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No feriado da Independência do Brasil: aposte no Pudim de Tapioca com Calda de Coco

Aproveite essa receita fácil e saborosa para levar brasilidade à sua mesa

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Uma sugestão do Correio B+ e da Água Doce Cachaçaria para o seu feriado da Independência do Brasil.

PUDIM DE TAPIOCA COM CALDA DE COCO E CACHAÇA

Ingredientes:

Para o Pudim:

  • 1 xicara de chá com tapioca granulada
  • 500ml de leite de coco
  • 1 xícara de chá de leite integral
  • 1 lata de leite condensado
  • 3 ovos
  • 1 colher de chá de essência de baunilha
  • Para a calda:
  • 1 xícara de café de açúcar
  • ½ xícara de chá de água
  • ¼ de xícara de chá de cachaça (Coquinho)
  • ½ xícara de chá de leite de coco

Modo de preparo:

Em uma tigela, misture a tapioca com o leite de coco e o leite integral. Deixe descansar por 30 minutos, até que os grãos fiquem macios. Depois, no liquidificador, bata os ovos, o leite condensado, a essência de baunilha e a pitada de sal. Acrescente a tapioca já hidratada e bata rapidamente, apenas para misturar.

Para a calda, derreta o açúcar até formar um caramelo dourado. Adicione a água com cuidado, mexendo até dissolver. Acrescente a cachaça e o leite de coco, misture bem e deixe reduzir até engrossar levemente.

Para a montagem e o cozimento, caramelize a forma com a calda e despeje a mistura do pudim. Asse em banho-maria no forno preaquecido a 180 ºC por aproximadamente 50 minutos ou até firmar. Deixe esfriar e leve à geladeira por quatro horas antes de desenformar. Sirva com mais calda por cima.

DENGUE

Conheça 6 plantas que podem ajudar contra o mosquito da dengue

Citronela, alecrim e manjericão possuem substâncias estudadas contra mosquitos, enquanto a famosa crotalária ganhou espaço nos jardins por outra razão; entenda o que realmente funciona

06/09/2026 09h30

Crotolária, alecrim, manjericão e outras plantas possuem compostos estudados pela ação contra insetos; algumas espécies podem unir beleza, aroma e biodiversidade no jardim

Crotolária, alecrim, manjericão e outras plantas possuem compostos estudados pela ação contra insetos; algumas espécies podem unir beleza, aroma e biodiversidade no jardim Divulgação

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Ter algumas plantas espalhadas pelo quintal, varanda ou perto das janelas pode fazer mais do que deixar a casa bonita e perfumada. Espécies conhecidas pelo aroma intenso possuem compostos naturais estudados pela capacidade de afastar mosquitos e outros insetos.

Citronela, alecrim e manjericão estão entre elas. Uma revisão sistemática publicada na Revista Fitos, periódico científico ligado à Fiocruz, analisou pesquisas sobre substâncias de origem vegetal utilizadas como repelentes naturais e identificou compostos associados à ação repelente nessas plantas.

De acordo com o levantamento, alecrim e citronela foram as espécies que apresentaram maiores evidências de ação repelente, enquanto manjericão e cravo-da-índia se destacaram pela ação inseticida.

E tem ainda uma flor que ficou especialmente famosa quando o assunto é dengue: a crotalária. Diferentemente das plantas aromáticas, porém, a explicação para a presença dela nessa lista está na capacidade de atrair outros visitantes para o jardim.

Veja o que se sabe sobre algumas das plantas que ganharam fama no combate aos mosquitos:

1. Citronela

Crotolária, alecrim, manjericão e outras plantas possuem compostos estudados pela ação contra insetos; algumas espécies podem unir beleza, aroma e biodiversidade no jardimCitronela é considerada a mais famosa contra os mosquitos

Citronela é a mais famosa contra mosquitos

Não é por acaso que a citronela virou praticamente sinônimo de planta repelente. De acordo com a revisão publicada na Revista Fitos, pesquisadores identificaram o citronelal como uma das principais substâncias da planta relacionadas à ação repelente.

