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LITORAL PAULISTA

Guarujá (ainda) esconde praias para quem busca tranquilidade no litoral

Guarujá (ainda) esconde praias para quem busca tranquilidade no litoral

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Passar sufoco na praia é um esporte difundido entre os paulistas. Praticado durante a temporada de final de ano, consiste em enfrentar horas exaustivas de estrada para depois, enfim, disputar um centímetro de areia com milhares de ambulantes, praticantes de frescobol, famílias barulhentas, latinhas de cerveja e toda sorte de extroversão, desconforto e calor humano que apenas o verão pode proporcionar. Mas não precisa ser sempre assim...

Pertinho da gente, aqui no litoral sul, na ponta do Guarujá, coladinho em Bertioga, existe uma praia onde você realmente pode ir para descansar. Chamá-la de secreta é otimismo demais, mas ela, de fato, se mantém relativamente livre da "muvuca", limpa e perfeita para quem pretende "recarregar as energias".

Assim é a Praia Branca e suas extensões - as praias Preta e do Camburizinho. Você pode chegar ali via Guarujá. Na cidade, siga em direção às praias de Pernambuco e Perequê - no sentido de quem está indo para Bertioga. Esse caminho vai terminar na região da balsa (que liga Guarujá à Bertioga). Daí, basta deixar o carro em um dos estacionamentos - que neste período custam R$ 30 (e ficam abertos até as 19 horas). Depois, existem duas opções: pegar uma trilha ou um barco. Ou seja, não se chega diretamente de carro.

Por uma questão de trânsito, a reportagem achou mais fácil fazer o caminho via Bertioga. Chegando na cidade, pegamos a balsa. Nos dias de semana, ela custa R$ 6,15; já no fim de semana, R$ 9,20. A travessia demora pouco mais de cinco minutos. Do outro lado, deixamos o carro em um estacionamento.

A trilha que leva à Praia Branca é tranquila. Em ritmo normal, o trajeto leva em média 30 minutos. Existem trechos mais inclinados pelo caminho, mas nada muito difícil de percorrer. A dica é não fazer esse percurso de chinelo (as pedrinhas podem machucar). Em algumas partes, você vai encontrar até uma espécie de corrimão feito de bambu (o que ajuda quem tem um pouco mais de dificuldade). Ao longo do percurso estão algumas pousadas e até alguns restaurantes.

Claro, mesmo sendo tranquila, a trilha não é para todo mundo. Você pode optar por chegar de barco. A viagem dura, em média, dez minutos (a partir do estacionamento). Nesta época, o barco sai por R$ 25 por pessoa. São embarcações simples e que, apesar dos coletes salva-vidas, dão um pouco de medo.

A Praia

A Praia Branca lembra praias do litoral norte. A faixa de areia é mais curta. Existem poucas barracas de comida, cerveja e pastel. Você não vai ouvir música alta ou aquelas caixas de som (que estão em alta há pelos menos uns três anos nas praias mais movimentadas). O som, quando vem, não é estridente. Às vezes, você vai ouvir um reggae; outras, um forró.

Ariovaldo Pires de Camargo, de 57 anos, saiu com a família da zona leste de São Paulo para descansar na Praia Branca. "É uma praia muito diferente. Não tem aperto, não é barulhenta, o mar parece limpo. Este é um lugar para descansar de verdade", disse. "Além de a praia ser um pouco isolada, as paisagens são lindas", completou a filha, Bruna Aldrey de Paula Camargo.

A Praia Branca não é lotada de gringos, mas é certo que você vai encontrar pelo menos um dando um mergulho por lá. Na semana em que a reportagem esteve na praia, o chileno Jaime Olive, de 29 anos, deixou peças de roupa e mochila na areia enquanto foi dar o seu mergulho - que demorou mais de 20 minutos. Quando Olive voltou para a areia, pasmem, tudo estava no mesmo lugar. "A praia é linda. E achei bastante segura."

A presença de policiais não é ostensiva, mas existe uma base da PM por lá. Quem for no esquema "bate e volta" pode almoçar na Praia Branca. Pratos feitos com peixe não custam mais de R$ 30. Os pastéis são gigantes - podem ser divididos por duas pessoas - e saem a partir de R$ 10. Como de praxe, é mais caro beber. Cervejas long neck custam de R$ 8 a R$ 10.

