Correio B

Literatura

Três-lagoense Gilberto Arsiolli Júnior lança romance histórico sobre Mato Grosso do Sul

Autor sul-mato-grossense apresenta obras que atravessam história, mito e linguagem, em narrativas que questionam versões oficiais e colocam o território como protagonista

Continue lendo...

Natural de Três Lagoas, o escritor Gilberto Arsiolli Júnior acaba de lançar seus mais recentes livros: “Volte quando o Eco Acabar” e “Capitolina – Memórias Pervertidas”.

As obras, resultado de uma década de pesquisa e escrita, revelam um autor interessado em tensionar memória, história e identidade por meio de narrativas densas, experimentais e profundamente enraizadas no território.

O lançamento oficial acontece neste sábado, às 17h, na Sebinho Livraria, Cafeteria e Bistrô, em Brasília (DF), reunindo leitores, amigos e admiradores em uma noite dedicada à literatura.

Formado em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), Arsiolli optou por não seguir a carreira jurídica e voltou-se para as letras. Atuou como professor de idiomas e viveu em Manaus por cinco anos e em Macapá por um ano e meio – experiências que contribuíram para a ampliação de seu repertório cultural e literário.

Atualmente, reside em Brasília, onde cursa Letras na Universidade de Brasília (UnB).

Filho de educadores e proprietários de uma tradicional escola de idiomas em Três Lagoas, o contato com a linguagem começou cedo. Alfabetizado em português e inglês ainda na infância, cresceu cercado por livros, o que ajudou a moldar uma relação precoce com a literatura.

Essa formação se reflete em sua escrita, que combina erudição, experimentação e múltiplas referências.

ROMANCE FUNDACIONAL

Capa do romance histórico Capa do romance histórico “Volte quando o Eco Acabar” - Foto: Divulgação

Considerado seu projeto mais ambicioso até agora, “Volte quando o Eco Acabar” nasce da inquietação do autor diante da ausência de uma grande narrativa literária que representasse Mato Grosso do Sul. Inspirado por obras fundacionais de outras regiões da América do Sul, Arsiolli decidiu construir sua própria epopeia.

O romance é estruturado em cinco partes e escrito em forma helicoidal, misturando diferentes gêneros e linguagens – da narrativa tradicional ao teatro, passando por documentos fictícios e fragmentos poéticos.

A proposta é acompanhar a formação histórica e simbólica do território sul-mato-grossense, desde o avanço dos bandeirantes no século 17 até eventos do século 20, como a Revolução de Maracaju.

A história se inicia com o massacre de uma aldeia indígena, cena que inaugura um território marcado pela violência e a disputa.

A partir daí, personagens atravessam diferentes épocas e contextos: Gaspar, movido por ambição e desorientação; soldados da Guerra do Paraguai consumidos pela fome e a doença; o imigrante japonês Nakano Jigorokoshi Osu, que leva disciplina e tradição à Serra de Maracaju; e figuras como Emaíra e Guavira Bravo, que representam tensões entre permanência e ruptura.

Pantanal, fronteira platina e Serra de Maracaju deixam de ser cenários para se tornarem agentes ativos, influenciando decisões, comportamentos e destinos.

A proposta do autor é tratar o espaço como método narrativo, rompendo com o regionalismo descritivo e apostando em uma abordagem mais simbólica e estrutural.

ENTRE MITOS E HISTÓRIAS

Para construir essa narrativa complexa, Arsiolli recorreu a uma ampla pesquisa, que inclui lendas indígenas, mitologia grega, história regional e cultura popular. Inspirado pelo conceito de antropofagia cultural, ele mistura diferentes tradições para criar uma obra híbrida e original.

Lendas dos povos guarani-kaiowá, histórias de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e narrativas do norte amazônico são entrelaçadas com referências clássicas da Grécia antiga. O resultado é uma espécie de “caldeirão narrativo”, no qual cosmologias distintas dialogam e se transformam.

A música também desempenha papel importante. Em um dos capítulos, por exemplo, um churrasco sul-mato-grossense é embalado por ritmos como chamamé, guarânia, polca paraguaia e sertanejo, reforçando a presença da cultura popular na construção da identidade regional.

Além disso, o autor cria elementos ficcionais que dialogam com a realidade, como a origem mítica do sobá – prato tradicional da região e patrimônio cultural e imaterial de Campo Grande –, atribuída a um personagem imigrante japonês.

MEMÓRIA E HERANÇA

A obra também carrega marcas autobiográficas. Bisneto de indígena, Arsiolli reconhece a influência da bisavó, pertencente ao povo terena, na construção de seu imaginário. Foi com ela que teve contato com muitas das lendas que hoje permeiam sua escrita.