A mesma pesquisa, que reuniu resultados de diferentes estudos científicos, apontou a citronela entre as espécies com as maiores evidências de ação repelente analisadas.

O aroma cítrico característico ajuda a explicar por que derivados da planta são tão utilizados em produtos associados ao afastamento de insetos.

Como plantar ?

Prefere sol pleno e solo fértil, bem drenado e rico em matéria orgânica. Pode ser cultivada diretamente no jardim ou em vaso grande, já que forma touceiras e cresce bastante. Faça regas regulares, mantendo o solo úmido, mas sem encharcar. Em vasos, nunca deixe água acumulada no pratinho.
 

2. Alecrim

Conhecido principalmente como tempero, o alecrim também ganhou espaço nas pesquisas sobre repelentes

Crotolária, alecrim, manjericão e outras plantas possuem compostos estudados pela ação contra insetos; algumas espécies podem unir beleza, aroma e biodiversidade no jardimO alecrim pode ser uma das plantas com maior ação repelente

de origem vegetal.

Segundo pesquisas, duas substâncias presentes na planta chamam atenção: o eucaliptol e o beta-cariofileno. Elas aparecem entre os compostos associados à atividade repelente identificados na revisão científica.

Ao analisar os estudos disponíveis, os pesquisadores colocaram o alecrim, ao lado da citronela, entre as plantas com maiores evidências de ação repelente. E a vantagem é que a espécie pode cumprir várias funções dentro de casa: deixa o ambiente aromático, pode ser cultivada em vasos e ainda vai direto para a cozinha.

Como plantar: escolha um lugar que receba bastante sol, de preferência pelo menos algumas horas de luz direta diariamente. O alecrim gosta de solo leve e com boa drenagem e não tolera excesso de água. Em vaso, espere a camada superficial do substrato começar a secar antes de regar novamente.

3. Manjericão

Crotolária, alecrim, manjericão e outras plantas possuem compostos estudados pela ação contra insetos; algumas espécies podem unir beleza, aroma e biodiversidade no jardimO manjericão possui substâncias repelentes

O manjericão pode sair da horta para entrar nessa conversa.

Pesquisadores identificaram o linalol entre os principais componentes relacionados à ação contra insetos.
Os estudos analisados indicaram principalmente atividade inseticida para a planta.

Ou seja, além de garantir folhas frescas para molhos, massas e saladas, o manjericão possui substâncias que despertam interesse científico quando o assunto é controle de insetos.

Como plantar: pode ser iniciado por sementes ou mudas e gosta de calor e boa luminosidade. Use um substrato fértil e mantenha a terra levemente úmida, sem encharcar. Retirar as flores quando começam a surgir ajuda a planta a direcionar energia para a produção de folhas, caso o objetivo também seja utilizá-las na cozinha.

4. Lavanda

A lavanda é conhecida pelas flores roxas e pelo perfume intenso, mas seus compostos aromáticos também

Crotolária, alecrim, manjericão e outras plantas possuem compostos estudados pela ação contra insetos; algumas espécies podem unir beleza, aroma e biodiversidade no jardimRecentemente a lavanda foi incluída entre as plantas repelentes

despertam interesse quando o assunto são mosquitos.

Um estudo publicado em 2026 no Journal of Medical Entomology, periódico científico da Entomological Society of America, incluiu a lavanda entre seis plantas ornamentais avaliadas por pesquisadores justamente para investigar seu potencial de repelência.

A pesquisa analisou lavanda, capim-limão, alecrim rasteiro, gerânio com aroma de citronela, sálvia-branca e mil-folhas.O trabalho reforça o interesse da ciência em descobrir até que ponto os compostos liberados naturalmente por plantas aromáticas podem interferir no comportamento dos mosquitos.

