Correio B

CAMPO GRANDE

Leandro Karnal é um dos participantes da Bienal do Livro de MS

Além do historiador e da autora de "Um Defeito de Cor", a organização da 1ª Bienal do Livro de Mato Grosso do Sul, a chamada Bienal Pantanal, que ocorre de 4 a 12 de outubro em Campo Grande, também anunciou show de Almir Sater

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A primeira edição da Bienal Pantanal – 1ª Bienal do Livro de Mato Grosso do Sul segue anunciando convidados e outros destaques de sua programação. O evento será realizado no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo, entre 4 e 12 de outubro, e vai reunir 72 convidados de 10 estados brasileiros e de 2 países sul-americanos, além dos participantes de MS.

Entre eles estão os escritores Leandro Karnal e Ana Maria Gonçalves e o músico Almir Sater. O violeiro toca com sua banda no primeiro dia da Bienal Pantanal, no dia 4 de outubro, às 20h. O escritor, professor, historiador e um dos maiores pensadores da atualidade Leandro Karnal marca presença no evento no dia 5, às 19h. Já a romancista, roteirista, dramaturga e professora Ana Maria Gonçalves, a primeira mulher negra eleita para a Academia Brasileira de Letras (ABL), está confirmada para o dia 8, às 19h. 

“Mato Grosso do Sul agora se insere no calendário de grandes eventos literários do País, proporcionando ao público o acesso aos principais pensadores da literatura contemporânea do Brasil”, ressalta Pedro Ortale, coordenador da bienal.

KARNAL

Leandro Karnal é historiador e doutor em história social pela USP. O gaúcho, natural de São Leopoldo, reside em São Paulo e é membro da Academia Paulista de Letras, professor da Unicamp por mais de 20 anos.

Ele é reconhecido em todo o País como importante escritor, palestrante, intelectual e formador de opinião. Alguns de seus livros estão entre os mais vendidos do Brasil: “O Inferno Somos Nós”; “Todos Contra Todos”; “Crer ou Não Crer”; “O Dilema do Porco Espinho” e “Viver, a Que se Destina”.

O mais recente lançamento, “A Coragem da Esperança”, acaba de chegar ao mercado. Leandro Karnal tem seu próprio canal no YouTube, o “Prazer, Karnal”, é âncora do programa “Universo Karnal” na CNN Brasil e assina coluna fixa no jornal O Estado de S. Paulo. Suas mídias sociais alcançam mais de 8 milhões de seguidores e seus vídeos e frases circulam pela internet com enorme popularidade.

Ana Maria Gonçalves: aos 54 anos, escritora mineira é primeira mulher negra a ser eleita para a Academia Brasileira de Letras (ABL) e, atualmente, também é a mais jovem imortal da entidadeAna Maria Gonçalves: aos 54 anos, escritora mineira é primeira mulher negra a ser eleita para a Academia Brasileira de Letras (ABL) e, atualmente, também é a mais jovem imortal da entidade - Foto/ Divulgação

ANA MARIA

Já a escritora mineira Ana Maria Gonçalves se tornou, em julho deste ano, a primeira mulher negra a ocupar uma cadeira na Academia Brasileira de Letras (ABL). Aos 54 anos, é atualmente a integrante mais jovem entre os imortais. Tornou-se conhecida nacionalmente em 2006 com o romance “Um Defeito de Cor”, obra que mistura ficção e fatos históricos ao reconstruir a vida de uma mulher africana escravizada no Brasil do século 19.

A publicação venceu o Prêmio Casa de las Américas e foi eleito em 2021 o melhor romance brasileiro do século por um júri da Folha de S. Paulo. Ana Maria Gonçalves também atua como roteirista, dramaturga, professora e curadora de projetos culturais, fortalecendo as narrativas negras no Brasil e exterior.

Almir Sater: violeiro campo-grandense de 68 anos se apresenta com a sua banda no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo no primeiro dia do eventoAlmir Sater: violeiro campo-grandense de 68 anos se apresenta com a sua banda no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo no primeiro dia do evento - Foto/ Divulgação

SATER

O violeiro Almir Sater volta à sua terra natal no primeiro dia da Bienal Pantanal. O campo-grandense de 68 anos vem embalado pelo sucesso no remake da novela “Pantanal” e uma inédita turnê nacional que começou ao lado de seu filho Gabriel Sater.

