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Pet B+: Petlove, Instituto Caramelo e A.C.Camargo transformam cães resgatados em terapeutas

Pets abandonados e com necessidades especiais ganham uma nova chance de ter um papel social de destaque, oferecendo carinho e acalento para pacientes em jornada oncológica

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A Petlove, o Instituto Caramelo e o A.C.Camargo Cancer Center se uniram para realizar uma ação inédita neste mês de dezembro que transformou cães abandonados e invisibilizados — pets sem raça definida, idosos ou com necessidades específicas — em verdadeiros terapeutas no apoio a crianças em tratamento oncológico. A iniciativa, que marcou o lançamento do projeto “Love que Cuida”. Os animais que participam da ação também estão disponíveis para adoção, reforçando o propósito conjunto das instituições em promover cuidado e acolhimento em todas as fases da vida.

Para tornar o projeto “Love que Cuida” possível, foram necessárias semanas de treinamento e sensibilização dos cães que atuaram como terapeutas. Realizada pelo Instituto Caramelo, a preparação focou no autocontrole e na socialização dos pets, etapas essenciais tanto para o período em que permanecem no abrigo quanto para que possam ser reintroduzidos com segurança na sociedade, seja em um novo lar ou em diferentes ambientes do convívio humano. Além disso, cada um deles precisa atender a todos os requisitos de segurança estabelecidos pelo A.C.Camargo para estarem aptos à visita dentro da unidade hospitalar, um processo cuidadoso e inspirador.

Entre os participantes da ação esteve Amendoim, estrela do filme Caramelo e líder dos cães terapeutas nesta edição. O vira-lata, reconhecido como parte do grupo de animais frequentemente invisibilizados, reafirma o objetivo do projeto ao representar histórias que ganham novos rumos por meio do acolhimento e da adoção responsável.

“Vira-latas, cães idosos e PCDs têm uma capacidade única de criar vínculos e oferecer apoio e conforto emocional que fazem a diferença especialmente em momentos delicados. Essa ação reforça o compromisso do Instituto Caramelo com a saúde mental de quem dedica sua vida aos pets. Adotar um animal invisibilizado é fortalecer essa rede de afeto que transforma vidas dos dois lados”, destaca Yohanna Perlman, diretora-executiva do Instituto Caramelo.

A ação foi a expressão mais pura do cuidado mútuo: crianças em tratamento oncológico receberam o aconchego proporcionado pelos animais, enquanto os pets encontraram novas oportunidades de vínculo, convivência e afeto em um ambiente seguro. 

“Práticas integrativas como essa, ampliam a forma como cuidamos das nossas crianças. A presença dos cães terapeutas cria um ambiente mais leve, descontraído e positivo, é como uma injeção de energia que faz toda a diferença no dia a dia de quem está em acompanhamento oncológico, especialmente na pediatria. É uma oportunidade de ressignificar jornadas desafiadoras, tanto para pacientes, quanto para os pets”, ressalta o Dr. Antonio Antonietto, Diretor de Governança e Jornada do Paciente do A.C.Camargo Cancer Center, que também se tornou “pai de pet” recentemente, após adotar dois cachorrinhos.

“Queremos inverter o ciclo que começou com dor e sofrimento para cuidado e afeto. Transformar cães abandonados em pets terapeutas devolve a ternura que lhes foi negada. Quando um cão marcado pelo desamparo aprende a cuidar, o mundo entende que o maior remédio é o amor”, afirma Bruno Junqueira, Vice-presidente de pessoas, ESG e Comunicação Institucional da Petlove. 

Pets que aguardam um novo lar

A adoção é um gesto que transforma vidas dos dois lados: oferece ao pet a chance de viver em família e, ao tutor, a alegria de compartilhar a rotina com um companheiro carinhoso, já acostumado ao convívio humano e treinado para interações positivas.

Entre os cães para a adoção estão: Romeu, que têm 10 anos, representa o time dos mais experientes, assim como Jacaré, com 12, que demonstra gostar da companhia humana e de outros animais. Já Murakami, também com 11 anos, compartilha desse perfil afetuoso, sendo motivado por brinquedos, comida e atenção, e convivendo melhor com cães mais calmos.

Integram a lista dos mais novos, Lex e Patrick. Este último se destaca por ser muito sociável com outros cachorros, além de ser muito amoroso.

A campanha de adoção destes pets invisibilizados e agora também agentes de apoio emocional segue na Petlove. Ao longo do mês de dezembro os pets serão evidenciados em ações e posts nas redes sociais, ampliando ainda mais as suas possibilidades de adoção. 

