Correio B

9ª Festa da Padroeira

Ícone da padroeira retorna restaurado ao santuário de Mato Grosso do Sul

Programação especial no domingo marcará o retorno da imagem histórica ao altar do santuário estadual e abrirá as celebrações da 9ª Festa da Padroeira de Mato Grosso do Sul

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Após quase três meses longe do altar para passar por um cuidadoso processo de restauração artística e conservativa, o histórico ícone de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro voltará a ocupar seu lugar de destaque no Santuário Estadual Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Campo Grande.

A reintegração da imagem será celebrada com uma programação especial neste domingo, reunindo fé, memória, patrimônio histórico e tradição religiosa.

O ícone, que chegou ao então Mato Grosso na década de 1930 e permanece ligado à trajetória dos missionários redentoristas na região, é considerado um dos principais símbolos da devoção mariana no Estado.

Desde 1941, a imagem ocupava lugar de destaque no altar da igreja e, ao longo de 87 anos de história paroquial, sofreu os efeitos naturais da ação do tempo.

Segundo o santuário estadual, o processo de oxidação dos materiais provocou o escurecimento gradual da obra, comprometendo a vivacidade de suas cores originais e exigindo uma intervenção especializada para garantir sua preservação para as futuras gerações.

A programação comemorativa contará com atividades que buscam resgatar a memória da chegada da imagem a Campo Grande e reforçar sua importância para a história religiosa e cultural de Mato Grosso do Sul.

COMEMORAÇÕES

As celebrações terão início às 8h, na Plataforma Cultural, instalada na antiga Estação Ferroviária de Campo Grande, onde será realizada uma exposição histórica sobre a chegada do ícone ao Estado há 96 anos.

Às 8h30min, os fiéis poderão acompanhar a apresentação oficial da obra restaurada. O momento revelará ao público os resultados do trabalho de conservação que devolveu ao ícone características visuais que haviam sido encobertas pelo desgaste natural acumulado ao longo das décadas.

Logo depois, às 9h, será realizada uma procissão-memória pelas Avenidas Calógeras e Afonso Pena. O percurso foi planejado para rememorar simbolicamente a chegada dos primeiros missionários redentoristas e do ícone de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro a Campo Grande.

O encerramento da programação acontecerá às 10h, no Santuário Estadual Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, com a celebração da Santa Missa e a cerimônia de entronização da imagem histórica restaurada.

O ato marcará oficialmente o retorno do ícone ao altar e dará início às celebrações da 9ª Festa da Padroeira de Mato Grosso do Sul.

A ação conta com o apoio da Fundação Municipal de Cultura de Campo Grande e da Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em Mato Grosso do Sul.

PRESERVAÇÃO

O ícone foi entregue à conservadora-restauradora Silvia Regina Karps pelos padres Celso Jr. e Reginaldo Padilha, reitor do santuário O ícone foi entregue à conservadora-restauradora Silvia Regina Karps pelos padres Celso Jr. e Reginaldo Padilha, reitor do santuário - Foto: Divulgação

A responsabilidade pela restauração foi confiada à conservadora-restauradora Silvia Regina Karps, especialista em Espaço Litúrgico, Arquitetura e Arte Sacra. Moradora de São José dos Campos (SP), a profissional atua há cerca de duas décadas na recuperação e na conservação de obras de arte e esculturas religiosas.

O trabalho envolveu procedimentos técnicos voltados à estabilização dos materiais, limpeza das superfícies e recuperação dos elementos visuais originais, respeitando as características históricas da obra.

A restauração não apenas recupera a beleza artística do ícone, mas também contribui para a preservação de um importante patrimônio religioso e cultural da comunidade sul-mato-grossense.

AUXÍLIO PERMANENTE

A devoção a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro está entre as mais difundidas do catolicismo. O título atribuído à Virgem Maria expressa a crença na sua constante intercessão em favor da humanidade.

A expressão “perpétuo socorro” significa auxílio permanente, ajuda contínua e proteção constante. Para os fiéis, trata-se da confiança de que Maria acompanha seus filhos em todos os momentos da vida, especialmente nas situações de sofrimento, aflição e dificuldade.

