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Menino com 3,160 kg foi primeiro bebê a nascer em 2021 em Campo Grande

Os pais são de Sidrolândia, Joaquim Lucas nasceu exatamente a meia-noite, do dia 1º de janeiro

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O primeiro bebê a nascer em Campo Grande em 2021 foi Joaquim Lucas pesando 3,160 kg e medindo 48 centímetros. Ele nasceu exatamente a meia-noite, do dia 1º de janeiro.

Joaquim é o segundo filho de Elen Rodrigues Nantes e Fernando Bonfada dos Santos. A Maternidade Cândido Mariano, onde a cirurgia foi realizada, informou que “o pai, que mora em Sidrolândia, disse que está muito feliz pelo filho ser o primeiro bebê de 2021 e vir ao mundo cheio de saúde em um momento tão especial”.

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A avó de Joaquim, Leni Maria Nantes agradeceu aos familiares e amigos pelo apoio e disse que seu genro, Fernando Bonfada, “cuidou deles até o fim”.

“Também agradeço ao médico, a parte mais importante. Por causa dele tivemos a glória do nosso neném chegar bem, ele salvou vida da minha filha. Simplesmente gratidão eterna ao Dr Elcio”, publicou Leni em suas redes sociais.

O médico obstetra que fez o parto de Joaquim, Elcio Rey Campo Flores disse que está muito feliz pela oportunidade de “ajudar a trazer o primeiro bebê do ano de 2021. Profissão que eu amo, obstetrícia com alma, mente e coração”.

A numerologia diz que pessoas nascidas no dia 1º são naturalmente líderes, determinadas e com ideias inovadoras. Além disso, podem ser excelentes chefes por conseguirem gerir grupos com sabedoria, calma e precisão.

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GASTRONOMIA

Em clima junino, confira a história e veja receitas da canjica, do pé de moleque e da pamonha

Já em clima de Festa Junina, conheça a história da canjica, do pé-de-moleque e da pamonha, receitas tradicionais que nasceram da diversidade cultural brasileira

06/06/2026 10h00

Dupla que veio das roças indígenas, amendoim e milho resistiram à colonização e se tornaram protagonistas das receitas juninas

Dupla que veio das roças indígenas, amendoim e milho resistiram à colonização e se tornaram protagonistas das receitas juninas Magnific

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Junho mal começou e já dá para sentir o clima festivo no ar. Além de ser o mês de Santo Antônio, São João e São Pedro, esse é o período em que as fogueiras se acendem, o forró ecoa e a cozinha brasileira se veste de gala com suas texturas rústicas e aromas inconfundíveis.

A comida de festa junina reflete a história do Brasil, sendo um documento vivo da miscigenação entre o indígena, o africano e o europeu.

Desde o milho, plantado pelos nativos, até o amendoim e o leite condensado, símbolos da doçaria moderna, cada receita carrega séculos de tradição e adaptação.

COLONIZAÇÃO NO PRATO

Se há algo que não pode faltar em uma quermesse, é o milho. Seja na espiga, na canjica, no curau ou na pamonha, ele é o protagonista absoluto. E essa preferência se deve ao calendário agrícola e à colonização. 

A Festa Junina tem raízes europeias, trazida pelos portugueses durante o período colonial, mas encontrou no Brasil um solo fértil para se reinventar.

Enquanto na Europa a celebração marcava o solstício de verão, aqui ela se alinhou à safra do milho.

No Nordeste, principal centro econômico do Brasil Colonial, junho era justamente a época da colheita do grão. A fartura determinou o cardápio.

Além da temporalidade, o milho era a base da alimentação dos povos originários da América. Além de cultivarem o grão, os indígenas ensinaram aos colonos as técnicas de beneficiamento, como a maceração e a moagem, que deram origem ao fubá e à canjica. 

O amendoim, outro astro do período, segue a mesma lógica de abundância e versatilidade. Transformado em pé-de-moleque, paçoca ou simplesmente torrado, ele representa a energia necessária para os dias mais frios e a criatividade do brasileiro em transformar ingredientes simples em doces complexos.

