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MÚSICA

Marcus Menna, do LS Jack, já tem data para voltar aos palcos 13 anos após coma

Marcus Menna, do LS Jack, já tem data para voltar aos palcos 13 anos após coma

R7

11/01/2017 - 19h23
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Marcus Menna, vocalista do LS Jack, anunciou no começo da semana, por meio das redes sociais, que vai retomar a carreira musical. A volta, aliás, acontece já no próximo sábado (14), no evento Food Park Carioca, em um shopping da Zona Norte do Rio de Janeiro.

A preparação tem sido intensa. São ensaios atrás de ensaios, tudo para que a volta do cantor no cenário musical fique redondinha para os admiradores da banda. 

O que se vê no Instagram, a cada vídeo que posta, são fãs e mais fãs deixando mensagens de incentivo ao músico, que ainda se recupera de complicações de uma lipoaspiração realizada em 2004 e que o deixou dois meses em coma. 

As sequelas da parada cardíaca sofrida há quase 13 anos são pequenas, porém, perceptíveis quando o músico fala. Se vê que a dificuldade de Mennna está na memória, em se lembrar de datas, locais. Em 2014, quando foi entrevistado pelo Domingo Show, Marcus falou sobre o assunto.

— Tem coisa que não me lembro bem, mas, eu acho que é coisa da gente sair para viajar para relembrar.

Nas redes sociais, os comentários dos fãs são sempre positivos. Eles torcem pela recuperação completa do ídolo.

— Show meu querido! Sucesso hoje e sempre é ótima recuperação! Está conseguindo, parabéns pelo empenho e dedicação grandes progressos!

— Como é bom ver você assim! Sua força de vontade e alegria de viver são inspiradoras! Sempre fui fã do seu trabalho, LS Jack marcou minha infância e sem dúvidas é minha banda nacional favorita. Deus tem lindos planos para sua vida, você é um ser humano muito especial, que encoraja e motiva a muitos com essa linda lição que você transmite: superação e gratidão! Deus te abençoe sempre.

— É isso aí! Sempre em frente porque não temos tempo a perder! Sucesso e boa recuperação! Estou na torcida e orações!

Influenciados por artistas como James Taylor e Michael Jackson,  a LS Jack foi lançada em 1997. Entre as canções de sucesso do grupo está a música Carla, que conquistou o público e consolidou a banda nas paradas de sucesso. 

LUTO

Ex-paquito Robson Barros morre aos 57 anos; Xuxa e colegas lamentam

A família informou o fato em seu perfil de Instagram, mas não divulgou a causa da morte

21/06/2026 23h00

Robson Barros (do meio) morreu neste sábado, aos 57 anos

Robson Barros (do meio) morreu neste sábado, aos 57 anos Foto: Reprodução

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Robson Barros, ex-paquito dos programas de Xuxa Meneghel na década de 1980, morreu no sábado, 20, aos 57 anos de idade. A família informou o fato em seu perfil de Instagram, mas não divulgou a causa da morte.

O velório ocorreu no cemitério Parque Morumby, e o sepultamento no cemitério de Congonhas, em São Paulo, neste domingo, 21.

A morte de Robson Barros foi lamentada por diversos colegas, fãs e amigos, incluindo Xuxa.

A apresentadora publicou um vídeo em que ele canta no Xou da Xuxa como homenagem.

"Meu Robson Paulistinha. Você foi e é um cara incrível. Que Deus te receba com um sorriso lindo e muito carinho. Você merece todos os aplausos, meu eterno paquito. Te amamos", escreveu ela.

"Robson é um dos caras mais legais que eu conheci. Descansa, meu querido", postou Juliana Baroni.

Andréa Sorvetão, outra ex-paquita, relembrou uma foto ao lado do colega: "Querido e amado amigo Robson Barros! Sem palavras! Triste demais."

Quem eram os 'paquitos' de Xuxa, como Robson Barros

Além de assistentes de palco de Xuxa, os paquitos - versão masculina das famosas paquitas, que já a acompanhavam há algum tempo - também tiveram carreira musical, lançando discos entre o fim dos anos 1980 e início dos 1990.

Além de Robson Barros, integraram o grupo Paquitos Marcello Faustini, Egon Júnior, Alexandre Canhoni, Yuri Martins e Cláudio Heinrich (que chegou a protagonizar a novela Uga Uga anos depois)

Confira abaixo uma imagem publicada no Instagram de Robson Barros referente à época em que ele ainda era um 'paquito' de Xuxa.

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Coluna Desatando Nós: O filho não precisa ser feliz o tempo todo

Na tentativa de ver os filhos felizes, muitos pais passam a interpretar tristeza, raiva, medo ou decepção como sinais de que algo está errado.

21/06/2026 18h30

Coluna Desatando Nós: O filho não precisa ser feliz o tempo todo

Coluna Desatando Nós: O filho não precisa ser feliz o tempo todo Foto: Divulgação

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Poucas gerações se preocuparam tanto com a felicidade dos filhos quanto a atual. Queremos protegê-los das frustrações, evitar sofrimentos e oferecer oportunidades que talvez não tenhamos tido. A intenção é legítima. O problema começa quando transformamos a felicidade em uma obrigação permanente.

Na tentativa de ver os filhos felizes, muitos pais passam a interpretar tristeza, raiva, medo ou decepção como sinais de que algo está errado. Correm para resolver conflitos, antecipam soluções e tentam eliminar qualquer desconforto. Mas crescer envolve justamente aprender a lidar com emoções difíceis.

A vida não é composta apenas por momentos agradáveis. Perder um jogo, receber um “não”, enfrentar uma decepção amorosa ou não conseguir alcançar um objetivo fazem parte da experiência humana. Quando impedimos nossos filhos de viver essas situações, também limitamos a oportunidade de desenvolver recursos emocionais para enfrentá-las.

Resiliência não nasce da ausência de dificuldades. Ela se constrói quando a criança atravessa desafios e descobre que é capaz de suportá-los. Isso não significa abandonar ou minimizar o sofrimento. Significa acolher emoções sem precisar eliminá-las imediatamente.

Existe uma diferença importante entre proteger e superproteger. Proteger é oferecer segurança e apoio. Superproteger é impedir que a criança experimente situações compatíveis com sua idade e desenvolva autonomia emocional.

Como pais, nosso papel não é garantir felicidade constante. É ajudar nossos filhos a construir ferramentas para lidar com os altos e baixos da vida. Afinal, saúde emocional não significa estar feliz o tempo todo. Significa reconhecer sentimentos, expressá-los de forma saudável e seguir em frente apesar deles.

Talvez uma das maiores demonstrações de amor seja permanecer ao lado dos filhos quando eles sofrem, sem a necessidade de apagar imediatamente a dor. Porque crescer emocionalmente não depende da ausência de frustração, mas da capacidade de atravessar.

@vanessaabdo7

Coluna Desatando Nós: O filho não precisa ser feliz o tempo todo Dra. Vanessa Abdo - Divulgação

 

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