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DENGUE

Conheça 6 plantas que podem ajudar contra o mosquito da dengue

Citronela, alecrim e manjericão possuem substâncias estudadas contra mosquitos, enquanto a famosa crotalária ganhou espaço nos jardins por outra razão; entenda o que realmente funciona

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Ter algumas plantas espalhadas pelo quintal, varanda ou perto das janelas pode fazer mais do que deixar a casa bonita e perfumada. Espécies conhecidas pelo aroma intenso possuem compostos naturais estudados pela capacidade de afastar mosquitos e outros insetos.

Citronela, alecrim e manjericão estão entre elas. Uma revisão sistemática publicada na Revista Fitos, periódico científico ligado à Fiocruz, analisou pesquisas sobre substâncias de origem vegetal utilizadas como repelentes naturais e identificou compostos associados à ação repelente nessas plantas.

De acordo com o levantamento, alecrim e citronela foram as espécies que apresentaram maiores evidências de ação repelente, enquanto manjericão e cravo-da-índia se destacaram pela ação inseticida.

E tem ainda uma flor que ficou especialmente famosa quando o assunto é dengue: a crotalária. Diferentemente das plantas aromáticas, porém, a explicação para a presença dela nessa lista está na capacidade de atrair outros visitantes para o jardim.

Veja o que se sabe sobre algumas das plantas que ganharam fama no combate aos mosquitos:

1. Citronela

Citronela é considerada a mais famosa contra os mosquitos

Citronela é a mais famosa contra mosquitos

Não é por acaso que a citronela virou praticamente sinônimo de planta repelente. De acordo com a revisão publicada na Revista Fitos, pesquisadores identificaram o citronelal como uma das principais substâncias da planta relacionadas à ação repelente.

A mesma pesquisa, que reuniu resultados de diferentes estudos científicos, apontou a citronela entre as espécies com as maiores evidências de ação repelente analisadas.

O aroma cítrico característico ajuda a explicar por que derivados da planta são tão utilizados em produtos associados ao afastamento de insetos.

Como plantar ?

Prefere sol pleno e solo fértil, bem drenado e rico em matéria orgânica. Pode ser cultivada diretamente no jardim ou em vaso grande, já que forma touceiras e cresce bastante. Faça regas regulares, mantendo o solo úmido, mas sem encharcar. Em vasos, nunca deixe água acumulada no pratinho.
 

2. Alecrim

Conhecido principalmente como tempero, o alecrim também ganhou espaço nas pesquisas sobre repelentes

O alecrim pode ser uma das plantas com maior ação repelente

de origem vegetal.

Segundo pesquisas, duas substâncias presentes na planta chamam atenção: o eucaliptol e o beta-cariofileno. Elas aparecem entre os compostos associados à atividade repelente identificados na revisão científica.

Ao analisar os estudos disponíveis, os pesquisadores colocaram o alecrim, ao lado da citronela, entre as plantas com maiores evidências de ação repelente. E a vantagem é que a espécie pode cumprir várias funções dentro de casa: deixa o ambiente aromático, pode ser cultivada em vasos e ainda vai direto para a cozinha.

Como plantar: escolha um lugar que receba bastante sol, de preferência pelo menos algumas horas de luz direta diariamente. O alecrim gosta de solo leve e com boa drenagem e não tolera excesso de água. Em vaso, espere a camada superficial do substrato começar a secar antes de regar novamente.

3. Manjericão

O manjericão possui substâncias repelentes

O manjericão pode sair da horta para entrar nessa conversa.

Pesquisadores identificaram o linalol entre os principais componentes relacionados à ação contra insetos.
Os estudos analisados indicaram principalmente atividade inseticida para a planta.

Ou seja, além de garantir folhas frescas para molhos, massas e saladas, o manjericão possui substâncias que despertam interesse científico quando o assunto é controle de insetos.

