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CANAL 1 - FLÁVIO RICCO

Flávio Ricco: Rede TV! vive um momento muito melhor que o da Band

Flávio Ricco: Rede TV! vive um momento muito melhor que o da Band

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Rede TV! vive um momento muito melhor que o da Band

Mesmo com igrejas, das mais diferentes bandeiras, e cavalinhos sem pata, entre outras pedras de tropeço, o momento de produção da Rede TV! é incontestavelmente melhor que o da Band.

Pode ainda não ter reflexos na audiência, mas isso é só questão de tempo.

Se no jornalismo as duas praticam um trabalho muito igual, sem uma nada dever a outra, a simples compra do campeonato inglês já representou um avanço importante diante de quem praticamente abdicou do campo esportivo.

Assim como passaram a ser expressivos os resultados do seu entretenimento, com o “Encrenca”, mal ou bem, sapateando nas noites de domingo, além do que sempre significaram os programas da Luciana Gimenez, Sonia Abrão, Daniela Albuquerque, João Kleber e companhia bela.

O que chama mais atenção é que a Band, ao dar passos errados e ter absoluta convicção dos seus enganos, continua demorando demais para promover os reparos que são necessários.

Em televisão, a experiência mostra, no erro ou acerto, a rapidez é sempre essencial.

TV Tudo

Digital - 1

Na terça-feira passada, o sistema analógico foi desligado em Macapá, Porto Velho, Palmas e Cuiabá.

Mas não foi em Campo Grande, Rio Branco e Boavista, que não chegaram a 90% de domicílios habilitados para receber o digital. Para elas, o prazo definitivo agora será 31 de outubro.

Digital – 2

Hoje, um pouco mais da metade da população brasileira, cerca de 110 milhões de pessoas, já têm acesso a TV digital. Para tanto, a Seja Digital distribuiu até agora algo em torno de 13 milhões de conversores.

Se tudo no Brasil funcionasse assim.

Combinado assim

Para as emissoras da rede, a Record está propondo duas datas para os debates com governadores. Uma, na sexta, 28 de setembro, às 18 horas, e outra, sábado, 13h25.

O presidencial será no dia 30.

A propósito

É importante que todos, desde já, fiquem avisados: dia 31 começa a propaganda política obrigatória.

Dois horários, como sempre, 13h00 e 20h30, de 25 minutos cada um e outros 25 de ações distribuídas em diferentes faixas da programação.

Reality musical

A modelo Carol Trentini é uma das atrações do próximo “Popstar” na Globo, com estreia em setembro.

“Adoro cantar, mas vai ser a primeira vez que vou encarar o palco para isso, me mostrando de uma forma diferente da qual eu sempre me mostrei”, declara a modelo.

Moderação

A direção da Record decidiu maneirar o consumo do café em seus interiores.

Não por economia, certamente. Talvez para não deixar, como um dos efeitos, o seu pessoal tão estimulado. A cafeína, segundo os especialistas, tem essa capacidade. Agora, por determinação, as garrafas térmicas só podem ser abastecidas pela manhã e uma vez ao dia.

Só fera

Com grande expectativa, chegará aos cinemas em 6 de setembro “O Grande Circo Místico”, mais novo filme de Cacá Diegues. George Moura de “Onde Nascem os Fortes”, é um dos roteiristas.

Bruna Linzmeyer, Jesuíta Barbosa, Catherine Mouchet, Vincent Cassel, Mariana Ximenes, Fagundes e Juliano Cazarré são algumas de suas atrações. Trilha de Chico Buarque e Edu Lobo. 

Capivara

João Emanuel Carneiro, desta vez, caprichou.

De todos os personagens que ele inventou para “Segundo Sol”, não tem um que preste. Aos poucos, com o decorrer dos capítulos, verifica-se que nenhum tem ficha limpa. De acordo com o último levantamento, o único que se salva é o filho dos personagens da Giovanna Antonelli e do Emílio Dantas. Até agora.

