Correio B

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Leite de Kim Kardashian vaza em pleno programa de TV

Leite de Kim Kardashian vaza em pleno programa de TV

achebelem

28/01/2014 - 02h00
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Kim Kardashian passou por uma situação inusitada e constrangedora durante as gravações do reality show "Keeping Up With The Kardashians", no último domingo (26). Ela estava conversando com seu irmão Rob e sua irmã Khloe na cozinha, quando de repente percebeu que seus seios estavam deixando vazar leite, já que ainda está em processo de amamentação da filha, a pequena North West, de sete meses. 

Khloe avisou a irmã do incidente. "Seu seio está vazando. Parece um chafariz", afirmou, enquanto Rob demonstrou incômodo com a situação.  "O que é isso? Que coisa esquisita", disse ele, constrangendo ainda mais a noiva de Kanye West. 

Kim, por sua vez, aceitou tudo com classe e achou a situação normal, afinal é uma mãe com uma rotina sujeita a este tipo de acontecimento. 

Recentemente, ela foi entrevistada pela apresentadora de televisão Ellen DeGeneres e afirmou que sua gravidez não foi uma experiência muito boa. Vale a pena sofrer para ver aquilo que conseguimos no final, porém estar grávida não foi uma experiência boa para mim", declarou a socialite, que está com 32 anos. "Tive alguns problemas médicos e ganhei muito peso", afirmou. 

Apesar de ter ganhado vários quilos extras com a gestação, Kim Kardashian já recuperou a bela forma e faz questão de exibi-la em suas redes sociais, porém algumas fontes próximas a ela afirmam que sua obsessão pela dieta está ficando em um nível exagerado. 

“Kim está obcecada com a dieta. Ela admite que mal comeu carboidratos nos últimos quase quatro meses", disse a fonte à revista “In Touch”. “Ela quer ficar com o corpo mais magro do que estava antes de engravidar e está disposta a fazer qualquer coisa para chegar lá", completou, deixando claro que a atitude está sendo tomada por causa do casamento que está prestes a acontecer.

Diálogo

Coincidência ou não, em ano eleitoral são comuns casos de realização de... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta terça-feira (28)

28/04/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Carlos Hilsdorf, escritor brasileiro

"Escreva a sua própria história ou terá que se contentar com a história que os outros escreverão por você e para você".

Felpuda

Coincidência ou não, em ano eleitoral são comuns casos de realização de eventos, alguns fora do calendário habitual, que chamam atenção pelos cachês estratosféricos de alguns artistas. O detalhe é que a maioria é feita sem licitação, pois para isso sempre existe uma brecha. A "bomba" acaba explodindo posteriormente, quando um candidato ou outro bate às portas da Justiça Eleitoral denunciando uso abusivo do poder econômico. Geralmente, isso acaba não resultando em nada, até porque, como ensina o dito popular, "águas passadas não movem moinho..."

"Obrigação"

Com o governo do estado, a Prefeitura de Campo Grande e a presidência do legislativo estadual nas mãos, o Progressistas tem por "obrigação fazer bonito" nas eleições 2026.

Mais

Assim é que pensam parlamentares que projetam quais partidos terão um bom desempenho nas urnas. Segundo eles, a conexão entre os poderes poderá fortalecer o partido. A conferir.

DiálogoFoto: Divulgação/UFMS

A professora Letícia Garcia, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, é Campeã Nacional do Brasil para 2026 e finalista do Prêmio Frontiers Planet. A pesquisa da professora e sua equipe mapeia paisagens resilientes ao clima em todo o Brasil, identificando áreas onde a biodiversidade é mais robusta às mudanças climáticas. O artigo de pesquisa que garantiu à professora da UFMS o prêmio de Campeã Nacional é "Mapeando Paisagens Resilientes às Mudanças Climáticas em um País Megadiverso", publicado na revista Global Change Biology. A indicação da professora Leticia foi feita pela UFMS e é a primeira vez da história da Universidade e de MS. A premiação é de US$ 1 milhão a três cientistas por ano. A cerimônia de entrega do Prêmio Frontiers Planet será realizada dia 18 de janeiro de 2027, em Davos, na Suiça.

DiálogoAdelina Avesani Spengler e Eduardo Spengler - Foto: Studio Vollkopf

 

DiálogoDra. Mariana Dadalto - Foto: Arquivo pessoal

Escravos de Jó...