Como plantar: pode ser iniciado por sementes ou mudas e gosta de calor e boa luminosidade. Use um substrato fértil e mantenha a terra levemente úmida, sem encharcar. Retirar as flores quando começam a surgir ajuda a planta a direcionar energia para a produção de folhas, caso o objetivo também seja utilizá-las na cozinha.

4. Lavanda

A lavanda é conhecida pelas flores roxas e pelo perfume intenso, mas seus compostos aromáticos também

Recentemente a lavanda foi incluída entre as plantas repelentes

despertam interesse quando o assunto são mosquitos.

Um estudo publicado em 2026 no Journal of Medical Entomology, periódico científico da Entomological Society of America, incluiu a lavanda entre seis plantas ornamentais avaliadas por pesquisadores justamente para investigar seu potencial de repelência.

A pesquisa analisou lavanda, capim-limão, alecrim rasteiro, gerânio com aroma de citronela, sálvia-branca e mil-folhas.O trabalho reforça o interesse da ciência em descobrir até que ponto os compostos liberados naturalmente por plantas aromáticas podem interferir no comportamento dos mosquitos.

Como plantar: precisa de sol direto e excelente drenagem. O excesso de umidade é um dos principais problemas no cultivo, por isso prefira solo mais leve e evite regas frequentes. Em regiões quentes e úmidas, vale escolher um ponto bem ventilado e observar se a variedade de lavanda escolhida se adapta ao clima local.

5. Gerânio 

O próprio nome já entrega por que essa planta ganhou fama.

O gerânio possui substâncias voláteis, entre elas citronelol e geraniol

O gerânio com aroma de citronela (Pelargonium citrosum) possui substâncias voláteis, entre elas citronelol e geraniol, compostos conhecidos e estudados pela atividade repelente quando utilizados de forma concentrada.

Em 2026, pesquisadores decidiram testar a planta em condições reais. O estudo publicado no Journal of Medical Entomology avaliou o gerânio e o alecrim rasteiro durante 16 semanas em áreas urbanas e rurais. No laboratório, essas duas espécies haviam apresentado os melhores resultados qualitativos entre as seis plantas inicialmente avaliadas. Nos testes de campo, entretanto, os vasos não conseguiram reduzir significativamente a quantidade de mosquitos capturados.

A descoberta mostra que existe uma diferença entre o potencial dos compostos encontrados nas plantas e o efeito obtido simplesmente mantendo um exemplar no jardim.

Como plantar: cultive em local bem iluminado, com algumas horas de sol, utilizando substrato que não retenha água em excesso. Regue quando a superfície do solo estiver mais seca. Vasos com furos no fundo são essenciais, e podas leves ajudam a manter a planta mais cheia e estimular novas brotações.

6. E a crotalária, a famosa “flor contra a dengue”?

De flores amarelas, a crotalária ganhou fama em diferentes cidades brasileiras como uma espécie capaz de ajudar no combate à dengue.

Mas ela entra nessa história por um caminho diferente.

A explicação popular é que a crotalária favoreceria a presença de libélulas, insetos predadores que podem se alimentar de mosquitos e outros pequenos organismos. A ideia acabou estimulando o plantio da flor como uma espécie de aliada natural contra o Aedes aegypti.

Espécie capaz de ajudar no combate à dengue.

A relação ficou tão conhecida que pesquisadores do Instituto Agronômico (IAC) publicaram um documento técnico especificamente para analisar o assunto.

Segundo os pesquisadores, porém, não existe comprovação científica de que o cultivo de espécies de crotalária seja capaz, sozinho, de controlar a população do Aedes aegypti.

Isso não significa que a planta precise ser descartada do jardim. A crotalária tem importância agronômica e pode participar da biodiversidade do ambiente. O cuidado é não transformar a presença de libélulas em garantia de proteção contra a dengue.