Espaço

Se chegar a tempo de um compromisso no exterior, Lola Melnick, a partir desta segunda-feira, será a nova integrante do quadro “Dez ou Mil” no Ratinho.

Caso não consiga, a ideia é improvisar alguém do “Jogo dos Pontinhos”.

Fim de papo

Fernanda Lima colocou ponto final nas gravações de mais uma temporada do programa “Amor & Sexo”. Exibição na Globo a partir do dia 9 de outubro, uma terça-feira.

Além de José Loreto, Mariana Santos, Eduardo Sterblitch, Dudu Bertholini e Regina Navarro Lins, a filósofa Djamilla Ribeiro também estará na bancada.

Bate – Rebate

·       Nesta terça, 21h30, Gilberto Gil recebe Caetano Veloso  no “Amigos, Sons e Palavras”, do Canal Brasil...

·       ... Em conversa informal, os dois falam sobre envelhecimento e o legado transmitido através dos filhos.

·       O pessoal do Ratinho até tentou, mas não conseguiu segurar Valéria Valenssa no elenco do programa e aceitou sua saída para o “Dancing” da Xuxa...

·       ... Não tinha como concorrer. A Record veio com um caminhão de dinheiro

·       Liberado das gravações de “Amor & Sexo”, Eduardo Sterblitch intensifica a jornada no teatro...

·       ... No dia 31, ele leva o espetáculo “O Rei do Mundo - Uma Comédia Sobrenatural” para o Theatro Net Rio, onde atua ao lado da mulher, Louise D’Tuani. 

·       Ronnie Von, na noite desta segunda, recebe os atores Clara Carvalho e Blota Filho no ”Todo Seu” da Gazeta...

·       ... Os dois, em cartaz com a peça “Meu Filho vai Casar”, falam sobre o fim dos relacionamentos complicados.

·       Acertando: “Jesus”, novela da Record, vai entrar no seu segundo mês. 

·       Além do Carioca e Maurício Meirelles, Matheus Mazzafera também vai reforçar o “Vídeo Show”.

C´est fini

Em janeiro, mês de férias na Record, Rodrigo Faro vai aproveitar o período para se dedicar às primeiras filmagens do longa sobre a vida de Silvio Santos. Já tem produtor executivo, Roberto D’Avila; distribuidora, Paris Filmes, e roteirista, Carolina Kotscho, mas...falta um diretor para o projeto. A ideia é começar por São Paulo. Lembrando que um outro grupo, liderado pela Film Land, também fará um filme sobre o animador.    

Então é isso. Mas amanhã tem mais. Tchau!

Comportamento Correio B+

ChatGPT: você sabe como utilizar da forma correta no dia a dia para estudar, trabalhar e criar?

Diretor compartilha orientações práticas para aproveitar o potencial da inteligência artificial com mais produtividade e senso crítico

28/03/2026 15h30

ChatGPT: você sabe como utilizar da forma correta no dia a dia para estudar, trabalhar e criar?

ChatGPT: você sabe como utilizar da forma correta no dia a dia para estudar, trabalhar e criar? Foto: Divulgação

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A inteligência artificial deixou de ser um recurso restrito a laboratórios ou filmes de ficção científica para se tornar parte da rotina de milhões de pessoas. Entre as ferramentas mais populares está o ChatGPT, assistente virtual capaz de responder perguntas, produzir textos e ajudar na organização de tarefas.

No Brasil, o interesse pela tecnologia cresce rapidamente. Um relatório da OpenAI divulgado recentemente aponta que o país é o terceiro que mais utiliza a plataforma no mundo, com cerca de 140 milhões de mensagens enviadas por dia.

De acordo com o levantamento, o uso da ferramenta está concentrado principalmente em atividades de comunicação, que representam 20% das interações. Em seguida aparecem aplicações relacionadas a aprendizado e capacitação com 15%, além de tarefas como programação, análise de dados e cálculos matemáticos, responsáveis por 6% do uso.