Lápide de um dos primeiros imigrantes libaneses de Três Lagoas, que serviu para a criação do personagem Nemer WahirLápide de um dos primeiros imigrantes libaneses de Três Lagoas, que serviu para a criação do personagem Nemer Wahir - Foto: Divulgação

Três Lagoas, sua cidade natal, aparece de forma recorrente no romance, inclusive com referências a locais reais, como o Bar do Zé Miguel Piapara, onde um dos personagens toca violão. O autor chegou a pesquisar túmulos no cemitério da cidade para desenvolver personagens inspirados em famílias históricas da região.

O processo de escrita foi intenso e, em sua etapa final, exigiu isolamento. Entre dezembro de 2025 e fevereiro deste ano, Arsiolli se retirou para o sítio da família em Três Lagoas para concluir o livro, mergulhando completamente na narrativa.

Gilberto já começa a trabalhar na continuação, intitulada “Estação Abandono”. A sequência de “Volte quando o Eco Acabar” deve se passar em Três Lagoas e começar em 1933, ampliando ainda mais o universo narrativo criado pelo autor.

REESCRITA DE UM CLÁSSICO

Se “Volte quando o Eco Acabar” olha para a formação de um território, “Capitolina – Memórias Pervertidas” volta-se para a revisão de um dos maiores clássicos da literatura brasileira. A obra parte de uma provocação: e se Capitu, de Machado de Assis, pudesse contar sua própria versão da história?

Ambientado parcialmente no Cairo de 1975, o romance acompanha o arqueólogo Ezequiel Bento Santiago, que descobre os cadernos de sua mãe.

“Capitolina” é inspirada na obra “Dom Casmurro”, de Machado de Assis - Foto: Divulgação

A partir desses escritos, emerge a voz de Capitolina, decidida a recontar sua trajetória desde a juventude na Rua das Ciganas até os conflitos que envolvem Bentinho e Escobar.

A narrativa revisita temas como amor, ciúme, ambição e memória, mas sob uma nova perspectiva, a de quem foi historicamente silenciada. Ao dar voz à personagem, Arsiolli questiona a ideia de verdade única e propõe uma leitura mais complexa e contraditória dos acontecimentos.

O romance acompanha o desenvolvimento de um triângulo amoroso marcado por tensões crescentes, em meio a uma São Paulo em transformação. Casamento, suspeita, escândalo e exílio afetivo são alguns dos elementos que compõem a trama, que se estende por décadas.

No fim, quando a narrativa retorna aos cadernos desenterrados, o passado já não pode mais ser interpretado de forma linear. A história se reabre como um campo de disputa, onde memória e narrativa se entrelaçam.

>> Serviço

Os lançamentos e o livro de poemas “Poemas para Assistir ao Fim do Mundo”, também escrito por Gilberto Arsiolli, podem ser adquiridos on-line, pelo site da Amazon.

Capa da semana Correio B+

Entrevista exclusiva com o protagonista da novela Coração Acelerado Filipe Bragança

"Protagonizar uma novela é um sonho para qualquer ator, ainda mais em uma história como "Coração Acelerado". Quando li os primeiros capítulos, fiquei muito interessado pela jornada do João Raul".

03/05/2026 15h30

Entrevista exclusiva com o protagonista da novela Coração Acelerado Filipe Bragança

Entrevista exclusiva com o protagonista da novela Coração Acelerado Filipe Bragança Foto: Divulgação

Continue Lendo...

Filipe Bragança é um ator e cantor brasileiro que vem se consolidando como um dos nomes de sua geração, com trabalhos de destaque no teatro, no cinema, na televisão e no streaming.

No cinema, é protagonista do filme “100 Dias”, inspirado na vida de Amyr Klink, atualmente em fase de produção, com estreia prevista para 2025. Seu lançamento mais recente nas telonas foi “Meu Sangue Ferve por Você” (2024), dirigido por Paulo Machline, no qual interpreta Sidney Magal.

No currículo, também estão os longas “45 do Segundo Tempo” (2022), de Luiz Villaça, “Cinderela Pop” (2019) e “Eu Fico Loko” (2017), ambos dirigidos por Bruno Garotti. Como dublador, empresta sua voz ao protagonista da animação brasileira “Abá e Sua Banda” (2025) e participou do filme “Encanto” (2012). Também interpretou a música de abertura de “Viva – A Vida é uma Festa” (2017).