Como plantar: a forma mais simples é por sementes, colocadas diretamente no solo em local ensolarado. A planta se desenvolve melhor em áreas abertas e com boa incidência de luz. Durante a germinação e o início do crescimento, mantenha alguma umidade no solo; depois de estabelecida, a necessidade de rega tende a diminuir. Como existem diversas espécies de Crotalaria, vale conferir qual é a mais indicada para o espaço disponível antes do plantio.

O segredo está nos compostos das plantas

A explicação para tantas plantas aromáticas aparecerem associadas aos mosquitos está principalmente na química.

A revisão da Revista Fitos identificou substâncias específicas relacionadas à ação contra insetos: citronelal na citronela; eucaliptol e beta-cariofileno no alecrim; linalol no manjericão; e eugenol no cravo-da-índia.

É também por isso que muitos estudos trabalham com óleos essenciais e extratos: nesses produtos, determinadas substâncias estão concentradas.

A própria Anvisa reconhece a existência de repelentes registrados contendo extrato vegetal ou óleo de plantas do gênero Cymbopogon, ao qual pertencem espécies associadas à citronela. A Agência ressalta, entretanto, que a eficácia depende do produto e de seu devido registro.

Ou seja: uma coisa é o composto presente na planta; outra é a concentração necessária para produzir determinado efeito.

Há ainda um detalhe que não pode ser esquecido por quem pretende levar essas espécies para o quintal. O prato colocado embaixo do vaso não pode acumular água.

Independentemente da planta escolhida, eliminar os criadouros continua sendo uma das principais formas de interromper a reprodução do Aedes aegypti.

Assim, citronela, alecrim, manjericão, lavanda, gerânio e até a famosa crotalária podem acrescentar aroma, cor e biodiversidade ao jardim. Algumas carregam substâncias que estão, de fato, na mira da ciência quando o assunto são os mosquitos.

Mas existe uma regra que vale para todas elas: planta no vaso, sim; água parada, nunca.

Pet Correio B+

Mudanças na pele e nos pelos estão entre primeiros sinais de envelhecimento nos pets

Além do aparecimento da pelagem branca, ressecamento e sensibilidade podem aumentar; chegada da nova fase exige adaptação dos cuidados

10/10/2026 14h00

Mudanças na pele e nos pelos estão entre primeiros sinais de envelhecimento nos pets

Mudanças na pele e nos pelos estão entre primeiros sinais de envelhecimento nos pets Foto: Divulgação

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Não existe uma regra que determine a idade em que os pets são considerados idosos, uma vez que o envelhecimento depende de porte, genética e estilo de vida. As mudanças na pelagem costumam ser um dos sinais mais visíveis, porém, não se limitam ao aparecimento de fios brancos: a pele tende a ficar mais seca e fina, enquanto os pelos podem perder brilho, densidade e maciez.

As alterações ocorrem devido à renovação celular, que pode se tornar mais lenta, assim como a diminuição na produção da barreira lipídica e as mudanças no ciclo folicular. Além dos resultados visíveis, a pele pode ficar mais sensível e o crescimento dos pelos, mais lento.

“O pet idoso pode apresentar uma barreira cutânea mais delicada e uma capacidade de recuperação menor. Banhos excessivos, produtos muito detergentes, água muito quente e principalmente secagens muito quentes podem remover excessivamente a proteção lipídica natural e favorecer ressecamento, sensibilidade e desequilíbrio da microbiota cutânea”, explica a médica-veterinária Nathália Starek, CEO da Vidaá Care.

Portanto, é necessário adaptar a rotina de higiene para garantir a saúde e o bem-estar integral. A frequência de banhos depende de cada animal, visto que alguns podem precisar de protocolos terapêuticos mais frequentes, enquanto outros podem tomar banhos de imersão mais espaçados.

Nos intervalos, a rotina de skincare deve seguir de acordo com as características individuais, com limpeza a seco e aplicação de séruns específicos.