No espetáculo que fará com sua banda no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo, no dia 4, o músico vai relembrar os principais sucessos da carreira e também tocar composições gravadas nos seus mais recentes álbuns.

108 HORAS

Serão nove dias com mais de 70 atividades gratuitas, divididas em 108 horas de programação. De segunda-feira à sexta-feira, a Bienal Pantanal funciona entre 9h e 21h e, no sábado e domingo, das 10h às 22h. O público que prestigiar o evento no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo vai poder adquirir publicações das principais editoras literárias do País que estarão espalhadas em estandes em uma área de 600 m² do complexo.

A 1ª Bienal do Livro de Mato Grosso do Sul terá 26 convidados dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Bahia, Amazonas, Goiás, Minas Gerais, Paraná e do Distrito Federal. Haverá, também, uma presença marcante de 32 convidados sul-mato-grossenses, entre escritores, palestrantes e mediadores.

Autores e autoridades do Paraguai e da Argentina também estão garantidos na programação. A Bienal Pantanal será marcada por atividades desenvolvidas em dois eixos principais. Território, Culturas e Geopolíticas terá 17 conferências envolvendo 13 temas diferentes, e Tecnologias Digitais, Sociedade e Mercado: o Mundo Contemporâneo vai contar com seis conferências desenvolvidas em seis temas distintos.

O evento ainda vai abrigar o seminário do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), com seis palestras, seminário de economia criativa, curso de escrita criativa, oficinas de quadrinhos, shows musicais, e a mostra curta bienal com a exibição de oito filmes.

ESTUDANTES

A Bienal Pantanal abre a programação também para as escolas públicas sul-mato-grossenses do Ensino Fundamental e Médio. Entre os dias 6 e 10 de outubro, entre 10h e 15h30min, haverá atividades destinadas para os alunos, como contação de histórias com grupos artísticos de Campo Grande, batalhas de rimas e uma mostra de cinema com filmes de coletivos e diretores de Mato Grosso do Sul.

O evento aguarda aproximadamente 3.600 estudantes. Para as escolas agendarem a visitação à Bienal Pantanal, é necessário enviar uma mensagem com o telefone de contato e informando o dia e horário pretendido para o e-mail da produção – [email protected]. Os estudantes também podem participar do Concurso Literário Bienal Pantanal 2025, que está com inscrições abertas até hoje no site do evento, e com o Prêmio Tuiuiú, para escritores sul-mato-grossenses.

Serão distribuídos um total de R$ 24 mil em prêmios. O homenageado da primeira edição da Bienal Pantanal é o poeta Manoel de Barros. A Bienal Pantanal – 1ª Bienal do Livro de Mato Grosso do Sul é uma realização do Instituto Ímole, do Instituto Curumins e do governo federal, e conta com o apoio da Assembleia Legislativa de MS e da Câmara Federal.

O projeto tem patrocínio da Inpasa e está sendo viabilizado com recursos destinados pelos deputados estaduais Pedro Kemp, Zeca do PT, Mara Caseiro, Gleise Jane e Renato Câmara, e deputados federais Vander Loubet, Geraldo Resende e Camila Jara.

A Bienal Pantanal conta com parceria do Ministério da Cultura, por meio do Fundo Nacional de Cultura e Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac). Mais informações: www.bienalpantanal.com.br e @bienalpantanal.

Teledramaturgia

Brasil perde as atrizes Glória Menezes e Laura Cardoso em um único dia

Estrela conquistou o público, formando casal-modelo com Tarcísio Meira nas novelas da Globo; em 60 anos de carreira, ela também foi destaque no filme "O Pagador de Promessas"

19/08/2026 08h30

Foto: Montagem

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Morreu ontem, aos 91 anos, Glória Menezes, uma das grandes atrizes da história do Brasil e nome que marcou os palcos, o cinema e, sobretudo, a televisão brasileira ao longo de mais de seis décadas de carreira. Ela morreu em casa, no Rio de Janeiro, segundo informações da família.

Figura fundamental na formação da teledramaturgia brasileira e na modernização da interpretação audiovisual no País, Glória Menezes construiu uma trajetória que foi muito além das mocinhas e vilãs que interpretou em cerca de 40 produções televisivas. Ao longo dos anos, criou uma extensa galeria de personagens que ajudou a transformá-la em um dos rostos mais conhecidos da televisão brasileira.

