Correio B

ENTREVISTA AO CORREIO DO ESTADO

Nany People conta sobre o espetáculo que celebra os seus 60 anos

Entre humor, memória e resistência, artista apresenta "Ser Mulher não é para Qualquer um" e revisita trajetória marcada por coragem, liberdade e reinvenção constante

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Em um momento de celebração tripla – 60 anos de vida, 50 anos de carreira e 30 anos de televisão – Nany People reafirma que seu lugar de maior felicidade é, e sempre será, o palco. É lá, sob os holofotes e em contato direto com o público, que a atriz, humorista e cantora mineira escolheu para comemorar essas marcas tão significativas.

E Campo Grande recebe, em primeira mão, o seu mais novo e íntimo trabalho: o show “Ser Mulher não é para Qualquer um – o Espetáculo”, que acontece no dia 11 de abril, às 20h, no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo.

Mas por trás do show que promete divertir e emocionar, há uma história de vida que poderia render dezenas de biografias. Nany People, cujo nome artístico já é, por si só, uma declaração de identidade, é um dos maiores símbolos de resistência, talento e humor na cultura brasileira.

Em uma entrevista descontraída, ela não apenas falou sobre o novo show, mas mergulhou em sua trajetória, suas convicções, os desafios de ser mulher trans em um País conservador e a sua filosofia de vida, em que o humor se apresenta não apenas como profissão, mas como ferramenta de sobrevivência e salvação.

O ESPETÁCULO

“Ser Mulher não é para Qualquer um – o Espetáculo” é mais do que um show de comédia; é, nas palavras da Nany, “um mergulho divertido, emocionante e verdadeiro nas histórias que me transformaram na mulher que sou hoje”.

Baseado na sua biografia recém-lançada, “Ser Mulher não é para qualquer um – a Saga Continua” (Umanos Editora), o espetáculo tem texto de Flávio Queiroz e direção artística/conceitual de Marcos Guimarães.

Em tom de festa, Nany promete revisitar episódios, causos e inspirações de sua vida e carreira, com ênfase especial nos últimos 10 anos. “Esse espetáculo é um presente que eu me dou e compartilho com o público!

Uma viagem pelos últimos 10 anos – das novelas às maratonas de shows, das viagens aos meus amores de quatro patas – e, claro, a alegria de ter meu nome reconhecido por inteiro. Tudo isso com muito humor, porque, afinal, ser mulher não é pra qualquer um!”, brinca a artista.

A estrutura do show, como revelou na entrevista, é inovadora e interativa. “Tem um recurso num telão em que eu vou falando como se o público estivesse dentro da minha cabeça. É divertido e interativo também”, explica.

A sinopse oficial já adianta que a peça percorre os momentos mais marcantes de sua trajetória, celebrando seis décadas de uma vida marcada por coragem e versatilidade.

ENCONTRO COM CAMPO GRANDE

A vinda de Nany a Campo Grande, no entanto, não se deu apenas por causa do espetáculo. A cidade foi o cenário de uma coincidência afetiva: enquanto se preparava para apresentar seu novo show, ela também estava na região gravando um filme.

“Curiosamente, eu já tinha agendado fazer a peça aqui antes da produção do filme. O convite do filme veio em janeiro”, conta.

A produção cinematográfica, descrita por ela como “genuinamente local”, tem um clima familiar que a encantou. “É um ritmo maravilhoso, um clima muito familiar. São pessoas que vêm de outros trabalhos, todos muito conectados, muito queridos, muito gentis”.

No longa, ela interpreta Stella, uma personagem que promete roubar a cena. A trama, uma comédia, gira em torno de Téo, um arquiteto gay que sofre um acidente e perde a memória, esquecendo sua própria orientação sexual.

“Aí a amiga dele, talarica danada, resolve dar vazão ao seu grau de sensualidade que tinha por ele… É muito divertido”, adianta Nany, que brinca com o nome do filme: “Não Me Lembro”.

A conexão com Campo Grande, porém, é antiga e cheia de histórias. Em um dos momentos mais emocionantes e bem-humorados da entrevista, Nany relembra uma passagem nos anos 90, quando veio se apresentar em um bar LGBT da cidade.

