Correio B

CANAL 1 - FLÁVIO RICCO

Flávio Ricco: "Vídeo Show" vai mudar novamente após a Copa do Mundo

Flávio Ricco: "Vídeo Show" vai mudar novamente após a Copa do Mundo

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Quem se interessa pelos bastidores da televisão brasileira não pode deixar de ler a coluna diária Canal 1, do jornalista Flávio Ricco, na página 4 do Correio B e também no Portal do Correio do Estado. Sempre bem informado, ele antecipa as notícias mais bombásticas envolvendo famosos. Explica assim a sua filosofia televisiva: “Nos bastidores da TV tudo é muito imprevisível. O que não vale hoje, amanhã pode valer. E a recíproca também é verdadeira”.

“Vídeo Show” vai mudar novamente após a Copa do Mundo

O “Vídeo Show” é, seguramente, o produto da programação fixa da Globo que leva fácil o título de campeão das mudanças. Piscou, e lá vem a próxima.

Há pouco tempo, a repórter Rafaella Brites, desligada, foi trocada por duas ex-BBBs, Vivian Amorim e Fernanda Keulla.

Antes de ela sair, Marcos Veras já tinha passado por um verdadeiro intensivão, só que parou nele. Nunca mais voltou.

Também por aqui, bem recentemente, foi informado que o programa, está na busca de um repórter masculino, após perder Joaquim Lopes para a novela “Orgulho e Paixão”.

Pensa que acabou? Nada.

Imediatamente após o recesso regulamentar da Copa da Rússia, já existe a promessa de uma volta cheia de novidades, com muito segredo em cima do que virá por aí.

Numa dessas, até como reforço importante para enfrentar a concorrência no horário, passar a contar com a participação da ex-BBB, Ana Clara, do BBB-18, na equipe.

Por enquanto, apenas especulações. Mas vale muito a pena aguardar pelos próximos capítulos.

TV Tudo

Alfinetada

“Com a gente lá eles não tinham essa moleza” - a afirmação é de um humorista do extinto “Pânico”, comentando o “passeio” da Rede TV! na Band, em todas as noites de domingo.

De fato, a diferença era maior, mas também já existia.

Ainda não

Prevista para estrear em julho na Globo, a série “Cine Holliúdy”, gravada em Areias-SP, teve seu plano revisto.

Não será surpresa, no entanto, se o lançamento ficar para o começo de 2019, por causa do calendário político.  

Pronta pra outra

Monica Iozzi tirou duas séries da frente. Depois de “Assédio”, ela concluiu também as gravações da segunda temporada de “Carcereiros”.

Agora, sem outro trabalho previsto, passa a aguardar esses lançamentos.

Futebol e história  

A TV Cultura vai contar com uma repórter na Rússia durante 40 dias. Eloá Orazem embarca para cobrir a Copa do Mundo no dia 9 de junho.

Vai também com a incumbência de produzir reportagens especiais sobre comportamento e história, incluindo uma matéria sobre os cem anos da morte da família imperial Romanov.

Portugal 

Aguinaldo Silva viajou para Lisboa e só deve voltar ao Brasil no fim de junho.

É de lá que continuará tocando os capítulos de “O Sétimo Guardião”, próxima novela das nove.

Marcação cerrada

Esse período inicial, no qual as novelas são escaladas, deixa muito autor à beira de um ataque de nervos, tamanha a quantidade de pedidos para integrar o elenco.

Hoje, com WhatsApp, redes sociais, email, virou uma loucura.

Por isso muitos preferem “se esconder” em hotéis ou até mesmo viajar para outros países, para conseguirem trabalhar.  

Falando em elenco  

Carolina Dieckmann, um tanto sumida das novelas, poderá integrar o elenco de “O Sétimo Guardião”.

Está reservada para a atriz a personagem Afrodite, mulher do tipo que será vivido por Marcelo Serrado. 

Nova temporada 1

Começou o trabalho de seleção de candidatos para a  segunda temporada do reality "Arte na Fotografia", previsto para estrear em agosto no canal Arte1. 

Desta vez, o programa vai acionar participantes de todo o Brasil.

Nova temporada 2

A cada episódio de “Arte na Fotografia”, os competidores  têm um tema diferente para fotografar. Todos passam pelo crivo dos fotógrafos Eder Chiodetto e Claudio Feijó, além de um fotógrafo convidado em cada um dos oito episódios. Thalma de Freitas, que apresentou a primeira temporada, estará de volta ao programa, vindo especialmente de Los Angeles, onde mora.

