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CANAL 1 - FLÁVIO RICCO

Flávio Ricco: Futuro da Disney no Brasil pode passar pela Band

Flávio Ricco: Futuro da Disney no Brasil pode passar pela Band

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Futuro da Disney no Brasil pode passar pela Band

A partir do instante em que foi definida a não renovação de contrato com o SBT, começaram a surgir especulações sobre o futuro da Disney, se há o desejo dos americanos em continuar ou não por aqui.

Não há ainda uma posição sobre isso, no entanto, a título de ilustração, convém lembrar que no passado chegou a haver um começo de conversa com a Bandeirantes.

Na ocasião, a pretensão dos americanos era ficar com toda a faixa da manhã e o horário da igreja, à noite, para exibir sua programação.

A conversa não prosperou. E não prosperou porque não houve interesse da Band. O dinheiro era muito bom, mas a entrega foi considerada grande demais.

Vale salientar que isso foi há algum tempo, quando a situação era bem diferente e a Band vivia um momento nada parecido com o atual.

Quem sabe agora não existe a chance de tudo caminhar de maneira diferente? Difícil até saber se entre Disney ou Band, para qual das duas e nesta altura dos acontecimentos, um acordo como esse seria mais conveniente ou que melhor cairia do céu.

TV Tudo

Convidado

O youtuber Fred, do canal Desimpedidos, vai aparecer como convidado especial da Rede TV! na transmissão de Chelsea x Arsenal, pela Premier League, no próximo sábado.

É uma figura com boa abertura no meio esportivo. A sua participação, porém, não tem nenhuma relação com o cast do “Entubados” que vem aí.

Merece registro

Poucas vezes, em se tratando de Brasil, um jogo de futebol apresentou uma qualidade de transmissão tão elevada como Fluminense e Internacional, segunda-feira, no SporTV e Premiere.

Câmeras muito bem colocadas, cortes precisos e uma nitidez de imagem muito além da usual.

Joga a favor

Em se tratando do mesmo Fluminense e Internacional, poucos estádios oferecem as mesmas condições que o Maracanã ou têm um sistema de iluminação tão bom como o dele.

São fatores que jogam a favor. Mas a transmissão inteira, como conjunto do trabalho, merece o melhor destaque.

Alguém que pensa

Para os mais próximos, Marcelo Silva, vice-presidente Artístico e de Programação, já afirmou que a Record não vai viver de produção bíblica “para sempre”.  

Entende-se que, em algum momento, as novelas da casa poderão ter uma outra cara, uma nova identidade. Não sem tempo.   

Despedida aos poucos

Ontem, terça, foi o último dia do Joseval Peixoto como âncora do “Jornal da Manhã”, da Jovem Pan. A partir de hoje, ele passa a fazer apenas o comentário de encerramento.

Assim será até o final do ano, aí sim para deixar a Pan de vez. Tem mais de 40 anos de casa. Começou como narrador de futebol.

Boa ideia

A Record está planejando uma reedição de “O Fino da Bossa”, um dos programas de maior sucesso do seu passado, que teve apresentação de Elis Regina e Jair Rodrigues. Os principais nomes da MPB passaram por ele.

Isto como parte das comemorações dos seus 65 anos agora em setembro. Pessoas como Nilton Travesso e os irmãos Haya e Hohagen, que participaram de tudo, podem ser importantes no projeto.

Grade renovada

No fim do mês, com a chegada da nova temporada de “Oficina de Superclássicos”, o Discovery Turbo dará início a um total de 18 estreias, sendo uma por semana.

Serão nove novas séries e nove inícios de temporadas.

Chegando

Começa no dia 30, a participação de Day Mesquita em “Jesus”, da Record.

Ela, como Maria Madalena, no papel de discípula, claro, mas também à frente de um núcleo diferente e independente da novela. 

Assunto do momento

Dentro da Rede TV! já existe a informação que a Igreja Universal irá abrir mão de alguns dos seus horários.

Para tapar os buracos que serão deixados, o Artístico já iniciou a busca por novos produtos, ao mesmo tempo em que o comercial da casa está saindo atrás de outras igrejas. Leva quem chegar primeiro e com mais dinheiro.

Existe um plano

Difícil afirmar se agora ou num momento seguinte, mas há o desejo da direção da Rede TV! em transformá-la no grande canal de celebridades do Brasil.