Já quem quiser passar alguns dias, pode optar por ficar em uma pousada (R$ 150 a diária, em alta temporada). Os locais prezam pela simplicidade. Ainda é possível acampar na praia (o camping sai de R$ 30 a R$40 a diária). "Sempre quis acampar. A estrutura daqui é muito boa. Passei noites muito tranquilas", contou Gustavo Claudino, de 21 anos. Existem também opções de locação via Airbnb.

Praia Preta

Quem achar a Praia Branca "popular demais" pode caminhar mais 15 minutos pela trilha e chegar à Praia Preta (uma continuação da mesma praia, mas com menos estrutura). Se a Praia Preta também for considerada "pop", caminhe por uns 45 minutos (a partir da Praia Branca) e você vai chegar em um pedaço de areia ainda menor: a praia do Camburizinho.

As trilhas para as praias Preta e Camburizinho são menos amigáveis do que aquela feita para se chegar à Praia Branca. Ter a Praia Branca como base parece ser a opção mais inteligente na região - principalmente se você está com crianças ou se preza por uma infraestrutura melhor.

Ainda assim, um passeio pela Praia Preta é compensador - principalmente para quem gosta de mar calmo. "Quando venho para cá (Praia Branca), sempre dou uma passada para o outro lado (Praia Preta). Gosto da caminhada e da paz. São praias irmãs. Mesma 'vibe'", disse Rogério Probatto, 36, que saiu de Osasco para se "reenergizar" nesse fim de ano. Quem quiser pernoitar na Praia Preta encontra opções de camping pelos mesmos valores da Praia Branca.

Importante: a Praia Branca pode ser quase secreta, mas não existe praia vazia na noite de réveillon. Segundo moradores, comerciantes e frequentadores, ela também estará cheia (muito cheia) na noite da virada. Portanto, se você busca tranquilidade, tente conhecê-la a partir do dia 2 de janeiro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Literatura

Três-lagoense Gilberto Arsiolli Júnior lança romance histórico sobre Mato Grosso do Sul

Autor sul-mato-grossense apresenta obras que atravessam história, mito e linguagem, em narrativas que questionam versões oficiais e colocam o território como protagonista

04/05/2026 08h30

Divulgação

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Natural de Três Lagoas, o escritor Gilberto Arsiolli Júnior acaba de lançar seus mais recentes livros: “Volte quando o Eco Acabar” e “Capitolina – Memórias Pervertidas”.

As obras, resultado de uma década de pesquisa e escrita, revelam um autor interessado em tensionar memória, história e identidade por meio de narrativas densas, experimentais e profundamente enraizadas no território.

O lançamento oficial acontece neste sábado, às 17h, na Sebinho Livraria, Cafeteria e Bistrô, em Brasília (DF), reunindo leitores, amigos e admiradores em uma noite dedicada à literatura.

Formado em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), Arsiolli optou por não seguir a carreira jurídica e voltou-se para as letras. Atuou como professor de idiomas e viveu em Manaus por cinco anos e em Macapá por um ano e meio – experiências que contribuíram para a ampliação de seu repertório cultural e literário.

Atualmente, reside em Brasília, onde cursa Letras na Universidade de Brasília (UnB).

Filho de educadores e proprietários de uma tradicional escola de idiomas em Três Lagoas, o contato com a linguagem começou cedo. Alfabetizado em português e inglês ainda na infância, cresceu cercado por livros, o que ajudou a moldar uma relação precoce com a literatura.

Essa formação se reflete em sua escrita, que combina erudição, experimentação e múltiplas referências.

ROMANCE FUNDACIONAL

Capa do romance histórico “Volte quando o Eco Acabar” - Foto: Divulgação

Considerado seu projeto mais ambicioso até agora, “Volte quando o Eco Acabar” nasce da inquietação do autor diante da ausência de uma grande narrativa literária que representasse Mato Grosso do Sul. Inspirado por obras fundacionais de outras regiões da América do Sul, Arsiolli decidiu construir sua própria epopeia.