Ao longo da história cristã, diversos títulos foram atribuídos à mãe de Jesus. Alguns derivam de dogmas da fé católica, como Imaculada Conceição e Assunção. Outros estão relacionados a aparições marianas, como Fátima, Lourdes e Guadalupe. Há ainda títulos inspirados em reflexões teológicas e na devoção popular.

Entre eles, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro se destaca justamente por enfatizar a dimensão materna de Maria, vista pelos cristãos como aquela que consola, protege, acompanha e socorre seus filhos.

Um trecho da Constituição Dogmática Lumen Gentium, do Concílio Vaticano II, apresenta Maria como aquela que continua a interceder pela humanidade.

“De fato, depois de elevada ao Céu, não abandonou esta missão salvadora, mas, com a sua multiforme intercessão, continua a alcançar-nos os dons da salvação eterna. Cuida, com amor materno, dos irmãos de seu Filho que, entre perigos e angústias, caminham ainda na terra, até chegarem à pátria bem-aventurada”.

Segundo a tradição católica, a devoção ao perpétuo socorro expressa justamente essa confiança no cuidado permanente de Maria para com aqueles que recorrem à sua intercessão.

SIMBOLOGIA

A imagem venerada pelos devotos não é apenas uma representação artística. Ela pertence à tradição dos ícones bizantinos, obras concebidas para favorecer a contemplação e a oração.

Conhecido como “Ícone da Virgem da Paixão”, o quadro apresenta quatro figuras centrais: Nossa Senhora, o Menino Jesus e os arcanjos Miguel e Gabriel.

Na composição, os arcanjos aparecem carregando os instrumentos da Paixão de Cristo – a cruz, a lança e a esponja embebida em vinagre. Ao contemplar esses símbolos, o Menino Jesus demonstra espanto e corre para os braços da mãe.

O movimento é tão intenso que uma de suas sandálias se desprende do pé, detalhe que se tornou uma das marcas mais conhecidas da imagem.

Maria acolhe o filho com ternura, enquanto seu olhar se dirige ao observador. A mão direita da Virgem aponta para Jesus, indicando-o como o verdadeiro socorro para a humanidade. Ao mesmo tempo, as mãos do Menino permanecem firmemente apoiadas nas mãos da mãe, simbolizando confiança e proteção.

A tradição popular também associa o ícone à antiga crença de que seria uma reprodução de uma imagem originalmente pintada por São Lucas Evangelista.

TRAJETÓRIA DA IMAGEM

A história do ícone remonta ao século 15. Segundo a tradição, a imagem foi retirada da Ilha de Creta, então território sob influência veneziana, por um comerciante que pretendia vendê-la em Roma.

Durante a travessia do Mar Mediterrâneo, uma forte tempestade ameaçou afundar a embarcação. Após chegar à Itália, o homem teria adoecido gravemente. Arrependido, pediu a um amigo que devolvesse a imagem à veneração pública dos fiéis.

Depois de passar por diferentes locais, o ícone foi entregue em 1866 pelo papa Pio IX à Congregação do Santíssimo Redentor, os redentoristas.

Na ocasião, o pontífice teria feito um pedido que se tornou célebre entre os missionários: “Fazei com que todo o mundo conheça esta devoção”.

A partir desse momento, os redentoristas iniciaram um amplo trabalho de divulgação da devoção mariana, promovendo a Novena Perpétua e distribuindo cópias do ícone por diversos países.

Hoje, a imagem original permanece na Igreja de Santo Afonso, em Roma, sendo considerada um dos ícones bizantinos mais venerados do mundo.

>> Serviço

Retorno do ícone histórico de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

Data: domingo.
Horários:
8h – exposição histórica na Plataforma Cultural (antiga Estação Ferroviária);
8h30min – apresentação oficial do ícone restaurado;
9h – procissão-memória pelas Avenidas Calógeras e Afonso Pena;
10h – Santa Missa e entronização do ícone no Santuário Estadual Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.

