artísticas integra a função da universidade.

“Universidade não é só ciência e educação, da maneira tradicional, em sala de aula. É também um mundo de oportunidades para apresentar a riqueza das expressões artísticas e todas as suas formas. É muito lindo ver a UFMS engajada com esse movimento”, afirma.

Para a pró-reitora de Extensão, Cultura e Esporte, Lia Brambilla, a diversidade da programação é uma das características desta edição.

“É uma alegria ter uma semana inteira com atividades para as famílias, para a comunidade universitária, e em todos os campus. É um momento importante de promover a arte em todos os seus sentidos e incentivar as pessoas a experimentarem tudo o que ela proporciona”, destaca.

HOJE

Nesta quarta-feira, a programação começa pela manhã com uma apresentação do Moinho Cultural, no Teatro Glauce Rocha. Intitulada “Torillo”, a atividade está marcada para as 9h30min e reúne dança e música.

Às 14h, o público poderá participar da oficina “O que é texto/arte? Oficina de leitura e criação com linguagens verbal, imagética, audiovisual e sonora”, no Faalc – Setor 1.

A programação segue às 16h30min com a conversa “Bem viver Trans”, no Auditório para Questões Delicadas do Gramado do complexo multiúso – Setor 1. A atividade propõe um espaço de diálogo sobre experiências e perspectivas relacionadas à população trans.

À noite, às 19h, o Teatro Glauce Rocha recebe a Mostra de Dança, encerrando a programação do dia dedicada às artes do movimento.

AMANHÃ

Na quinta-feira, o festival amplia a programação para diferentes áreas da Cidade Universitária.

Às 8h, o Anfiteatro do curso de Artes Visuais, no Bloco 8 – Setor 1, recebe a palestra “Do Clique à Criação – Photoshop e IA na construção da imagem”, que aborda ferramentas e processos relacionados à produção visual.

Às 8h30min, o estacionamento do Teatro Glauce Rocha recebe o Sesc em Movimento, enquanto, às 9h30min, o teatro será palco da apresentação da Banda Sinfônica Municipal Isaac Borges Capillé (IBC).

No período da tarde, às 14h, o Anfiteatro do curso de Artes Visuais recebe o minicurso “Antropologia dos museus e das artes: um sobrevoo”. Já às 15h, o Madrigal MS se apresenta no Auditório Prof. Luis Felipe de Oliveira, no curso de Música.

A programação também contempla manifestações da cultura pop. Às 16h30min, o Grupo Clover – K-Pop se apresenta no Autocine. No mesmo espaço, a partir das 17h, começa a Feira de Economia Criativa e Feira Geek, reunindo iniciativas ligadas à produção criativa e à cultura geek.

As atividades seguem à noite no Autocine. Às 18h acontece a Batalha de Random Play Dance, seguida, às 19h, pelo desfile Moda Autoral. No Teatro Glauce Rocha, também às 19h, o público poderá acompanhar o recital de música clássica brasileira “Madeiras Dedilhadas”.

Às 19h15min, o Autocine recebe um Flash Mob. A abertura do evento está prevista para 19h30min e, às 20h, o espaço recebe o show de Jonavo, um dos destaques musicais da programação.

A agenda do dia também inclui o Caminhão de Experiência Tecnológica do Sebrae-MS, integrado às atividades realizadas no Autocine.

ÚLTIMO DIA

Na sexta-feira, último dia do Festival Mais Cultura, a programação começa cedo, às 8h, com Apresentações Culturais no Corredor da Saúde, localizado no Corredor Central. Às 8h30min e às 14h, acontece o Desafio Urban – Hacking Autocine, no Autocine.

Às 14h, o Teatro de Bolso – Setor 1 recebe a oficina “Exploração sensorial por Handpan 432Hz escala D menor Kurd”. No mesmo horário, o Autocine sedia a Feira de Economia Criativa e Feira Geek, que segue movimentando o espaço.

