Correio B

BRIGA DE TVS

'O demônio tá comendo o fígado', dispara
pastor sobre Marcelo Rezende

'O demônio tá comendo o fígado', dispara
pastor sobre Marcelo Rezende

DIÁRIO DO SERTÃO

08/06/2017 - 16h32
Continue lendo...

Parece que o amor passa longe de algumas pessoas que dizem agir em nome de Deus. O pastor Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, grande rival de Edir Macedo, da Universal, resolveu falar sobre a doença de Marcelo Rezende.

O apresentador da Record, desde maio, se afastou para cuidar da saúde, após descobrir um tumor no pâncreas que atingiu o fígado. Ciente disso, Santiago resolveu insinuar, durante alguns cultos, que isso teria sido uma espécie de “castigo de Deus”.

“O demônio está comendo fígado e o pâncreas”, dispara ele em alguns vídeos que circulam na internet. Ele se refere a Rezende como um “um malfeitor me maltratou”, por causa das reportagens que o jornalista fez sobre ele no passado, na Record.

Rezende produziu matérias investigativas sobre a sua igreja no “Domingo Espetacular”. “‘A mão de Deus te pesa hoje’. Sabe o que está acontecendo com ele? Deixa o malfeitor, que ele vai murchar como uma erva verde”, dispara Valdemiro.

VEJA VÍDEO

NOVO ESPAÇO

Campo Grande: Tiradentes estreia feira na Lagoa Itatiaia neste domingo

Evento começa às 16h e terá shows de pagode, gastronomia e artesanato

23/09/2026 09h45

Pôr do sol na Lagoa Itatiaia será um dos destaques durante as edições na feira

Pôr do sol na Lagoa Itatiaia será um dos destaques durante as edições na feira Divulgação

Continue Lendo...

Campo Grande terá uma nova feira, a partir deste domingo (27), ao redor da Lagoa Itatiaia, no bairro Tiradentes. A "Feira da Lagoa" estreia com expositores, gastronomia e shows das bandas Pagode 67 e Tribo 67, a partir das 16h.

O projeto na Lagoa Itatiaia tem como objetivo combinar a economia criativa com gastronomia, música, empreendedorismo e ocupação afetiva do espaço urbano. A proposta da Feira da Lagoa é transformar o fim da tarde de domingo em uma experiência, onde as pessoas possam chegar sem pressa, caminhar entre os expositores, conhecer marcas e produtores locais, experimentar sabores, encontrar amigos e aproveitar um dos cartões-postais naturais de Campo Grande.

A estreia reunirá empreendedores de diferentes segmentos, entre artesanato, produtos autorais, moda, decoração, economia criativa e gastronomia. 

Quem comanda o projeto

À frente do projeto estão Carina Zamboni, Denise Zamboni, Fernanda Gutierrez Steffen e Marcelo Comassetto Almeida, que reúnem experiências no empreendedorismo, na produção de feiras e também na vivência direta com os expositores.

Fernanda conheceu esse universo inicialmente como expositora e hoje também integra a organização da Feira Mixturô, Feira Bosque da Paz e Feira da Lagoa. Marcelo é empresário e aproximou-se do movimento a partir da experiência com a Feira Bosque da Paz.

Já Carina e Denise acumulam a experiência da criação e gestão de projetos que ajudaram a fortalecer o circuito de feiras de economia criativa em Campo Grande.

Para Carina Zamboni, a Feira da Lagoa foi pensada a partir da própria dinâmica do espaço e da relação que a população já mantém com a região. 

“A Lagoa Itatiaia já é um lugar de encontro. Tem gente que vem caminhar, trazer as crianças, conversar, ver o pôr do sol. Então, desde o início, a nossa preocupação foi não chegar com uma feira pronta e simplesmente colocá-la ali. Queremos que a feira tenha a identidade da Lagoa e que, com o tempo, também passe a fazer parte da memória afetiva de quem frequenta o espaço”, afirma.