Ex do Brau

Drica Moraes vai participar do episódio de “Mister Brau” da próxima terça-feira. Na história, Brau (Lázaro Ramos) vai operar as amídalas e, já no hospital, dá de cara com a enfermeira Matilde (Drica). Ao vê-la, o músico se desespera e faz uma revelação a Henrique (George Sauma): ela é sua ex-mulher.

No passado, ele se casou com ela em busca da cidadania alemã, mas logo conheceu Michele (Taís Araújo) e forjou uma desculpa para anular o casamento. Mas a cantora nunca soube disso.

Bate – Rebate

Depois de “O Outro Lado do Paraíso”, Emílio de Mello ataca em outras frentes...
...Com mais de 20 filmes no currículo, o ator está levando sua experiência cinematográfica para o outro lado das câmeras...
...E estreia na direção audiovisual em "3x4", idealizado pelas atrizes Isadora Cecatto e Natasha Sierra. O curta, rodado no Rio, é embrião de uma futura série...
...O roteiro conta a história de uma jovem mulher e provoca a reflexão: “Se pudesse tirar férias de você, quem você seria?”.
Começaram as reuniões de elenco da próxima novela da Record, “Jesus”.
“O Tempo Não Para”, próxima novela das sete, acompanha a história de uma família congelada, em 1886, que desperta nos dias de hoje e precisa lidar com os choques temporais...
... Para a composição dos personagens do século XIX, os atores tiveram aulas de comportamento, linguajar e etiqueta....
... A responsável por esse trabalho na Globo foi Ana Maria Magalhães. Depois de 68 novelas e 12 minisséries como produtora de arte, ela atua pela primeira vez como preparadora de elenco. 
Esfriou a ideia de a Band mostrar o “De Férias com o ex – Brasil” em parceria com a MTV.
Após “Tempo de Amar”, Jéssika Alves volta para a Record e integrará o elenco de “Jesus”. 

C´est fini

A partir do dia 9, o “Painel” de Renata Lo Prete na GloboNews apresenta seu novo cenário. Iluminação e  fotografia ficarão em destaque. Como novidade, a utilização de um butterfly (difusor de luz que fica no alto, eliminando as sombras de superfície e dando suavidade na cena) para iluminar o foco do programa: o aprofundamento nas análises.

Dentre outras novidades, uma mesa, para provocar a  aproximação entre os entrevistados e a apresentadora, tipo  “olho no olho”. O “Painel” vai ao ar aos sábados, às 23h.

Então é isso. Mas amanhã tem mais. Tchau!

Pet Correio B+

Páscoa: chocolate está entre os principais riscos à saúde de cães e gatos

Veterinário alerta sobre alimentos típicos da data que podem intoxicar os pets

04/04/2026 15h00

Páscoa: chocolate está entre os principais riscos à saúde de cães e gatos

Páscoa: chocolate está entre os principais riscos à saúde de cães e gatos Foto: Divulgação

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Com a chegada da Páscoa, cresce também a preocupação com a alimentação dos animais de estimação. Tradicional na celebração, o chocolate, presente no formato de ovos, bombons, barras e em sobremesas, está entre os alimentos que nunca devem ser oferecidos a cães e gatos, por representar sérios riscos à sua saúde.

Apesar de muitas pessoas associarem o perigo ao açúcar, o principal vilão é a teobromina, uma substância encontrada no cacau. Segundo Gustavo Quirino, médico-veterinário que atua na capacitação técnica da Adimax, fabricante de alimentos para cães e gatos, o organismo dos pets não é capaz de metabolizá-la de forma eficiente.

“A teobromina tem efeito estimulante, semelhante ao da cafeína, mas cães e gatos são muito mais sensíveis a ela. Por isso, mesmo pequenas quantidades podem causar alterações importantes no organismo”, explica.

Quirino destaca ainda que chocolates com maior teor de cacau, considerados mais saudáveis para os seres humanos, são justamente os mais perigosos para os animais. “Quanto mais cacau, maior a concentração de teobromina e, consequentemente, maior o risco de intoxicação”, completa.

Os sinais clínicos variam de acordo com a quantidade ingerida. Em casos leves, podem ocorrer vômito e diarreia. Já em situações mais graves, o animal pode apresentar alterações cardíacas, convulsões e até risco de morte.

Para quem deseja incluir o pet nas comemorações, a recomendação é optar por produtos desenvolvidos especialmente para eles.

O mercado pet oferece uma variedade de opções seguras, como biscoitos, bifinhos e alimentos úmidos, além de petiscos funcionais, que associam sabor a benefícios para a saúde. Há ainda itens temáticos, inspirados no formato de ovos de Páscoa, mas elaborados sem chocolate e adequados ao consumo animal.