A trajetória de Glória Menezes, que morreu ontem, confunde-se com a história da televisão brasileira - Foto: Divulgação

Sua carreira foi marcada pela introdução de um estilo mais naturalista e psicológico na televisão aberta, em um período de profundas transformações na dramaturgia nacional. Ao lado do marido, o ator Tarcísio Meira, Glória formou uma das parcerias mais duradouras e populares da televisão brasileira. A união afetiva e artística dos dois atravessou décadas e se tornou parte da memória cultural do País.

A televisão foi o principal palco de sua carreira, mas não o único. Glória também construiu uma trajetória relevante no teatro e teve no cinema um de seus trabalhos mais importantes: Rosa, personagem de “O Pagador de Promessas”, filme de 1962 dirigido por Anselmo Duarte e baseado na peça de Dias Gomes. O longa venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes e foi indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro.

Nascida em Pelotas, no Rio Grande do Sul, em 1934, Nilcedes Soares Guimarães recebeu um nome formado a partir da junção dos nomes dos pais, José Nilo e Mercedes. Ainda criança, mudou-se com a família para São Paulo, onde passou a viver aos seis anos. Na capital paulista, encontrou o ambiente que favoreceria sua formação artística e começou a construir a carreira que a levaria à televisão, ao teatro e ao cinema.

Na juventude, dedicou-se ao estudo do piano, mas acabou encontrando no teatro sua verdadeira vocação. Matriculou-se na Escola de Arte Dramática, embora tenha deixado o curso um ano antes da conclusão, em 1959. Durante esse período, participou da fundação do grupo Jovens Independentes, com o qual montou seus primeiros espetáculos.

Também em 1959, iniciou sua trajetória profissional sob a direção de Antunes Filho, na peça “Devoção à Cruz”, trabalho que lhe rendeu o prêmio de atriz revelação. No mesmo ano, começou a atuar em teleteatros da TV Tupi e participou de “Um Lugar ao Sol”, sua primeira novela, exibida pela TV Excelsior.

Um ano depois, já utilizando o nome artístico pelo qual se tornaria conhecida, Glória Menezes voltou a trabalhar com Antunes Filho na montagem de “As Feiticeiras de Salém”, de Arthur Miller, no Teatro Maria Della Costa. A atuação como Abigail Williams, personagem densa e controversa, lhe rendeu o prestigiado Prêmio APCA.

Foi, porém, com “O Pagador de Promessas” que a atriz ganhou projeção nacional. No filme, contracenou com Leonardo Villar e deu vida a Rosa, personagem que contribuiu para consolidar seu nome no cenário artístico brasileiro. A repercussão do longa abriu caminho para uma carreira que, a partir dali, ganharia velocidade.

Em 1963, Glória Menezes assumiu um papel central em “2-5499 Ocupado”, de Dulce Santucci, primeira telenovela de exibição diária no Brasil. Ela interpretava uma presidiária que formava par romântico com Tarcísio Meira. Pela atuação, recebeu o Troféu Imprensa de melhor atriz em 1964.

A relação com Tarcísio Meira havia começado alguns anos antes. Os dois se conheceram em 1961, nos bastidores do teleteatro da TV Tupi, durante a produção de “Uma Pires Camargo”.

Em outubro de 1964, casaram-se e iniciaram uma parceria que se estenderia por 59 anos, até a morte do ator, em 2021, aos 85 anos, vítima da Covid-19. Glória também foi internada naquele período em razão de complicações da doença.

O casal teve um filho, Tarcísio Filho, nascido em 1964 e que também se tornou ator. Glória era ainda mãe de Maria Amélia e João Paulo, filhos de um casamento anterior.

Glória e Tarcísio conquistaram o público como um dos casais mais conhecidos da televisão brasileira e passaram a dividir a cena em sucessivas produções. Na Rede Globo, trabalharam juntos em novelas e séries como “Sangue e Areia”, exibida entre 1967 e 1968, “Rosa Rebelde”, de 1969, “Irmãos Coragem”, de 1970, “Espelho Mágico”, de 1977, “Guerra dos Sexos”, de 1983, “Tarcísio & Glória”, de 1988, “Páginas da Vida”, de 2006, e “A Favorita”, de 2008.