O que ela não esperava era reencontrar, décadas depois, uma figura carinhosa de seu passado. “Eu estava no Sesc Sabor & Arte, apaixonada pela culinária, e uma senhora chegou e disse: ‘Você é muito linda, você trocou de roupa na minha casa há 30 anos’. A senhora que eu troquei de roupa na casa estava no Sesc!”, ri Nany, destacando como as pessoas são o que tornam um lugar inesquecível.

RIR É UM ATO POLÍTICO

Um dos pontos altos da entrevista é a reflexão profunda que Nany faz sobre o humor. Para ela, o riso nunca foi apenas uma escolha profissional, mas uma questão de sobrevivência.

“O humor na minha vida veio como ferramenta de salvação. Eu acho que toda vez que a vida me disse ‘não’ – e já me deu muitos ‘nãos’, mais ‘não’ do que ‘sim’ – eu sempre apelei para o humor”, revela.

Essa perspectiva moldou sua visão sobre a arte de fazer rir. Nany acredita que o humor é um ato político, uma ferramenta poderosa que pode ser usada tanto para o bem quanto para o mal.

“Quando você ri de você mesma, você não tem telhado de vidro. O governo tem medo de quem ri e de quem faz rir. Porque quem faz rir não tem a menor preocupação em saber se o que vai dizer é certo ou errado”, analisa, fazendo uma analogia com a figura histórica do bobo da corte, que tinha a liberdade de dizer verdades ao rei sob o manto da comicidade.

No entanto, Nany também é categórica ao afirmar que o humor precisa evoluir com a sociedade. “Mudam os tempos e mudam os conceitos de você fazer humor. A gente fala muito do politicamente correto. Então, a gente tem que estar policiado e atento a isso. Você não pode fazer piada de coisa orgânica e escatológica num jantar, é sem noção”, exemplifica.

Para ela, a diferença está na consciência. “Você pode fazer, mas não deve. Tem que ter consciência. O humor muda. Não muda a moda? Não mudam as leis? Tudo muda”, afirma.

Ela critica a polarização e o reacionarismo que marcam os debates atuais, defendendo um humor que, mesmo na ruptura, tenha responsabilidade.

“Quando você diz com humor, você impõe uma leveza que desarma a pessoa. Mas nem tudo vale a pena em função do humor. E quando você torna pública sua opinião, ela deixa de ser sua e você passa a incentivar outras pessoas”, pondera, mostrando a complexidade e dualidade de sua ferramenta de trabalho.

CAMINHO TRILHADO

Nany People, nascida em Machado, Minas Gerais, e criada em Poços de Caldas, carrega na alma a força e a teimosia do interior. Sua história é marcada por um movimento constante: sair de onde o acesso à cultura era escasso para conquistar seu espaço nos grandes centros.

“Eu tive a felicidade de ter uma família que mudou para Poços de Caldas, que é mais progressista, porque é divisa com o estado de São Paulo. E lá o teatro foi minha grande inspiração”, conta Nany.

Aos 20 anos, mudou-se para São Paulo para estudar Artes Cênicas, cursou interpretação na Unicamp e estudou no Teatro Escola Macunaíma. Foram anos de trabalho duro no teatro antes de chegar à televisão.

Sua estreia na teledramaturgia da Rede Globo aconteceu tardiamente, aos 53 anos, em “O Sétimo Guardião” (2018), mas ela chegou com uma vantagem que poucos têm: o nome e o respeito já consolidados. “Cheguei com o nome feito, isso deu a chance até de escolher quanto eu queria ganhar”, relembra.

Sua carreira na TV é vasta e diversa: programas de Goulart de Andrade, Hebe, Xuxa, “A Praça é Nossa”, “Popstar”, “The Masked Singer” (2025), e novelas como “Quanto mais Vida Melhor” e “Fuzuê”.

Paralelamente, nunca abandonou o teatro, com espetáculos como “TsuNany”, “Nany é Pop!”, “Como Salvar um Casamento” e “Sob Medida – Nany Canta Fafá”. Atualmente, ela é jurada do “Caldeirola” no “Caldeirão com Mion” e integra o elenco do humorístico “Vai que Cola”.