Para os organizadores, a estreia também representa a ampliação de uma rede que já vem movimentando pequenos negócios, artistas, produtores independentes e marcas autorais em Campo Grande.

Domingo como estratégia de encontro

A escolha pelo domingo também faz parte da estratégia do projeto. A ideia é ocupar um período em que as pessoas naturalmente procuram programas mais leves, ao ar livre e que possam ser compartilhados com a família e os amigos.

“Escolhemos o domingo porque entendemos que existe uma oportunidade muito interessante nesse horário de fim de tarde. É um momento em que as famílias estão juntas, em que as pessoas querem sair de casa, mas sem necessariamente entrar na rotina mais acelerada de sexta ou sábado à noite. A feira nasce para ser esse programa: você pode passar rapidamente, mas também pode chegar às quatro da tarde e perceber que ficou até a noite”, explica Carina.

Segundo ela, a expectativa é que a Feira da Lagoa consiga construir público próprio e, ao mesmo tempo, ampliar as oportunidades para quem vive da economia criativa.

“A nossa expectativa para esta primeira edição é muito positiva, mas queremos que esse crescimento seja orgânico. Que o público conheça, volte, indique para outras pessoas e comece a colocar a Feira da Lagoa na agenda. Para os expositores, isso significa abrir mais uma janela de comercialização e de relacionamento com o público. Para a cidade, significa ganhar mais um espaço de convivência, cultura e empreendedorismo”, completa.

Corredores temáticos

Na Lagoa Itatiaia, a organização decidiu por não reproduzir o formato tradicional das outras feiras. Desta vez, o desenho do evento foi pensado a partir das características do local, inclusive na organização espacial.

Os corredores receberam nomes que dialogam com a paisagem: Rua Horizonte, Rua Entardecer, Rua Brisa, Rua Pôr do Sol e Rua Sol Nascente. Já a área dedicada à gastronomia será a Vila dos Sabores, além do espaço reservado para o palco e a programação musical.

A intenção é fazer com que o visitante entenda a feira também como um percurso, descobrindo produtos, experiências e sabores à medida que circula pelo espaço.

 

Programação gratuita de arte & cultura

Festival Mais Cultura reúne dança, música, moda autoral e cinema na UFMS

Programação de amanhã até sexta-feira inclui apresentações artísticas, oficinas, palestras, Feira Geek, moda autoral, shows e exibição de documentários no Autocine

23/09/2026 08h30

O Teatro Glauce Rocha, principal espaço cultural da UFMS, recebe programação teatral e musical durante todo o festival

O Teatro Glauce Rocha, principal espaço cultural da UFMS, recebe programação teatral e musical durante todo o festival Divulgação

Continue Lendo...

A programação do Festival Mais Cultura deste ano entra, a partir de amanhã, em sua reta final com uma série de atividades gratuitas em diferentes espaços da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), em Campo Grande.

Com o tema “O que é Arte?”, o festival reúne linguagens como música, dança, teatro, cinema, artes visuais, moda e economia criativa, além de oficinas, palestras e atividades voltadas a diferentes públicos.

Realizado desde a segunda-feira até sexta-feira, o Festival Mais Cultura conta com mais de 100 atividades nos campus da UFMS. A proposta desta edição é ampliar a compreensão sobre o que pode ser considerado arte e aproximar a comunidade universitária e a população de diferentes formas de expressão.

A partir de hoje, a programação ocupa espaços como o Teatro Glauce Rocha, o Laboratório de Práticas Pedagógicas em Artes, Letras e Comunicação (Faalc), o Auditório para Questões Delicadas do Gramado do complexo multiúso, o Autocine UFMS e outros equipamentos da Cidade Universitária.

Na avaliação da reitora da UFMS, Camila Ítavo, a presença das manifestações artísticas integra a função da universidade.

