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Diálogo

O retorno das atividades na Câmara Municipal poderá significar nova dor de... Leia na coluna de hoje

Confira a coluna Diálogo desta terça-feira (13)

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Érico Veríssimo - escritor brasileiro

Na minha opinião existem dois tipos de viajantes: os que viajam para fugir e os que viajam para buscar”

Felpuda

O retorno das atividades na Câmara Municipal poderá significar nova dor de cabeça para a prefeita Adriane Lopes. Seria sobre a qualidade da pavimentação e dos serviços de tapa-buracos que não estariam resistindo às chuvas. Alguns vereadores, segundo se ouve nos bastidores, estariam fazendo levantamentos dos locais afetados nas regiões que receberam esse tipo de trabalho mais recentemente, a fim de que a administração envie um “raio-x” desde recursos aplicados a resultados da fiscalização. Dizem que querem tudo nos mí-ni-mos detalhes. Vai vendo...

Armados

Policiais legislativos de MS, assim como dos demais estados, passam a ter o direito ao porte de arma de fogo. Isto porque uma lei neste sentido foi sancionada pela presidência da República.

Mais

Mas foram vetados dispositivos da proposta que dispensavam policiais de comprovar idoneidade, capacidade técnica e aptidão psicológica para o manuseio de arma de fogo.

Até o dia 1º de fevereiro acontecerá a exposição Quilombo do Jaó, disponível ao público em formato digital. A mostra, que é promovida pelo Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, propõe um mergulho na história da comunidade localizada em Itapeva (SP) e reconhecida como uma das mais antigas do estado. Fundado entre 1889 e 1897 pelo casal Joaquim Carneiro de Camargo e Josepha Paula Lima, o Quilombo do Jaó abriga atualmente mais de 300 pessoas, distribuídas em cerca de 78 famílias. Os registros fotográficos e narrativas visuais evidenciam o cotidiano, os modos de vida, as práticas agrícolas e as manifestações culturais. O acesso à mostra pode ser feito pelo site museuafrobrasil.org.br.

Olavo da Silva e Cacilda da Silva Seraphim

 

Felipe Abdalla, Zeca Camargo e Leandra Espirito Santo

Melhor, não...

O imbróglio sobre o IPTU de Campo Grande ganhou sinônimo de “problemaço” que nem a senadora Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, “madrinha política” da prefeita Adriane Lopes, quer falar sobre o assunto. Ao participar da solenidade de posse de secretários, preferiu defender a “afilhada” sobre os buracos na cidade, atribuindo a causa às chuvas e abordando investimentos para construção de um viaduto na cidade.

S.O.S

Nos corredores dos poderes, se fala que o governo do Estado deverá elaborar, com máxima urgência, uma agenda positiva para Campo Grande, a fim de que a população não fique ainda mais indignada com a administração municipal. A medida é para evitar que haja “surpresa” nas eleições deste ano, justamente no maior colégio eleitoral de MS. O entendimento é que não se pode “dar sorte para o azar” em ano eleitoral. Assim sendo...

Sem essa

Por falar na administração municipal, uma ala do PP não vê com bons olhos a influência que o deputado estadual Lídio Lopes (sem partido) estaria exercendo sobre algumas decisões da prefeita Adriane Lopes, sua esposa. Para esse time, a atuação do parlamentar nesse sentido é conhecida nos bastidores, tanto é que já foi até motivo de postagem nada “amigável” nas redes sociais de um dos homens fortes do partido.