Essa multiplicidade de atuações, segundo ela, é a chave para sua longevidade. “Eu não fiquei presa a um segmento só. Quando a noite tinha caído eu falei: chega, já deu. E toda vez que a vida teatral me disse ‘não’, eu montei um texto. Se eu levo o ‘não’, eu crio o meu ‘sim’”, pontua.

LIBERDADE DE SER

Nany People é uma das mulheres trans pioneiras da televisão brasileira e sua trajetória é, inevitavelmente, um marco na luta por direitos e representatividade. No entanto, sua visão sobre os rumos do ativismo e da comunidade LGBT é surpreendentemente crítica e autêntica.

Ela começa contando um episódio de sua infância que define sua personalidade. Aos quatro anos, em uma quermesse, quis um cartucho de doce cor-de-rosa, mas seu pai a proibiu, dizendo que “tinha que ser azul”.

“Eu não ganhei, mas eu mostrei a língua. Subi no palanque e cantei uma música”, relembra Nany, contando que ao final de seu pequeno show pôde escolher um prêmio da quermesse, e o escolhido foi o bendito doce cor-de-rosa.

“Eu fui na contramão e ousei peitar a autoridade do meu pai. Quando ele não quis me dar esse cartucho, eu fui lá e peguei com as minhas mãos. Aí eu aprendi isso, que eu tinha que fazer do meu jeito e nada mais foi limite para mim”, conta.

Essa independência moldou sua visão sobre conquistas, família e liberdade. Embora celebre as conquistas do movimento LGBT, ela não se sente obrigada a seguir uma cartilha.

“Tem muita coisa que o movimento LGBT conquistou? Tem. Mas tem muita coisa que o movimento LGBT tá fazendo papel carbono do movimento heteronormativo. Família, por exemplo”, pontua.

Para Nany, a ideia de que formar uma família é uma garantia de felicidade ou segurança é uma ilusão. “Filho é um ato de sorte. Já tá provado por a mais b. Quando minha mãe teve um câncer, passaram três senhoras pelo quarto: uma teve 13 filhos, outra 11, outra 9 filhos. Quem ficou com elas? Nenhum! Aonde que filho é garantia de vida?”, indaga.

Ela, que criou quatro sobrinhos, diz ter se livrado dessa “armadilha”. “Eu sei que sou muito fiel ao meu trabalho. Acho que às vezes o movimento gay, que teve a chance exatamente de sair dessa armadilha, está entrando nela de novo”.

Ela também é categórica sobre a questão do casamento e da sua identidade: sua liberdade está acima de tudo.

“Eu lutei por 18 anos na Justiça para ter o meu nome e meu gênero reconhecido. E nunca caí nessa armadilha de casar. Pelo contrário, tenho meu tipo de querência. Ele na casa dele, eu na minha. Banheiros separados, casamentos prolongados; quartos separados, casamento mais que adiantado; casas separadas, casamento eternizado!”, sentencia com humor.

FORÇA E ALICERCE

Nany atribui muito de sua força e resiliência à sua mãe, uma figura central em sua formação. “Minha mãe sempre foi a pessoa que fez de tudo para que eu tivesse a consciência do espaço que eu estava ocupando. Ela me amou, me encorajou, me acolheu e me blindou. Ela brigou com a cidade inteira para poder fazer valer o meu direito de ser quem eu era”, lembra com carinho.

Essa base familiar sólida permitiu que Nany desenvolvesse sua espiritualidade de forma única, sem abrir mão de suas raízes. “Sou católica. Todos os dias, às 6h da tarde, eu rezo a Ave Maria. Minha casa é cheia de santo. Isso é uma formatação mineira que eu tenho”, afirma, referindo-se à sua famosa casa rosa, cheia de elementos religiosos.

SABER O QUE QUER

Aos 60 anos, Nany People demonstra uma lucidez e uma paz que só a maturidade pode trazer. Para ela, a chave para uma vida longa e produtiva está na capacidade de fechar ciclos e não tentar convencer ninguém de nada.

“Com o tempo, você aprende uma coisa: a não tentar convencer. Você quer? Ótimo. Você acredita que o verde é verde e o outro acha que é azul? Então tenta tirar a grama daí”, filosofa.