No teatro, a parceria também se manteve. Em 1976, os dois subiram ao palco para a montagem de “Tudo Bem no Ano Que Vem”, de Bernard Slade, com direção de Flávio Rangel. A capacidade de transitar entre diferentes formatos e personagens foi uma das marcas da carreira de Glória.

Em “Irmãos Coragem”, um dos maiores sucessos de audiência da televisão brasileira, ela interpretou Lara, personagem que apresentava três personalidades diferentes. Em 1984, voltou a ocupar o centro de uma novela com “Corpo a Corpo”, de Gilberto Braga.

Alguns dos papéis mais marcantes da atriz, no entanto, vieram em trabalhos nos quais não contracenou com Tarcísio Meira. Em “Brega & Chique”, de 1987, interpretou uma dona de casa pobre que se tornava milionária após receber uma herança. Três anos depois, em “Rainha da Sucata”, viveu Laurinha Figueroa, uma mulher falida que fazia questão de preservar as aparências. A personagem protagonizou uma das cenas mais lembradas da novela, ao se suicidar após se jogar do alto de um prédio na Avenida Paulista.

A disposição para enfrentar personagens que exigiam transformações também marcou sua carreira. Em “Jóia Rara”, Glória raspou a cabeça para interpretar uma monja tibetana. A transformação voltou a ocorrer na peça “Jornada de um Poema”, de 2000, dirigida por Diogo Vilela, em que interpretou uma professora diagnosticada com câncer que falava sobre a doença no palco.

A atriz manteve sua ligação com o teatro mesmo depois de décadas de televisão. Em 2013, voltou aos palcos com “Ensina-Me a Viver”, comédia de Colin Higgins dirigida por João Falcão. A peça acompanhava a amizade entre uma octogenária e um jovem obcecado pela morte, em uma história que também permitia a Glória explorar uma personagem distante dos papéis tradicionais de sua carreira.

No cinema, depois de permanecer cerca de duas décadas afastada das telas, participou, em 2006, de “Se Eu Fosse Você...”, comédia popular dirigida por Daniel Filho. O retorno mostrou que, mesmo após tantos anos dedicada principalmente à televisão, a atriz continuava capaz de transitar por diferentes linguagens da dramaturgia.

Um de seus últimos personagens de destaque foi Stelinha, na novela “Totalmente Demais”, exibida entre 2015 e 2016. Na trama de Rosane Svartman e Paulo Halm, ela interpretou uma socialite rica, mãe de Arthur, personagem de Fábio Assunção, que chegava para transformar Eliza, vivida por Marina Ruy Barbosa, em uma estrela.

Depois disso, Glória Menezes passou a fazer participações menores em programas e atrações especiais, como “Tá no Ar: a TV na TV” e “Os Casais que Amamos”. No ano passado, foi homenageada no programa “Tributo”, dedicado à sua trajetória.

Em suas últimas aparições públicas, passou a ser vista em cadeira de rodas e acompanhada por familiares. Longe dos grandes estúdios e dos palcos que frequentou durante mais de 60 anos, Glória Menezes já havia deixado uma obra que se confunde com a própria história da televisão brasileira.

OUTRA PERDA

Laura Cardoso morre aos 98 anos 

Escreva a legenda aquiAtriz Laura Cardoso, um dos maiores nomes da dramaturgia - Foto: Divulgação

A atriz começou a carreira aos 15 anos e acompanhou de perto a transformação da dramaturgia brasileira, desde os tempos do rádio até a consolidação da televisão. Ao lado de nomes como Lima Duarte, Yara Lins, Lolita Rodrigues e Vida Alves, ajudou a formar uma geração de artistas que fez a transição entre os dois meios.

Ao longo da carreira, Laura interpretou dezenas de personagens em novelas, séries, filmes e peças de teatro. Entre seus trabalhos estão “Mulheres de Areia”, “A Viagem”, “Pão, Pão, Beijo, Beijo” e “Sol Nascente”. Seu último trabalho em uma novela foi “A Dona do Pedaço”, em 2019.

Em 2023, aos 95 anos, a atriz ainda falava sobre o futuro profissional sem estabelecer uma despedida da televisão. “Gosto de estar com a minha gente. Em um estúdio, nada me cansa. Quero morrer trabalhando”, disse em entrevista ao Estadão.