O romance é estruturado em cinco partes e escrito em forma helicoidal, misturando diferentes gêneros e linguagens – da narrativa tradicional ao teatro, passando por documentos fictícios e fragmentos poéticos.

A proposta é acompanhar a formação histórica e simbólica do território sul-mato-grossense, desde o avanço dos bandeirantes no século 17 até eventos do século 20, como a Revolução de Maracaju.

A história se inicia com o massacre de uma aldeia indígena, cena que inaugura um território marcado pela violência e a disputa.

A partir daí, personagens atravessam diferentes épocas e contextos: Gaspar, movido por ambição e desorientação; soldados da Guerra do Paraguai consumidos pela fome e a doença; o imigrante japonês Nakano Jigorokoshi Osu, que leva disciplina e tradição à Serra de Maracaju; e figuras como Emaíra e Guavira Bravo, que representam tensões entre permanência e ruptura.

Pantanal, fronteira platina e Serra de Maracaju deixam de ser cenários para se tornarem agentes ativos, influenciando decisões, comportamentos e destinos.

A proposta do autor é tratar o espaço como método narrativo, rompendo com o regionalismo descritivo e apostando em uma abordagem mais simbólica e estrutural.

ENTRE MITOS E HISTÓRIAS

Para construir essa narrativa complexa, Arsiolli recorreu a uma ampla pesquisa, que inclui lendas indígenas, mitologia grega, história regional e cultura popular. Inspirado pelo conceito de antropofagia cultural, ele mistura diferentes tradições para criar uma obra híbrida e original.

Lendas dos povos guarani-kaiowá, histórias de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e narrativas do norte amazônico são entrelaçadas com referências clássicas da Grécia antiga. O resultado é uma espécie de “caldeirão narrativo”, no qual cosmologias distintas dialogam e se transformam.

A música também desempenha papel importante. Em um dos capítulos, por exemplo, um churrasco sul-mato-grossense é embalado por ritmos como chamamé, guarânia, polca paraguaia e sertanejo, reforçando a presença da cultura popular na construção da identidade regional.

Além disso, o autor cria elementos ficcionais que dialogam com a realidade, como a origem mítica do sobá – prato tradicional da região e patrimônio cultural e imaterial de Campo Grande –, atribuída a um personagem imigrante japonês.

MEMÓRIA E HERANÇA

A obra também carrega marcas autobiográficas. Bisneto de indígena, Arsiolli reconhece a influência da bisavó, pertencente ao povo terena, na construção de seu imaginário. Foi com ela que teve contato com muitas das lendas que hoje permeiam sua escrita.

Lápide de um dos primeiros imigrantes libaneses de Três Lagoas, que serviu para a criação do personagem Nemer Wahir - Foto: Divulgação

Três Lagoas, sua cidade natal, aparece de forma recorrente no romance, inclusive com referências a locais reais, como o Bar do Zé Miguel Piapara, onde um dos personagens toca violão. O autor chegou a pesquisar túmulos no cemitério da cidade para desenvolver personagens inspirados em famílias históricas da região.

O processo de escrita foi intenso e, em sua etapa final, exigiu isolamento. Entre dezembro de 2025 e fevereiro deste ano, Arsiolli se retirou para o sítio da família em Três Lagoas para concluir o livro, mergulhando completamente na narrativa.

Gilberto já começa a trabalhar na continuação, intitulada “Estação Abandono”. A sequência de “Volte quando o Eco Acabar” deve se passar em Três Lagoas e começar em 1933, ampliando ainda mais o universo narrativo criado pelo autor.

REESCRITA DE UM CLÁSSICO

Se “Volte quando o Eco Acabar” olha para a formação de um território, “Capitolina – Memórias Pervertidas” volta-se para a revisão de um dos maiores clássicos da literatura brasileira. A obra parte de uma provocação: e se Capitu, de Machado de Assis, pudesse contar sua própria versão da história?

Ambientado parcialmente no Cairo de 1975, o romance acompanha o arqueólogo Ezequiel Bento Santiago, que descobre os cadernos de sua mãe.