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127 anos

Bisneto do fundador da cidade, Jozé Antônio Pereira esclarece fatos sobre a história da Capital

Por meio de seu bisneto, Jozé Antônio Pereira (com z mesmo) esclarece fatos sobre a história de Campo Grande e de sua vida

26/08/2026 09h30

Estátua no Museu José Antônio Pereira retrata o filho do fundador, Antônio Luiz Pereira, sua esposa Anna Luiza e sua filha Carlinda

Estátua no Museu José Antônio Pereira retrata o filho do fundador, Antônio Luiz Pereira, sua esposa Anna Luiza e sua filha Carlinda Foto: Marcelo Victor/Arquivo Correio do Estado

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Antes que comecem a pipocar as manchetes dizendo dos 127 anos de “fundação”, lembro aos mais desavisados que serão 127 anos de emancipação político-administrativa de Campo Grande, pois de fundação já passaram os 154 anos no dia 21 de junho deste ano.

Orgulhoso de ver hoje a Campo Grande fundada por meus bisavô e avô, continuo zeloso em ver contada a sua história sem erros.

Campo Grande, 127 anos de emancipação político-administrativa. 

Hoje vou fazer diferente! Vou deixar que meu “bisa” conte a história da fundação! Conta aí, “bisa”!

“Bom dia! Fundei um arraial, quando aqui cheguei no dia 21 de junho de 1872, em companhia do meu filho Antônio Luiz e os camaradas João e Manoel Ribeira, além de Luiz Pinto, contratado pra nos guiar nestes sertões da província de Mato Grosso. 

Vim de Monte Alegre (MG), onde residi por muitos anos, até minha vinda para o sertão...
Nasci em 1825, na cidade de Barbacena (MG) e casei-me com Maria Carolina de Oliveira, em São João Del-Rey (MG), com a qual tive oito filhos.

Meu nome verdadeiro é Jozé (com z mesmo) , embora os historiadores teimem em me chamar de José. Não se dão ao trabalho de pesquisar nem mesmo no cartório, onde tem minha assinatura como juiz de paz, nos primeiros livros de casamentos.

Tanto fizeram que acabei virando José... só não gosto quando insistem, ao festejar o 26 de agosto, como sendo aniversário da ‘fundação’, ignorando que a data marca apenas a elevação da paróquia à condição de município, ocorrido na citada data, no ano de 1899, portanto, 27 anos depois da fundação.

Mas o que importa hoje é festejar a emancipação da paroquia a categoria de Vila. 

Olhando aqui de cima, não consigo ver qualquer vestígio da pequena Vila que fundei. Cobriram seu chão moreno, ergueram edifícios, poluíram os córregos que nos serviram água e alimentos, e transformaram tudo em uma grande cidade, com ruas e avenidas que não permitem mais o trafego dos meus carros de bois.

Ficou bonita, grande, acolhe o primeiro milhão de habitantes, tem lindas avenidas e parques, tem asfalto, jardins, belos shoppings, bares, teatros, cinemas, gente chegando, ficando, somando, gostando e tornando-se filhos adotivos da cidade.

Me homenagearam com bustos, obeliscos, prédio, rua com o meu nome, e até um museu com a minha história construíram na sede da fazenda bálsamo, herdada por minha neta Carlinda Pereira Contar, cujo local está a merecer reparos. E foi graças a lembrança de um jovem vereador (Carlos Henrique Santos Pereira) que tornei-me cidadão (mais de 100 anos depois) da cidade que fundei.

Mas isso não importa, vale mais o que fizeram os que nela se sacrificaram, lutaram e venceram, tornando Campo Grande a linda Capital desse novo Estado.

E se hoje eu pudesse pedir mais alguma coisa aos que nela vivem, gostaria que zelassem por sua limpeza, que valorizassem a história da cidade, que cuidassem para torná-la ainda mais linda, e que seus administradores atentassem para a importância que

Campo Grande tem no contexto nacional, como cidade pujante, rica e ordeira, inspirando-se na dedicação, honestidade e respeito daqueles que no passado ajudaram-me a construir essa urbe , incluindo-se aí os brasileiros de todos os rincões e estrangeiros que tanto se dedicaram ao seu progresso.

