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Diálogo

Lençóis, na Chapada Diamantina (BA), pode colocar o Brasil em evidência no... Leia na coluna de hoje

Leia a Coluna Diálogo deste sábado (01) e domingo (02)

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Rubenio Marcelo - Poeta de MS

"Que uma palavra não seja salva se for mal dita... Que uma só palavra não seja dita se não for digna”

FELPUDA

Na corrida pelo Governo do Estado, o candidato petista afirma que entrou na disputa para pôr fim à permanência do mesmo grupo político no comando de Mato Grosso do Sul. Segundo ele, o modelo se esgotou. O discurso é direto e busca explorar o desejo de mudança. Curiosamente, a crítica não se estende ao cenário nacional, onde o PT acumula anos no poder do país. A diferença de régua chama atenção. Na política, pelo visto, a fadiga do poder depende do endereço. E dê-lhe!...

LENÇÓIS BAHIA Coluna DIÁLOGO CEFoto: Divulgação

Lençóis, na Chapada Diamantina (BA), pode colocar o Brasil em evidência no turismo sustentável mundial. O município foi selecionado pelo Ministério do Turismo para disputar o selo “Melhores Vilas Turísticas”, concedido pela ONU Turismo, reconhecimento voltado a destinos que conciliam preservação ambiental, cultura e desenvolvimento econômico. A candidatura destaca iniciativas como o projeto do Geoparque Serra do Sincorá, candidato a Geoparque Global da UNESCO. Outro diferencial é o uso de tecnologia para gestão do turismo, com monitoramento da visitação e inclusão de mais de 300 guias locais. Para participar da seleção, Lençóis apresentou materiais em português e inglês. O resultado será divulgado em dezembro e se conquistar o selo, o município passará a integrar uma rede global de destinos referência em turismo sustentável. Com pouco mais de 11 mil habitantes, Lençóis reforça a tendência de valorização de cidades que apostam na preservação do patrimônio natural e cultural como estratégia para atrair visitantes do mundo inteiro.

Gerson Claro e Kátia Claro Foto Wagner GuimarãesGerson Claro e Kátia Claro - Foto: Wagner Guimarães

 

Alessandra Braggioni - Foto: André Ligeiro

Palanque

O ex-ministro Carlos Marun chegou a ser cotado para uma das suplências de Nelson Trad Filho ao Senado. O problema é que seu MDB está no mesmo palanque de Eduardo Riedel, enquanto Nelson Trad Filho segue em outra composição. Embora não haja resolução específica do TSE sobre o caso, existe consulta tratando das restrições entre coligações diferentes. Na política, portanto, não basta querer...

Só?

Por falar em Nelson Trad Filho, o PSD formaliza neste sábado (1º) a sua candidatura à reeleição ao Senado, e sem lançar chapas para deputados federal e estadual. Isso dá a impressão de que o senador estará sozinho na disputa. Dizem por aí que é só impressão, porque ele conta com uma rede de prefeitos e vereadores que pode pesar bastante na eleição, principalmente porque estarão em jogo duas cadeiras no Senado. A conferir.

Em cartaz

A Cia. Ofit tem apresentações marcadas com o espetáculo teatral “Três Vírgula Quatro Graus na Escala Richter”, direção de Nill Amaral, nos dias 5, 6 e 7 de agosto, sempre às 19h, no Teatro Prosa do Sesc Horto, em Campo Grande. Mais informações podem ser obtidas pelo Instagram @ofitcia.

ANIVERSARIANTES

Sábado (01)

