Correio B

Diálogo

Pelos corredores de certo Poder, dizem que cabeça coroada por pouco... Leia na coluna de hoje

Por Ester Gameiro (dialogo@correiodoestado.com.br)

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Luis Fernando Veríssimo - escritor brasileiro

A política é sempre má palpiteira 
em assuntos de ciência, mas a ciência arregimentada para provar preceitos políticos é pior”.

FELPUDA

Pelos corredores de certo Poder, dizem que cabeça coroada por pouco não teria quebrado o cetro na mesa, ao mesmo tempo que quase afundou o chão caminhando em círculos, tamanha frustração e preocupação. É que ele teria sido surpreendido ao saber que documento importantíssimo havia sido encaminhado aos canais competentes e financeiros com sigla errada. Aí, ocorreu o bate-volta da papelada, dindim adiado, conflito, etc e tal...

Breu

A terça-feira (10) não se mostrou muito amigável com os vereadores de Campo Grande. Primeiro, enfrentaram protestos de militantes e afins contra extinção de secretaria prevista na reforma administrativa da prefeita reeleita Adriane Lopes. 

Mais

Depois, ocorreu apagão, e o prédio da Câmara Municipal ficou na escuridão durante uma hora. O presidente da Casa, Carlos Augusto Borges (Carlão), encerrou os trabalhos, e nesta quarta-feira (11) deverá haver sessão à tarde, em compensação.

Deyse Stiehler e Lélia Rita Rolim

 

Gabriel Contijo

Da mesma forma

Depois de reuniões com secretários, há alguns dias, para demonstrar que não tinha intenções de substituí-los, conforme informação publicada pelo Diálogo, o governador Eduardo Riedel demonstrou que não pretende promover alterações em seu primeiro escalão. Pelo menos por enquanto, ele deverá seguir com sua gestão sem mudanças.

Sem chance

Com a decisão do governador Eduardo Riedel de manter o atual secretariado, o ex-secretário de Logística e Infraestrutura Hélio Peluffo não deverá assumir a Casa Civil, caindo por terra algumas especulações. O atual titular do órgão, ex-deputado Eduardo Rocha, vai continuar no comando. Uma possível volta à Secretaria de Governo do deputado estadual Pedro Caravina é, portanto, 
conversa do passado.

Treinado

Não teve nada de improviso na cena protagonizada pelo presidente do STF, Luís Roberto Barroso, e por Almir Sater, durante evento nacional do Poder Judiciário. Antes de cantar em dueto a música “Tocando em frente”, o ministro fez questão de ensaiar com o cantor. Além da bela voz, Barroso, que costuma fazer performances musicais em eventos, provou que tem muita presença 
de palco. E que arranca aplausos entusiasmados até das mais exigentes plateias. Em Campo Grande, claro, não foi diferente.