Ela fala sobre a necessidade de coragem – coragem para fechar contas, para ser feliz e para cortar laços quando necessário.

“Eu tenho coragem para ser feliz. Eu rezo missa de corpo presente. Eu pontuo o t, o i, e corto t na cara do sujeito. Isso é que faz ser quem eu sou”, declara com a firmeza de quem já viveu o suficiente para saber o que quer e, principalmente, o que não quer.

Ela encerra sua reflexão com uma frase que resume sua jornada: “Eu sei quem eu sou, para onde eu vou e quem me cumprimentou nesse bem tempo. É importante guardar nomes, é importante saber”, aconselha.

AGITO QUE NÃO PARA

O espetáculo “Ser Mulher não é para Qualquer um” promete ser um resumo de tudo isso. Será uma noite em que o público poderá testemunhar não apenas a artista consagrada, mas a mulher por trás dela.

Com projeções, música e muito humor, Nany People promete uma experiência catártica. “Eu canto, com músicas maravilhosas. O canto é minha grande paixão. O canto me faz dizer coisas que eu não consigo dizer pessoalmente”, confidencia.

A agenda de Nany está a todo vapor. Além do show em Campo Grande, ela se prepara para uma turnê nos Estados Unidos (Filadélfia, Nova York, Boston, Miami, Atlanta e Orlando) e para novos projetos teatrais no Brasil, como “Elas são de Matar” e “Segunda Chance”, mostrando que, longe de desacelerar, ela está apenas começando um novo ciclo.

“É uma coisa atrás da outra e vamos que vamos que não pode parar, minha filha”, ri Nany.

>> Serviço

Show: “Ser Mulher não é para Qualquer um – o Espetáculo”, com Nany People.

Data: 11 de abril. 
Horário: às 20h.
Local: Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo.
Ingressos: a partir de R$ 45, pelo Sympla.

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Expo 2026

Expogrande terá provas e julgamento de cavalos árabes

Provas de halter e performance movimentam criadores e animais de alta linhagem entre os dias 17 e 19 de abril

31/03/2026 15h00

Crédito: Acrissul e Expogrande

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Durante a Expogrande, entre os dias 17 e 19 de abril, acontece a 24ª Expogrande Arabian Show, no Parque de Exposições Laucídio Coelho, em Campo Grande.

O evento reúne criadores de todo o país, com equinos de alta qualidade, e é promovido pela Associação dos Criadores de Cavalo Árabe de Mato Grosso do Sul (ACCA-MS).

Somente Mato Grosso do Sul, segundo a revista Cavalos, possui um plantel de cerca de 2.000 cavalos puro-sangue árabe registrados.

No Estado, há aproximadamente 42 criadores associados, o que o coloca entre o 3º e o 4º lugar no ranking nacional em número de animais da raça, atrás principalmente de São Paulo e Minas Gerais.

A programação contará com provas de halter e de performance, com os juízes César Schmidt Oliveira, Francisco F. do Rego e Nelson Oliveira Moreira.

Leilões e agronegócio

Com o tema “O futuro do agro está aqui”, a proposta é unir tradição e inovação, com a participação de 40 startups de todo o país, que apresentarão soluções tecnológicas voltadas ao agronegócio.

Entre os eventos, estão previstos 24 leilões de corte e de elite. A previsão, segundo o presidente da Acrissul, Guilherme de Barros Bumlai, é superar os números da edição anterior, que movimentou R$ 641 milhões em negócios, com 250 expositores e mais de 125 mil visitantes.

“Para este ano, já crescemos pelo menos 20% no segmento dos leilões de animais, com previsão de superar os R$ 33 milhões do ano passado”, afirmou Bumlai.

A agenda de leilões começa no dia 28 de março, com o 6º Leilão Patrimônio Genético Sete Estrelas, a partir do meio-dia, no Tatersal de Elite 1 da Acrissul, com oferta de reprodutores e matrizes P.O., com alto padrão em fertilidade, carcaça e avaliação genética.

Às 14h, no Tatersal 2, ocorre o 19º Leilão QM LB e convidados, com a venda de equinos da raça quarto de milha.

