Correio B

SEMANA DA MULHER

Na administração pública ou no Legislativo, o lugar delas também é na política

Líderes abordam a importância da representatividade feminina neste Dia Internacional da Mulher

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Em uma jornada que se estende de Mato Grosso do Sul para todo o território brasileiro, destacamos as mulheres que têm deixado sua marca na história, representando nosso Estado, enriquecendo nossa cultura e defendendo temas cruciais para o desenvolvimento de novas políticas públicas.

Apesar de constituírem a maioria da população (51,1%) e do eleitorado (52,62%), as mulheres ainda enfrentam desafios consideráveis na sua representação política, como apontam dados recentes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Entre os filiados a partidos políticos, 53,8% são homens (8.493.990), enquanto as mulheres representam 46,2% (7.284.431).

A desigualdade na representação política ficou evidente nas eleições gerais de 2022, em que, embora 9.891 mulheres tenham se candidatado, apenas 311 delas foram eleitas, correspondendo a meros 18,2% do total de eleitos.

"Não é fácil ser mulher e ocupar os espaços de poder e de decisão. E essa é uma realidade ainda mais difícil quando tratamos de mulheres negras, rurais, indígenas, mulheres trans, com deficiência. Para que a democracia seja fortalecida, é crucial que tenhamos a maior representatividade de mulheres em todos os espaços de poder e de decisão” - Cida Gonçalves, ministra das Mulheres

O levantamento feito pelo Observatório Nacional da Mulher na Política, da Câmara dos Deputados, também mostra que a proporção de mulheres eleitas para cargos proporcionais no Poder Legislativo estadual, distrital e nacional nunca ultrapassou 18,52%, registrado como o máximo, em 2014, para candidaturas femininas ao Senado.

"O mundo, o Brasil em especial, só vai ser melhor e mais justo quando homens e mulheres, lado a lado, estiverem no poder em igualdade de condições. Para todas as mulheres do Brasil, quero dizer que defendo incansavelmente a importância da representatividade da mulher na política e em espaços de poder. A mulher faz bem o papel em qualquer posição. Cheguei onde cheguei também por conta do voto de muitas mulheres. O caminho não é fácil, mas não vamos desanimar. Há muito por fazer. Mulher é amor e coragem” - Simone Tebet (MDB), ministra do Planejamento e Orçamento

Outro fator determinante para essa disparidade é o peso das responsabilidades de cuidado que recaem sobre as mulheres. Além de suas atividades profissionais, elas frequentemente assumem a maior parte das tarefas relacionadas ao cuidado da família e do lar, resultando em uma menor disponibilidade para atividades políticas do que os homens.

"Como senadora da República e representante das mulheres no meio político, posso afirmar que a violência política de gênero existe e é uma das principais causas para que as mulheres sejam desencorajadas a ingressar nesse ambiente. Eu mesma já sofri isso na pele! É uma luta constante e que não podemos abandonar pelo fortalecimento feminino no mundo político” - Soraya Thronicke (Podemos), senadora

Apesar de se tratar da minoria, a atuação das mulheres na política não passa despercebida. Por isso, em celebração ao Dia Internacional das Mulheres, o Correio B entrevistou as representantes sul-mato-grossenses, discutindo a importância crucial da representatividade feminina na política. 

"A falta de vagas na creche afeta especialmente as mães, que muitas vezes precisam deixar de trabalhar para cuidar dos filhos. O transporte público precário e lotado expõe as mulheres a assédio e abuso sexual. A falta de iluminação está diretamente ligada à violência, sendo as mulheres as principais vítimas. Embora haja homens que também lutem por essas questões, as mulheres trazem esses temas com maior ênfase. A visão conjunta de homens e mulheres é essencial para fortalecer verdadeiramente a democracia” - Rose Modesto (União Brasil), titular da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco)

Tereza Cristina (PP), mãe de dois filhos e avó de dois netos, brilha como a senadora mais votada na história de Mato Grosso do Sul, com expressivos 829.149 votos conquistados em 2022. Essa conquista notável a coloca à frente do senador Ramez Tebet, que obteve 734.253 votos em 2002. 

Além de sua carreira no Senado, Tereza Cristina desempenhou o papel de ministra de Agricultura e Pecuária durante o governo de Jair Bolsonaro e foi eleita deputada federal por Mato Grosso do Sul em duas ocasiões.
Em suas reflexões para o 8 de Março, a senadora destaca a trajetória recente do voto feminino no Brasil, que tem apenas 92 anos.

“Uma representação feminina mais ampla promove estabilidade, inclusão e, acima de tudo, fortalece os pilares da democracia, paz e prosperidade. Temos uma bancada de 15 senadoras e, no cenário estadual, Mato Grosso do Sul se destaca com duas senadoras, uma ministra e uma prefeita da Capital, além de um recorde de filiação de mulheres”, destaca a senadora, Tereza Cristina.