Ainda assim, a moderação é essencial. “Mesmo os petiscos apropriados devem ser oferecidos conforme a recomendação do fabricante, respeitando a quantidade diária indicada”, orienta Quirino.

Além do chocolate, outros alimentos comuns em celebrações familiares nesta época também exigem atenção.

“Carnes gordurosas, bacalhau, castanhas, uvas frescas e passas, sementes de frutas, podem causar diferentes problemas de saúde nos pets. Ossos também representam risco, podendo provocar engasgos ou até perfurações no trato digestivo. Já ingredientes como cebola e alho, presentes em grande parte das receitas, podem provocar a destruição das células vermelhas do sangue, podendo causar quadros de anemia”, alerta o veterinário.

Caso o animal ingira algum alimento inadequado ou apresente sinais de mal-estar, a orientação é buscar atendimento veterinário imediatamente.

Cinema Correio B+

O Diabo Veste Prada: a história real por trás do livro, do filme e da continuação

Como uma assistente da Vogue transformou bastidores em fenômeno cultural e por que Miranda Priestly continua sendo uma das figuras mais complexas do cinema contemporâneo.

04/04/2026 13h30

O Diabo Veste Prada: a história real por trás do livro, do filme e da continuação

O Diabo Veste Prada: a história real por trás do livro, do filme e da continuação Foto: Divulgação

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Quando Lauren Weisberger publicou O Diabo Veste Prada em 2003, o que parecia ser apenas mais um romance ambientado no universo da moda rapidamente revelou outra ambição. O livro nascia de uma experiência muito específica, mas tocava em algo mais amplo: a dinâmica de poder em ambientes onde prestígio e exaustão caminham juntos.

Weisberger havia trabalhado como assistente de Anna Wintour na Vogue, um dos cargos mais desejados e, ao mesmo tempo, mais temidos dentro da indústria editorial. Ao transformar essa vivência em ficção, ela encontrou o tom que equilibra fascínio e desgaste.

A protagonista Andrea Sachs não entra apenas em uma revista de moda. Ela entra em uma estrutura que exige devoção absoluta e oferece, em troca, uma promessa de acesso.

O sucesso do livro não se explica apenas pelo glamour. Ele veio da sensação de reconhecimento. Mesmo para leitores fora da moda, havia ali um retrato familiar de ambientes hierárquicos, de chefes inalcançáveis e de jovens profissionais tentando provar valor em condições quase impossíveis. O sucesso foi tanto que a continuação chega aos cinemas ainda nesse mês de abril.

Miranda Priestly e a construção de um mito reconhecível

Desde o início, a associação entre Miranda Priestly e Anna Wintour foi inevitável. Weisberger sempre sustentou que a personagem era uma composição, o que é tecnicamente verdadeiro. Ainda assim, os códigos estavam todos ali, organizados de forma precisa demais para serem ignorados.

O corte de cabelo, os óculos escuros, o silêncio como instrumento de poder, a maneira como uma frase curta pode redefinir o clima de uma sala inteira. Miranda não precisava levantar a voz porque o sistema já estava estruturado ao seu redor para amplificar cada gesto.

A reação de Wintour, por sua vez, foi tão estratégica quanto a personagem que inspirou o debate. Ao comparecer à première do filme vestindo Prada, ela deslocou a narrativa. Em vez de se defender, apropriou-se do momento. Aquilo que poderia ser lido como exposição transformou-se em reafirmação de controle.

O desconforto que o livro provocou

O impacto do romance dentro da indústria foi imediato, embora raramente declarado de forma direta. O problema não era a revelação de um segredo específico, mas a visibilidade de práticas que sempre existiram e eram tratadas como parte do jogo.

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Assistentes submetidas a jornadas exaustivas, demandas absurdas tratadas como testes de lealdade, uma cultura que confunde resiliência com resistência ao desgaste. Weisberger não inventou esse cenário, mas o organizou de forma acessível, o que acabou sendo mais perturbador do que qualquer denúncia frontal.

Houve críticas à autora, acusada por alguns de transformar sua experiência em oportunismo. Ao mesmo tempo, o silêncio institucional sobre os detalhes mais incômodos funcionou como uma confirmação indireta de que o retrato não estava tão distante da realidade quanto muitos gostariam.

O caminho até o cinema e a mudança de tom

A adaptação cinematográfica de 2006, dirigida por David Frankel, entendeu algo essencial que nem sempre está presente em adaptações: não bastava reproduzir a história, era necessário reinterpretá-la.

O filme suaviza Andrea, amplia o universo da revista e, sobretudo, redesenha Miranda. No livro, ela é mais próxima de uma força opressiva constante. No cinema, ela ganha camadas que tornam sua presença mais complexa e, por isso mesmo, mais inquietante.