Outro estudo, da Semrush, também aponta o Brasil entre os líderes globais no acesso à ferramenta, evidenciando o avanço da inteligência artificial na rotina de estudos, trabalho e criação de conteúdo.

Para Leonardo Andreoli, diretor nacional da Prepara IA, rede de ensino profissionalizante pertencente ao Grupo MoveEdu, o principal desafio agora é aprender a usar esse recurso de forma estratégica no dia a dia.

"A inteligência artificial pode aumentar muito a produtividade e apoiar o aprendizado, mas o usuário precisa saber como direcionar as perguntas e, principalmente, interpretar as respostas com senso crítico”, afirma.

Segundo o especialista, o ChatGPT funciona a partir de um modelo de linguagem capaz de interpretar comandos em texto e gerar respostas de forma conversacional, simulando um diálogo com o usuário. A ferramenta pode ser utilizada tanto em uma versão gratuita quanto em planos pagos, que oferecem respostas mais aprofundadas e maior estabilidade para quem utiliza a IA com frequência no trabalho ou nos estudos.

Apesar da praticidade, Andreoli alerta que a tecnologia deve ser vista como apoio, e não como substituição ao conhecimento humano. “A inteligência artificial ajuda a organizar ideias, acelerar processos e esclarecer dúvidas, mas é essencial verificar as informações e usar o conteúdo gerado como ponto de partida para desenvolver o próprio raciocínio”, explica.

Como usar o ChatGPT para estudar

Entre as aplicações mais úteis está o apoio ao aprendizado. De acordo com Andreoli, estudantes podem usar a ferramenta para organizar conteúdos, revisar matérias e aprofundar conceitos de forma mais dinâmica. Além disso, explorar outras ferramentas de inteligência artificial voltadas à educação também pode ampliar as possibilidades de aprendizado com tecnologia.

Crie resumos e mapas mentais. Para isso, peça para o ChatGPT resumir textos ou transformar conteúdos em mapas mentais. Você também pode simular perguntas de prova, solicitando questões objetivas, dissertativas ou quizzes sobre qualquer disciplina.

Para quem deseja desvendar conceitos difíceis, a dica é utilizar comandos como “explique isso como se eu tivesse 10 anos”. Já para organizar os estudos, peça um cronograma personalizado com base no tempo disponível e nas prioridades.

Como usar o ChatGPT no trabalho

No ambiente profissional, a inteligência artificial pode trazer ganhos importantes de produtividade, principalmente em tarefas operacionais e de organização de informações. Você pode utilizar, por exemplo, para escrever e-mails mais rápido, informando o objetivo e o tom desejado para que a ferramenta estruture o texto.

Além disso, é possível criar apresentações e relatórios, organizando dados em tópicos, montando estruturas de slides ou transformando informações complexas em linguagem mais acessível. A ferramenta também ajuda a gerar ideias para projetos, já que a IA pode ser usada como um “brainstorm infinito” para campanhas, nomes e soluções criativas. Outra vantagem está em automatizar pequenas tarefas, como criar respostas padrão, resumos de reuniões ou roteiros de atendimento.

O especialista cita ainda casos práticos do uso da ferramenta no dia a dia corporativo. “Já vimos situações em que um estagiário de marketing conseguiu montar uma pesquisa de concorrência e estruturar o esboço de uma campanha de divulgação em menos de uma hora usando a ferramenta”, relata.

Como usar o ChatGPT para criar conteúdo

Profissionais de comunicação, marketing e criadores digitais também podem se beneficiar do uso da inteligência artificial na produção de conteúdo. Entre as alternativas, você pode montar roteiros para vídeos e reels, descrevendo tema, público e duração para receber sugestões de falas e estrutura.

Também há como estruturar posts para blog, organizando a introdução, os tópicos principais e a conclusão com sugestões de SEO. O ChatGPT também pode ajudar a criar legendas atrativas, com ideias alinhadas ao tom da marca ou ao objetivo da publicação, além de pautas e títulos por meio de ideias a partir de tendências e datas comemorativas.