Na televisão, ganhou grande repercussão ao viver Giovanni no remake de “Elas por Elas” (2023, Globo). Atuou ainda nas novelas “Órfãos da Terra” (2019, Globo) e “Chiquititas” (2013, SBT). Em 2026, assume seu primeiro protagonista em novelas, interpretando o cantor João Raul em “Coração Acelerado” (Globo).

No streaming, integrou o elenco de produções de destaque como "Justiça 2” (2024, Globoplay), as duas temporadas de “Dom” (2021 e 2023, Prime Video), “Betinho – No Fio da Navalha” (2023, Globoplay), além de ser um dos protagonistas das séries “Últimas Férias” (2023, Star+) e “Só Se For Por Amor” (2022, Netflix). Também atuou em “Natureza Morta” (2017, CineBrasil TV).

Nos palcos, teve reconhecimento nacional ao interpretar Marius na adaptação brasileira do musical “Les Misérables”, papel que lhe rendeu os prêmios de Ator Revelação no Prêmio Bibi Ferreira e no BroadwayWorld Brasil Awards, em 2017.

Ator desde os 5 anos de idade, Filipe iniciou sua trajetória na publicidade, em Goiânia. Aos 7 anos, fez seu primeiro espetáculo profissional e, ao longo da formação, estudou balé clássico e canto, habilidades que se refletem em sua versatilidade artística.

O ator é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana, e em entrevista ao Caderno ele fala sobre carreira, oportunidades, seu primeiro protagonista e próximos projetos.

 

Entrevista exclusiva com o protagonista da novela Coração Acelerado Filipe BragançaO ator Filipe Bragança é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana  - Foto: Cássia Tabatini - Diagramação:Denis Felipe - 
Por: Flávia Viana

CE - “Coração Acelerado” marca seu primeiro grande protagonista em novela das sete. Como você recebeu esse convite?
FB -
Recebi com muita alegria e também com um senso grande de responsabilidade. Protagonizar uma novela é um sonho para qualquer ator, ainda mais em uma história como “Coração Acelerado”. Quando li os primeiros capítulos, fiquei muito interessado pela jornada do João Raul.

É um personagem cheio de camadas, com vulnerabilidades, conflitos e contradições. Por exemplo, ele é o mozão do Brasil que rebola em cima do palco e flerta com várias mulheres na plateia, mas no fundo mesmo ele só quer ser amado pela paixão dele. Estou muito feliz de poder dar vida a ele.

CE - O João Raul rapidamente virou um dos personagens mais queridos do público. Como tem sido acompanhar essa repercussão?
FB - 
Tem sido emocionante. A gente grava a novela com muita dedicação, mas só quando ela vai ao ar é que sente o retorno das pessoas. Recebo muitas mensagens nas redes sociais, gente torcendo pelo João Raul, comentando as cenas, se envolvendo com a história. É muito bonito ver como o público abraçou o personagem.

CE - O personagem tem o apelido de “mozão do Brasil”. Como você reage a isso e ao assédio que o personagem ganha por conta das cenas rebolando?
FB -
 Eu acho engraçado. Faz parte do personagem. Não tem como fazer um papel desses se não se jogar 100%. Tudo que eu recebi foi apenas elogios e muito carinho.

CE - A novela se passa em Goiás e tem uma forte ligação com o universo sertanejo. Sendo você goiano, isso trouxe uma conexão especial com o projeto?
FB - 
Com certeza. Eu nasci em Goiás, não cresci ouvindo sertanejo mas convivi com essa cultura. Então existe um reconhecimento muito forte. Trazer um pouco dessa essência para o personagem foi muito natural para mim. É bonito ver a novela valorizando essa identidade e esse universo que faz parte da vida de tanta gente.

CE - Você já tem uma trajetória forte no cinema, teatro e musicais. O que a novela acrescenta na sua carreira?
FB -
A novela tem uma dinâmica muito própria. É um ritmo intenso, com muitos capítulos, e exige uma entrega diária do ator. Ao mesmo tempo, tem essa coisa maravilhosa de entrar na casa das pessoas todos os dias. Para mim está sendo uma experiência muito rica, tanto profissionalmente quanto pessoalmente.

Entrevista exclusiva com o protagonista da novela Coração Acelerado Filipe BragançaO ator Filipe Bragança é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana  - Foto: Cássia Tabatini - Diagramação:Denis Felipe - 
Por: Flávia Viana

CE - Sua experiência em musicais e projetos ligados à música ajuda na construção de um personagem dentro desse universo sertanejo?
FB - 
Ajuda muito. A música sempre esteve presente na minha vida artística. Já fiz musicais, já trabalhei com personagens ligados à música, como o Sidney Magal, então isso traz uma familiaridade com o ritmo, com a interpretação musical e com a emoção que a música carrega. Isso acaba enriquecendo o personagem.