Dos 29 deputados estaduais, apenas três decidiram alçar voos mais altos. Mara Caseiro e Neno Razuk, ambos do PL, e Roberto Hashioka, do Republicanos, vão disputar vaga na Câmara Federal. Os demais tentarão a reeleição e, segundo se ouve nos bastidores políticos, poderá haver surpresas, pois alguns não deverão voltar. No "maior quieto", apostas vêm sendo feitas sobre quem deverá ser defenestrado do cargo por decisão do distinto eleitor. Fala-se até que a mudança pode ser considerável. Sei não... 

Enfim

A Câmara Municipal da Capital firmou um Termo de Cooperação com a Receita Federal para fortalecer a campanha "Eu Sou Cidadão Solidário", que incentiva a destinação de parte do Imposto de Renda aos Fundos Municipais da Criança, do Adolescente e da Pessoa Idosa. O acordo prevê ações de divulgação e conscientização, além do incentivo à participação de servidores, vereadores e da sociedade.

Prazo

O atendimento eleitoral será ampliado nos próximos dias, incluindo o feriado de 1º de maio e o fim de semana (dias 2 e 3), com plantão das 8h às 13h. Em Campo Grande, o serviço ocorre no Memorial da Cultura,  Avenida Fernando Corrêa da Costa, 559, Centro, com funcionamento normal de segunda a sexta, das 8h às 18h. O prazo para regularizar o título termina em 6 de maio, sem prorrogação, e a consulta pode ser feita no site do TSE. No interior, o atendimento está sendo das 8h às 18h até o fim do prazo.

Aniversariantes

Elisandra Uesato;
Flávio de Alcântara Carvalho;
Dra. Raissa Yuri Silva Oshiro Dauzacker;
Erich Sacco;
Soraia Dibo de Faria;
Josiane Azevedo Barthimann;
Fernanda Pereira Zauith;
Ivone Almeida das Virgens;
Francisco Candido de Oliveira;
Luciana Aparecida Soares Recalde;
Tancredo Eduardo Ribas;
Wagner Braga Hildebrand;
Rubens Mesquita Sobrinho;
Eliane Penedo de Carvalho;
José Nilo Fernandes Queiroz;
Eli Rodrigues;
João Francisco Terra;
Alcindo de Miranda;
Adão Lopes Moreira;
Vitor Duarte Moron de Andrade;
Vera Siliano;
Alexandre Monteiro Rezende;
Amanda Corrêa Pereira Teodoro;
Fran Souza;
Maria Cristina Dias;
José Marcos Morais;
Olavo Hissao Takagi;
Sônia Simões Corrêa;
César Dilermando Lyrio Filho;
Maria Luisa de Menezes Pinto;
César Cortez;
Vera Lúcia Barbosa Nogueira;
Kátia Aparecida Camargo do Nascimento Pavão Pionti;
Arlete Saddi Chaves;
Caroline Marques d´Avila;
Olivia Hortega de Oliveira;
Marta Maria Basso;
Fausto Pereira Neto;
Vanderlei Pereira Barros;
Ana Amélia Rodrigues;
Jean Karlos Silva dos Santos;
Francisco Assis dos Santos;
Alceu Moreira Barros;
Pedro Nogueira de Azevedo;
Tatiana Saddi;
Geraldo Maffucci Correa;
Guilherme Barbosa Coelho;
Ayrton de Albuquerque;
Juliana Farias;
Dr. Valdir Antonio Ponchio;
Vanda Monteiro Salgado;
Inez Alexandre de Araújo;
Celso Matogrosso Pereira;
Tereza Alice de Barros Cunha;
Hilda Chaves;
Henriqueta de Araújo;
Nercílio Ferreira Leal;
João Herculano da Costa;
Antonio Kuroce;
Ralf Guerrieri da Silva;
Flávio Maritseu Oshiro;
Ismael da Silva Rosa;
Luiz Sérgio Mossin;
Nicole Barbeta Gattos;
Rosa Vitalina Guimarães e Silva;
Edna Tacako Miyashiro Benites;
José Antônio da Silva;
Tomie Matsue Correa;
Danielly Escher Anderson;
Ivaneide Gomes Sandim Coelho;
José Messias Alves;
Renato Yoshio Kaneki;
Hélio Rocco;
Vilson Valdeci Finger;
Fabio Claudino;
Eustáquio Lima Souza;
Dr. Fernando José Ferreira;
João Alexandre Teixeira Dutra;
Anabela Antunes Marques Negrisolli;
Vital Santos Fernandes;
Waldecir Demétrio;
Adeides Neri de Oliveira;
José Brasil da Silva Viana;
Renata Souza Louro;
Elton Leal Loureiro;
Jansen Moussa;
Scheila Adriana Milhan Gonçalves;
Terezinha Grubert de Deus;
Yara Aparecida Tondatto;
Victor Gibin Scarpellini;
Eva Nogueira Gomes de Carvalho;
José Jaime de Vasconcelos;
Mirtô Pereira Pimentel;
Rosana Daraia Moses;
Edgard Freitas;
Maria Elizabeth Barros;
Ricardo Cesar Roa Brum;
Damião Dias da Silva;
Claudia Christina Torraca de Freitas;
Larissa Novaes;
Antonio Carlos Asseff de Moraes;
Christiano Torchi;
Fabricio Venhofen Martinelli;
Ieda de Oliveira Freitas;
Wilson Ferreira;
Valdirene Pereira dos Santos;
Mauro Gilberto Santana;
Tiago Bonfanti de Barros;
José Bosco Dourado de Assis;