Dra. Elisangela Cristina Nery,
Luiz Carlos da Silva Feitosa,
Horácio Pereira Andrino,
Alexandrina Marques Barbosa,
Dheuds Carmelino Pereira Nantes,
José Eduardo Porto Rodrigues,
Marcela Molinar de Castro Guimarães,
Antônio Gomes Flores,
Dalva Maia Siravegna,
Isabella Fernandes Catonio,
Edson Batista do Nascimento,
Osvaldo Demenciano,
José Ferreira Ribas,
Livio Guimarães da Silva,
Marcina Ferreira do Carmo Aratani,
José Joaquim Correa Lopes,
Luiz Dodero Junior,
Flavio Fontoura,
Izabela Jornada Pereira,
Adalberto Tavarez de Almeida,
Daniela Cristiane Ota,
Ronaldo Dias dos Reis,
Everton Heiss Taffarel,
Priscila Mayumi Moroto,
Eva Maria Bucker Froes,
Dr. André Ferreira de Brito,
Roseli Maria Del Grossi Bergamini,
Waldir Godoy Filho,
Gabriel José Barbosa Luckemeyer de Melo,
Luiz Carlos Saldanha Rodrigues,
Elizabeth Nogueira da Costa Fonseca,
Aluízio Angelo de Deus,
Elídio Morales Júnior,
Rosário Congro Flôres Filho,
Rodrigo Zanatto da Cunha,
Sylvio Carlos Faria Hidalgo,
Bárbara de Souza Gameiro,
Sandra Amaral Marcondes,
Cibele Maria Barbosa Pereira Thiago,
José Wilson Ferreira de Lira,
Fabiana Merlo de Oliveira,
Antonio López,
José Wilson Siqueira Campos,
Irene Caroline e Moura,
Luciene Muniz Daguila,
Marcelo Dallamico,
Luiz Yoshimura,
Dulce Brandt Yoshimura,
Rachel Augusta Elkhoury,
Dr. Francisco Otaviano Wehling Ilgenfritz,
Margarida Gomes Ortiz,
Carlos Eduardo Ito Tadano,
Augusto Hide Sakihama,
Fábio Aquino Brum,
Dr. Adauto Ferreira,
Dr. Bruno Mangiapelo,
José Horácio Porto de Figueiredo,
José Carlos Renosto,
Carlos Higa,
Alexandre Ramos Baseggio,
Estevaldo Laguilhon,
Mariane Medeiros Horn, Alisson Henrique do Prado Farinelli,
Antonio César Bauermeister de Araújo,
Lyane Moretti,
Diego Augusto Granzotto de Pinho,
Fabiana de Moraes Cantero e Oliveira,
Heizer Ricardo Izzo,
Estela Mara Casarin Guilherme,
João Carlos de Figueiredo,
Oscar Haruo Mishima,
Carlos Israel Pereira da Silva Junior.

Domingo (02)

Oclécio Assunção,
José Teixeira de Oliveira,
Dra. Rosana Dorsa Vieira Pontes Regis,
Michelle Cândia de Sousa Tebcharani,
Thiago Augusto Schoenherr,
Claudio Aparecido Capitulino,
Dr. Hamilton Carli,
Marcelo Vercelino,
Jurema Freitas de Lima,
Nair Barbosa de Oliveira,
Jayme Vieira de Resende Filho,
Brail da Silva Lima,
João Ângelo Sanchez Varela,
Omar Goulart Onça,
Dr. Marcos Costa Vianna Moog,
Dr. Hernani Trefzger Cândido,
Aldir Sbaraini,
Fábio Pacheco,
Elizabeth Santos Farias,
Emerson Belan,
Polliana Mendes Cândia Scaffa,
Maria Inês Loureiro Gurgel,
Dr. Aécio Pereira,
Guilherme Bertoldo,
Edna Maria Souza Guarinão,
Graziela de Brito Napi,
Leonir Canepa Couto,
Ana Carolina de Souza Salomão Griesel,
Paola Mendes Burkhart,
Margarida Maria Fontanella Gaiher,
Kleber George Sanches Hernandes,
Afonso Garcia Leite,
Terezinha de Jesus Secco,
Nerindo Pelegrinelli,
Vanilton de Melo Galdino,
Maria Angélica Mendonça,
Armando Ferreira Lima,
Olivia Simone Serrou Queiroz Botelho,
Daniela Vasques,
Carlos Roberto de Almeida,
Luís Landes da Silva Pereira,
Valdevino Santiago,
João Pedro Pasqual Neto,
Vilson Pradeboni,
Afonso Lopes,
Fabio Dantas Martins,
Jezilene Duarte Passos de Oliveira,
Marcos Pereira dos Santos,
Eunice de Oliveira Trelha,
Sônia Midori Hashimoto,
Dr. Celso Roberto Spengler,
Juvenal Coelho Ribeiro,
Milton Garcia Leal,
Silvio Luiz Martin,
Carlos Roberto Giacomelli,
Vicente Paulo Ferreira,
Seleide Fernandes Alves,
Liney Barbosa,
José Altair Gonçalves Braga,
Maria Cristina Hvala,
Afonso da Costa Rondon,
Jaqueline Lombardi Kassar,
Newton Corrêa da Silva Júnior,
João Chama,
Ricardo Akiyoshi Hayashida,
Nasir Salum,
Claudinei Zimermann Silveira,
Cristiane Aparecida Pedroso da Silva,
Fátima Suzue Gonçalves Matsushita,
Dr. Geraldo Moretzsohn de Castro Filho,
Aldo Heishin Oshiro,
Fernanda Caccia,
Natália Schmaedecke.