A música toma conta do Autocine a partir das 17h com o Show Alquimistas, seguido pelo Show Pilotos do Oeste, às 18h. Também às 19h, o Auditório Prof. Luis Felipe de Oliveira recebe o Concerto-Palestra com Denise Garcia.

Ainda no período noturno, às 19h, a Sala Imersiva – Museu de Ciência e Tecnologia – Estádio Morenão recebe o Teatro e Roda de Conversa com os temas “Geni e o Zepelim: uma releitura crítica” e “Transições e Interseccionalidades em Roda: Arte, Corpo e Resistência”.

Às 19h30min, o Teatro Glauce Rocha apresenta “Oliver Twist livre adaptação da obra de Charles Dickens – Ato histórico”.

O cinema ganha destaque no encerramento. A partir das 19h, no Autocine, ocorre a Mostra Autocine – Sessão Especial, com as exibições dos documentários “Jardim de Pedra – Vida e Morte de Glauce Rocha” e “Higa Ke – Olho por Olho”.

As escolhas dialogam com a história cultural de Campo Grande. O Teatro Glauce Rocha, um dos principais espaços culturais da universidade, leva o nome da atriz campo-grandense que se destacou no teatro e no cinema brasileiro. Já Roberto Higa tem sua trajetória ligada à fotografia e à documentação da vida cultural e social de Mato Grosso do Sul.

A programação cinematográfica também reforça a proposta do festival de tratar a arte a partir de diferentes linguagens, colocando em diálogo produção audiovisual, memória e patrimônio cultural.

AÇÕES CONTÍNUAS

Ao longo de todos os dias do evento, o público pode conferir a exposição “Itinerâncias 2026”, no Foyer do Auditório Prof. Luis Felipe de Oliveira – Curso de Música, e a mostra “Reencontro de Trajetórias – pinturas e desenhos de Carla de Cápua e Darwin Longo”, na Galeria de Artes Visuais (GAV) – Bloco 8 – Setor 1.

A Mostra Bolsa Artista ocupa o Foyer do Teatro Glauce Rocha e o Autocine. Além disso, a ação “Pintura Container 1 – com Caio Green” acontece hoje, amanhã e na sexta-feira, no Autocine, mesmo local onde o Caminhão de Experiência Tecnológica do Sebrae-MS estaciona amanhã ena sexta-feira.

ARTE ESPALHADA

O Festival Mais Cultura não concentra as atividades em um único palco, mas utiliza diferentes espaços da UFMS. Entre eles estão a GAV, o Teatro Glauce Rocha, o Autocine, a Concha Acústica, a Esplanada do Morenão, o Mercado Escola, a Casa da Ciência e Cultura e os auditórios da universidade.

A Galeria de Artes Visuais, localizada no Bloco 8 da Cidade Universitária, é dedicada à produção contemporânea e recebe trabalhos de professores, estudantes e artistas convidados. O espaço também promove atividades educativas e visitas guiadas.

Já a Concha Acústica, com capacidade para cerca de 750 pessoas, é utilizada para apresentações musicais, teatrais e eventos comunitários. A Esplanada do Morenão, por sua vez, funciona como espaço aberto para shows, exposições e atividades culturais, além de abrigar o Parque da Ciência.

O Autocine UFMS, que já foi utilizado para sessões cinematográficas e atividades de lazer, também passou a receber eventos culturais de diferentes formatos. Durante o festival, o local se transforma em um dos principais pontos de encontro da programação, reunindo música, dança, feiras, tecnologia e cinema.

A iniciativa é desenvolvida pelo Programa Mais Cultura UFMS, espaço destinado à valorização, divulgação e promoção das ações culturais realizadas pela universidade. O programa busca aproximar a comunidade acadêmica da sociedade por meio de projetos, festivais, mostras, oficinas e apresentações.

>> SERVIÇO

Festival Mais Cultura 2026 – “O que é Arte?”

Data: até sexta-feira.
Local: diferentes espaços da UFMS.

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