Correio B

Diálogo

O deputado Renato Câmara e o prefeito de... Leia na coluna de hoje

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Jean-Jacques Rousseau - filósofo suiço

"Não sei ver nada do que vejo; vejo bem apenas o que relembro e tenho inteligência apenas nas minhas lembranças”.

FELPUDA

O deputado Renato Câmara e o prefeito de Ivinhema Juliano Ferro continuam na luta de esgrima por questões administrativas. Os dois são adversários há anos e desde então sempre usam suas redes sociais na busca do touché  um contra o outro. Mais recentemente, o alcaide desafiou  o parlamentar para “esgrimir” em uma emissora de rádio para, num duelo verbal, fazer comparativos das duas administrações. O deputado já foi prefeito daquele município e, assim como o oponente, tece críticas sobre saldos alcançados pelas gestões em “estocadas” verbais cada vez mais contundentes. Vai daí...

Consumo

O Dia das Mães deverá aquecer o comércio de Campo Grande, com consumidores dispostos a gastar até R$ 200, priorizando pagamento à vista, segundo pesquisa do Procon Municipal realizada entre 23 e 30 de abril. Perfumes e cosméticos lideram a preferência (24,1%).

Mais

E são seguidos por acessórios como bolsas e relógios (16,1%) e calçados (12,6%). Também aparecem roupas e eletrodomésticos (8% cada), além de chocolates (6,9%), flores (5,7%), eletrônicos (3,4%) e livros (2,6%), indicando variedade nas escolhas para presentear.

 Sarah Bennett Farias e Caique Bueno Farias Sarah Bennett Farias e Caique Bueno Farias - Foto: Arquivo Pessoal

 

 Fátima Bernardes Fátima Bernardes - Foto: Arquivo Pessoal

Complicou

A decisão do Conselho de Ética em suspender o seu mandato por dois meses, é tudo o que o deputado federal Marcos Pollon (PL) não desejava. Ele ainda mantém seu nome como pré-candidato à segunda vaga para o Senado e punição dessa natureza é um fator altamente complicador. Pollon poderá ainda recorrer à Comissão de Constituição e Justiça, antes do caso ser votado em plenário. Vale lembrar que ele é ainda alvo de outra representação: a de ter ofendido o presidente da Casa em praça pública. Assim sendo...

Companheiro

Durante entrevista à uma emissora de Campo Grande, no último dia 6, o governador Riedel declarou que o nome para compor a chapa da reeleição é do atual vice-governador Barbosinha. Assim, confirmou o que o Diálogo havia antecipado. Mais uma vez a região da Grande Dourados estará representada na disputa das eleições deste ano e esse mover de peças, segundo fontes políticas, prepara o terreno para 2030.

Galope

Na pesquisa espontânea de intenções de votos para o governo do estado, divulgadas pelo Correio do Estado,  o governador Eduardo Riedel (PP) está “ano-luz” a frente dos seus principais concorrentes, como o ex deputado Fábio Trad (PT) e o deputado estadual João Henrique Catan (Novo). A cinco meses das eleições, no tête-â-tête, fala-se que dificilmente haverá uma mudança considerável no humor do eleitor com relação ao momento atual.