“Capitolina” é inspirada na obra “Dom Casmurro”, de Machado de Assis - Foto: Divulgação

 

A partir desses escritos, emerge a voz de Capitolina, decidida a recontar sua trajetória desde a juventude na Rua das Ciganas até os conflitos que envolvem Bentinho e Escobar.

A narrativa revisita temas como amor, ciúme, ambição e memória, mas sob uma nova perspectiva, a de quem foi historicamente silenciada. Ao dar voz à personagem, Arsiolli questiona a ideia de verdade única e propõe uma leitura mais complexa e contraditória dos acontecimentos.

O romance acompanha o desenvolvimento de um triângulo amoroso marcado por tensões crescentes, em meio a uma São Paulo em transformação. Casamento, suspeita, escândalo e exílio afetivo são alguns dos elementos que compõem a trama, que se estende por décadas.

No fim, quando a narrativa retorna aos cadernos desenterrados, o passado já não pode mais ser interpretado de forma linear. A história se reabre como um campo de disputa, onde memória e narrativa se entrelaçam.

>> Serviço

Os lançamentos e o livro de poemas “Poemas para Assistir ao Fim do Mundo”, também escrito por Gilberto Arsiolli, podem ser adquiridos on-line, pelo site da Amazon (www.amazon.com).

Mais informações podem ser encontradas no Instagram do autor: @gilbertoarsiolli.autor

 

Diálogo

Com dianteira considerável dos demais candidatos, o governador Eduardo... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta segunda-feira (04)

04/05/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Pablo Neruda - escritor chileno

"Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências”.

Felpuda

Com dianteira considerável dos demais candidatos, o governador Eduardo Riedel poderá conquistar a vitória ainda no primeiro turno das eleições. E tudo indica que com ele vem um grande staff escolhido também pelas urnas, o que representa uma base sólida. Os responsáveis pela sua campanha, estão estudando cada passo para que nada atrapalhe essa situação. Estão agindo como mestre de obras, medindo aqui, ali, acolá, “concretando” alianças, como se estivessem acionando as betoneiras para não deixar faltar material na construção da escada que poderá levá-lo ao pódio. A conferir.

Diálogo

Em falta

O Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE-MS) realizou fiscalização nos setores de armazenamento e planejamento de compras de fraldas e alimentação especial da Prefeitura de Campo Grande, voltadas a crianças neurodivergentes.

Mais

Mães relataram a falta de insumos essenciais. Os relatos apontam falta de assistência às crianças com autismo, síndrome de Down e paralisia cerebral. Também há casos de pacientes acamados ou dependentes de alimentação por sonda. Em breve, o resultado será apresentado.

DiálogoDileni Siufi - Foto: Arquivo pessoal

 

DiálogoLuiza Santos - Foto: Arquivo pessoal

Vai ou racha?

A Câmara Municipal de Campo Grande está entre a cruz e a espada. Explica-se: vereadores começaram a apreciar projeto da prefeita Adriane Lopes, que quer terceirizar unidades de saúde e encaminhou proposta para que, de  maneira experimental, a medida seja adotada em duas delas. A votação que era para ser no dia 30, ficou para amanhã (5). A pressão popular tem sido grande, e se houver votação favorável, a população vai “cobrar a fatura” das excelências. Sendo assim... 

Bateu, levou

“Meu colega fazendeiro Zeca do PT, o Governo não dá um centavo. Quem dá são os bancos, com taxa de 15% ao ano. É dinheiro da instituição financeira que atende os produtores rurais, mas com a crise climática que se perde todo o ano, com guerras, com comodities, se o governo quer terminar de quebrar o Brasil é só não financiar o produtor, porque é o único setor que sustenta o país”. Deputado José Teixeira, rebatendo críticas do colega José Orcírio sobre os recursos para renegociação de dívidas do agronegócio.

Fechada

A Central de Atendimento ao Eleitor de Campo Grande, no Parque dos Poderes, foi desativada temporariamente desde o dia 1º. O serviço ficará suspenso até o fechamento do cadastro eleitoral, previsto para 6 de maio. A medida visa concentrar o atendimento nos últimos dias do prazo. O atendimento está  sendo feito somente no Memorial da Cultura, localizado na Avenida Fernando Corrêa da Costa, 559.