CE - O João Raul vive uma história de amor intensa na trama com a Agrado (Isadora Cruz). Você gosta de interpretar personagens românticos?
FB -
 Eu gosto muito de personagens que sentem tudo de forma profunda. O João Raul é assim. Ele ama, sofre, luta, se entrega. Isso para um ator é muito interessante porque traz muitas nuances para trabalhar em cena.

Eu como João Raul já fiz cenas de todos os tipos de sentimento. E a novela das sete também tem essa tradição de grandes histórias de amor, então é muito especial fazer parte disso.

CE - Como está sendo a convivência com o elenco da novela?
FB -
 Muito especial. Temos um elenco muito talentoso e generoso. Desde o começo fui muito bem acolhido por todo mundo. Isso faz muita diferença no dia a dia de gravação, porque passamos muitas horas juntos e essa troca fortalece muito as cenas.

CE - Você começou a atuar ainda muito jovem. Hoje, vivendo esse momento de protagonista, o que passa pela sua cabeça quando olha para sua trajetória?
FB -
 Eu sinto muita gratidão. Comecei muito novo e fui construindo meu caminho passo a passo, passando por teatro, cinema, televisão, musicais… Cada projeto foi importante para minha formação como ator. Estar vivendo esse momento agora é resultado de muito trabalho e também de muitas pessoas que acreditaram em mim.

CE - O que o público pode esperar dos próximos capítulos de “Coração Acelerado”?
FB -
 Muita emoção. A história do João Raul ainda tem muitas viradas, desafios e decisões importantes pela frente. Ele conseguiu reencontrar a Agrado, o grande amor dele, mas é novela, precisa ter aquele obstáculo para de fato eles ficarem juntos.

 

Astrologia Correio B+

A energia do Tarô da semana entre 04 e 10 de maio. Vamos aproveitar e celebrar.

O Três de Copas anuncia encontros, celebrações e um clima de abundância. É hora de reunir quem você ama e celebrar. O vento agora sopra a seu favor!

03/05/2026 14h00

O Três de Copas anuncia encontros, celebrações e um clima de abundância. É hora de reunir quem você ama e celebrar. O vento agora sopra a seu favor!

O Três de Copas anuncia encontros, celebrações e um clima de abundância. É hora de reunir quem você ama e celebrar. O vento agora sopra a seu favor! Foto: Divulgação

Continue Lendo...

Foque na diversão!

O Três de Copas é uma carta de celebração, amizade, irmandade e colaborações criativas. Seus amigos e familiares estão aqui para apoiá-lo e impulsioná-lo a alcançar níveis ainda maiores de sucesso. Celebre com eles e desfrute da camaradagem.

O Três de Copas geralmente indica um período muito sociável, talvez um aniversário, um casamento, as festas de fim de ano ou férias com amigos. Veja isso como uma oportunidade para relaxar e esquecer os compromissos e obrigações do dia a dia por um tempo. Procure aproveitar momentos de qualidade com amigos e familiares e divirta-se!

Esta carta também convida você a colaborar com outras pessoas em um projeto criativo e a inspirar uns aos outros a alcançar novos patamares. Coletivamente, vocês estão trabalhando em prol de um objetivo comum para o bem maior de todos, e ao se conectar com outras pessoas e unir forças, vocês podem conquistar muito, compartilhando sua energia positiva e paixão com a comunidade em geral.

O Três de Copas também sugere que você pode buscar uma forma de expressão artística em um ambiente de grupo, como uma aula de arte ou de dança. Esta é uma ótima maneira de se conectar com outras pessoas e acessar suas habilidades criativas.

O Três de Copas retrata as famosas Três Graças da mitologia grega.

As Graças são deusas do carisma. Diz-se que, por onde passavam, flores brotavam e a alegria e o riso se espalhavam. As Graças (também chamadas de Cárites) representam atributos que você pode incorporar para elevar sua energia pessoal, transformando-a de um estado mais denso para outro mais leve e jubiloso.

As Três Graças exemplificam o poder transformador da positividade, da alegria e do carisma. Sua presença indica que você também pode cultivar essas qualidades, promovendo mudanças profundas na sua própria energia e atitude.

A palavra “carisma” tem origem nas Cárites (as Graças). Carisma é essa energia quase mágica que faz com que os outros se sintam atraídos por você. É uma aura de encanto que nasce da confiança pessoal e de uma energia positiva. Trata-se de um magnetismo que atrai as pessoas e as inspira por meio da sua paixão e alegria.