ANIVERSARIANTES

  • Dr. Nelson Barbosa Tavares,
  • Dra. Kariny Leylin Mamede Oliveira,
  • Dr. Mauricio de Barros Jafar,
  • Janaina Ivo da Silva,
  • Dra. Rita Tavares dos Santos,
  • Neide Garrido (Neide Fátima Bittencourt dos Santos),
  • Ademar dos Reis,
  • Bruno Batista da Rocha,
  • Celio Lucio Nantes,
  • Flavio Lomonaco,
  • Wanda Pires Nogueira,
  • Shinobu Yamamoto,
  • Carlos Henrique Lopes Villalba,
  • Douglas Roberto Lemoigne da Silva,
  • Alvino Ferreira Maciel,
  • José da Silva Garcia,
  • Dr. Plínio Gonçalves Barbosa,
  • Dr. Mauricio Lima Paniago,
  • Caroline Oliveira Bureman,
  • Hilário Antonio Paredes,
  • Natagia Boschetti Mendes,
  • Joseph Georges Sleiman (Zuzão),
  • Dr. Roberto Yamaciro,
  • Lucinéia Dnardo Tognini,
  • Dr. Cláudio Pinheiro,
  • Fabricio de Arruda Pereira,
  • Marcelo Ortiz de Moraes,
  • Conrado Praxedes Silva Neto,
  • Landmark Ferreira Rios,
  • Roberto Soken,
  • Renato Antonio Barbosa,
  • Osmar Cesar Pontes,
  • Anaurelina Mendes Albuquerque,
  • Glaucus Alves Rodrigues,
  • Odir Bandeira Saab,
  • Sinai Henrique de Oliveira,
  • Fernando José Bachi de Araújo,
  • Alice Magalhães Frauzino,
  • Cândido Loureiro Pinheiro,
  • Maria Aparecida Lemes Reis,
  • Victor Crepaldi Filho,
  • Ana Maria Alves,
  • Álvaro Eduardo dos Santos,
  • Vera Jafar,
  • Izabel Cristina Alves,
  • Fernando Lanzetti,
  • Danúbio Berchon Amaral,
  • Rosa Maria Pedro Geribelo,
  • Irany Diniz da Silva,
  • Marina Narcisa Pereira,
  • Denise Hirano,
  • Pedro Paulo Medeiros,
  • Maria Elisa Nogueira,
  • Beatriz Vieira Mendes,
  • José Paulo Pereira,
  • Gileno Nogueira,
  • Pedro Paulo Menezes,
  • Jorge Luiz Barbosa,
  • Luiz Paulo Tavares,
  • Regina de Fatima Rezende,
  • Samara Teixeira,
  • Paula Moreira Pereira,
  • Loire Xavier da Silva,
  • Keila Oliveira,
  • Gilzene Galvão,
  • Marcia Alves Ortega,
  • Adriana Cortada Dupas,
  • Cinthya dos Santos Moura,
  • Edson Pasquarelli,
  • Renata Santos,
  • Consuelo Álvares Netto Vargas,
  • Ricardo Joerke,
  • Evandro Amaral Ferreira,
  • Valeska Maria Alves Pires,
  • Carla Souza,
  • Geni Welter,
  • Rosália Donilia de Oliveira,
  • Leandro Porto de Souza,
  • Telma Valle de Loro,
  • Paulo Roberto Bernardo de Souza,
  • José Denis Reis Almeida,
  • Décio Vieira dos Santos,
  • Rita Eliane Moreira Gonçalves,
  • Douglas Caldas de Oliveira Júnior,
  • Érica de Cássia Bittencourt,
  • José Humberto da Silva Vilarins Júnior,
  • Marcelo Carneval,
  • José Antonio de Tumin Bueno,
  • Vera Lúcia dos Santos Comin,
  • João Paulo Rebelato,
  • Aletéia Patricia Sornas,
  • Adilson Viegas de Freitas,
  • Eliana Cristina de Carvalho Silva,
  • Jefferson José Rahal,
  • Michel Zanoni Camargo,
  • Maria Rodrigues Tosta,
  • Elbia Katiane Blanco Insaurralde,
  • Sérgio Silva,
  • Liliane Oliveira Nantes,
  • Vanderléa Sommer,
  • Mário Sérgio de Paula Santos,
  • Samira Gonçalves,
  • Paulo Tavares de Lima,
  • Pedro Lúcio Vieira,
  • Liliane Alves dos Santos,
  • Keila Oliveira Pereira,
  • Paola Amaral,
  • Ana Cristina Alves Rezende.