Colaborou Tatyane Gameiro

DANÇA

Espetáculo de dança transforma a inquietação de Lídia Baís em poesia corporal

Inspirado na vida e na obra da pintora sul-mato-grossense, "L'Existence Lídia Baís" estreia na terça-feira propondo uma experiência sensível que une memória, imaginação e liberdade

30/07/2026 08h30

Linguagem corporal do espetáculo foi desenvolvida a partir das pinturas de Lídia Baís

Linguagem corporal do espetáculo foi desenvolvida a partir das pinturas de Lídia Baís Milena Yuka

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Antes de contar a história de Lídia Baís, o espetáculo “L’Existence” prefere fazer outra pergunta: o que permanece de um artista depois que sua vida termina?

Em vez de seguir uma cronologia ou reconstituir episódios biográficos, a montagem, que estreia na terça-feira, no Teatro Glauce Rocha, em Campo Grande, aposta na força da dança para revisitar a memória, a imaginação e o legado de uma das artistas mais importantes da história de Mato Grosso do Sul.

Inspirado na trajetória da pintora campo-grandense, “L’Existence – Lídia Baís” propõe uma experiência sensível, na qual personagens inspirados em suas pinturas surgem como fragmentos de uma existência que continua ecoando.

O espetáculo tem sessão única, às 20h, e é realizado com recursos do Fundo de Investimentos Culturais (FIC) do governo de Mato Grosso do Sul.

Mais do que contar quem foi Lídia Baís, a criação convida o público a sentir sua inquietação, sua coragem e a liberdade que marcaram sua produção artística e forma de viver. É um mergulho poético na vida de uma mulher que escolheu fazer da arte a própria existência.

LINGUAGEM DA MEMÓRIA

A riqueza de camadas de Lídia Baís foi o que inspirou a diretora artística e coreógrafa Monique Paes durante o processo de criação de “L’Existence”.

Segundo ela, a montagem nasceu de uma longa imersão na vida e na produção artística da pintora, envolvendo pesquisas históricas, observação de suas obras e experimentações corporais.

“A criação de ‘L’Existence’ nasceu de um mergulho profundo no universo de Lídia Baís. Estudei sua história, contemplei suas obras, ouvi inúmeras trilhas e, acima de tudo, aprendi a me escutar. Cada escolha coreográfica surgiu desse diálogo entre a pesquisa e aquilo que sua trajetória despertava em mim”, explica.

Monique também integrou a equipe do longa-metragem sobre Lídia Baís, atualmente em produção em Mato Grosso do Sul. A experiência ampliou sua compreensão sobre a artista e acabou influenciando diretamente a construção da linguagem cênica do espetáculo.

“Algumas de suas pinturas tornaram-se ponto de partida para a linguagem corporal do espetáculo. Em nenhum momento quisemos biografar sua vida. A intenção sempre foi de revelar ao público o quanto sua trajetória é rica, cheia de camadas, contrastes e perguntas que continuam ecoando no tempo”, afirma.

A proposta, segundo a coreógrafa, é permitir que cada espectador encontre seu próprio caminho dentro da obra.

“Acredito que a arte ganha força quando nos permite sentir antes de compreender. Mais do que contar uma história, buscamos criar uma experiência sensível. Com respeito, admiração e licença poética, apresentamos ‘L’Existence’”, conclui.