O “TV Fama”, Sonia Abrão e os programas da Luciana Gimenez serão importantes neste processo. Além de outros.

Bate – Rebate

Patrick Santos também está deixando a Jovem Pan e a sua chefia de reportagem.
O futebol da Globo hoje terá Cleber Machado com Chapecoense e Corinthians...
... E Gustavo Villani transmitindo Grêmio e Flamengo...
... Luís Roberto continua em período de férias. Está em Paris.
A nova temporada do “Fazendo a Festa”, apresentado por Fernanda Rodrigues, estreia nesta sexta, 9 da noite, no GNT.
Daiana Garbin grava hoje o “Programa do Porchat” na Record, para falar sobre o tema “Distúrbio alimentar”. A entrevista ainda não tem data para ir ao ar.
Ainda na Record, Marcos Mion gravou o “Programa da Sabrina”. Na pauta, sua entrada em “A Fazenda” e o “Playplus”. 
A Rede TV! promove, na sexta-feira, o seu debate entre os candidatos à Presidência da República.
Cacá Diegues será o homenageado no Festival de Cinema de Miami entre os dias 14 e 23 de setembro.

C´est fini

Denúncia: a TV Aparecida exibe nesta quinta-feira, às 21h30, um documentário que aborda o trabalho escravo no Tocantins.

Uma equipe da emissora percorreu, por mais de 10 dias, várias cidades ouvindo histórias e acompanhando de perto a realidade de pessoas que já foram resgatadas dessa condição.

Então é isso. Mas amanhã tem mais. Tchau!

Pet Correio B+

Páscoa: chocolate está entre os principais riscos à saúde de cães e gatos

Veterinário alerta sobre alimentos típicos da data que podem intoxicar os pets

04/04/2026 15h00

Páscoa: chocolate está entre os principais riscos à saúde de cães e gatos

Páscoa: chocolate está entre os principais riscos à saúde de cães e gatos Foto: Divulgação

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Com a chegada da Páscoa, cresce também a preocupação com a alimentação dos animais de estimação. Tradicional na celebração, o chocolate, presente no formato de ovos, bombons, barras e em sobremesas, está entre os alimentos que nunca devem ser oferecidos a cães e gatos, por representar sérios riscos à sua saúde.

Apesar de muitas pessoas associarem o perigo ao açúcar, o principal vilão é a teobromina, uma substância encontrada no cacau. Segundo Gustavo Quirino, médico-veterinário que atua na capacitação técnica da Adimax, fabricante de alimentos para cães e gatos, o organismo dos pets não é capaz de metabolizá-la de forma eficiente.

“A teobromina tem efeito estimulante, semelhante ao da cafeína, mas cães e gatos são muito mais sensíveis a ela. Por isso, mesmo pequenas quantidades podem causar alterações importantes no organismo”, explica.

Quirino destaca ainda que chocolates com maior teor de cacau, considerados mais saudáveis para os seres humanos, são justamente os mais perigosos para os animais. “Quanto mais cacau, maior a concentração de teobromina e, consequentemente, maior o risco de intoxicação”, completa.

Os sinais clínicos variam de acordo com a quantidade ingerida. Em casos leves, podem ocorrer vômito e diarreia. Já em situações mais graves, o animal pode apresentar alterações cardíacas, convulsões e até risco de morte.

Para quem deseja incluir o pet nas comemorações, a recomendação é optar por produtos desenvolvidos especialmente para eles.

O mercado pet oferece uma variedade de opções seguras, como biscoitos, bifinhos e alimentos úmidos, além de petiscos funcionais, que associam sabor a benefícios para a saúde. Há ainda itens temáticos, inspirados no formato de ovos de Páscoa, mas elaborados sem chocolate e adequados ao consumo animal.

Ainda assim, a moderação é essencial. “Mesmo os petiscos apropriados devem ser oferecidos conforme a recomendação do fabricante, respeitando a quantidade diária indicada”, orienta Quirino.

Além do chocolate, outros alimentos comuns em celebrações familiares nesta época também exigem atenção.

“Carnes gordurosas, bacalhau, castanhas, uvas frescas e passas, sementes de frutas, podem causar diferentes problemas de saúde nos pets. Ossos também representam risco, podendo provocar engasgos ou até perfurações no trato digestivo. Já ingredientes como cebola e alho, presentes em grande parte das receitas, podem provocar a destruição das células vermelhas do sangue, podendo causar quadros de anemia”, alerta o veterinário.