ANIVERSARIANTES

Patricia Barreto Flud Ibrahim, 
Marcelo Alfredo de Araújo Kroetz, 
Heleonora Alves Herculano Vasconcelos,
Robison Gatti Vargas,
Lara Saboungi Sleiman, 
Cesar Augusto Moraes de Almeida,
Genésio de Oliveira,
Kazumi Nakasse (Roberto),
Licia Kim Kominató,
Reinaldo Vilela de Moura Leite,
Daniel Viegas Alonso,
Zendi Miyashita,
Maria do Socorro de Jesus Corvala Vilanova,
Luciana Penha Luz de Souza,
Walison Verissimo da Silva,
Andressa Mauro,
Edevaldo Ramos Deknes,
Rosalina Pereira Nunes,
Valdenor Angelo Correa,
Walter Aparecido Bernegozzi,
Wellington Castro da Silva,
Carlos Alberto Andrade e Jurgielewicz, 
Waldir Vicente Thomazi, 
Edilaine Assef Maslum,
Andréa Tathiane Nascimento Camargo Fontoura,
Marcieli Cristina de Souza,
Francisco Emanoel Albuquerque Costa,
Hugo Souza Paes de Barros,
Carla Ifram Sandim,
Waldete Ribeiro Acosta,
Miguel Matarezio,
José Luiz Biss,
Cláudia Cardoso,
Helena Pereira Rosa,
Maria das Dores Batista de Arruda,
Kellen Gonçalves da Silva,
Maria Consuelo Lima Arguelho,
Alfeu Cândido,
Milka Santos Ascenço,
Wilson Adão Gomes,
Maria Zélia Teixeira Seabra,
Dr. Ricardo Zimmermann, 
Francisco Tawada,
Amilcar da Cruz Bandeira Filho,
Loir Siravegena Figueiredo,
Carlos Amaury Mota Azevedo,
Paulo José Dietrich,
Adalberto Lima Fernandes,
Elvira Ferreira de Lima,
Rogerio Luis Poiatti,
Jean Patrick Bortoloti,
Mário Oshiro,
Terezinha Furuguen,
Elvira Menezes da Silva,
Cecília de Oliveira Duarte,
Osmar do Espírito Santo,
Marly Valdez Freitas,
Eurico Arruda de Souza,
Maria de Lourdes Cardoso,
José Carlos Mendonça,
Maria Emília Oliveira,
João Furtado Mendonça,
Carlos Alberto Ramos Charbel,
Margarida Gomes Marques,
Guilherme Kinjo,
Dr. Fábio Ricardo Lopes,
João Beltran,
Lidiane Basso de Alencar,
João de Paula Ribeiro Junior,
Tsune Tosi Oshiro,
Geovah Paulino Araújo Filho,
Ivone Carniato Almeida,
Márcio Viana Nunes,
Amaury Camargo de Barros,
Euclair Rodrigues Aguero,
Nivaldo Fausto de Araújo,
Celso José Vasconcelos, 
Paulo Barbosa Alves,
Maria Duarte Gonçalves Silva Azevedo,
Ilma Dias Macedo,
Acynaíla Antonia de Queiroz,
Cláudio Edmar,
Dr. Dey Leite Bueno,
Ana Paula Barbosa Colucci,
Diana da Conceição Santana,
Ana Paula Brunharo,
Charles André Schaefer,
Juliana Vilalba Monteiro Wolf,
Álvaro Hidemitsu Kinashi,
Luis Henrique Correa Rolim,
Dra. Márcia Zeferino Chaves, Antonio Carlos Nunes de Oliveira,
Edmundo Lino da Silva,
Isabel Cristina Galvão Marques,
Israel Massato Yamaguschi,
Roberto Rodrigues de Almeida,
Clair Siqueira Campos,
Nei Juares Ribas,
Vera Carmem de Campos Puorro,
Mauricio Vieira Gois,
Hitoshi Mitani,
Paulo Cesar Vieira de Araújo,
Antonio Tomazoni Cavagnolli,
Cleidson Ferreira de Brito,
Maria Aparecida Lopes Cunha,
Ana Paula de Almeida Chaves.

*Colaborou Tatyane Gameiro

Marcelo Kroetz

CAMPO GRANDE

Associação promove corrida e caminhada para conscientizar sobre o autismo; saiba como se inscrever

3ª. Corrida e Caminhada da AMA será realizada no domingo, em comemoração do Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo

01/04/2025 16h15

Foto: Divulgação

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Nesta quarta-feira se comemora o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo; a data foi instituída pela ONU em 2007 para estimular o conhecimento sobre o assunto e é levantando essa bandeira que a Associação de Pais e Amigos do Autista de Campo Grande (AMA) convida a população da capital para participar da 3ª. Corrida e Caminhada da AMA no próximo domingo

“O Transtorno do Espectro Autismo (TEA) não é uma doença, é um distúrbio do neurodesenvolvimento caracterizado por desenvolvimento atípico, manifestações comportamentais, déficits na comunicação e na interação social, padrões de comportamentos repetitivos e estereotipados, podendo apresentar um repertório de interesses restritos que não têm cura.”