Colaborou Tatyane Gameiro

Música

Cantora de MS lança versão de clássico japonês em bossa nova

Douradense, descendente de japoneses, transforma memórias e influências da infância em ponte musical entre duas culturas distintas

27/04/2026 12h30

Fotos: Divulgação

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Atravessar oceanos sem sair da própria história. É nesse território simbólico que a cantora nipo-brasileira Mariana Matsui constrói sua trajetória artística. Nascida em Dourados e criada com referências culturais brasileiras e japonesas, a artista lança no dia 1º de maio uma nova versão do clássico japonês “Kawa no Nagare no Yō Ni”, em parceria com Lisa Ono.

A releitura, que incorpora elementos de bossa nova e jazz, marca um percurso profundamente ligado à identidade, à memória e ao pertencimento.

A canção, eternizada na voz de Hibari Misora, é considerada uma das mais emblemáticas da música japonesa. Lançada originalmente em 1989, tornou-se um símbolo geracional, atravessando décadas e mantendo-se viva no imaginário coletivo do país. Na versão de Mariana, o arranjo ganha nova atmosfera, com influências da música brasileira, sem perder a delicadeza da original.

RAÍZES

Antes de alcançar palcos internacionais, a história de Mariana Matsui começa no interior de Mato Grosso do Sul. Foi em Dourados que ela viveu a infância e teve seus primeiros contatos com a música – e também com a cultura japonesa, que viria a se tornar um dos pilares de sua identidade artística.

A ligação com o Japão nasceu dentro de casa. Neta de uma imigrante japonesa, Mariana cresceu convivendo intensamente com a avó, a quem chama carinhosamente de “bachan” (vovó, em japonês).

As duas moravam lado a lado, e era na casa da avó que a futura cantora mergulhava em um universo cultural distinto: assistia à televisão japonesa, ouvia músicas tradicionais e conhecia artistas que marcaram sua formação musical ainda na infância.

“Foi tudo muito natural. Antes mesmo de entender o que era MPB ou jazz, eu já tinha essa conexão com a cultura japonesa”, relembra.

Aos quatro anos, já demonstrava interesse por música, incentivada por videogames e karaokês caseiros. Aos oito, começou a cantar.

Esse início precoce foi moldado por um ambiente cultural híbrido, característico de Mato Grosso do Sul, estado que abriga uma das mais fortes comunidades de descendentes japoneses no Brasil.

Além da influência familiar, Mariana destaca o acolhimento que recebeu ao longo da infância. Eventos locais, clubes e iniciativas culturais foram fundamentais para seu desenvolvimento artístico. “Eu tenho uma memória muito afetiva de tudo isso. Sempre fui muito bem acolhida”, afirma.

PONTE CULTURAL

Aos 14 anos, Mariana se mudou para São Paulo, onde aprofundou sua formação musical e deu os primeiros passos profissionais. Foi na capital paulista que entrou em contato mais direto com a música brasileira, especialmente a bossa nova, que, com o jazz, marca sua identidade artística.