Caso o animal ingira algum alimento inadequado ou apresente sinais de mal-estar, a orientação é buscar atendimento veterinário imediatamente.

Cinema Correio B+

O Diabo Veste Prada: a história real por trás do livro, do filme e da continuação

Como uma assistente da Vogue transformou bastidores em fenômeno cultural e por que Miranda Priestly continua sendo uma das figuras mais complexas do cinema contemporâneo.

04/04/2026 13h30

O Diabo Veste Prada: a história real por trás do livro, do filme e da continuação

O Diabo Veste Prada: a história real por trás do livro, do filme e da continuação Foto: Divulgação

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Quando Lauren Weisberger publicou O Diabo Veste Prada em 2003, o que parecia ser apenas mais um romance ambientado no universo da moda rapidamente revelou outra ambição. O livro nascia de uma experiência muito específica, mas tocava em algo mais amplo: a dinâmica de poder em ambientes onde prestígio e exaustão caminham juntos.

Weisberger havia trabalhado como assistente de Anna Wintour na Vogue, um dos cargos mais desejados e, ao mesmo tempo, mais temidos dentro da indústria editorial. Ao transformar essa vivência em ficção, ela encontrou o tom que equilibra fascínio e desgaste.

A protagonista Andrea Sachs não entra apenas em uma revista de moda. Ela entra em uma estrutura que exige devoção absoluta e oferece, em troca, uma promessa de acesso.

O sucesso do livro não se explica apenas pelo glamour. Ele veio da sensação de reconhecimento. Mesmo para leitores fora da moda, havia ali um retrato familiar de ambientes hierárquicos, de chefes inalcançáveis e de jovens profissionais tentando provar valor em condições quase impossíveis. O sucesso foi tanto que a continuação chega aos cinemas ainda nesse mês de abril.

Miranda Priestly e a construção de um mito reconhecível

Desde o início, a associação entre Miranda Priestly e Anna Wintour foi inevitável. Weisberger sempre sustentou que a personagem era uma composição, o que é tecnicamente verdadeiro. Ainda assim, os códigos estavam todos ali, organizados de forma precisa demais para serem ignorados.

O corte de cabelo, os óculos escuros, o silêncio como instrumento de poder, a maneira como uma frase curta pode redefinir o clima de uma sala inteira. Miranda não precisava levantar a voz porque o sistema já estava estruturado ao seu redor para amplificar cada gesto.

A reação de Wintour, por sua vez, foi tão estratégica quanto a personagem que inspirou o debate. Ao comparecer à première do filme vestindo Prada, ela deslocou a narrativa. Em vez de se defender, apropriou-se do momento. Aquilo que poderia ser lido como exposição transformou-se em reafirmação de controle.

O desconforto que o livro provocou

O impacto do romance dentro da indústria foi imediato, embora raramente declarado de forma direta. O problema não era a revelação de um segredo específico, mas a visibilidade de práticas que sempre existiram e eram tratadas como parte do jogo.

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Assistentes submetidas a jornadas exaustivas, demandas absurdas tratadas como testes de lealdade, uma cultura que confunde resiliência com resistência ao desgaste. Weisberger não inventou esse cenário, mas o organizou de forma acessível, o que acabou sendo mais perturbador do que qualquer denúncia frontal.

Houve críticas à autora, acusada por alguns de transformar sua experiência em oportunismo. Ao mesmo tempo, o silêncio institucional sobre os detalhes mais incômodos funcionou como uma confirmação indireta de que o retrato não estava tão distante da realidade quanto muitos gostariam.

O caminho até o cinema e a mudança de tom

A adaptação cinematográfica de 2006, dirigida por David Frankel, entendeu algo essencial que nem sempre está presente em adaptações: não bastava reproduzir a história, era necessário reinterpretá-la.

O filme suaviza Andrea, amplia o universo da revista e, sobretudo, redesenha Miranda. No livro, ela é mais próxima de uma força opressiva constante. No cinema, ela ganha camadas que tornam sua presença mais complexa e, por isso mesmo, mais inquietante.

Essa transformação passa diretamente por Meryl Streep. Sua interpretação evita o caminho mais óbvio da caricatura e constrói uma personagem baseada em contenção. O poder de Miranda está no que não é dito, no intervalo entre uma ordem e outra, na consciência de que todos ao redor já antecipam suas expectativas.