Quem informa é a assistente social Divina Oruê, que atua na Associação de Pais e Amigos do Autista de Campo Grande (AMA) e, ao lado de André Luiz de Oliveira, professor da instituição, é responsável pela organização da 3ª. Corrida e Caminhada da AMA, a ser realizada no próximo domingo, a partir das 6h30 da manhã, no estacionamento da Assembleia Legislativa (Parque dos Poderes), com início da prova às 7 horas.

EMPATIA E RESPEITO

A corrida é o principal evento realizado pela entidade para marcar o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo, celebrado nesta quarta-feira, 02 de abril, e instituído pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 2007 com o objetivo de estimular o conhecimento sobre o TEA, bem como a importância do diagnóstico precoce e do tratamento.

O tema escolhido pela ONU para mobilizar a população global em torno do assunto - “Informação gera empatia, empatia gera respeito” - reveste ainda de mais importância o depoimento acima da assistente social e a realização da corrida.

“O foco principal é a divulgação sobre o Dia Mundial da Conscientização do Autismo, para diminuir o preconceito e abranger o conhecimento da população. Todo recurso arrecadado será destinado para manutenção da instituição”, afirma Divina, comentando a corrida, que deve reunir - entre atletas mais experimentados e a população em geral, incluindo autistas e seus familiares - em torno de 1.500 participantes. 

“A iniciativa da corrida surgiu da necessidade de criar um evento que fosse capaz de chamar a atenção para a causa do autismo, promovendo conscientização e inclusão. A ideia inicial era fazer algo diferente e impactante que alcançasse esse objetivo, visando o mês em que se comemora o Dia Mundial sobre a Conscientização do Autismo. Foi um desafio bastante grande os detalhes logísticos, a escolha do local, a definição do percurso, a organização da infraestrutura e a parceria dos serviços”, conta Divina.

As inscrições se encerram amanhã e podem ser realizadas pelo site https://www.kmaisclube.com.br/ ou pelo número 67 99267-4088, com valores de R$ 60 (doadores e 60+), R$ 80 (caminhada 3km) e R$ 100 (corrida 5km e 10km) para o terceiro lote.

São 11 categorias por idade entre 16 e 69 anos, além da categoria para participantes a partir dos 70 anos. A retirada dos kits, no próximo sábado, poderá ser feita das 9h às 17h na sede da AMA - Av. Bandeirantes, 215, bairro Amambai.

Os kits incluem camiseta, número de peito e chip individual para acompanhamento da performance, além de brindes.

“As inscrições foram abertas em dezembro e a equipe trabalhou bastante para promover a corrida e atrair participantes. A cada ano, a corrida tem alcançado sucesso, com um aumento no número de inscrições. Isso demonstra que a iniciativa está alcançando seu objetivo de promover conscientização e inclusão sobre o autismo”, avalia a assistente social.

A AMA

A Associação de Pais e Amigos do Autista de Campo Grande foi fundada em 1990 por um grupo de acadêmicos de Psicologia da FUCMAT e, após dois anos de estudos, foi apresentada à sociedade campo-grandense, no I Encontro Sul-Mato-Grossense de Autismo.

“A AMA oferece um espaço preparado e minuciosamente adaptado às necessidades do nosso público, o que colabora para a qualidade do atendimento prestado a todos”, apresenta Divina, que lista a série as várias frentes de atuação da entidade.

“Saúde, educação e assistência social, atendendo crianças, adolescentes, adultos e os seus familiares, e oferecendo às pessoas com autismo, atendimentos diferenciados: atendimento educacional especializado (AEE), educação física, dentista, nutricionista, psicologia, musicoterapia, fonoaudiologia, capoeira, oficinas de artes, teatro, mídias sociais e os grupos onde todos as pessoas com TEA podem participar e desenvolver suas habilidades e talentos.”