Laura era filha de portugueses e cresceu em uma família ligada às artes. O pai, comerciante e apreciador de teatro, não se opôs à escolha da filha pela profissão, mas a mãe resistiu inicialmente. Na década de 1940, segundo a atriz, havia forte preconceito contra mulheres que trabalhavam no teatro. Aos 15 anos, porém, Laura decidiu seguir o caminho que a acompanharia por mais de oito décadas. (Estadão Conteúdo)

Diálogo

O patrimônio declarado por alguns candidatos nas eleições deste ano... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quarta-feira (19)

19/08/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Hermann Hesse - Escritor alemão

"A paz não é um estado primitivo paradisíaco, nem uma forma de convivência regulada pelo acordo. A paz é algo que não conhecemos, que apenas buscamos e imaginamos. A paz é um ideal”.

FELPUDA

O patrimônio declarado por alguns candidatos nas eleições deste ano apresenta curioso sobe e desce que merece, no mínimo, uma boa conferida. Há casos em que bens aparecem, desaparecem ou mudam de valor de uma eleição para outra. Nada de irregular, evidentemente, desde que tudo esteja devidamente declarado e possa ser explicado. Também chama atenção quando determinados bens parecem preferir permanecer longe do nome do candidato. Como declaração de patrimônio não é horóscopo, o eleitor merece saber exatamente o que está lendo, não é mesmo?

Diálogo

Escolinha

Entre março e julho deste ano, o Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul realizou 23 atendimentos técnicos a prefeituras, câmaras e autarquias para orientar gestores sobre a correta aplicação da legislação. Total de 15 municípios apresentaram demandas.

Mais

As principais dúvidas são sobre emendas impositivas, licitações, atos de pessoal, contratos e obras. A iniciativa integra a atuação preventiva do TCE-MS, que busca reduzir falhas administrativas e fortalecer a gestão dos recursos públicos antes da adoção de medidas de fiscalização.

Diálogo Adriana Estivalet e Henrique de Medeiros Filho - Foto: Miguel Palácios

 

Diálogo Mariam Osman - Foto: Divulgação

Só promessas

Os candidatos de todos os matizes, pelo menos neste início de campanha, não apresentam grandes novidades em suas propostas. Os da esquerda prometem corrigir o que consideram errado; os da direita defendem o que entendem ser a fórmula certa de administrar; e outros trabalham para preservar o espaço que já ocupam ou mirando cargo futuro, caso a urna lhes seja desfavorável. Ideias novas, até agora, parecem estar em falta. O velho desejo de chegar ao poder, esse continua mais vivo do que nunca.

Sem pressa

A ausência de Eduardo Riedel no debate promovido pela FM Morena e pelo Portal Primeira Página não teria sido, segundo aliados, “fuga” nem “desrespeito”. Conversa é que o governador pretende participar de apenas dois debates, ambos na segunda quinzena de setembro. A estratégia seria evitar transformar o palanque em escada para adversários interessados apenas em atacá-lo. A explicação é que, perto da eleição, o confronto tende a ter outro peso e outro endereço.

Destino

O projeto que define a aplicação dos recursos do Fundersul em 2026 tramita na Assembleia Legislativa de MS, com previsão de R$ 1,04 bilhão para investimentos. Do total, R$ 751,92 milhões, ou 72%, serão destinados a obras rodoviárias, incluindo pavimentação, restauração, implantação e conservação. Outros R$ 260,23 milhões, equivalentes a 25%, serão repassados aos municípios. A proposta consta do Projeto de Decreto Legislativo, da Mesa Diretora. Agora, o texto será analisado pelas comissões da Casa.