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Expogrande 2026

Expogrande traz Luan Santana, Thiaguinho e grandes nomes; veja programação

Feira tem início em 9 de abril e abre programação com apresentação gratuita de Zezé Di Camargo

31/03/2026 13h44

Reprodução Redes Sociais

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A 86ª edição da Expogrande traz atrações musicais como Daniel, Thiaguinho, Zezé Di Camargo e o “gurizinho de casa” Luan Santana, entre os dias 9 e 19 de abril, no Parque de Exposições Laucídio Coelho, em Campo Grande.

O evento contará com a participação de cinco instituições financeiras, ciclo de palestras, expositores comerciais de animais, leilões, shows, praça de alimentação, pavilhão tecnológico, exposição e julgamentos técnicos.

Nesta edição, a Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul (Acrissul) espera bater o próprio recorde, consolidando a Expogrande entre as cinco maiores do gênero no país.

Pensando nisso, a cerimônia de abertura, que ocorre no dia 9 de abril, contará com apresentação do cantor sertanejo Zezé Di Camargo, em show gratuito que promete embalar os fãs com clássicos do artista.

Shows e atrações

As vendas de ingressos para os shows da Expogrande estão abertas. Neste ano, uma novidade será um show especial no dia 20, um dia após o encerramento da feira, na véspera do feriado, com o cantor Thiaguinho. Confira as atrações:

  • 09/04 — Zezé Di Camargo (entrada franca na Arena)
  • 10/04 — Gusttavo Lima
  • 11/04 — Daniel
  • 17/04 — Diego & Victor Hugo
  • 18/04 — Luan Santana
  • 20/04 — Thiaguinho (show especial após o encerramento da feira)

Baile do Grito

No dia 11 de abril, a Acrissul promove o Baile do Fazendeiro. Neste ano, já estão confirmadas as atrações do tradicional evento, também conhecido como Baile do Grito, no Tatersal 2 da Acrissul, a partir das 22h.

O evento de gala faz parte da programação da Expogrande 2026. Os grupos Canto da Terra e Trem Pantaneiro sobem ao palco com repertório de polca, chamamé, xote e vanerão. Para fechar a noite, a dupla Victor Gregório e Marco Aurélio traz o romantismo da música sertaneja.

O Baile do Fazendeiro foi, durante décadas, um dos eventos sociais mais importantes ligados à Expogrande, reunindo a elite da pecuária sul-mato-grossense em noites de prestígio e elegância.

Leilões e agronegócio

Com o tema “O futuro do agro está aqui”, a proposta é unir tradição e inovação, com a participação de 40 startups de todo o país, que apresentarão soluções tecnológicas voltadas ao agronegócio.

Entre os eventos, estão previstos 24 leilões de corte e de elite. A previsão, segundo o presidente da Acrissul, Guilherme de Barros Bumlai, é superar os números da edição anterior, que movimentou R$ 641 milhões em negócios, com 250 expositores e mais de 125 mil visitantes.

“Para este ano, já crescemos pelo menos 20% no segmento dos leilões de animais, com previsão de superar os R$ 33 milhões do ano passado”, afirmou Bumlai.

A agenda de leilões começa no dia 28 de março, com o 6º Leilão Patrimônio Genético Sete Estrelas, a partir do meio-dia, no Tatersal de Elite 1 da Acrissul, com oferta de reprodutores e matrizes P.O., com alto padrão em fertilidade, carcaça e avaliação genética.

Às 14h, no Tatersal 2, ocorre o 19º Leilão QM LB e convidados, com a venda de equinos da raça quarto de milha.

Onde comprar os ingressos

Pontos de venda online:

  • Blacktag
  • Ingresse
  • Q2 Ingressos (para o show de 18/04 – Luan Santana)

Pontos de venda físicos:

Barbearia A Banca – Santa Fé
John John Denim – Shopping Campo Grande

Mais informações:

www.expogrande.com.br
@acrissulms
@expogrande.oficial

Os leilões seguem até o dia 19 de abril.

Serviço

  • 86ª edição da Expogrande
  • Data: 9 de abril
  • Hora: 19h
  • Local: Tatersal de Elite 1, no Parque de Exposições Laucídio Coelho

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