O famoso discurso sobre o cerúleo sintetiza essa abordagem. Ele desloca a discussão da superfície para a estrutura, explicando como decisões aparentemente banais são resultado de uma cadeia complexa de influência. Ao fazer isso, o filme legitima aquele universo ao mesmo tempo em que o expõe.

Ao lado de Streep, Anne Hathaway conduz a trajetória de Andrea com um equilíbrio entre ingenuidade e ambição, enquanto Emily Blunt oferece uma leitura afiada do custo emocional de se adaptar completamente ao sistema.

O Diabo Veste Prada: a história real por trás do livro, do filme e da continuaçãoO Diabo Veste Prada: a história real por trás do livro, do filme e da continuação - Divulgação

Resultados e impacto cultural

O filme ultrapassou a marca de 300 milhões de dólares em bilheteria mundial e consolidou-se como um dos títulos mais influentes de sua geração dentro do gênero. Mais do que isso, redefiniu a maneira como histórias ambientadas em ambientes corporativos femininos poderiam ser contadas.

Ele não se limita a criticar ou a celebrar. Ele opera em uma zona ambígua que permite leituras diferentes conforme o tempo passa. Para alguns, Miranda é uma vilã. Para outros, uma líder moldada por um sistema que cobra resultados com a mesma intensidade com que pune fragilidade.

Essa ambiguidade é o que mantém o filme em circulação constante no debate cultural, especialmente em um momento em que discussões sobre liderança, cultura de trabalho e equilíbrio pessoal ganham novas camadas.

A continuação literária e a possibilidade de retorno no cinema

Em 2013, Weisberger retornou a esse universo com Revenge Wears Prada. Andrea já não é a jovem insegura do início. Ela construiu sua própria trajetória profissional, mas descobre que o passado não se dissolve com facilidade, especialmente quando Miranda Priestly decide reaparecer.

A continuação desloca o conflito. Se antes a questão era sobreviver, agora se trata de estabelecer limites. Andrea já conhece as regras do jogo, mas isso não significa que esteja imune ao seu impacto.

A autora ainda expandiu esse mundo com When Life Gives You Lululemons, centrado na personagem Emily, o que reforça a ideia de que aquele universo funciona como um ecossistema mais amplo, onde diferentes trajetórias revelam diferentes formas de lidar com o mesmo tipo de pressão.

No cinema, a ideia de uma sequência do filme original nunca desapareceu completamente. Ela ressurge em ciclos, acompanhando o interesse da indústria em revisitar histórias consolidadas. O desafio, nesse caso, não é apenas reunir elenco e equipe, mas encontrar uma abordagem que dialogue com um mundo transformado.

A figura de Miranda Priestly, construída em um contexto de autoridade incontestável, precisaria ser reposicionada em uma realidade marcada por redes sociais, exposição constante e questionamentos mais diretos sobre estruturas de poder. O que antes era aceito como exigência pode hoje ser interpretado como abuso. Essa tensão oferece material dramático evidente, mas exige uma leitura mais sofisticada.

Entre ficção e realidade, o que realmente ficou

O que torna O Diabo Veste Prada um caso tão duradouro não é a precisão factual, mas a capacidade de traduzir uma experiência coletiva em narrativa. Ele não documenta a Vogue nem pretende fazê-lo. Ele reorganiza percepções sobre trabalho, ambição e pertencimento.

Ao fazer isso, transforma uma história pessoal em algo reconhecível em diferentes contextos. E talvez seja justamente essa capacidade de deslocamento que explica por que, duas décadas depois, ainda se discute não apenas quem inspirou Miranda Priestly, mas o que ela representa.

Anne Hathaway, Meryl Streep e Emily Blunt retornam para a sequência do clássico dos anos 2000

Quase 20 anos depois de sua estreia, a sequência  O Diabo Veste Prada 2  chega aos cinemas brasileiros no dia 30 de abril. A continuação acompanha o retorno de  à revista Runway, ainda sob o comando da implacável editora-chefe Miranda Priestly, mas passando por um momento delicado. A estratégia de “salvar” a Runaway as força a se reconectar com Emily Charlton, a ex-assistente de Miranda, que agora comanda uma marca de luxo que pode ser a chave para manter a Runway ativa. Será que ela já perdoou Andy e Miranda?

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