Mungunzá (ou Canjica)

A discussão sobre o nome é uma das mais curiosas. Em grande parte do Brasil, a canjica doce feita com milho branco, leite e canela é chamada de Mungunzá no Nordeste.

O historiador Rafael Gonçalves aponta que o nome tem origem africana, e sua preparação mais encorpada veio com os povos trazidos ao Brasil. 

Já o que chamamos de canjica no Sudeste, os nordestinos chamam de “curau” (milho verde ralado). Independente do nome, é a harmonia do milho com o leite de coco e a canela que aquece a alma.

Pé-de-Moleque

Há várias lendas sobre o nome. A mais popular conta que antigamente, os meninos travessos (moleques) adoravam furtar as rapaduras dos engenhos e misturar com amendoim.

O doce, duro e irregular, teria sido batizado em homenagem a essas crianças sapecas. Hoje, ele divide espaço com versões cremosas, feitas com leite condensado, que mantêm o sabor rústico do amendoim caramelizado.

Pamonha

De origem indígena (do tupi pamunha, que significa “pegajoso”), a pamonha é o purê de milho verde cozido na folha da espiga.

É o símbolo máximo do aproveitamento total do alimento, uma prática que ganha cada vez mais força na cozinha contemporânea.

Canjica Cremosa

Dupla que veio das roças indígenas, amendoim e milho resistiram à colonização e se tornaram protagonistas das receitas juninasFoto: Magnific

Ingredientes

  •  500 g de canjica branca;
  • 1,5 litro de água;
  •  2 latas de leite condensado;
  •  1 lata de creme de leite;
  •  200 ml de leite de coco;
  •  200 g de coco ralado fresco ou seco;
  •  3 paus de canela;
  •  5 cravos-da-índia;
  •  Açúcar a gosto.

Modo de Preparo

> Coloque a canjica em uma tigela grande e cubra com água. Deixe de molho por 12 horas (ou de um dia para o outro). Isso é essencial para amaciar o grão;

> Escorra a água do molho. Coloque a canjica na panela de pressão, cubra com os 1,5 litros de água, adicione a canela e o cravo;

> Tampe a panela e cozinhe em fogo médio por 40 a 50 minutos após pegar pressão. Desligue e deixe sair a pressão naturalmente. O grão deve estar macio, mas não desmanchando;

> Abra a panela, retire os paus de canela e cravos (se quiser). Adicione o leite condensado, o creme de leite, o leite de coco e o coco ralado;

> Ligue o fogo baixo, sem tampa, mexendo sempre com uma colher de pau (para não queimar no fundo);

> Cozinhe por cerca de 15 minutos a 20 minutos até obter um creme liso e brilhante. Se quiser mais líquido, tire do fogo antes;

> Sirva quente, polvilhado com canela em pó e cravo em pó a gosto.

Pé-de-Moleque

Dupla que veio das roças indígenas, amendoim e milho resistiram à colonização e se tornaram protagonistas das receitas juninasFoto: Magnific

Ingredientes

  •  2 xícaras (chá) de amendoim torrado e sem pele;
  •  1 xícara (chá) de açúcar mascavo;
  •  1 xícara (chá) de açúcar cristal;
  •  1 colher (sopa) de manteiga (sem sal);
  •  1 pitada de sal.

Modo de Preparo

> Unte uma bancada de mármore ou uma assadeira grande com manteiga. Se não tiver, use um tapete de silicone;

> Em uma panela grossa, leve o açúcar mascavo, o açúcar cristal, a manteiga e a pitada de sal ao fogo médio;

> Mexa até derreter e formar uma calda;

> Deixe ferver sem mexer (apenas incline a panela para homogenizar) até a calda ficar na cor de caramelo escuro (ponto de fio duro). Coloque uma gota em um copo com água fria, se ela endurecer e estalar ao quebrar, está no ponto;

> Desligue o fogo e adicione o amendoim de uma só vez. Mexa vigorosamente com uma colher de pau até que todos os grãos estejam envoltos na calda;

> Despeje rapidamente sobre a superfície untada. Espalhe com a própria colher e deixe esfriar completamente;

> Depois de frio e duro, quebre em pedaços irregulares com a ajuda de uma faca ou martelo de cozinha.