Contudo, apesar das iniciativas positivas, a senadora pondera que o Brasil ainda precisa avançar. A 10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, realizada pelo DataSenado, revelou números preocupantes: apenas 7% das brasileiras se sentem respeitadas, enquanto 92% afirmam não se sentirem respeitadas ou apenas ocasionalmente. Alarmantemente, 74% acreditam que a violência doméstica aumentou no último ano.

“Portanto, minhas amigas e amigos, apesar de todas as boas iniciativas, o Brasil ainda precisa avançar muito. Temos, neste 8 de Março, de comemorar as conquistas, mas continuar exigentes e vigilantes! A mulher brasileira pode e deve chegar onde ela quiser”, finaliza Tereza Cristina.

Apesar de representarem a maioria da população e do eleitorado, as mulheres ocupam apenas 20% das cadeiras da Câmara dos Deputados e do Senado, mesmo com cotas partidárias e incentivos financeiros.

Confira as falas das demais líderes de Mato Grosso do Sul, que não apenas moldam a política local, mas contribuem para a construção de um cenário político mais equitativo em todo o País:

"Durante muito tempo as mulheres foram proibidas de ocupar espaços de poder e exercer as representatividades. Através de muita luta, nós conseguimos ocupar esse quadro e, hoje, a gente pode comemorar, ainda que um pouco, as nossas conquistas e os nossos avanços. Vamos lutar e procurar eleger mais representantes mulheres, por um País mais justo, onde todos possam ter oportunidades iguais para crescer e se desenvolver” Camila Jara (PT), deputada federal

 

 

 

 

 

 

As mulheres no espaço da política são fundamentais para a gente começar realmente a ter transformações na sociedade. Transformações que são vistas a partir do nosso olhar, de quem vivencia demandas necessárias dentro de vários segmentos que os homens não têm essas necessidades. A gente pensa muito a partir da nossa vivência, por isso é importante que as mulheres estejam dentro desses espaços” Gleice Jane (PT), deputada estadual

 

 

 

 

 

 

"Quando as mulheres têm a oportunidade de ocupar posições de liderança e influência, trazem consigo perspectivas únicas, experiências variadas e um conjunto diversificado de habilidades. Devemos promover ativamente a participação das mulheres nos espaços de poder, eliminando barreiras e criando oportunidades equitativas de liderança. Isso não apenas fortalecerá nossa democracia e nossas instituições, mas também nos aproximará de um futuro mais justo, inclusivo e próspero para todos” - Dione Hashioka (Podemos), deputada estadual

 

 

 

 

 

"Nós mulheres não podemos ser encaradas como números, como fazem alguns partidos. E este ano é decisivo para que nós possamos mostrar a nossa força, a nossa garra, a nossa coragem. Somos brasileiras de fato, com direito a voto, mas com direito também de decisão, de disputarmos de igual para igual. É chegada a hora da força da mulher sul-mato-grossense” Lia Nogueira (PSDB), deputada estadual

 

 

 

 

 

 

"A presença de mulheres na política serve como um modelo inspirador para as gerações futuras, incentivando mais mulheres a se envolverem na esfera pública e a assumirem papéis de liderança. Além disso, é fundamental que, em uma sociedade onde as mulheres representam 53% da população, haja uma representação proporcional nas esferas de poder” Mara Caseiro (PSDB), deputada estadual

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

"Em Campo Grande, nós somos mais de 54% do eleitorado. No país, há apenas duas capitais lideradas por mulheres. Sou a primeira a ocupar este cargo de fato e de direito. Na nossa gestão, a maioria dos cargos de liderança, que vão desde as Secretarias, diretoras ou até as superintendências, é ocupada por mulheres. A participação feminina na gestão pública é fundamental para trazemos uma perspectiva única e diversificada para a tomada de decisões. A presença das mulheres na gestão pública também ajuda a promover a igualdade de gênero e a combater a discriminação" - Adriane Lopes, prefeita de Campo Grande (PP).

Nossa equipe de reportagem também entrou em contato com vereadora de Campo Grande, Luiza Ribeiro (PT), mas até o fechamento desta edição, não teve retorno.

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COMIDA

Famosa avenida de Campo Grande recebe 1º Festival Gastronômico

Evento reúne mais de 50 restaurantes Bom Pastor e conta com descontos exclusivos

15/09/2026 09h30

Avenida Bom Pastor, em Campo Grande

Avenida Bom Pastor, em Campo Grande Gerson Oliveira

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Na noite desta segunda-feira (14), Campo Grande deu início ao 1º Festival Gastronômico da Avenida Bom Pastor, famosa rua gastronômica da Capital sul-mato-grossense. O evento segue até o domingo (20) e conta com a participação de mais de 50 restaurantes. A realização é da União dos Empreendedores e Comércio de Mato Grosso do Sul (UNECOM-MS). 