INTERPRETAR SEM PALAVRAS

Linguagem corporal do espetáculo foi desenvolvida a partir das pinturas de Lídia BaísToda a narrativa do espetáculo se dá a partir da morte de Lídia Baís e da repercussão póstuma de sua obra - Foto: Milena Yuka

No centro dessa experiência está a bailarina e diretora artística Ana el Daher, responsável por interpretar Lídia Baís em cena.

Ela conta que conhecia apenas superficialmente a artista antes de iniciar o projeto. A pesquisa transformou completamente sua percepção.

“Lídia se tornou para mim uma mulher muito à frente do seu tempo. Ela não aceitava viver dentro das regras impostas pela sociedade, pela família e pelo lugar onde estava. Ela queria muito mais. Foi uma mulher ousada, que foi atrás dos próprios sonhos e das próprias vontades. Hoje, vejo alguém que talvez tenha inspirado muitas outras mulheres na forma de pensar e de agir”, declara.

Levar uma personagem histórica ao palco sem recorrer às palavras foi um dos maiores desafios enfrentados durante o processo criativo.

“A dança não tem o poder da fala. A gente precisa mostrar tudo com a alma. Pouco se sabe exatamente sobre como Lídia era, então, tivemos muito cuidado para construir uma personagem respeitosa e, ao mesmo tempo, sensível. Foi um processo baseado em pesquisas, nos diários, nas pinturas, em relatos e também na orientação de uma historiadora profundamente dedicada ao universo da Lídia”, destaca.

A construção da personagem exigiu um delicado equilíbrio entre fidelidade histórica e liberdade artística. Em vez de reproduzir gestos ou comportamentos documentados, o espetáculo procura traduzir sentimentos, inquietações e estados de espírito presentes na obra da pintora.

CORAGEM

Durante a pesquisa, um aspecto chamou especialmente a atenção da intérprete: a coragem com que Lídia enfrentou as limitações impostas às mulheres de sua época.

“O que mais me marcou foi perceber que ela não se rendia às obrigações impostas para ela. Mesmo sabendo das consequências, ela escolhia viver do jeito que acreditava. Em uma época em que isso era quase proibido para uma mulher, ela teve coragem de romper padrões e seguir o próprio caminho”, pontua Ana.

Essa dimensão da artista ultrapassa a biografia e dialoga com questões ainda muito presentes na sociedade contemporânea. Liberdade, pertencimento, autonomia e identidade aparecem como temas centrais da montagem, que pretende provocar reflexões sem oferecer respostas prontas.

Para Ana, esse talvez seja o maior legado deixado por Lídia. 

“Espero que o público saia curioso para conhecer mais sobre Lídia, mas também sobre si mesmo. Que cada pessoa se pergunte se está vivendo no lugar ao qual realmente pertence. Lídia era inquieta, e gostaria que essa inquietude também permanecesse com quem assistir ao espetáculo”, deseja a artista.

REALIDADE E IMAGINAÇÃO

A estrutura dramatúrgica parte de um ponto simbólico: o último suspiro de Lídia Baís.

A partir desse instante, memória, imaginação e criação passam a se entrelaçar em uma narrativa não linear, em que personagens inspirados em suas pinturas surgem como fragmentos de uma existência que continua viva.

Em vez de apresentar fatos históricos em sequência, o espetáculo cria imagens poéticas que dialogam diretamente com o universo visual da artista. A fronteira entre realidade e fantasia desaparece, permitindo que o público caminhe por um espaço onde as obras parecem ganhar corpo e movimento.

Essa escolha estética também dialoga com a produção de Lídia, marcada por figuras enigmáticas, atmosferas oníricas e uma permanente busca espiritual. Assim como suas telas nunca entregam todas as respostas, “L’Existence” convida cada espectador a construir sua própria interpretação.

ALÉM DE SEU TEMPO

Nascida em Campo Grande em 22 de abril de 1900, Lídia Baís ocupa um lugar singular na história da arte brasileira.

Dona de uma produção marcada por simbolismos, elementos surrealistas, expressionistas e forte espiritualidade, ela rompeu padrões sociais em uma época em que poucas mulheres conseguiam construir uma trajetória artística independente.

Ainda jovem, convenceu o pai a permitir que estudasse pintura no Rio de Janeiro, onde teve aulas com mestres como Henrique Bernardelli e Osvaldo Teixeira.