Pamonha salgada

Dupla que veio das roças indígenas, amendoim e milho resistiram à colonização e se tornaram protagonistas das receitas juninasFoto: Magnific

Ingredientes para a massa

  •  6 espigas de milho-verde (frescas, de preferência);
  •  1 xícara (chá) de leite;
  •  1 colher (sopa) de manteiga derretida;
  •  2 colheres (sopa) de manteiga derretida;
  •  queijo minas ralado (opcional);
  •  sal a gosto.

Para embrulhar

  •  folhas da própria espiga;
  •  Barbante culinário ou tiras das folhas de espiga para amarrar.

Modo de Preparo

> Com cuidado, retire as folhas das espigas de milho, mantendo as mais inteiras e limpas. Lave bem as folhas em água corrente. Coloque-as de molho em água morna por 30 minutos;

> Com uma faca grande, corte os grãos das espigas rente à base. Raspe o sabugo com uma colher para retirar todo o “leite” do milho. Coloque os grãos e o líquido raspado no liquidificador;

> Acrescente o leite e a pitada de sal. Bata por 2 a 3 minutos, até obter uma massa homogênea e cremosa;

> Acrescente a manteiga e o sal, bata rapidamente. Se for usar queijo, misture com uma colher após bater, sem liquidificar;

> Abra uma folha de milho sobre a bancada (parte interna brilhante para cima). Coloque uma concha média (cerca de quatro colheres de sopa) de massa no centro;

> Dobre a folha como se fosse um envelope: dobre o lado esquerdo sobre a massa, depois o direito, depois a parte de baixo e a de cima;

> O formato fica retangular ou de “trouxinha”. Amarre com barbante ou com tiras das folhas, sem apertar demais;

> Em uma panela grande, coloque água até a metade. Quando ferver, arrume as pamonhas em pé ou deitadas, desde que fiquem submersas. Tampe a panela e cozinhe por 40 minutos a 50 minutos. Verifique a água durante o cozimento;

> Retire as pamonhas da água com uma escumadeira. Deixe descansar por 5 minutos antes de abrir. Sirva quentes, ainda dentro da folha ou desembrulhadas no prato.

Diálogo

Casal teve que desembolsar R$ 20 mil por ter agredido recepcionista de... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna deste sábado (6)

06/06/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Edson Contar - Poeta de MS

"Amigos são versos que compõem a poesia das nossas vidas”.

FELPUDA

Casal teve que desembolsar R$ 20 mil por ter agredido recepcionista de um hotel. Tudo começou quando a dupla ficou sabendo que não havia quarto disponível e que também não tinha reserva. Enquanto tentava encontrar uma solução, o funcionário teve o telefone arrancado e arremessado pelo homem contra ele. A mulher, por sua vez, passou a jogar objetos em direção à vítima. Os acusados afirmaram que a reserva havia sido feita e negaram as agressões. Mas tudo foi confirmado pelo gerente e pelas câmeras. Aí...

Menor

A confiança dos empresários do comércio de Campo Grande atingiu em maio o menor patamar desde a pandemia. O Índice de Confiança do Empresário do Comércio caiu para 89,2 pontos, permanecendo na zona negativa e registrando o pior resultado desde agosto de 2020. A pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo aponta que o cenário econômico segue impactando o humor e as expectativas do setor.

Proibição

A Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que proíbe a importação de tilápia em diferentes formas, incluindo peixes vivos, alevinos e produtos destinados ao consumo humano e animal. A proposta tem como objetivo reduzir riscos sanitários relacionados à entrada de doenças no país. Além disso, busca fortalecer a cadeia produtiva nacional, garantindo maior proteção econômica, social e ambiental aos produtores.