*Colaborou Tatyane Gameiro

Saúde Correio B+

Estreia: Desatando Nós com a Dra. em psicologia Vanessa Abdo - Ela fala sobre Terapia de Casal

A especialista explica por que adultos precisam ter conversas difíceis

15/02/2026 15h00

Estreia: Desatando Nós com a Dra. em psicologia Vanessa Abdo - Ela fala sobre Terapia de casal

Estreia: Desatando Nós com a Dra. em psicologia Vanessa Abdo - Ela fala sobre Terapia de casal Foto: Divulgação

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Prazer, su Vanessa Abdo!

Ao longo da vida, todos nós vamos acumulando nós. Alguns surgem nas relações afetivas, outros na forma como educamos nossos filhos, no casamento que muda com o tempo, no corpo que se transforma ou nas expectativas que pesam demais. Há também aqueles nós silenciosos, que se formam quando não conseguimos nomear o que sentimos. É sobre eles — e sobre o impacto que exercem na saúde mental — que esta coluna se propõe a falar.

Sou psicóloga há mais de duas décadas e dedico minha atuação a ajudar pessoas a desatar nós: no casamento, nas relações entre pais e filhos, na parentalidade real — distante dos modelos idealizados — e nos conflitos emocionais que atravessam as diferentes fases da vida. Esse trabalho acontece no consultório, nas salas de aula, nas palestras, na televisão e nos espaços de diálogo que venho construindo ao longo da minha trajetória profissional.

Tenho doutorado e mestrado em Psicologia Social pela PUC-SP, sou professora universitária e CEO do Mamis na Madrugada. Atuo como psicóloga do programa New Faces, do canal E! NOW Brasil, sou embaixadora da revista Pais&Filhos, do podcast Conexão das Mulheres e integro o Juntos Educação Parental. Também sou autora do livro infantil As aventuras de Neneta em seu balão encantado, projeto que traduz a importância do cuidado emocional desde a infância.

Antes de tudo, sou mulher, esposa há quase 20 anos, mãe da Laura, de 14 anos, e do Rafael, de 12. Acredito que a Psicologia não se faz distante da realidade: ela se constrói no encontro humano, na escuta qualificada e na responsabilidade com os vínculos que sustentam a vida cotidiana.

Nesta coluna, vamos conversar sobre paternidade responsável, maternidade e seus desafios, climatério e menopausa, ninho vazio, terapia de casal e relações familiares em transformação. A proposta não é oferecer respostas prontas, mas ampliar o olhar, provocar reflexões e abrir espaço para conversas mais conscientes sobre saúde mental, escolhas e afetos.

Desatar nós não é eliminar conflitos, mas aprender a lidar com eles com mais consciência, diálogo e cuidado. Que este espaço seja um convite permanente à reflexão.

Terapia de Casal: adultos precisam ter conversas difíceis

Muitos casais chegam à terapia dizendo que “o problema é a comunicação”. Em parte, isso é verdade. Mas, na maioria das vezes, o que falta não é conversa — é coragem. Coragem para sustentar diálogos difíceis, para falar do que incomoda sem atacar, para escutar sem se defender e para assumir responsabilidades emocionais. Relacionamentos adultos exigem maturidade emocional, e isso inclui enfrentar desconfortos.

Conversas difíceis são aquelas que tocam em expectativas frustradas, ressentimentos acumulados, mudanças de desejo, divisão de tarefas, sexualidade, dinheiro, educação dos filhos ou a sensação silenciosa de solidão a dois. Muitos casais evitam esses temas acreditando que o silêncio preserva a relação. O que ele faz, na verdade, é criar distância, ruído e interpretações equivocadas.

Na terapia de casal, frequentemente aparece a infantilização do vínculo: adultos esperando que o outro adivinhe o que sentem, testando limites, punindo com afastamento ou ironia, em vez de nomear necessidades. Relações maduras não se constroem com jogos emocionais, mas com diálogo claro, mesmo quando ele é desconfortável.