Essa transformação passa diretamente por Meryl Streep. Sua interpretação evita o caminho mais óbvio da caricatura e constrói uma personagem baseada em contenção. O poder de Miranda está no que não é dito, no intervalo entre uma ordem e outra, na consciência de que todos ao redor já antecipam suas expectativas.

O famoso discurso sobre o cerúleo sintetiza essa abordagem. Ele desloca a discussão da superfície para a estrutura, explicando como decisões aparentemente banais são resultado de uma cadeia complexa de influência. Ao fazer isso, o filme legitima aquele universo ao mesmo tempo em que o expõe.

Ao lado de Streep, Anne Hathaway conduz a trajetória de Andrea com um equilíbrio entre ingenuidade e ambição, enquanto Emily Blunt oferece uma leitura afiada do custo emocional de se adaptar completamente ao sistema.

O Diabo Veste Prada: a história real por trás do livro, do filme e da continuaçãoO Diabo Veste Prada: a história real por trás do livro, do filme e da continuação - Divulgação

Resultados e impacto cultural

O filme ultrapassou a marca de 300 milhões de dólares em bilheteria mundial e consolidou-se como um dos títulos mais influentes de sua geração dentro do gênero. Mais do que isso, redefiniu a maneira como histórias ambientadas em ambientes corporativos femininos poderiam ser contadas.

Ele não se limita a criticar ou a celebrar. Ele opera em uma zona ambígua que permite leituras diferentes conforme o tempo passa. Para alguns, Miranda é uma vilã. Para outros, uma líder moldada por um sistema que cobra resultados com a mesma intensidade com que pune fragilidade.

Essa ambiguidade é o que mantém o filme em circulação constante no debate cultural, especialmente em um momento em que discussões sobre liderança, cultura de trabalho e equilíbrio pessoal ganham novas camadas.

A continuação literária e a possibilidade de retorno no cinema

Em 2013, Weisberger retornou a esse universo com Revenge Wears Prada. Andrea já não é a jovem insegura do início. Ela construiu sua própria trajetória profissional, mas descobre que o passado não se dissolve com facilidade, especialmente quando Miranda Priestly decide reaparecer.

A continuação desloca o conflito. Se antes a questão era sobreviver, agora se trata de estabelecer limites. Andrea já conhece as regras do jogo, mas isso não significa que esteja imune ao seu impacto.

A autora ainda expandiu esse mundo com When Life Gives You Lululemons, centrado na personagem Emily, o que reforça a ideia de que aquele universo funciona como um ecossistema mais amplo, onde diferentes trajetórias revelam diferentes formas de lidar com o mesmo tipo de pressão.

No cinema, a ideia de uma sequência do filme original nunca desapareceu completamente. Ela ressurge em ciclos, acompanhando o interesse da indústria em revisitar histórias consolidadas. O desafio, nesse caso, não é apenas reunir elenco e equipe, mas encontrar uma abordagem que dialogue com um mundo transformado.

A figura de Miranda Priestly, construída em um contexto de autoridade incontestável, precisaria ser reposicionada em uma realidade marcada por redes sociais, exposição constante e questionamentos mais diretos sobre estruturas de poder. O que antes era aceito como exigência pode hoje ser interpretado como abuso. Essa tensão oferece material dramático evidente, mas exige uma leitura mais sofisticada.

Entre ficção e realidade, o que realmente ficou

O que torna O Diabo Veste Prada um caso tão duradouro não é a precisão factual, mas a capacidade de traduzir uma experiência coletiva em narrativa. Ele não documenta a Vogue nem pretende fazê-lo. Ele reorganiza percepções sobre trabalho, ambição e pertencimento.

Ao fazer isso, transforma uma história pessoal em algo reconhecível em diferentes contextos. E talvez seja justamente essa capacidade de deslocamento que explica por que, duas décadas depois, ainda se discute não apenas quem inspirou Miranda Priestly, mas o que ela representa.

Anne Hathaway, Meryl Streep e Emily Blunt retornam para a sequência do clássico dos anos 2000

Quase 20 anos depois de sua estreia, a sequência  O Diabo Veste Prada 2  chega aos cinemas brasileiros no dia 30 de abril. A continuação acompanha o retorno de  à revista Runway, ainda sob o comando da implacável editora-chefe Miranda Priestly, mas passando por um momento delicado. A estratégia de “salvar” a Runaway as força a se reconectar com Emily Charlton, a ex-assistente de Miranda, que agora comanda uma marca de luxo que pode ser a chave para manter a Runway ativa. Será que ela já perdoou Andy e Miranda?

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