ANIVERSARIANTES 

  • Eduardo Coletto Figueiredo, 
  • Ana Luiza Leal,
  • Niutom Ribeiro Chaves Junior,
  • Jéssica Alencar,
  • Rudel Espíndola Trindade Júnior, 
  • Dr. Mário Akatsuka Júnior, 
  • Airton Edison de Araujo Filho,
  • Emanuely Vilalba das Virgens,
  • Benedito Ramão Mansilha,
  • Honorio de Oliveira,
  • Reginaldo Silva Santos,
  • Zenilda da Costa Leite,
  • Ir. Sílvia Vecellio Pais, 
  • Gislaine Aparecida Loubet Brum, 
  • Marcia Gisele Silva Hisano,
  • Inah Maria Corrêa da Costa,
  • Nedy Gonçalves Mastrageli,
  • Ricardo Colombo Ferreira,
  • Flávia Anache Marsiglia Cavalcanti Garcia, 
  • Silvia Garcia Arguello,
  • Ivan da Cruz Pereira,
  • Milton Fernandes Sena,
  • Valéria Caldas Chedid, 
  • Letícia Alves,
  • Edson Paulino Dutra,
  • Kamary José Santos Silva,
  • Neuza Barrozo de Almeida,
  • Jeany Graciela Bichofe,
  • Marcos Roberto Lopes,
  • Takashiro Asato,
  • Bruna Medeiros Gonçales,
  • Dra. Klissia Pires Souza, 
  • Manoel Martins Vieira,
  • Paulo Celso Pinheiro Saraiva,
  • Iza Leite Barbosa,
  • Anete Serra Reinbold,
  • Dra. Ângela Maria Dias Queiroz, 
  • Márcia Maria Orro Gonçalves,
  • Antonio Dias Pedroso,
  • Antônia Rosa Holland,
  • Licínio Lanteri de Almeida,
  • Zeni Fratine Campos,
  • Genise Molina Filartiga,
  • Claudio Cericatto,
  • Flauzino Gonçalves Costa,
  • Rodrigo Possari, 
  • Luiz Fernando Borges dos Santos,
  • Neide Maria de Barros Chagas,
  • Elka Batista de Souza,
  • Clarice Gomes de Almeida,
  • Marco Aurelio Ronchetti de Oliveira,
  • Maria Helena Vieira Pinheiro,
  • José Carlos da Silva Corrêa,
  • Tereza Cristina Fonseca,
  • Carolina Débora da Silva,
  • Air da Silva Ramalho,
  • Abigail Marques Souza,
  • José Lima Martins,
  • Antônio Matias de Souza Neto,
  • Ana Luiza de Carvalho,
  • Michelle Barcelos Alves Silveira,
  • João Xisto Rivas Arguelho,
  • Emileide Lucineia da Costa,
  • Regina Célia Oshiro,
  • Ailson Elias de Oliveira,
  • Carlos Flag Rocha,
  • Jeronimo Ricardo de Melo Falcão,
  • Luiz Marques da Silva,
  • Gilberto Kodjaoglanian Di Giorgio, Allyson Britto Motomiya,
  • Carlos Romanini Bernardo,
  • Sonia Maria Ferreira Barrueco,
  • Luiz Carlos Moraes Laburu,
  • Roberto Wachsmuth Rios,
  • Milena Aparecida de Oliveira Gatto,
  • Fernando Antônio de Oliveira Santos,
  • Ulysses Pereira de Almeida Neto,
  • Adão Pereira dos Reis,
  • Vânia Leila Farias Parizze,
  • Marluci Dutra Ferreira,   
  • Ariely Garcia Moreno Lima,
  • Cacilda Kimiko Nakashima, 
  • Daniel Radünz,
  • Gleydson Pinto Machado,  
  • Dejacyr Cespedes de Souza,
  • Apolianário Portela Moreira,
  • Rosane Moreira Lopes,
  • Eraldo Olarte de Souza,
  • Gerson Luiz Martins,   
  • Fausto Luiz Rezende de Aquino,
  • Wellington Miyazato,
  • Cléa dos Santos Almeida,
  • Renata Duarte Jacomo,
  • Fernando Antonio Alves da Rocha,
  • Flávio Cerzósimo Souza,
  • Neusa Jordão Costa,
  • Valéria Rodrigues de Lacerda,
  • Fernanda Suares Rocha Martins,
  • Nancy Raquel Orue Pinasso,
  • Larissa Lelaine Ferraz Gomes,
  • Glaucia Helena Santana,
  • André de Godoy Sant’ana,
  • Roseli Romero,
  • Gilmar Monteiro Pereira,
  • Maria Aparecida Dias Pereira,
  • Welder Augusto Kemp, 
  • Ney Fuzeta Peres,
  • Glicio Mariano de Paula,
  • Rodrigo Soto Tschinkel,
  • Soraya Danielli Hammoud Brandão.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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