Na década de 1920, também passou uma temporada na Europa, especialmente em Berlim e Paris, cidades que ampliaram seu contato com movimentos artísticos modernos e influenciaram profundamente sua produção.

Ao longo da vida, Lídia construiu uma obra repleta de simbolismos, personagens misteriosos e reflexões existenciais. Também protagonizou escolhas que desafiaram convenções sociais. Casou-se apenas aos 38 anos, alterando sua idade para parecer mais jovem, e desfez o casamento apenas 15 dias depois.

Mais tarde, voltou-se aos estudos religiosos e filosóficos, adotando o nome de Irmã Trindade e dedicando seus últimos anos à espiritualidade.

SERVIÇO

Espetáculo “L’Existence – Lídia Baís”

Data: na terça-feira (4 de agosto).
Horário: às 20h.
Local: Teatro Glauce Rocha, na UFMS.
Ingressos: à venda na bilheteria do teatro e pelo link disponível na bio do Instagram @ciaselmazambuja.

Diálogo

Os vídeos tirados do baú começaram a fazer mais estragos que... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quinta-feira (30)

30/07/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Clarice Lispector - escritora brasileira

"Que ninguém se engane, só se consegue a simplicidade através de muito trabalho”.

FELPUDA 

Os vídeos tirados do baú começaram a fazer mais estragos que discurso de palanque. Em tempos de redes sociais, o passado costuma aparecer sem pedir licença e no pior momento possível. Há político reforçando a equipe de assessores para produzir “notas de esclarecimento” capazes de explicar o inexplicável. O problema é que nem sempre a versão convence mais do que a imagem. Em ano pré-eleitoral, um vídeo antigo vale mais que mil promessas novas. E, para alguns, o calmante já virou item de campanha. Também, pudera!...

Transparência

 Circula pela Assembleia de MS, projeto que obriga a divulgação detalhada dos gastos com viagens custeadas pelo poder público estadual, além de exigir ressarcimento se uso for indevido.

Mas...

Resta saber se depois de aprovada a regra será efetivamente cumprida ou se acabará engrossando a já extensa coleção de leis que existem apenas no papel. É esperar para ver!

DiálogoFoto: Senac/Divulgação

A professora Silvana do Valle Leone, do Senac de Mato Grosso do Sul, criou Salas de Inovação, com ambientes que reúnem quadro interativo, impressora 3D e realidade virtual, pensados para colocar o aluno no centro do processo. Com metodologias como Sala de Aula Invertida e Design Thinking, a professora conduziu também os alunos do curso Técnico em Administração no desenvolvimento do aplicativo “Corumbá na palma da mão”, voltado ao turismo local. O projeto colocou Silvana entre as finalistas do prêmio nacional Educador Transformador, na região Centro-Oeste. Todas as práticas que ela desenvolve partem das demandas reais do empresariado e da economia, conectando educação, tecnologia e desenvolvimento.

DiálogoDra. Bianca Rahal Paraguassú com seu amigo José David - Foto: Studio Vollkopf

 

DiálogoAndrezza Alencar - Foto: André Ligeiro

Em falta

Alguns candidatos puxadores de votos querem saber mesmo da estrutura que terão para disputar a eleição. A queixa entre políticos experientes é direta, porque há partidos montando chapas consideradas fracas para uma guerra que promete ser pesada. O problema é encontrar nomes fortes dispostos a entrar na disputa e garantir musculatura eleitoral. Como dizem nos bastidores, está faltando caldo de mocotó e sobrando mingau. Na política, chapa fraca costuma cobrar a conta justamente na hora em que a urna fecha.

Fraude

A Justiça de Mato Grosso do Sul condenou novamente quatro empresários envolvidos na venda de máscaras hospitalares ao Estado durante a pandemia da Covid-19. A 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande reconheceu fraude na contratação pública, fornecimento de produtos falsificados e prejuízo aos cofres estaduais. Segundo a sentença, o Estado pagou R$ 29,99 por cada máscara, enquanto o preço médio de mercado era de apenas R$ 2,92.

Mais

Parte dos produtos ainda teria sido fabricada por empresa apontada como inexistente e sem registro regular. Auditorias concluíram que as máscaras não atendiam às especificações e colocavam profissionais de saúde em risco. A decisão determinou o ressarcimento de R$ 599,9 mil ao erário e aplicou multas que somam R$ 1,199 milhão. O total das condenações financeiras chega a R$ 1,799 milhão.