Cuidados e limites no uso da inteligência artificial

Apesar das vantagens, Leonardo Andreoli reforça que o uso da tecnologia exige atenção e senso crítico. Segundo ele, é fundamental verificar sempre as informações geradas pela ferramenta, já que o ChatGPT pode cometer erros, e confirmar dados em fontes confiáveis. O especialista também destaca a importância de analisar possíveis vieses nas respostas, uma vez que a inteligência artificial reflete conteúdos disponíveis na internet.

Ou seja, a ferramenta deve ser utilizada como apoio, e não como atalho, servindo como base para desenvolver ideias próprias. Avaliar a coerência das respostas também é essencial, pois nem tudo que parece correto necessariamente está preciso. Outro ponto de atenção é a proteção de dados: o usuário deve evitar compartilhar informações pessoais ou confidenciais na plataforma.

Além disso, a recomendação é evitar a dependência da tecnologia, mantendo a autonomia intelectual e recorrendo ao apoio humano em temas sensíveis, já que a inteligência artificial não possui julgamento ou empatia.

Ler os termos de uso da ferramenta e complementar o conteúdo com outras fontes de conhecimento, como livros, artigos e sites especializados, também faz parte de um uso responsável. Por fim, o diretor nacional da Prepara IA ressalta que fazer perguntas claras e específicas é um dos principais fatores para obter respostas mais precisas e úteis da ferramenta.

Para Andreoli, a inteligência artificial deve ser encarada como uma aliada para ampliar a produtividade e estimular novas formas de aprendizado. “Quanto mais claro e específico for o comando, melhor tende a ser a resposta da inteligência artificial. O segredo está em usar a tecnologia com consciência, criatividade e protagonismo, aproveitando seu potencial sem abrir mão do pensamento crítico”, conclui.

Cinema Correio B+

Emergência Radioativa na Netflix: o que a série mostra, o que aconteceu em Goiânia?

Boa reconstrução histórica que revisita um dos maiores desastres do Brasil

28/03/2026 14h00

Emergência Radioativa na Netflix: o que a série mostra, o que aconteceu em Goiânia

Emergência Radioativa na Netflix: o que a série mostra, o que aconteceu em Goiânia Foto: Divulgação

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A chegada de Emergência Radioativa ao catálogo da Netflix subiu rapidamente no Top 10 mundial, aparecendo em terceiro lugar como uma das séries mais vistas do final de março. Ela não se sustenta apenas pela curiosidade em torno de uma história real, mas pela sensação de que certos acontecimentos nunca se encerram de fato, apenas retornam sob novas formas quando voltam ao centro do debate público.

Emergência Radioativa parte de um dos acidentes radiológicos mais graves já registrados fora de uma usina nuclear e transforma um episódio muitas vezes reduzido a números em uma narrativa que recoloca pessoas, escolhas e consequências no centro.

O que aconteceu em Goiânia em 1987

Em setembro de 1987, dois catadores encontraram um aparelho de radioterapia abandonado em uma clínica desativada na cidade de Goiânia. Dentro do equipamento havia uma cápsula com césio-137, um material radioativo altamente perigoso que, naquele momento, parecia apenas um objeto curioso, quase fascinante, sobretudo pelo brilho azulado que emitia no escuro.

O equipamento foi desmontado e partes dele levadas para um ferro-velho, onde a cápsula acabou sendo aberta. O pó brilhante começou a circular entre familiares, amigos e vizinhos, compartilhado sem qualquer noção de risco, tocado com as mãos, levado para dentro de casa, espalhado como algo raro e intrigante. O que parecia inofensivo se transformou rapidamente em uma cadeia de contaminação que atingiu centenas de pessoas.

A dimensão do desastre só começou a se revelar quando surgiram sintomas graves e profissionais de saúde perceberam que estavam diante de algo que não se encaixava em nenhum diagnóstico comum. O Brasil, naquele momento, não estava preparado para lidar com um acidente dessa natureza fora de um ambiente controlado.