Avenida Bom Pastor, em Campo Grande


A avenida gastronômica tem uma grande variedade de comida, para todos os tipos, entre elas estão: hambúrguer, pizza, sushi, espetinho, açaí, sorvete e muito mais.

A proposta é transformar a avenida em um grande ponto de encontro para famílias, amigos e amantes da boa gastronomia, com incentivo ao público para conhecer novos sabores e prestigiar os restaurantes e empreendedores que movimentam a região.

Além da experiência, o festival também busca fortalecer o comércio local e destacar a importância da Avenida Bom Pastor para a economia e para a cultura gastronômica de Campo Grande.

Entre os restaurantes que se destacam na Avenida Bom Pastor estão: Pedaço da Pizza, Bom Parmê, Vila Gastronômica Pira, Mínimo's, Oshent Sushi, Vera's Bar, Poiá e a gelateria Sésamo.

Confira algumas promoções do festival:

  • Bom Parmê - 10% de desconto no parmê de filé mignon
  • Oshent Sushi - rodízio completo para casal no valor de R$ 249,90
  • Sésamo Gelato e Café - na compra de um copinho com dois ou três sabores ou de um cascão com dois sabores e mais R$ 1, o cliente ganha um mini cone recheado, nas opções de ninho trufado e chocolate belga
  • Burger Oceanic - combo de hambúrguer de siri, batata frita e refrigerante no valor de R$ 39,90
  • Traíra's Bar e Restaurante - a primeira opção contém seis long necks (das marcas participantes) e mais uma porção de mandioca spice no valor de R$ 65; na segunda alternativa, o cliente compra uma porção de peixe frito e ganha três long necks.
  • Vera's Bar - chopp por R$ 7,99

O corredor gastronômico, cultural e turístico da Avenida Bom Pastor é um dos locais mais tradicionais em Campo Grande, onde são encontrados sabores regionais e de várias partes do mundo.

A rua conta com uma variedade de bares, restaurantes, conveniências e food trucks ideais para quem quer curtir a noite com os amigos, família ou mesmo sozinho.

 

DANÇA

Festival do Chamamé reúne participantes de Brasil, Paraguai e Argentina em Mato Grosso do Sul

8ª edição do evento começa na quinta-feira e terá quatro dias de música, dança, gastronomia, artesanato e concurso de dança na Capital

15/09/2026 08h30

Festival reúne artistas dos três países em shows, apresentações de dança, feira gastronômica, feira de artesanato e concurso

Festival reúne artistas dos três países em shows, apresentações de dança, feira gastronômica, feira de artesanato e concurso Divulgação

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A partir desta quinta-feira, começa a 8ª edição do Festival Cultural do Chamamé, da Polca Paraguaia e da Guarânia. Até domingo, a programação reúne artistas dos três países em shows, apresentações de dança, feira gastronômica e de artesanato e um concurso dedicado à dança de salão no estilo chamamé.

A abertura será realizada na quinta-feira, às 19h, no Centro Cultural José Octávio Guizzo. A entrada é gratuita mediante a doação de 1 quilo de alimento não perecível.

Entre as atrações estão a Pareja Oficial do festival, Enzo e Bianca Alarcon, de Corrientes, na Argentina; o instrumentista brasileiro Marcelo Loureiro; o Ballet Folclórico da Municipalidad de Capiatá, do Paraguai; o harpista paraguaio César D’Apollo; a cantora paraguaia Miriam Beatriz e a dupla Verônica Benitez y Nicolás Gaona, que apresenta a tradicional Danza das Botellas.

A noite termina com o espetáculo “Brasil, meu Brasil brasileiro – Laços de Amor e Amizade”, com produção e direção de Rebecca D’Albine.

Para o produtor geral do festival, presidente do Instituto Cultural Chamamé MS e apresentador do programa A Hora do Chamamé, Orivaldo Mengual, a integração entre diferentes comunidades é o principal sentido do evento.

“A integração entre as culturas é o pilar que sustenta todo o nosso trabalho. Não estamos falando só de entretenimento, mas de políticas públicas de cultura que conectam histórias. Ver o intercâmbio cultural acontecer em tempo real, com artistas de diferentes países dividindo o mesmo palco, é a prova viva que Chamamé é a língua que falamos sem sotaque, unindo brasileiros, argentinos e paraguaios”, afirma.

RITMO QUE APROXIMA

A programação segue na sexta-feira, desta vez na Colônia Paraguaia, no Bairro Pioneiros, das 19h à 1h30min. A noite será marcada por apresentações de artistas e grupos de Mato Grosso do Sul, Argentina e Paraguai.