Cautela

Os maiores recuos foram registrados na avaliação das condições atuais da economia (-12,7%) e na intenção de contratar funcionários (-6,9%). Segundo Fecomércio-MS, o empresariado está mais cauteloso para investir. Entre empresas com até 50 empregados houve retração, enquanto os negócios de maior porte avançaram 6%. 

Em análise

O Senado analisa projeto de lei que proíbe a fabricação, importação e venda de cosméticos e produtos de higiene com microesferas de plástico. A proposta, já aprovada pela Câmara, busca reduzir a poluição dos oceanos causada por resíduos plásticos. O texto define como microesferas partículas plásticas menores  que cinco milímetros.

DiálogoGisele Barbosa e Ulisses Serra - Foto: Wagner Guimarães

 

DiálogoDra. Gabriela Lubiana Divino - Foto: Arquivo Pessoal

Cadeiras

Segundo análise de políticos, o PT poderá perder lugares a Assembleia de MS. Um dos motivos seria o estilo  de José Orcírio: só esbraveja, não esquece do ex-presidente Bolsonaro, como se ele fosse pré-candidato, além de desdenhar os produtores, classificando-os de “fazendeirada”. Com relação a Pedro Kemp, dizem que vem se sustentando em discurso nada inovador, enquanto Gleice Jane não teria base eleitoral forte. A conferir.

Números

A Justiça do Trabalho de MS destinou R$ 515 milhões para pagamento de dívidas trabalhistas em 2025. Pouco mais da metade desse valor, cerca de R$ 268 milhões, foram liberados mediante acordos homologados pelas Varas do Trabalho. O tema mais frequente nos processos trabalhistas foi o adicional de insalubridade, com 8.756 casos. Em 2024, haviam sido registradas 6.908 ações, o que representa aumento de 26%.

A mais

A Justiça suspendeu a cobrança de taxas de licenciamento de um veículo que está sem uso há mais de 15 anos, em Corumbá, desde que o proprietário se tornou fiel depositário, sem autorização para circular. Mas estava sendo cobrado de cerca de R$ 1,2 mil. O Tribunal suspendeu cobrança até a decisão final.

ANIVERSARIANTES

Sábado (6) 

Renata Velloso Braz;
Habib Rezek Júnior;
Nelia Menezes Tortorelli;
Alvicio Penha Martinez;
David Tavares Duarte;
Eder Giacian;
Guilhermo Zacarias Soloaga Cardozo;
Osvaldo Franco Godoy;
Dra. Sônia Regina Greguer Fernandes;
Ramona Vieira Flores;
Nilton de Souza Vieira;
Reginaldo de Oliveira Ferreira (Pastor Reginaldo);
Clebio Aquino Anunciato;
Maria Iracy Machado Maranhão da Rosa;
Deuza Franco Vernochi;
Jucelino Oliveira da Rocha;
Aparecido da Silva;
Rafael Henrique Ruzzon Scarpetta;
Eliandro Pereira da Silva;
Maice Pardo Corrêa;
Dr. Antonio Olinto Rodrigues Furtado;
Ana Maria Capelli de Campos;
Dr. Paulo de Araujo Delgado;
Gustavo Helney;
Roberto de Abreu;
Dra. Daniela Bazili Soares;
Padre Sebastião Júnior Ferreira Braga;
Roberto Wolf;
Regis Leite de Matos;
Suzeli Corcini Rocha;
Luiz Antonio de Oliveira Junior;
Rodrigo Wessler;
Giselli Barbosa Figueiredo;
Bruno Andrade Tomasini;
Luiz Carlos Cunha Tebicherani;
Nelson Vieira dos Santos;
Godofredo Rodrigues Pereira;
Maria Aparecida Helney;
Rafaela Neves Carvalho;
Jean Dulce Gutterres;
Renata Garcia Lemes;
Luiz Nery de Souza;
João Ximenes;
Arlindo Gonzaga de Oliveira;
Miguel Said;
Ubaldo de Castro;
Dr. Augusto Rômulo Rodrigues;
Nilza Amador;
Paulo Roberto Scarselli;
Sérgio Rezek Tannous;
Alexandre Augusto Bevilacqua;
Keyla Cristina Alves de Souza;
José Cameron Gelle;
Lúcia Helena Maffei Lemos;
Amanda Maria Navarro Lorenzo;
Job Henrique de Paula Filho;
Danilo Ribeiro Portugal;
Arnaldo Itiki;
Mitsuru Tsutsui;
Luiz Kohl;
Luciana da Silva Catelan;
Grazielle Arakaki;
Camila Yumi Sakuma;
Leonice Teresinha Kappes;
Azle Cordeiro de Vera Escalante;
Cleuza Ferreira da Cruz Mongenot;
Maristela Linhares Marques Walz;
Ivone Angela Sala Barboza;
Ana Boabaid;
Nilda Urbieta de Fernandez;
Pedro Henrique Monteiro de Barros;
Luciane Ferreira Palhano;
Evelyn Sayuri de Faria.