Como a situação foi contida

A resposta exigiu uma mobilização inédita de autoridades sanitárias, forças armadas e especialistas em energia nuclear. Áreas inteiras foram isoladas, casas demolidas, objetos pessoais passaram a ser tratados como resíduos radioativos.

Pessoas foram levadas para centros de triagem, muitas vezes sem compreender plenamente o que estava acontecendo, enquanto equipes tentavam mapear a extensão da contaminação.

O processo de descontaminação foi longo e complexo. Toneladas de material foram recolhidas e armazenadas em locais preparados para conter a radiação. O episódio acabou sendo classificado como um dos acidentes radiológicos mais graves do mundo, especialmente pelo impacto humano fora de uma usina nuclear.

As consequências que continuam reverberando

Quatro pessoas morreram diretamente em decorrência da contaminação, entre elas a menina Leide das Neves, que se tornou o rosto mais emblemático da tragédia. Centenas apresentaram diferentes níveis de exposição, com efeitos físicos e psicológicos que se estenderam por anos.

O impacto ultrapassou a questão da saúde. Moradores de Goiânia enfrentaram estigmatização, rejeição em outras cidades e um medo difuso que alterou relações sociais e a própria percepção sobre o lugar. A cidade passou a carregar uma marca que não se limita ao tempo imediato do acidente.

A série se apoia justamente nessa dimensão ao mostrar que as consequências não se encerram quando o material é contido. Elas permanecem na memória, na identidade e na forma como aquela história continua sendo contada.

Como e quando a série surgiu

Emergência Radioativa surge em um momento em que as plataformas de streaming ampliam o investimento em histórias reais com forte identidade local e potencial de circulação global.

A escolha pelo caso do césio-137 acompanha esse movimento, mas também responde a uma tendência mais ampla de revisitar tragédias por meio de uma linguagem audiovisual contemporânea, próxima do thriller e do drama psicológico.

Concebida como minissérie, a produção reconstrói os dias que antecedem a descoberta da contaminação, acompanha a propagação do material e observa a resposta das autoridades. A narrativa alterna pontos de vista, acompanhando tanto vítimas quanto profissionais envolvidos na tentativa de conter o desastre.

Elenco e construção dramática

O elenco reúne nomes conhecidos do audiovisual brasileiro, com interpretações contidas e emocionantes. A série aposta em personagens que reagem com confusão, negação e, gradualmente, desespero.

Essa escolha reforça a proposta da narrativa ao aproximar o espectador da experiência dos personagens, mantendo a sensação de que tudo aquilo poderia ter acontecido em qualquer contexto semelhante.

O que a crítica tem dito

A recepção crítica tem sido, em grande parte, positiva no que diz respeito à forma, destacando a capacidade da série de construir tensão sem recorrer a soluções fáceis, respeitando a natureza invisível do perigo.

A comparação com Chernobyl aparece com frequência, mas quase sempre acompanhada de uma ressalva importante, já que a história brasileira se sustenta por si mesma ao expor uma cadeia de negligências mais fragmentada e, por isso, mais difícil de atribuir a um único responsável.

Ao mesmo tempo, a série enfrenta críticas de representantes das vítimas, que questionaram a produção por não terem sido consultados de forma mais direta e criticaram decisões como a ausência de filmagens em Goiânia. Esse tipo de reação amplia a discussão e introduz uma dimensão ética que vai além da análise estética, mas honestamente, não interfere no resultado final.

Por que a série repercute agora

O alcance da série indica que existe um interesse imediato do público, impulsionado tanto pela curiosidade quanto pela redescoberta de um episódio que, apesar de amplamente documentado, nunca foi completamente assimilado.

Ao trazer o acidente de volta ao centro da conversa, Emergência Radioativa não oferece respostas definitivas nem tenta encerrar o tema. O que a série faz é reativar uma memória que continua produzindo efeitos, lembrando que certos acontecimentos seguem moldando o presente muito depois de deixarem o noticiário.

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