Obrigado a todos que, ao longo destes 154 anos, desde o dia em que aqui finquei o primeiro rancho, participaram e participam de minha história, ampliando e colorindo meu sonho de desbravador ou aventureiro, como queiram chamar-me”.
Jozé Antônio Pereira*.

Anexo cópia da Resolução nº 225, de 26 de agosto de 1899, que eleva Campo Grande a categoria de Vila.
Parabéns, Campo Grande!!!

Estátua no Museu José Antônio Pereira retrata o filho do fundador, Antônio Luiz Pereira, sua esposa Anna Luiza e sua filha CarlindaFoto: Divulgação

* Por meu bisneto Eddson C. Contar. 
 

Diálogo

Na corrida eleitoral, candidatos, principalmente os da direita, terão de... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quarta-feira (26)

26/08/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Leandro Karnal - Escritor brasileiro

"Pessoas elevadas falam de ideias; pessoas medianas falam de fatos; pessoas vulgares falam de pessoas”.

FELPUDA

Na corrida eleitoral, candidatos, principalmente os da direita, terão de andar com os olhos bem abertos. Adversários da esquerda já estão batendo às portas da Justiça Eleitoral para denunciar propagandas dos desafetos. Entre as reclamações estão até painéis com dimensões consideradas fora do padrão. A disputa parece ter ganho um novo instrumento: a fita métrica eleitoral. Pelo jeito, tem gente procurando milímetro por milímetro “irregularidade monumental”. E na eleição, até o tamanho do painel pode virar munição para uma boa briga jurídica.

Diálogo

Romaria

O escritório político de Reinaldo Azambuja tem recebido uma sucessão de lideranças interessadas em reafirmar apoio à candidatura ao Senado. Prefeitos e outras figuras políticas vêm passando pelo local em demonstrações públicas de alinhamento com o projeto eleitoral.

Mais

A movimentação revela uma campanha que procura consolidar apoios antes da reta decisiva. Azambuja, experiente na política, evita adotar o discurso de vitória antecipada. Sabe que alianças e pesquisas ajudam, mas é o último voto depositado na urna que efetivamente define o resultado.

Diálogo Luciene Orsi Abdul Ahad e Jorge Abdul Ahad - Foto: Studio Vollkopf

 

DiálogoIzabella Andrade - Foto: Arquivo Pessoal

Poço

Em MS, tem candidato a deputado disputando eleição como se o orçamento público fosse um poço sem fundo. Na falta de propostas realmente novas, aparecem promessas para todos os gostos. O problema é que boa parte delas depende de recursos, convênios e liberações que não acontecem simplesmente porque o candidato prometeu. Há projetos que exigem longa peregrinação pelos gabinetes. Portanto...

Cobrança

O deputado estadual Pedro Caravina colocou na pauta um problema ambiental que vem preocupando, há muito tempo, municípios da região do Rio Pardo: a proliferação de macrófitas aquáticas. A cobrança é por explicações sobre a abertura das comportas da Usina Mimoso e o deslocamento da vegetação para áreas de Santa Rita do Pardo e Bataguassu. Caravina quer saber quais critérios técnicos foram utilizados para a operação e se os impactos ambientais estão sendo considerados. 

Aqui, não!

Moradores e comerciantes do Bairro Amambaí lotaram audiência pública promovida pela Câmara Municipal  de Campo Grande, para discutir a instalação do Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua na região. A proposta prevê a mudança para o antigo prédio da Secretaria de Assistência Social. Durante a audiência, moradores protestaram e manifestaram preocupação com a segurança e os possíveis impactos.