Anos depois, em 2021, a cantora deu um novo salto ao se mudar para o Japão. A experiência, inicialmente motivada por circunstâncias pessoais, acabou se transformando em um ponto de virada em sua carreira.

“Foi lá que eu realmente comecei a entender minhas raízes. Eu sempre tive essa influência, mas viver no Japão me fez sentir isso de forma muito mais profunda”, explica.

No país asiático, Mariana se encontrou em um espaço de representatividade, sendo uma artista brasileira, com ascendência japonesa, levando a música do Brasil para um público que, surpreendentemente, já tem forte conexão com esse repertório.

GRANDES FÃS

Ao contrário do que muitos imaginam, a bossa nova não é apenas um símbolo cultural brasileiro – ela também é amplamente valorizada no Japão. Segundo Mariana, o país asiático está entre os maiores consumidores do gênero no mundo, superando inclusive o próprio Brasil em determinados nichos.

“O japonês, quando gosta de algo, se aprofunda. Eles estudam, colecionam discos, aprendem português. Já conheci pessoas que sabem mais sobre música brasileira do que eu”, relata.

Essa relação intensa com a música se reflete também na recepção do público aos shows da artista. Mariana conta que, ao incluir canções japonesas em seu repertório, frequentemente presencia reações emocionadas da plateia. “Já vi pessoas chorando durante as apresentações. Existe uma conexão muito forte”, diz.

Além disso, o fato de ter ascendência japonesa desperta identificação no público local, que vê na cantora uma espécie de ponte cultural. “Eles se sentem orgulhosos de ver alguém que cultiva essa ligação com o país deles”, afirma.

O SINGLE

A escolha de “Kawa no Nagare no Yō ni” como primeiro single do novo projeto não foi apenas estética, mas também profundamente afetiva.

A música, tradicional dentro da cultura japonesa, também faz parte da memória coletiva das famílias descendentes no Brasil.

“É uma canção que tocava muito na casa da minha avó. Ela me remete diretamente à minha infância, à minha família, à convivência entre gerações”, explica Mariana.

Ao revisitar a obra, a artista buscou ressignificar a canção a partir de sua própria trajetória. Para isso, incorporou elementos da bossa nova e do jazz, criando um arranjo que dialoga com sua identidade musical contemporânea.

A decisão também tem um significado pessoal importante. Aos 90 anos, sua avó acompanha com orgulho o lançamento do single em japonês – um gesto que a cantora define como uma forma de honrar suas origens em vida.

“Essa música me conecta com tudo: minha infância, minha família, minhas raízes. É um lugar muito especial no meu coração”, afirma.

Entre o Brasil e o Japão, entre o português e o japonês, entre a tradição e a reinvenção, a artista constrói um caminho singular, em que as diferenças não se anulam, mas se complementam.

“Eu me considero brasileira, mas minhas raízes orientais estão no meu DNA. Poder viver isso e levar a música brasileira para o Japão é um lugar de muita gratidão”, resume.

Capa do single “Kawa no Nagare no Yō Ni”, em parceria com Lisa Ono - Fotos: Divulgação

PARCERIA

Lisa Ono - Foto: Divulgação 

A participação de Lisa Ono no projeto reforça ainda mais essa conexão entre Brasil e Japão. Reconhecida como uma das principais responsáveis por popularizar a bossa nova no país asiático, a artista construiu uma carreira sólida ao longo de décadas, tornando-se referência nesse intercâmbio cultural.

O encontro entre as duas aconteceu no Japão e evoluiu de forma natural. “Quando pensamos no disco, o nome dela surgiu imediatamente. E foi um presente ter ela na faixa”, conta Mariana.

A parceria simboliza a continuidade de uma ponte entre gerações e culturas. Ambas compartilham trajetórias marcadas pela circulação entre Brasil e Japão, explorando identidades múltiplas por meio da música.

TURNÊ 

O lançamento do single marca o início de uma agenda intensa no Japão, com apresentações em eventos e espaços relevantes da cena musical do país. Entre os destaques estão participações no La Folle Journée Tokyo e na rádio J-WAVE FM, além de shows e eventos institucionais.

A turnê também funciona como uma prévia do álbum que Mariana prepara para lançar ainda este ano. Diferentemente do single, o disco será majoritariamente em português, reafirmando seu compromisso com a música brasileira, mas sem abrir mão das influências orientais que marcam sua trajetória.

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