No total, a AMA atende regularmente 166 pessoas com autismo e seus familiares, contando para isso com uma equipe de 33 profissionais - entre médicos, professores, pessoal do administrativo, cozinha e serviços gerais.

O objetivo é “de promover e articular ações de defesa de direitos e prevenção, orientações, prestação de serviços, apoio à família, direcionadas à melhoria de qualidade de vida da pessoa com Transtorno do Espectro Autista, e à construção de uma sociedade justa e solidária”, segundo a colaboradora da AMA.

POLÍTICAS PÚBLICAS

Divina destaca o papel que as políticas públicas têm desempenhado no segmento. “A AMA reconhece os avanços significativos nas políticas públicas destinadas às pessoas com TEA em Campo Grande e no Mato Grosso do Sul. Iniciativas recentes refletem um compromisso crescente com a inclusão e o bem-estar dessa população”, afirma.

“Em 2024, por exemplo, Campo Grande se destacou ao anunciar a implementação de espaços sensoriais nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) dos bairros Coronel Antonino e Universitário. Esses ambientes foram projetados para oferecer um atendimento mais humanizado às pessoas com TEA, reduzindo estímulos sensoriais e proporcionando maior conforto durante o atendimento de urgência e emergência”, argumenta Divina.

Para fazer doações em dinheiro para a AMA: Caixa Econômica Federal, Ag: 1108, Conta Poupança: 52326-9, Operação: 013; ou por PIX: 26.824.425/0001-09.

Sinais comuns na criança com autismo

  • Brinca ou usa o brinquedo de forma incomum;
  • Choro ou risadas inapropriadas;
  • Dificuldade com a mudança de rotina;
  • Apego a objetos inusitados;
  • Hiperatividade;
  • Dificuldade em relacionar com pares da mesma idade;
  • Ausência da fala ou fala ecolálica;
  • Sensibilidade a alguns sons;
  • Ausência de consciência do perigo;
  • Baixa tolerância à frustração

MÚSICA REGIONAL

Márcio de Camillo canta músicas de Geraldo Rocca em seu novo trabalho

Os dois me levam de volta ao Litoral Central, definição cunhada por Geraldo Roca para traduzir um pedaço de Brasil onde a água doce domina uma vastidão de terra que, supõe-se, um dia foi mar

01/04/2025 10h00

"O punhal afiado da poesia de Geraldo Roca corta manso na voz de Márcio de Camillo, sem perder o fio, nem a capacidade aguda de ferir de morte o senso comum" Foto: Divulgação/Márcio de Camillo

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Recebo mensagem de Márcio de Camillo me avisando sobre seu novo trabalho. “Márcio de Camillo canta Geraldo Roca”. Um show ao vivo que virou disco e já está disponível nas plataformas digitais.

Aproveito a estrada entre a minha casa e o trabalho para ouvir o disco. Ouvir Roca na voz de Camillo é quase um delírio. Uma surpresa, uma saudade imensa, muitas lembranças. Os dois me levam de volta ao Litoral Central, definição cunhada por Geraldo Roca para traduzir um pedaço de Brasil onde a água doce domina uma vastidão de terra que, supõe-se, um dia foi mar.

A praia pantanal me serve de ponte para unir, em mar aberto imaginário, o Rio de Janeiro – lugar de nascimento – ao coração do Brasil, onde Geraldo Roca se fez e se desfez desse plano. Seu coração, irrigado por sangue pantaneiro, fazia dos campos alagados, das fronteiras paraguaia e boliviana seu berço metafísico. E foi assim sempre.

Talvez isso também sirva pra explicar por que a passagem meteórica dele por aqui tenha início figurado e fim real nestas plagas, onde aprendemos desde cedo a sonhar em Guarany e poemar em Manoelês.

Os carros passam por mim em alta velocidade. Eu ouço Camillo cantando Roca. E me transmuto. O punhal afiado da poesia de Geraldo Roca corta manso na voz de Márcio de Camillo, sem perder o fio, nem a capacidade aguda de ferir de morte o senso comum. Não, Geraldo não cabe em uma única caixinha. E Márcio sabe disso. 