Como plantar: precisa de sol direto e excelente drenagem. O excesso de umidade é um dos principais problemas no cultivo, por isso prefira solo mais leve e evite regas frequentes. Em regiões quentes e úmidas, vale escolher um ponto bem ventilado e observar se a variedade de lavanda escolhida se adapta ao clima local.

5. Gerânio 

O próprio nome já entrega por que essa planta ganhou fama.

Crotolária, alecrim, manjericão e outras plantas possuem compostos estudados pela ação contra insetos; algumas espécies podem unir beleza, aroma e biodiversidade no jardimO gerânio possui substâncias voláteis, entre elas citronelol e geraniol

O gerânio com aroma de citronela (Pelargonium citrosum) possui substâncias voláteis, entre elas citronelol e geraniol, compostos conhecidos e estudados pela atividade repelente quando utilizados de forma concentrada.

Em 2026, pesquisadores decidiram testar a planta em condições reais. O estudo publicado no Journal of Medical Entomology avaliou o gerânio e o alecrim rasteiro durante 16 semanas em áreas urbanas e rurais. No laboratório, essas duas espécies haviam apresentado os melhores resultados qualitativos entre as seis plantas inicialmente avaliadas. Nos testes de campo, entretanto, os vasos não conseguiram reduzir significativamente a quantidade de mosquitos capturados.

A descoberta mostra que existe uma diferença entre o potencial dos compostos encontrados nas plantas e o efeito obtido simplesmente mantendo um exemplar no jardim.

Como plantar: cultive em local bem iluminado, com algumas horas de sol, utilizando substrato que não retenha água em excesso. Regue quando a superfície do solo estiver mais seca. Vasos com furos no fundo são essenciais, e podas leves ajudam a manter a planta mais cheia e estimular novas brotações.

6. E a crotalária, a famosa “flor contra a dengue”?

De flores amarelas, a crotalária ganhou fama em diferentes cidades brasileiras como uma espécie capaz de ajudar no combate à dengue.

Mas ela entra nessa história por um caminho diferente.

A explicação popular é que a crotalária favoreceria a presença de libélulas, insetos predadores que podem se alimentar de mosquitos e outros pequenos organismos. A ideia acabou estimulando o plantio da flor como uma espécie de aliada natural contra o Aedes aegypti.

Crotolária, alecrim, manjericão e outras plantas possuem compostos estudados pela ação contra insetos; algumas espécies podem unir beleza, aroma e biodiversidade no jardimEspécie capaz de ajudar no combate à dengue.

A relação ficou tão conhecida que pesquisadores do Instituto Agronômico (IAC) publicaram um documento técnico especificamente para analisar o assunto.

Segundo os pesquisadores, porém, não existe comprovação científica de que o cultivo de espécies de crotalária seja capaz, sozinho, de controlar a população do Aedes aegypti.

Isso não significa que a planta precise ser descartada do jardim. A crotalária tem importância agronômica e pode participar da biodiversidade do ambiente. O cuidado é não transformar a presença de libélulas em garantia de proteção contra a dengue.

Como plantar: a forma mais simples é por sementes, colocadas diretamente no solo em local ensolarado. A planta se desenvolve melhor em áreas abertas e com boa incidência de luz. Durante a germinação e o início do crescimento, mantenha alguma umidade no solo; depois de estabelecida, a necessidade de rega tende a diminuir. Como existem diversas espécies de Crotalaria, vale conferir qual é a mais indicada para o espaço disponível antes do plantio.

O segredo está nos compostos das plantas

A explicação para tantas plantas aromáticas aparecerem associadas aos mosquitos está principalmente na química.

A revisão da Revista Fitos identificou substâncias específicas relacionadas à ação contra insetos: citronelal na citronela; eucaliptol e beta-cariofileno no alecrim; linalol no manjericão; e eugenol no cravo-da-índia.

É também por isso que muitos estudos trabalham com óleos essenciais e extratos: nesses produtos, determinadas substâncias estão concentradas.