Ter conversas difíceis não significa brigar o tempo todo, nem transformar o relacionamento em um tribunal. Significa compreender que conflitos fazem parte da vida a dois e que evitá-los não os elimina — apenas os empurra para debaixo do tapete, onde ganham força. O casal que conversa amadurece; o que evita, adoece.

A terapia oferece um espaço seguro para que essas conversas aconteçam com mediação, escuta e responsabilidade. Não é um lugar para apontar culpados, mas para compreender dinâmicas, revisar acordos e resgatar o diálogo adulto. Muitas vezes, o amor ainda existe, mas está soterrado por mágoas não ditas.

Relacionamentos não fracassam porque as pessoas falam demais, mas porque falam de menos — ou falam tarde demais. Ter conversas difíceis é um ato de cuidado, não de ruptura. É escolher crescer junto, mesmo quando isso exige atravessar desconfortos.

Amar, na vida adulta, também é aprender a conversar.

@vanessaabdo7

Estreia: Desatando Nós com a Dra. em psicologia Vanessa Abdo - Ela fala sobre Terapia de casal

Dra. Vanessa Abdo Psicóloga | Colunista do Jornal Correio do Estado - Divulgação

 

Correio B+

Especial Carnaval: É folia, é Carnaval: 4 dicas para cuidar das fantasias após a celebração

Com cuidados simples é possível aumentar a vida útil das peças para que os pequenos possam se divertir por mais tempo

15/02/2026 13h30

Especial Carnaval: É folia, é Carnaval: 4 dicas para cuidar das fantasias após a celebração

Especial Carnaval: É folia, é Carnaval: 4 dicas para cuidar das fantasias após a celebração Foto: Divulgação

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O Carnaval é um dos momentos mais aguardados do ano, marcado por alegria, cores vibrantes e muita criatividade. Nos bloquinhos, festas e desfiles, as fantasias ganham destaque e permitem que adultos e crianças entrem no clima da folia com estilo e imaginação.

Para que essas peças mantenham o brilho, a durabilidade e possam ser reutilizadas em outros momentos festivos, a especialista têxtil da 5àsec, maior rede de lavanderias do Brasil, Marinês Cassiano, compartilha dicas valiosas de conservação.

Busque cuidados especiais conforme o tecido de cada peça

As fantasias infantis são criativas e muitas vezes contam com fibras leves, pedrarias, aplicações, bordados e lantejoulas. Por isso, não é indicado colocá-las diretamente na máquina de lavar, pois isso pode comprometer o tecido e os detalhes. Já as opções feitas com materiais escolares, como EVA e papel crepom, não são laváveis e a reutilização depende apenas da forma de uso.

Caso suje, procure limpar o quanto antes

Nas comemorações, é comum que as fantasias entrem em contato com alimentos, bebidas, espumas, maquiagens infantis e até tintas. Para evitar manchas permanentes, a recomendação é remover o excesso com um guardanapo ou pano branco seco e limpo. Produtos caseiros devem ser evitados, pois podem danificar as fibras e dificultar a higienização posterior.

Armazene as fantasias de forma separada das demais roupas

Como as fantasias não fazem parte do uso cotidiano, é essencial guardá-las separadamente em gavetas ou sacos de TNT. Isso ajuda a preservar a forma e evita amassados ou danos. Modelos com penas devem ser armazenados em caixas abertas, garantindo que os detalhes se mantenham intactos.

Guarde as peças sempre limpas

Após o uso, é fundamental higienizar corretamente antes de guardar. Resíduos como suor e restos de maquiagem, alimentos, tintas ou canetinhas podem causar manchas persistentes ou até amarelamento do tecido. Para prevenir mofos, recomenda-se retirar as fantasias do armário a cada três meses e deixá-las arejar na sombra.

Se alguma peça apresentar sinais de mofo ou amarelado, Marinês reforça que o ideal é lavá-la com cuidado, sempre seguindo as orientações da etiqueta. Para manchas antigas, a recomendação é recorrer a uma lavanderia especializada, como a 5àsec, que oferece serviços de remoção, revitalização de cores e tratamentos que prolongam a durabilidade dos tecidos.

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