O carisma é um dom que todos nós podemos desenvolver. Qualquer pessoa pode ampliar seu carisma ao abraçar sua luz autêntica, levar a vida com mais leveza e irradiar energia positiva ao seu redor.

Essa ideia traduz a mensagem fortalecedora do Três de Copas: o carisma não é um traço inato reservado a poucos privilegiados, mas uma qualidade que pode ser nutrida e cultivada, uma expressão do seu eu verdadeiro, que irradia positividade e acolhimento.

A energia ao seu redor parece estagnada? Você se sente tão distraído pelo estresse que nem consegue pensar em trazer mais leveza? Talvez esteja na hora de se conectar com amigos próximos para recarregar as energias.

O Três de Copas evoca as três Graças: Eufrósine, Aglaia e Tália. Que tal se inspirar nessas deusas, símbolos de carisma, charme e expressão criativa?

Eufrósine significa “deleitar, alegrar, animar”. Ela nos mostra que o ambiente ao nosso redor se torna mais vibrante quando acolhemos o humor. Sempre que melhoramos o dia de alguém com um sorriso ou elevamos a energia com o riso, estamos canalizando seu dom.

A mensagem de Eufrósine é: “leve a vida com mais leveza!”. Use o humor para dissolver aquilo que causa medo. Rir daquilo que provoca ansiedade é uma ferramenta poderosa para superá-la.

Aglaia significa “radiância, brilho, luz”. Sempre que você compartilha sua luz interior, está acessando o dom dela. Ao se conectar com sua essência luminosa, você cria ao seu redor um campo de energia positiva que os outros percebem imediatamente.

Estar confortável com quem você realmente é faz com que as pessoas também se sintam seguras para se abrir. Quando você reconhece, no olhar do outro, uma luz igualmente sagrada e radiante, você está tocando o dom de Aglaia.

Tália significa “aquecer, nutrir, florescer”. Cada vez que você cultiva algo com paciência está incorporando a energia de Tália. Cuidar dos seus desejos e projetos dá sentido à vida. Tália traz sucesso por meio do cultivo gentil dos seus objetivos.

Ela também ensina que apoiar o outro justamente naquilo que você ainda atravessa é um caminho poderoso para fortalecer a autoestima e reconhecer o próprio valor.

Hoje, conecte-se ao seu carisma por meio do humor, irradiando sua luz autêntica e oferecendo calor humano e gentileza aos outros. Observe como o seu ambiente começa a se transformar com os dons das Graças.

Todos podem desenvolver seu carisma. Como qualquer habilidade, quanto mais você a pratica, mais natural ela se torna. O carisma eleva a energia. Ele transforma a atmosfera de um lugar quase como mágica.

É por isso que pessoas talentosas e carismáticas são tão valorizadas: buscamos nelas essa capacidade de elevar nossa energia e nos proporcionar alegria, seja por meio da música, das palavras ou do entretenimento.

Ao sermos brindados com o Três de Copas como carta regente somos convidados a nos abrir para a catarse emocional, a reconhecer a abundância que já existe em nossa vida e permitir que o coração transborde. A carta também pode indicar uma abundância que está por vir, um evento carregado de emoção.

Nesta semana, permita-se viver a alegria. Envolva-se em atividades que acendam o seu entusiasmo: participe de shows, festivais, festas ou qualquer celebração que faça seu coração vibrar. Brinque, experimente, esteja presente.

Leve consigo esse espírito leve por onde for. Reúna sua família, aproxime seus amigos e fortaleça esses laços em momentos compartilhados, cheios de afeto e celebração.

Em questões profissionais, o Três de Copas pode indicar a necessidade de fazer networking e cultivar boas relações com seus contatos.

No amor, esta carta sugere leveza: permita-se conhecer pessoas, circular, socializar e ativar o seu lado mais encantador e sedutor.

Já no lado financeiro, aproveite as oportunidades de parcerias e colaborações e invista em experiências que tragam realização pessoal e conexão social.

Os aspectos astrológicos da semana favorecem clareza, vitalidade e confiança. Com planejamento e consistência, há grande potencial de reconhecimento e ganhos materiais. Sob essa energia, desenha-se também um momento de celebração, alegria e comunhão: as circunstâncias se alinham, e seus esforços tendem a ser recompensados com sucesso e satisfação.

Como lembra Oprah Winfrey: “Quanto mais você glorifica e celebra sua vida, mais você tem na vida para celebrar.”

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).