“O maior erro é continuar fazendo tudo exatamente como quando o animal era jovem, ou ir ao extremo oposto e deixar de cuidar da pele porque ele envelheceu. O ideal é adaptar o cuidado para uma rotina com menos estresse e mais conforto, com produtos adequados, movimentos delicados e respeito aos limites de cada pet”, orienta Nathália.

A médica-veterinária destaca que nem toda alteração na pele e nos pelos são causadas pelo avanço da idade. Queda excessiva, alopecia, coceira, descamação intensa, odor ou mudanças abruptas na pelagem podem sinalizar também questões metabólicas, nutricionais ou hormonais, e devem ser investigadas.

Saúde integral

Além dos cuidados tópicos, cuidar do animal idoso exige um olhar integral. Sinais sutis como hesitação ao subir em sofás, dificuldade para se levantar e falta de disposição para passeios costumam ser atribuídos à “coisas da idade”, mas podem indicar dor e problemas articulares, por exemplo. 

Já a insegurança em ambientes escuros, esbarrões, dificuldade para encontrar objetos ou hesitação diante de degraus podem significar questões na visão. “Mudanças de sono, apetite, consumo de água, peso, disposição, interação social e comportamento merecem atenção. Nem tudo é simplesmente velhice e muitas mudanças físicas e de comportamento são condições que precisam ser diagnosticadas e tratadas para dar mais qualidade de vida”, afirma Nathália.

Além disso, a alimentação se torna ainda mais importante para os pets idosos. Isso porque o metabolismo e, consequentemente, a necessidade energética mudam. Paralelamente, a manutenção da massa muscular e do peso requerem mais atenção à qualidade das proteínas e ao aporte adequado de gorduras, fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes.

“A alimentação não deve ser pensada apenas como ‘encher o potinho’. Ela faz parte do cuidado diário e influencia na saúde intestinal e metabólica, na imunidade, na pele e na pelagem. O melhor alimento e complemento alimentar não é o que tem mais ingredientes, mas aquele que atende à necessidade daquele animal”, assinala Nathália.

Cinema Correio B+

Dia das Crianças: seis filmes para aproveitar o feriadão em família

De Toy Story à Galinha Pintadinha, estreias e reencontros nas telas oferecem diversão para crianças de diferentes idades

10/10/2026 13h00

De Toy Story à Galinha Pintadinha, estreias e reencontros nas telas oferecem diversão para crianças de diferentes idades

De Toy Story à Galinha Pintadinha, estreias e reencontros nas telas oferecem diversão para crianças de diferentes idades Foto: Divulgação

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O Dia das Crianças cai na segunda-feira (12), garantindo um fim de semana prolongado para quem quer aproveitar o tempo com a família. E, como cinema continua sendo um dos programas mais divertidos para reunir gerações, a boa notícia é que não faltam opções, tanto nas salas quanto no streaming.

Das aventuras dos brinquedos mais famosos da Pixar ao retorno dos Vingadores, passando pela brasileiríssima Galinha Pintadinha, há histórias para os pequenos, os adolescentes e até para os adultos que não resistem a uma boa dose de nostalgia.

Se me permitem palpitar, aqui vão seis filmes para entrar no clima do feriadão, lembrando que nem toda aventura familiar é necessariamente indicada para todas as idades.

Toy Story 5 — Disney+

Woody, Buzz Lightyear, Jessie e os brinquedos que conquistaram diferentes gerações estão de volta, desta vez enfrentando um adversário bastante contemporâneo: a tecnologia. A chegada de um tablet à vida de Bonnie ameaça deixar os brinquedos tradicionais de lado, numa disputa que não poderia ser mais atual.

Afinal, como convencer uma criança a brincar quando as telas oferecem tantas distrações? A Pixar recupera seus personagens mais queridos para discutir justamente a importância da imaginação e das brincadeiras. E, de quebra, oferece aos adultos a oportunidade de reencontrar velhos amigos. Já disponível no Disney+.