“Universidade não é só ciência e educação, da maneira tradicional, em sala de aula. É também um mundo de oportunidades para apresentar a riqueza das expressões artísticas e todas as suas formas. É muito lindo ver a UFMS engajada com esse movimento”, afirma.

Para a pró-reitora de Extensão, Cultura e Esporte, Lia Brambilla, a diversidade da programação é uma das características desta edição.

“É uma alegria ter uma semana inteira com atividades para as famílias, para a comunidade universitária, e em todos os campus. É um momento importante de promover a arte em todos os seus sentidos e incentivar as pessoas a experimentarem tudo o que ela proporciona”, destaca.

HOJE

Nesta quarta-feira, a programação começa pela manhã com uma apresentação do Moinho Cultural, no Teatro Glauce Rocha. Intitulada “Torillo”, a atividade está marcada para as 9h30min e reúne dança e música.

Às 14h, o público poderá participar da oficina “O que é texto/arte? Oficina de leitura e criação com linguagens verbal, imagética, audiovisual e sonora”, no Faalc – Setor 1.

A programação segue às 16h30min com a conversa “Bem viver Trans”, no Auditório para Questões Delicadas do Gramado do complexo multiúso – Setor 1. A atividade propõe um espaço de diálogo sobre experiências e perspectivas relacionadas à população trans.

À noite, às 19h, o Teatro Glauce Rocha recebe a Mostra de Dança, encerrando a programação do dia dedicada às artes do movimento.

AMANHÃ

Na quinta-feira, o festival amplia a programação para diferentes áreas da Cidade Universitária.

Às 8h, o Anfiteatro do curso de Artes Visuais, no Bloco 8 – Setor 1, recebe a palestra “Do Clique à Criação – Photoshop e IA na construção da imagem”, que aborda ferramentas e processos relacionados à produção visual.

Às 8h30min, o estacionamento do Teatro Glauce Rocha recebe o Sesc em Movimento, enquanto, às 9h30min, o teatro será palco da apresentação da Banda Sinfônica Municipal Isaac Borges Capillé (IBC).

No período da tarde, às 14h, o Anfiteatro do curso de Artes Visuais recebe o minicurso “Antropologia dos museus e das artes: um sobrevoo”. Já às 15h, o Madrigal MS se apresenta no Auditório Prof. Luis Felipe de Oliveira, no curso de Música.

A programação também contempla manifestações da cultura pop. Às 16h30min, o Grupo Clover – K-Pop se apresenta no Autocine. No mesmo espaço, a partir das 17h, começa a Feira de Economia Criativa e Feira Geek, reunindo iniciativas ligadas à produção criativa e à cultura geek.

As atividades seguem à noite no Autocine. Às 18h acontece a Batalha de Random Play Dance, seguida, às 19h, pelo desfile Moda Autoral. No Teatro Glauce Rocha, também às 19h, o público poderá acompanhar o recital de música clássica brasileira “Madeiras Dedilhadas”.

Às 19h15min, o Autocine recebe um Flash Mob. A abertura do evento está prevista para 19h30min e, às 20h, o espaço recebe o show de Jonavo, um dos destaques musicais da programação.

A agenda do dia também inclui o Caminhão de Experiência Tecnológica do Sebrae-MS, integrado às atividades realizadas no Autocine.

ÚLTIMO DIA

Na sexta-feira, último dia do Festival Mais Cultura, a programação começa cedo, às 8h, com Apresentações Culturais no Corredor da Saúde, localizado no Corredor Central. Às 8h30min e às 14h, acontece o Desafio Urban – Hacking Autocine, no Autocine.

Às 14h, o Teatro de Bolso – Setor 1 recebe a oficina “Exploração sensorial por Handpan 432Hz escala D menor Kurd”. No mesmo horário, o Autocine sedia a Feira de Economia Criativa e Feira Geek, que segue movimentando o espaço.