ANIVERSARIANTES 

Roberta Capalbo;
Dr. José Augusto de Souza;
Neuza Fabrete da Silva;
Hélio Queiroz Daher;
Marluce Manvailer Esgaib;
Afonso Michels;
Jorge Benjamin Cury;
Roney Costa Cunha;
Osvaldo Avelino da Cruz;
Maria Taira;
Jair Antonio de Oliveira;
Maria Oneide Alves Evangelista;
Alba Regina Pereira de Souza;
Bráulio Barbosa de Oliveira Júnior;
Sandra Mara da Cunha;
Mario José Basso;
José Ricardo Pereira Cabral;
Alexandre Zavam;
Maria Divina de Oliveira;
Roberto Arcângelo;
Etiene Alves Vilela;
Charles Gonçalves Francisco;
Lourdes Elerbrock;
Franklin Rodrigues Masruha;
Gisele de Andrade Pereira;
Márcio Matsu Arakaki;
Miguel Angelo Lescano;
Thiago de Sá Arakaki;
Rita Cássia Santos Humsi Rayes;
Fernanda Porfírio Munhoz;
Dr. Ney Lacerda Faria;
Eduardo Machado Metello Junior;
Adelaide Dias;
Eduardo Correa;
Ricardo Girão D’Avila;
Edvaldo Alves de Queiroz;
Dr. Délcio Gonçalves da Silva Júnior;
Elizabeth Teixeira de Oliveira;
Bernardo Teixeira Domingues;
José Lucas da Silva;
Adriano Passarelli;
Fernando Augusto de Souza Melo;
Nelson de Paulo;
Vera Lúcia Rosa Telles;
Flávia Veiber de Abreu;
Izaura Girão Lacerda;
Décio Zunari Sena Neto;
Adão Ferreira Garcia;
Marcílio Miyahira;
Ayrton de Albuquerque Filho;
Hilton Cesar Aragão Leite;
Cristina de Barros Picon;
Sacha Dimitrou Kussarew;
Ezio Pedro Furlan;
Júris Jankauskis Junior;
Alcyone Pereira de Freitas;
Irma Rodrigues Pereira;
Ronaldo Calabrisi;
Luiz Agostinho do Espírito Santo;
Leandro Bossay Albuquerque;
Carlos Edy Sá de Medeiros;
José Henrique Cardoso da Silva;
Letícia Alves de Melo;
Nelma da Costa Ferreira;
Tereza de Castro Nogueira;
Eloísa Campos Monteiro;
Maria Helena Nantes Nogueira;
Alba de Souza Macedo;
Johny Peterson Vieira da Silva;
Dr. José Alberto Rondon Severo dos Santos;
Marcos Cesar Rezende;
Rafael de Oliveira Silva;
Walter Bonfim Manhães;
Cristina de Araujo Costa;
Maria Alzira Santiago;
Raul Garcia Mendes;
Ana Claudia Pereira da Silva;
Edgard Nunes Xavier;
Valdirene da Silva;
Margarida Barbosa;
Maria Emília Lopes;
Francisco Menezes Bandeira;
Patrícia Pereira;
Adão Loureiro de Oliveira;
Antônio Gomes do Vale;
Manoelino Donizete Ferreira;
Fábio Francisco Rondon Magalhães;
Afrânio Campagna Gonçalves;
José Roberto Oliveira Bonilla;
Mário Lima Espindola;
Marta Rodrigues de Matos;
Armen Chinzarian Junior;
Dr. Marcos Roberto de Almeida Lima;
Talita Pestana;
Diogo Gonzales Lelis;
Alvaro Cesar Cavazzani;
Jorge Elias Seba Neto;
Nelson Mitio Nakamura;
Larissa Maria Gomes Barca Everlin;
Ana Paula Yamada;
Josinett Maria Benites Martinelle;
Nelson de Oliveira Brait;
Orlando Ducci Neto;
Genicy de Fátima Mondadori Campetti;
Elisa Ajala;
Dina Akrama Eljaji;
Juliana Dalla Pria Ferreira da Silva;
Alexandre Ribeiro Brum;
Juliana Ramos Maffezzolli Sanches. 

Colaborou Tatyane Gameiro.

solidariedade

Brechó solidário oferece peças acessíveis e ajuda a financiar projetos sociais em Campo Grande

Evento da Fundação Manoel de Barros aposta no consumo consciente para arrecadar recursos e ampliar ações com idosos, jovens e mulheres em situação de vulnerabilidade

06/05/2026 13h00

Divulgação

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Entre roupas, calçados e objetos que carregam histórias, a solidariedade ganha espaço em mais uma edição do “Brechó do Bem”, promovido pela Fundação Manoel de Barros (FMB). O evento acontece amanhã e na sexta-feira, das 8h às 17h30min, na sede da instituição, em Campo Grande, com a proposta de unir consumo consciente e impacto social.

Com milhares de itens disponíveis – entre calças, camisas, blusas, sapatos, acessórios, roupas infantis, brinquedos e peças de decoração – o brechó convida o público a garimpar produtos a preços acessíveis, ao mesmo tempo em que contribui diretamente para a manutenção de projetos sociais desenvolvidos pela FMB.

A preparação do evento começou meses antes, com a seleção e higienização cuidadosa das peças. Segundo a assistente social Thaiza Abalem, toda a arrecadação será revertida para iniciativas que atendem diferentes públicos em situação de vulnerabilidade. “Estamos preparando o Brechó já há alguns meses, selecionando peças, higienizando roupas e sapatos, organizando tudo com muito carinho. Todo o valor arrecadado será revertido para as nossas ações e projetos sociais”, destaca.

CONSUMO CONSCIENTE

A proposta do brechó vai além da economia financeira. A ação reforça a importância do consumo consciente, incentivando a reutilização de itens e a redução do desperdício, ao mesmo tempo em que fortalece uma rede de apoio social.

Fundada em 1998, a Fundação Manoel de Barros atua na promoção do desenvolvimento social, científico e tecnológico, com foco na construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Suas ações são estruturadas a partir das necessidades da comunidade, respeitando contextos culturais e sociais.

Para manter os projetos em funcionamento, a instituição depende de recursos destinados à compra de alimentos, contratação de instrutores, aquisição de materiais e custeio de transporte para os participantes.