Às vezes, ele encarna um bardo. Um Dylan pantaneiro em letras incomuns, longas e lisérgicas. Em outras, reúne numa só figura a essência folk de Crosby, Still, Nash & Young. Mas nesse universo BeatFolkPolkaRock há espaço para a mansidão de um Caymmi fronteiriço, para a sutileza urbana de um Jobim. Geraldo, como eu disse, não cabe numa caixinha.

E tudo isso se transforma em mais, muito mais, na homenagem à altura dos arranjos, das violas, da flauta, do celo reunidos por Márcio de Camillo nesse show que vira disco e que se torna eterno de agora em diante. Pra gente não se esquecer. Nunca. 

Quando Geraldo Roca decidiu sair de cena, fechar as portas desse mundo, que já lhe arreliara o suficiente, era muito cedo pra isso. Foi o que todos pensamos. Mas ele era dono de seus próprios rumos. Sua poesia e sua música seguem aqui. Pra nossa sorte, a desassossegar nossos ouvidos e almas. Agora, mais ainda, na voz também infinita de Márcio de Camillo. 

P.S.: Márcio. A foto da capa é uma obra de arte. É você nele... É ele em você. Uma fusão, uma incorporação. Cara... que disco!!!

Brasília, 25/3/2025

"Souber ler a música de fronteira"

O cantor, compositor e instrumentista Márcio de Camillo estreou o show “Do Litoral Central do Brasil: Márcio de Camillo Canta Geraldo Roca”, no Teatro Glauce Rocha, no dia 24 de setembro de 2024. Com direção de Luiz André Cherubini, o show é uma homenagem ao “cantautor” Geraldo Roca, falecido em 2015, considerado um dos principais compositores da música regional de Mato Grosso do Sul.

Roca é autor, em parceria com Paulo Simões, da música “Trem do Pantanal”, sucesso na voz de Almir Sater. Considerado maldito por seus pares, era chamado de príncipe por Arrigo Barnabé. Sua produção musical pode ser considerada pequena, se tomarmos como referência a quantidade de composições e discografia, mas analisada a fundo, perceberemos um artista de voz potente e marcante, com composições inspiradas e profundas.

São polcas, rocks, chamamés, guarânias e até baladas, e Márcio de Camilo, amigo e admirador de Roca, aprofundou-se na pesquisa para definir o repertório como “uma panorâmica deste artista reverenciado, cantado e gravado por amigos que, assim como ele, fizeram parte da ‘geração de ouro’ da música pantaneira sul-mato-grossense: Paulo Simões, Alzira E, Geraldo Espíndola, Tetê Espíndola, Almir Sater, entre muitos outros”, como afirma Camillo.

“Além de um músico que eu admirava muito, não só como compositor, mas como violonista, violeiro e cantor, Roca influenciou muito a música da minha geração”, conta o músico. “Além disso, ele era meu vizinho, morava em frente à minha casa. A gente saía para jantar, para conversar, éramos amigos. Conheço a obra dele e vejo a obra dele na minha, compusemos uma canção juntos, em parceria com outros compositores, chamada ‘Hermanos Irmãos’”, relembra Camillo.

“Também dividimos uma faixa no CD ‘Gerações MS’ chamada ‘Lá Vem Você de Novo’. Roca é referência e pedra fundamental na construção da moderna música sul-mato-grossense. Ele soube ler a música de fronteira, mesclando elementos do rock, do pop, do folk, criando um estilo único. Ele é um verdadeiro representante do folk brasileiro”, conta.

A arte visual do show, com fotos feitas por Lauro Medeiros, foi baseada no álbum “Veneno Light”, que Geraldo Roca lançou em 2006. A foto principal de divulgação do show faz referência direta à capa deste álbum, cuja foto original é assinada pelo cineasta Cândido Fonseca. (Da Redação)

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