ANIVERSARIANTES 

  • Carlos Alberto Peratelli,
  • Dr. Luiz Antônio Saab,
  • Dra. Isabella Miotello Ferrão, 
  • Dr. Oclécio Assunção Júnior, 
  • Yuri Andreis Boeira, 
  • Antônio Benjamim Correa da Costa,
  • Clóvis Martins,
  • Edgar Andrade D´Avila,
  • Eloina Yanez Brites,
  • Moezis José dos Santos,
  • Jorge Ono,
  • Inêz Geralda de Magalhães Madureira,
  • Marli Gauto Viliagra,
  • Edson Sanches,
  • Christian Maluf Victório,
  • Aroldo José de Lima,
  • Gilberto Veiga de Souza,
  • Tauana Montier Onça Bortolini, 
  • Tatiana Decarli,
  • José Roberto Tedeschi,
  • Dra. Rejane Alves de Arruda,
  • Aloysio Moreira Salles,
  • Caetano Rottilli, 
  • Thiago Rieger Silverio dos Santos,
  • Afonso Basso,
  • Dr. Hélinton Moura Lutz, 
  • Francisco Carlos Brasil Leite,  
  • Suely Aparecida Morilla Alves,
  • Eduardo Ferreira dos Santos,
  • Maria de Fátima Vieira Andrade,
  • Seiki Miiji, 
  • Antônio Cavalcante, 
  • Hélvio Rodrigo Gonçalves,
  • Alexandre Morais Cantero, 
  • Ricardo Aparecido da Silva,
  • Silvia Regina da Silva,
  • Laura Menzio,
  • Sérgio Retumba Carneiro Monteiro,
  • Moacir da Silva Queiroz,
  • Janethe Leite Cardoso,
  • Maria de Fátima de Souza,
  • Genésio Rodrigues Corrêa,
  • Aristides Brun,
  • Dinalva Garcia Lemos de Morais Mourão, 
  • Karla Marchitto Jacob Farias, 
  • Sônia Virgínia Moreira,
  • Pedro Franco Neto,
  • Vera Lúcia Nogueira,
  • Alcides Landfelt da Silva,
  • Sueli Alves Braga,
  • Altevir Soares de Alencar,
  • Sônia Maria Avelino Duarte,
  • Luiz Ferreira de Alencastro, 
  • Elizabeth Kioko Kohatsu,
  • Lutiane Machado Romero,
  • Dr. Benjamin Ramos, 
  • Maria de Fátima Camparin,
  • Sirley de Albuquerque,
  • Ricardo Luiz Silveira,
  • Luiza Francisca Oliveira,
  • Wilson de Paula Souza,
  • Bruno Vieira Antunes,
  • Clóvis Trindade Rocha,
  • João Tadeu Gonçalves,
  • Maria Luiza Pereira Franco,
  • Francisca da Silva Tôrres, 
  • Eliane Yamazato,
  • Danilo Mandetta Júnior, 
  • Dr. Agliberto Marcondes Rezende,
  • Kleber Pinheiro da Silva,
  • Ramão Gilberto Valiente,
  • Mauricio Vieira Gama,
  • Edson Andrade da Vila,
  • Victor Scarpellini,
  • Luiz Braz de Oliveira,
  • Francisco Muniz Soares,
  • Francisco Silva de Freitas,
  • Julio Cesar Gonçalves da Silva,
  • Adelaide Fernandes,
  • Eva Maria Barbosa,
  • Evelin Flávia Alves da Silva, 
  • Zeferina de Souza Montenegro 
  • de Camargo,
  • Alberto Magno Ribeiro Vargas,
  • Michelly de Souza Andrino,  
  • Neuri Paulo Gasparetto,
  • Ligia Toma,
  • Anna Cristina Barros Toledo Giurizatto,
  • Paulo Ricardo de Oliveira Reghin,
  • Luiz Yasunaka,
  • Glória Segrillo Faker,
  • Gustavo Rodrigues Nacasato,
  • Dr. Marcelo Oliveira dos Santos,
  • Márcio Rômulo dos Santos Saldanha, 
  • Valéria Martins dos Santos,
  • Ariane Marques de Araújo,
  • Elaine Maria dos Santos,
  • Arlindo Murilo Muniz,
  • Camila Morena Kudo da Silva,
  • Ana Paula Gaspar Melim,
  • Daniel Martins Ferreira Neto,
  • Armando de Oliveira, 
  • Regina Célia Goya,
  • Ana Cristina Castilho Sanchez,
  • Roberto Lorenzoni Neto,
  • Carlos Cesar Girardi Ferreira,
  • Norma Aquino Castro,
  • Arildo Loper.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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