“Para manter esses e outros projetos precisamos comprar alimentos [para os lanches e almoços dos participantes], contratar instrutores para as oficinas, comprar materiais para as atividades, pagar transporte, são vários os custos e investimentos que fazemos diariamente para atender os nossos usuários. Convido a todos para o nosso ‘Brechó do Bem’, contamos com vocês para seguirmos transformando vidas!”, diz o diretor da fundação, Marcos Henrique Marques.

PROJETOS

Entre as iniciativas mantidas pela FMB está o projeto Ativa Idade, voltado para pessoas com mais de 55 anos. Criado em 2013, o programa busca valorizar o papel social da pessoa idosa, oferecendo gratuitamente atividades como dança, ginástica, inclusão digital, Tai Chi Chuan, pilates, teatro, canto e acompanhamento psicológico.

Com cerca de 160 participantes atualmente, o projeto tem contribuído para o fortalecimento da autoestima, da autonomia e da qualidade de vida desse público, além de promover a convivência e o bem-estar.
Outro destaque é o Jovem em Ação, direcionado a estudantes do Ensino Médio.

A iniciativa, que está em sua quinta edição, atende aproximadamente 35 jovens e tem como objetivo preparar os participantes para o mercado de trabalho. Por meio de encontros semanais, o projeto trabalha o desenvolvimento da autonomia, da autoconfiança e da ampliação de perspectivas profissionais.

SERVIÇO

O “Brechó do Bem” será realizado amanhã e na sexta-feira, das 8h às 17h30min, na sede da Fundação Manoel de Barros, localizada na Avenida Ceará, nº 119. A entrada é gratuita.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (67) 98166-0166 (WhatsApp), pelo site oficial www.fmb.org.br da instituição ou pelas redes sociais.

SAÚDE

Fadiga e dor são alerta para doenças autoimunes como lúpus e esclerose múltipla

Casos de celebridades que convivem com lúpus e esclerose múltipla ajudam a dar visibilidade a condições que ainda são subdiagnosticadas e confundidas com o estresse do dia a dia

06/05/2026 09h00

Fadiga constante, dores musculares e nas articulações e indisposição estão entre os principais sintomas das doenças autoimunes

Fadiga constante, dores musculares e nas articulações e indisposição estão entre os principais sintomas das doenças autoimunes Magnific

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Cansaço persistente, dores pelo corpo, alterações de sensibilidade e até mudanças na visão. Sintomas aparentemente comuns, muitas vezes associados à rotina intensa, ao estresse ou à sobrecarga emocional, podem esconder doenças mais complexas: as chamadas doenças autoimunes.

Essas condições, em que o sistema imunológico passa a atacar o próprio organismo, afetam milhões de pessoas em todo o mundo e têm maior incidência entre mulheres.

Estimativas de entidades médicas internacionais apontam que entre 5% e 8% da população mundial convive com algum tipo de doença autoimune. No entanto, o número pode ser ainda maior, em razão do subdiagnóstico.

O cenário é ainda mais significativo no público feminino, que concentra a maioria dos casos e apresenta risco até quatro vezes maior de desenvolver essas doenças, especialmente entre os 30 e 40 anos.

Além da predisposição biológica, especialistas alertam para um fator cultural e comportamental que contribui para esse cenário: a tendência de muitas mulheres de normalizar sintomas.

Fadiga constante, dores musculares e indisposição são frequentemente atribuídas ao acúmulo de tarefas, ao trabalho, à maternidade ou ao estresse cotidiano.

Esse comportamento pode atrasar a busca por atendimento médico e, consequentemente, o diagnóstico correto.

Nos últimos anos, o tema ganhou visibilidade com relatos de figuras públicas. A cantora Selena Gomez revelou conviver com lúpus, enquanto as atrizes Selma Blair e Cláudia Rodrigues tornaram públicas suas experiências com a esclerose múltipla.

Os depoimentos ajudaram a ampliar o debate sobre essas condições e a importância do diagnóstico precoce.

Segundo a reumatologista Ana Cristina Boni Lenci, o início das doenças autoimunes costuma ser marcado por sintomas inespecíficos, o que dificulta o reconhecimento imediato.

“Observamos com frequência no consultório que sinais como fadiga, febre e dores no corpo acabam sendo atribuídos ao estresse ou à sobrecarga da rotina. Com isso, o paciente demora a buscar ajuda e, quando o faz, nem sempre é encaminhado ao especialista adequado”, explica.

ALÉM DO CANSAÇO

Entre as doenças autoimunes sistêmicas, o lúpus é uma das mais conhecidas e também uma das que mais geram confusão nos estágios iniciais.