Voltam ao palco Enzo e Bianca Alarcon, além do harpista Fábio Kaida, do Ballet Folclórico de la Municipalidad de Capiatá, Lito Delgado y Conjunto Folclórico e Los Caminantes del Chamamé. O encerramento fica por conta do Baile Pantaneiro, com o Grupo Surungo Bueno, de Dourados.

A escolha de Campo Grande para sediar o encontro também dialoga com a presença do chamamé na identidade cultural sul-mato-grossense.

O gênero, associado especialmente à região de Corrientes, na Argentina, estabeleceu relações com manifestações musicais e culturais presentes em Mato Grosso do Sul, território marcado pela proximidade geográfica e histórica com o Paraguai.

Festival reúne artistas dos três países em shows, apresentações de dança, feira gastronômica, feira de artesanato e concursoFoto: Divulgação

DANÇA OCUPA A PISTA

No sábado, além das apresentações musicais, o destaque será o Concurso de Dança Chamamé, marcado para as 15h, na Colônia Paraguaia. As inscrições podem ser feitas somente até hoje e são gratuitas.

A competição será dividida em duas categorias: Livre, destinada a casais com mais de 18 anos, e 60+. A iniciativa procura reunir diferentes gerações em torno da dança e valorizar tanto quem está começando quanto aqueles que mantêm a tradição há mais tempo.

Cada dupla terá entre três e quatro minutos de apresentação, utilizando como trilha sonora “Campo Grande Chamamezeiro”, do artista Santhyago Rios. A música será a mesma para todos os participantes, deixando a avaliação concentrada na interpretação de cada casal.

Um júri técnico formado por até cinco avaliadores atribuirá notas de 5 a 10. Serão analisados ritmo, sincronismo, expressão, diversificação de passos e vestimentas. Vence a dupla que alcançar a maior soma de pontos.

Em caso de empate, o primeiro critério de desempate será a nota de ritmo. Depois, serão considerados diversificação de passos e sincronismo. Se a igualdade permanecer, os casais empatados passarão por uma terceira etapa, com outra música no estilo chamamé.

A roupa também faz parte da avaliação. Para as mulheres, a orientação é utilizar saia rodada ou vestido longo e amplo, que favoreça os movimentos dos giros, além de blusa ou camisete discreto.

Para os homens, a recomendação é bombacha ou calça tradicional, larga nos quadris e ajustada no tornozelo, acompanhada de camisa de botão.

A organização e curadoria do concurso estão sob responsabilidade dos professores Michele Veruska e Fernando Quadros.

As inscrições devem ser feitas pelo WhatsApp (67) 99102-3717, com envio do nome completo dos dois participantes, datas de nascimento, cidade, CPF e telefone para contato.

Depois do envio, a organização encaminha a ficha de inscrição, que precisa ser preenchida e devolvida para confirmar a participação. As vagas são limitadas.

FEIRA

Ainda no sábado, a programação começa às 12h, com a abertura da Feira Gastronômica e da Feira de Artesanato e das atividades em comemoração ao Dia Estadual do Chamamé.

Ao longo do dia, o público poderá acompanhar apresentações de representantes de diferentes regiões e países. Entre os nomes previstos estão Pajarito Silvestri y Grupo Enramada, Lito Delgado y Conjunto Folclórico, o Ballet Folclórico de Capiatá, Simon Morales e Fuelles Correntinos.

A programação termina com outro Baile Pantaneiro, desta vez comandado por Danilo da Gaita e Grupo.

ENCHAMIGADA

O encerramento acontecerá no domingo, a partir das 10h, com a tradicional Enchamigada Chamamezeira. A programação reúne feira de artesanato e gastronomia e almoço com comida de comitiva. O convite para o almoço poderá ser adquirido na portaria da Colônia Paraguaia.

A agenda musical começa às 11h, com Simon Morales, da Argentina, seguido pelo Grupo Chama Campeira, de Camapuã.

Danilo da Gaita, de Campo Grande, sobe ao palco às 14h. Às 16h, a programação recebe Desidério Souza, de São Luiz Gonzaga, no Rio Grande do Sul. Às 18h, será a vez do Grupo Fama, de Campo Grande. O encerramento do festival está previsto para às 20h.

O evento é realizado pelo Instituto Cultural do Chamamé MS e pelo programa A Hora do Chamamé e conta com apoio da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura (Setesc), Governo da Cidade de Assunção, ASU Cultura e Turismo, Dirección de Acción Cultural e Comunitária, TV Educativa MS e FM 104.7.

>> SERVIÇO

8º Festival Cultural do Chamamé, da Polca Paraguaia e da Guarânia de MS

Data: quinta-feira a domingo.
Local: Centro Cultural José Octávio Guizzo e Colônia Paraguaia.

Concurso de Dança Chamamé

Data: Sábado.
Horário: às 15h.
Local: Colônia Paraguaia.
Inscrições: até hoje pelo WhatsApp (67) 99102-3717

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