O Mandaloriano e Grogu — Disney+

É praticamente impossível resistir ao pequeno Grogu, carinhosamente conhecido como Baby Yoda, que conquistou o público de Star Wars muito além dos fãs tradicionais da saga. Depois do sucesso da série The Mandalorian, Pedro Pascal retorna como Din Djarin, agora numa aventura cinematográfica ao lado de seu inseparável protegido.

Com ação, criaturas fantásticas e a relação de afeto entre os dois personagens, o filme oferece uma nova porta de entrada para uma galáxia muito, muito distante. Também está disponível no Disney+.

Vingadores: Ultimato — Cinemas

Os super-heróis da Marvel voltaram às telonas com o relançamento de Vingadores: Ultimato, de 2019, um dos maiores sucessos de bilheteria da história do cinema. É a oportunidade de rever, na tela grande, o confronto definitivo contra Thanos e o encerramento de uma etapa histórica do Universo Cinematográfico Marvel.

Para os adolescentes que cresceram acompanhando os heróis, a experiência ganha outra dimensão no cinema. Vale lembrar, porém, que o filme tem mais de três horas de duração, cenas intensas de ação e classificação indicativa de 14 anos. Não é uma aventura para os pequenos.

De Toy Story à Galinha Pintadinha, estreias e reencontros nas telas oferecem diversão para crianças de diferentes idadesDe Toy Story à Galinha Pintadinha, estreias e reencontros nas telas oferecem diversão para crianças de diferentes idades - Divulgação

Galinha Pintadinha – O Filme — Cinemas

Uma das personagens brasileiras mais queridas das crianças finalmente chegou às telas de cinema. Depois de conquistar milhões de famílias com suas músicas e vídeos, a Galinha Pintadinha ganhou seu primeiro longa-metragem, lançado em 1º de outubro.

É uma opção especialmente interessante para os menores, que agora podem acompanhar sua personagem favorita numa experiência diferente, com a magia da sala escura e da tela gigante. Como destacamos na coluna da semana passada, a trajetória da Galinha Pintadinha é também uma história impressionante de sucesso da animação brasileira, que começou na internet e se transformou em um fenômeno infantil.

Um Tio Quase Perfeito 3 — Cinemas

Marcus Majella retorna como Tony, o tio divertido e atrapalhado que conquistou o público em 2017. Só que os tempos mudaram. Os sobrinhos cresceram, estão mais independentes e já não precisam tanto dele, uma situação que deixa Tony bastante perdido.

Tudo muda quando uma bebê é deixada à sua porta, obrigando a família a se reunir novamente para enfrentar uma confusão inesperada. A comédia brasileira também marca o reencontro do público com os jovens atores da franquia, entre eles Julia Svacinna, que tinha apenas 11 anos no primeiro filme e agora está com 21. Uma história sobre família, crescimento e os laços que sobrevivem à passagem do tempo. Estreou nesta quinta-feira (8).

As Aventuras de Tadeo e a Lâmpada Mágica — Cinemas

Para quem gosta de aventuras no estilo Indiana Jones, mas em versão animada, Tadeo Jones está de volta. O arqueólogo atrapalhado, acompanhado de Sara e seus inseparáveis amigos, acaba envolvido em uma nova confusão depois de despertar acidentalmente um antigo feitiço.

O resultado é uma viagem cheia de mistérios, perigos e situações absurdas, com o humor característico da franquia espanhola. A animação também chegou aos cinemas nesta quinta-feira (8) e é uma opção para crianças um pouco maiores, com classificação indicativa de 10 anos.

Com tantas opções, o desafio será escolher apenas um. E, para as famílias com crianças de idades diferentes, talvez a solução seja mesmo aproveitar os três dias de feriado para mais de uma sessão. Afinal, o Dia das Crianças também pode ser uma ótima desculpa para os adultos recuperarem um pouco da própria infância.

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