Isso porque seus sintomas podem ser facilmente confundidos com reações comuns do organismo.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia, o lúpus afeta entre 150 mil e 300 mil pessoas no País, principalmente mulheres jovens. O diagnóstico, em média, leva de três a seis anos para ser confirmado.

Os sinais variam de acordo com o órgão afetado. Entre os mais comuns estão lesões na pele do rosto, com vermelhidão em formato de “asa de borboleta”, frequentemente confundida com rosácea ou irritações causadas pelo sol

. A dor articular também é recorrente, mas nem sempre apresenta sinais inflamatórios visíveis, como inchaço ou calor, o que leva muitos pacientes a subestimarem o sintoma.

Além disso, o quadro pode incluir fadiga intensa, queda de cabelo localizada e, em casos mais avançados, comprometimento de órgãos como rins e coração.

Um detalhe importante é o padrão da dor inflamatória: ela costuma ser mais intensa ao acordar, acompanhada de rigidez, e melhora ao longo do dia com o movimento.

“O paciente pode levar uma vida normal. O principal risco está no diagnóstico tardio, quando a doença já provocou danos”, destaca a especialista.

Outro exemplo é a artrite reumatoide, que atinge principalmente as articulações e pode ser confundida com desgaste natural, como a artrose. A condição afeta duas vezes mais mulheres do que homens.

Nesse caso, a dor vem acompanhada de rigidez matinal e dificuldade para realizar movimentos simples, como fechar as mãos. Diferentemente da artrose, que tende a piorar com o uso, a dor inflamatória melhora ao longo do dia.

Já a síndrome de Sjögren é caracterizada pela secura persistente dos olhos e da boca. Ao contrário de quadros passageiros, os sintomas não melhoram com hidratação ou uso de colírios, podendo comprometer a saúde bucal e ocular.

Em situações mais graves, a condição pode estar associada a complicações como o aumento do risco de linfoma.

SINAIS NEUROLÓGICOS

As doenças autoimunes também podem afetar o sistema nervoso. A esclerose múltipla, por exemplo, ocorre com maior frequência em mulheres jovens, geralmente entre os 20 e 30 anos.

Os sintomas iniciais podem incluir alterações visuais, formigamentos, perda de força e dificuldades motoras. Muitas vezes, esses sinais surgem de forma isolada e são interpretados como episódios passageiros.

De acordo com a neuroimunologista Mariana Trintinalha, qualquer alteração neurológica sem causa aparente deve ser investigada. “O início precoce do tratamento é essencial para evitar sequelas e preservar a qualidade de vida”, afirma.

Outra condição relevante é a miastenia gravis, que também afeta principalmente mulheres por volta dos 30 anos. O principal sintoma é a fraqueza muscular flutuante.

Diferentemente do cansaço comum, a fadiga nesse caso tende a piorar ao longo do dia. A pessoa pode começar o dia bem, mas apresentar piora progressiva, com sintomas como visão dupla e dificuldade para realizar tarefas simples. Essa variação ao longo das horas é uma das características marcantes da doença.

COMO SURGEM

Apesar das diferentes manifestações, as doenças autoimunes compartilham um mecanismo em comum: o sistema imunológico passa a reconhecer estruturas do próprio corpo como ameaças.

As causas exatas ainda não são totalmente conhecidas, mas especialistas apontam para uma combinação de fatores: predisposição genética, influência hormonal e fatores ambientais estão entre os principais elementos envolvidos.

Infecções, estresse, exposição a agentes externos e alterações hormonais podem funcionar como gatilhos em pessoas predispostas.

Esse conjunto de fatores ajuda a explicar tanto a maior incidência em mulheres quanto o surgimento em fases específicas da vida adulta.

Outro ponto de atenção é que pessoas diagnosticadas com uma doença autoimune têm maior probabilidade de desenvolver outras ao longo do tempo, por isso, o acompanhamento médico contínuo é fundamental.

DIAGNÓSTICO PRECOCE

Embora muitas dessas doenças não tenham cura, o diagnóstico precoce faz toda a diferença no controle dos sintomas e na qualidade de vida dos pacientes.

Tratamentos adequados podem reduzir a atividade da doença, prevenir complicações e permitir uma rotina próxima do normal.

O principal desafio, no entanto, continua sendo reconhecer os sinais iniciais. Fadiga persistente, dores que não melhoram, alterações neurológicas, secura intensa ou sintomas que fogem do padrão habitual do organismo não devem ser ignorados.

Para especialistas, a chave está em observar o próprio corpo e não normalizar sintomas recorrentes. Em caso de dúvidas, a orientação é procurar atendimento médico e, se necessário, buscar avaliação com especialistas como reumatologistas ou neurologistas.

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