ANIVERSARIANTES

Roberta Ferrairo Kuroce,
Alberio Alves de Araujo Lucena (Begèt de Lucena),
Rilziane Guimarães Bezerra de Melo, 
Nill Amaral,
Giovana Zulim,
Odete Maria Ferronato, 
Nivaldo Niheuns, 
Priscilla Harumi Higa, 
Maria Amelia Vianna Ramos,
Dr. Adeil Marcelo Pirani,
Oelson Rodrigues de Santana,
Carlos Ferreira de Oliveira,
Dr. Fábio da Silva Carli,
Maria das Graças de Santana Victor,
Ilidia Dan,
Roberto Alves Vieira,
Ursulino Jara,
José Roberto Micheloni,
Gerson Colim,
Alcindo Vicente Carvalho,
Ninfa Estela Gregor Chaparro,
Nadja Gonçalves Martins, 
Dra. Maria de Lourdes Cunha Aguiar, 
José Mauro Chaves,
Paulo Eduardo Piemontes,
Mirna Torres Figueiró,
Clayton Bernardino Gordo de Oliveira,
Luiz Abel de Almeida, 
Gilmara Loubet,
Almir Jares Dias,
Antônio Cândido de Oliveira,
Laércio Alves de Carvalho,
Sandra Regina Martins Esteves,
Eneida Brito Rodrigues,
Larisa Righetti,
Marcos Antônio Silveira,
Maria Salette Fialho Velasque,
Janny Ferreira Soares,
Vandir Rodrigues Yassumoto,
Maria Lúcia Corrêa Neves,
Maria do Carmo Souza Drumond,
Eufrasina Alves Corrêa,
Dr. Fernando Augusto Tibau de Vasconcellos Dias, 
Dr. Randolfo Braga, 
Andreia Suzana Novaes,
Ercilia Alves Mota, 
Leila Albuquerque Vasques,
Mariza Fátima Gonçalves Calixto,
Thelma Gomes Farias,
Almira Aparecida Santos da Costa, 
Joaquim de Oliveira Lino,
Eiky Yamazato,
José Inácio dos Santos,
Paulo Cardoso Lima,
Ana Moreira Pinto,
Armando Leal Peduto,
Paulo César Marques da Silva,
Maris Sandra Brandão Arruda,
Teresa Cristina Soares da Silva,
Marcelo Mendes Fonseca,
Rodrigo Nardera de Souza,
Nélio Márcio Moreira da Silva,
Gilberto Chena Rolon,
Pedro Paulo Matinhos,
Jane Burlamaqui Spengler, 
Dr. Carlos Vasques, 
Lilian Maria Vieira,
Mário Márcio de Souza Tôrres,
Hudson Gonçalves Pires,
Keila Soares Assis,
Antonia Jesus Marques,
Francisco de Almeida Tôrres,
Donizetti da Silva Maia,
Regina Maria de Souza,
Elayne Tavares Rocha,
Neuza Lima Alves,
Lázaro Roosevelt Nascimento,
Eurídice Teixeira,
Pedro Martins Verão,
Nelson Gomes de Almeida,
Maria Auxiliadora Mendes,
Adriana Pereira da Silva,
Rosemary Almeida,
Teresa Cristina de Souza,
Maria Rita de Souza Melo,
João Vitor de Paula Souza,
Simone Beatriz Gonçalves, 
Dr. Nelson Passaia,
Camila Vallezzi Cavalcante,
Leizilene Lima Fernandes,
Eliane Regina Galvão de Souza,
Rianez Claudia Gonçalves Bandeira de Melo,
Rafael Guimaraes Rosa,
Antônio João Pereira Figueiró,
Maria Madalena de São José Sançana,
Jânio Bastos,
Carlos Eduardo Ogeda Cacho,
Geiselene da Silva Rodrigues,
Adonis Cáceres,
Silvio Iran da Costa Melo,
Angelo Silva Onça,
Fausto Torres Muranaka,
Christiane Gomes Camargo Farinelli,
Analice Aparecida Cândido.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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