A própria Anvisa reconhece a existência de repelentes registrados contendo extrato vegetal ou óleo de plantas do gênero Cymbopogon, ao qual pertencem espécies associadas à citronela. A Agência ressalta, entretanto, que a eficácia depende do produto e de seu devido registro.

Ou seja: uma coisa é o composto presente na planta; outra é a concentração necessária para produzir determinado efeito.

Há ainda um detalhe que não pode ser esquecido por quem pretende levar essas espécies para o quintal. O prato colocado embaixo do vaso não pode acumular água.

Independentemente da planta escolhida, eliminar os criadouros continua sendo uma das principais formas de interromper a reprodução do Aedes aegypti.

Assim, citronela, alecrim, manjericão, lavanda, gerânio e até a famosa crotalária podem acrescentar aroma, cor e biodiversidade ao jardim. Algumas carregam substâncias que estão, de fato, na mira da ciência quando o assunto são os mosquitos.

Mas existe uma regra que vale para todas elas: planta no vaso, sim; água parada, nunca.

Saúde Correio B+

Conheça os cuidados e saúde capilar masculina nas estações

Fundador de marca de produtos para cuidados masculinos, fala sobre os cuidados essenciais que os homens precisam ter com os fios

05/09/2026 17h30

Conheça os cuidados e saúde capilar masculina nas estações

Conheça os cuidados e saúde capilar masculina nas estações Foto: Divulgação

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O inverno traz consigo uma prática que sempre dá prazer, principalmente nos dias mais frios, os banhos quentes, mas com eles vem também riscos para a saúde capilar, como o ressecamento e o aumento da caspa.

Já na primavera, estação que sucede os dias frios, a queda de cabelo pode se intensificar devido a fatores hormonais. Pensando na saúde capilar dos homens, que requerem cuidados especiais, Gustavo Balbi, fundador da OTO, explica como esses fenômenos se inter-relacionam e dá dicas valiosas para que homens mantenham os fios saudáveis ao longo do ano.

"Os banhos mais quentes e prolongados durante o inverno aumentam a secura do cabelo, tornando-o quebradiço e contribuindo para crises de dermatite seborreica", observa. "Já com a chegada da primavera, o corpo "reinicia" o ciclo capilar, e a queda de melatonina, hormônio que regula esse ciclo, potencializa a perda de fios". Para equilibrar, e fazer com que os fios não sofram, Balbi recomenda a redução da temperatura da água nos banhos e o uso de shampoos que limpem sem ressecar, isso visa suavizar esses efeitos nocivos.

Um erro comum no cuidado capilar masculino é a negligência com o condicionador. "Muitos homens o veem como opcional, mas essa etapa é fundamental. O shampoo abre a cutícula do fio e o condicionador é responsável por protegê-lo", explica o Balbi. Ignorar essa necessidade resulta em cabelos opacos e frágeis.

Gustavo destaca também o erro de optar por produtos genéricos, que não atendem às especificidades do cabelo masculino, como a oleosidade do couro cabeludo.

"O mercado tratou 'cabelo' como algo uniforme por décadas, mas o fio dos homens tem características próprias que exigem fórmulas específicas", alerta. Para ajudá-los é bom escolher shampoos e condicionadores adequados, o que é crucial para evitar problemas como acúmulo de oleosidade e ressecamento.

A dica sobre a frequência de lavagem é prática: "Não existe um número mágico. Um couro cabeludo oleoso pode precisar de lavagens diárias, enquanto um seco pode ser lavado apenas duas vezes por semana", explica. O excesso é algo a ser evitado, lavar muito ou a falta de cuidados diários pode levar a problemas capilares diversos.

Os cuidados não param na lavagem. Hábitos como esfregar o cabelo molhado com a toalha podem causar danos significativos. Balbi sugere trocar a fricção pelo método de pressionar a toalha contra o cabelo, o que ajuda a evitar frizz e pontas duplas.

Por fim, o especialista recomenda: "Trate o cabelo como você cuida da barba ou da pele. A saúde capilar se constrói com constância e prevenção, não apenas em momentos de crise", finaliza.

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