Aniversariantes

Jamile Tannous;
Nauyr Cavalheiro Flores;
Maria Antonieta Amorim dos Santos;
Oscar Augusto Teixeira Neto;
Deborah Morbin;
Irineu Kraicvski;
Dacildes Fidelis de Souza;
João Carlos Guasso;
Telma Barbosa de Souza;
Gilson Rodolfo Martins;
José Aparicio Moreira dos Santos;
Maria Fátima Ferreira Livoratti;
João Gabriel dos Santos Vilalba;
Jorge Jacob;
Diná Haluco Tamasiro;
Gilson Gibaile;
Eliuda dos Santos Morais;
Luiz Flatin;
José Antônio Carriço de Oliveira Lima;
Wilmar Nery da Silva;
Selma Nunes Pereira Nascimento;
Dra. Maisa Castecki Meira Barros;
Antônio Arbex;
Luis Carlos Campos de Moraes;
Cristina Chramosta;
José Americo Oliveira Garcia;
Evair Costa Garcia;
Humberto Tadeu Lugli;
Nelson Gonçalves de Lima;
Selma Cristina de Oliveira Silva Baptista;
Nadia Maria Amado Costa Real;
Geraldo Tadeu de Melo;
Yvone de Souza Espírito Santo;
Ademar Vieira Júnior (Coringa);
Cecília Massako Yonamine;
Alfredo Kenji Yamamoto;
José Moreira dos Santos;
Maria Flordelici Ferreira;
Ana Carla Gomes Rosa;
José Rosendo de Almeida Junior;
Maurina Jacinto de Oliveira;
Maura de Oliveira Siqueira;
Raquel Miranda Paniago;
Vinicius Echeverria Brites;
Camila Amaral Garcia Vieira;
Aristides Villalba Sanchez;
Edna Maria Venturini;
Marcelo Ferrreira Girão;
Maria Raquel Leite Brun;
José Marques de Azevedo;
Cláudio Luiz Correa Echeverria;
Rivail Conte;
Marcilio Rodrigues Antunes;
Silvano do Espírito Santo;
Gilson Ferrucio Pinesso;
Elba Terezinha Cherbakian;
Conceição Maria de Paulo;
Lúcio Nascimento Cabrita de Santana;
Rafael Cândia;
Janike Lara Oliveira;
Rubia Ferreira Garcia;
David Amancio de Medeiros;
José Vicente Pires;
Renato Castro Rebello;
Vinicius Serrou D’Oliveira Mariano;
Dr. Eduardo Vargas Aleixo;
José dos Santos Pires;
Eraldo de Almeida;
Sônia Fátima dos Reis Calzolaio;
Cleone Machado de Lima;
Francisca de Arruda Corrêa;
Luciane Ramos da Silva;
Emerson Cleiton Dias;
Fátima dos Santos Silva;
Gabriel Chelotti Gonçalves;
Margareth Bezerra Cavalcanti Mendes;
José Scaransi Netto;
Ivelto Carrilho Alves;
Rodrigo Vasconcellos Braga;
Felippe Nimer Leite;
Rogê Teisser Delgado;
Antonio Braz Melo;
Mauricio de Barros Vaz;
Fernando Fonteles do Nascimento;
Ana Luiza Leão Congro de Matos;
Luiz Henrique de Almeida Magalhães;
Andrea Francisco de Mello Chiesa;
Dra. Cíntia Grundler;
Alessandra Barbosa de Oliveira Assis;
Mirna Aquemi Yasumoto Yamamoto;
Vailson Vargas de Freitas;
Carmelita Rodrigues da Silva;
Aurora Maria Alves Pinto;
Sonia Regina Teruya;
Paulo César Bogue e Marcato;
Alcineia Aparecida Sangalli;
Mônica Gazal Muniz;
Maria Camargo de Oliveira Gomes;
Marlete Freitas Sippel;
Rosa Madalena Franco de Castro;
Everton Floriano Pancini;
Adriana Rodrigues Bruzadin;
Humberto Braz Mustafá;
Livia Cristine Darin;

Colaborou Tatyane Gameiro

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