Domingo (7) 

Dra. Lilliam Maria Maksoud Gonçalves;
Priscila Higa Nakao Moro;
Bianca Custódia Scudeller;
Elenice Alves Perez;
Dharleng Campos;
Antonino Migliore;
Claudionor Gomes da Silva;
Ivaldo Alves da Rosa;
Élcio Gonçalves de Oliveira;
José Carlos da Costa Nunes;
Dr. Paulo Roberto Loureiro Pinheiro;
Carmela Soares Ferreira;
Marcel Taira;
Melissa Fagundes Canale;
Shirley Mara Barbosa Figueiredo;
Valdir Almeida Gomes;
Constantina Souza Massad;
Lorena Albuquerque de Moraes;
Mário Maurício Vasquez Beltrão;
Francisco Leal de Queiroz Júnior;
Márcia Auxiliadora Domingues da Silva;
Clarinda Shimabukuro Higa;
Edmir Hitosi Oshiro;
Wilma Loureiro Leite;
Luciney Pettengill Galvão Cavalcanti;
Julia Araújo Machirisky;
Iuri Bueno;
Antonio Yosimitio Oshiro;
Carlos Magno Rezende Marques;
Reginaldo Ferreira Costa;
Maria Margarida Barros;
Delamar Coelho;
Carolina Pachuki;
Manoel Fernandes;
Veissisly Godoy;
Hécio Benfatti Júnior;
Fahad Jamil Georges;
Ney Helena Cintra;
Rosamaria Pereira Bravo Guardati;
Waldyr Cândido Ferreira;
Maria Eugênia Alves Rondon;
Hilda Gonçalves;
Thiago Magalhães Romeiro;
Gilson Gomes;
Verônica Rodrigues da Silva;
Olímpia Chaves;
Joaquim Fernandes;
Alberto Duarte;
Fabiana da Silva;
Ernesto Mattos;
Luiz Antônio Silveira;
Dr. Meyer Ostrowsky;
Domingos Alves Rocha;
Eronilda Lacorte Scherer;
Nilce Edir Bodstein da Costa;
Telma Holosback;
Roberto Francisco de Souza;
Marta Mujica Coelho Lima;
Pedro Barbiere Novaes;
Thereza Alves Freitas;
Roberto da Silva;
Amilton Mecchi de Arruda Pinto;
Brenda Alexandre Lima Siqueira;
Leonardo Lanteri de Almeida;
Carlos Marcelo Targa;
Luiz Carlos Joaquim Junior;
Ricardo Simioli de Brito;
Castelo Branco Navarro;
Geni Nishihira Shimabukuro;
Elaine Maria Zamignan Henrique;
Cássia Regina Pisarro Basso;
Paula Elizabeth Berndt;
Joe Graeff Filho;
Orlando Nilson Tonin;
Rosana Silva Pereira Cantero;
Mônica Junges.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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