A música toma conta do Autocine a partir das 17h com o Show Alquimistas, seguido pelo Show Pilotos do Oeste, às 18h. Também às 19h, o Auditório Prof. Luis Felipe de Oliveira recebe o Concerto-Palestra com Denise Garcia.

Ainda no período noturno, às 19h, a Sala Imersiva – Museu de Ciência e Tecnologia – Estádio Morenão recebe o Teatro e Roda de Conversa com os temas “Geni e o Zepelim: uma releitura crítica” e “Transições e Interseccionalidades em Roda: Arte, Corpo e Resistência”.

Às 19h30min, o Teatro Glauce Rocha apresenta “Oliver Twist livre adaptação da obra de Charles Dickens – Ato histórico”.

O cinema ganha destaque no encerramento. A partir das 19h, no Autocine, ocorre a Mostra Autocine – Sessão Especial, com as exibições dos documentários “Jardim de Pedra – Vida e Morte de Glauce Rocha” e “Higa Ke – Olho por Olho”.

As escolhas dialogam com a história cultural de Campo Grande. O Teatro Glauce Rocha, um dos principais espaços culturais da universidade, leva o nome da atriz campo-grandense que se destacou no teatro e no cinema brasileiro. Já Roberto Higa tem sua trajetória ligada à fotografia e à documentação da vida cultural e social de Mato Grosso do Sul.

A programação cinematográfica também reforça a proposta do festival de tratar a arte a partir de diferentes linguagens, colocando em diálogo produção audiovisual, memória e patrimônio cultural.

AÇÕES CONTÍNUAS

Ao longo de todos os dias do evento, o público pode conferir a exposição “Itinerâncias 2026”, no Foyer do Auditório Prof. Luis Felipe de Oliveira – Curso de Música, e a mostra “Reencontro de Trajetórias – pinturas e desenhos de Carla de Cápua e Darwin Longo”, na Galeria de Artes Visuais (GAV) – Bloco 8 – Setor 1.

A Mostra Bolsa Artista ocupa o Foyer do Teatro Glauce Rocha e o Autocine. Além disso, a ação “Pintura Container 1 – com Caio Green” acontece hoje, amanhã e na sexta-feira, no Autocine, mesmo local onde o Caminhão de Experiência Tecnológica do Sebrae-MS estaciona amanhã ena sexta-feira.

ARTE ESPALHADA

O Festival Mais Cultura não concentra as atividades em um único palco, mas utiliza diferentes espaços da UFMS. Entre eles estão a GAV, o Teatro Glauce Rocha, o Autocine, a Concha Acústica, a Esplanada do Morenão, o Mercado Escola, a Casa da Ciência e Cultura e os auditórios da universidade.

A Galeria de Artes Visuais, localizada no Bloco 8 da Cidade Universitária, é dedicada à produção contemporânea e recebe trabalhos de professores, estudantes e artistas convidados. O espaço também promove atividades educativas e visitas guiadas.

Já a Concha Acústica, com capacidade para cerca de 750 pessoas, é utilizada para apresentações musicais, teatrais e eventos comunitários. A Esplanada do Morenão, por sua vez, funciona como espaço aberto para shows, exposições e atividades culturais, além de abrigar o Parque da Ciência.

O Autocine UFMS, que já foi utilizado para sessões cinematográficas e atividades de lazer, também passou a receber eventos culturais de diferentes formatos. Durante o festival, o local se transforma em um dos principais pontos de encontro da programação, reunindo música, dança, feiras, tecnologia e cinema.

A iniciativa é desenvolvida pelo Programa Mais Cultura UFMS, espaço destinado à valorização, divulgação e promoção das ações culturais realizadas pela universidade. O programa busca aproximar a comunidade acadêmica da sociedade por meio de projetos, festivais, mostras, oficinas e apresentações.

>> SERVIÇO

Festival Mais Cultura 2026 – “O que é Arte?”

Data: até sexta-feira.
Local: diferentes espaços da UFMS.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).