ARTE

Exposição reúne artistas mulheres e propõe reflexão sobre a alta de feminicídios no Estado

Exposição reúne 14 artistas mulheres no Museu da Imagem e do Som e propõe reflexão urgente sobre a alta de feminicídios em Mato Grosso do Sul e no Brasil

05/03/2026 10h00

Divulgação

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Está aberta ao público, no Museu da Imagem e do Som (MIS), a exposição “O Grito que Ecoa”, mostra que coloca o feminicídio e as múltiplas violências contra mulheres no centro do debate artístico e social.

Com curadoria de Sara Welter (Syunoi), a exposição reúne obras de 14 artistas mulheres e articula pintura, arte têxtil, objetos, instalação, performance, música e poesia em um percurso que tensiona delicadeza e brutalidade, intimidade e política.

Participam da mostra Bejona, Marcia Lobo Crochê, Vitória Lorrayne, Syunoi, Veryruim, Letícia Maidana, Terrorzinho, Kami, Sabrina Lima, Thalya Veron e Maíra Espíndola, entre outras integrantes do coletivo.

A proposta é transformar experiências de silenciamento e apagamento em presença, linguagem e ocupação simbólica do espaço institucional.

Em um estado que registra índices alarmantes de violência contra mulheres, a exposição assume a arte como gesto de denúncia, memória e resistência.

“O Grito que Ecoa” foi contemplado pela Política Nacional Aldir Blanc, com apoio da Fundação Municipal de Cultura de Campo Grande (Fundac). Para Sara Welter, o financiamento público é essencial para viabilizar projetos dessa natureza.

“Com esses financiamentos muitos artistas têm portas abertas para fazer com que suas ideias saiam do papel e se tornem palpáveis. Essa exposição é uma dessas ideias que se tornou real. Conseguimos garantir infraestrutura adequada, produzir obras inéditas e desenvolver todas as etapas do projeto com qualidade”, afirma Sara.

ARTE QUE GRITA

Segundo a curadora, a ideia da mostra surgiu a partir de discussões com o Coletivo Dorcelina Folador.

“Observando que essa temática percorre desde o próprio coletivo, visto que Dorcelina Folador foi vítima de feminicídio em Mundo Novo, e vendo a necessidade de falarmos sobre isso e toda a repercussão com as tantas vítimas no Brasil e em Mato Grosso do Sul, chegamos à conclusão de que era necessário e urgente produzir essa exposição”, afirma.

Criado em 2020, o Coletivo Dorcelina Folador tem como objetivo romper padrões patriarcais e fortalecer a produção artística feminina. A história do grupo se constrói a partir da união de artistas mulheres que utilizam a arte para contar suas vivências e reivindicar espaços.

Atualmente, o coletivo reúne mais de dez artistas de MS, entre elas Bejona, Erika Pedraza, Leticia Maidana, Marcia Lobo Crochê, Thalya Veron, Veryruim, Terrorzinho, Maíra Espíndola, Cecilia Hanna, Sabrina Lima, Sara Welter (Syunoi), Thalita Nogueira, Suellen Rocha, Ester Rohr, Da Mata, Ana Deluck, Vitória Queiroz, Vitória Lorrayne e Kami.

A exposição integra a primeira etapa do projeto Nós Dissemos: Circuito de Arte Dorcelina Folador, que prevê ainda outras duas mostras em diferentes espaços culturais da cidade.

“A Via Crucis do Corpo”

“A Via Crucis do Corpo”, de Sara Welter - Foto: Divulgação

Entre as obras inéditas está “A Via Crucis do Corpo”, assinada por Sara Welter especialmente para a exposição. Produzida com nanquim, carvão e pastel seco, a obra representa o corpo feminino de forma ambígua e fantasmagórica.

“Esse corpo aparece em duas formas opostas, ora pendurado pela mão, ora pendurado pelo pé. As linhas se enrolam pelo corpo da figura, trazendo referência desde shibari até mesmo como cortes. Esse corpo sem cabeça, com sua face ocultada, é dilacerado, machucado e violentado. O que resta é apenas a impressão do crime no tecido”, explica a curadora.

A obra sintetiza o conceito da mostra: tornar visível aquilo que muitas vezes é reduzido a estatísticas e transformar o trauma em linguagem.

NÚMEROS

O Brasil registrou 6.904 vítimas de casos consumados e tentados de feminicídio em 2025, um aumento de 34% em relação a 2024, quando houve 5.150 vítimas. Foram 4.755 tentativas e 2.149 assassinatos, totalizando quase seis (5,89) mulheres mortas por dia no País.

Os números são do Relatório Anual de Feminicídios no Brasil 2025, elaborado pelo Laboratório de Estudos de Feminicídios da Universidade Estadual de Londrina (Lesfem/UEL).

O levantamento aponta que 75% dos casos ocorreram no âmbito íntimo – quando o agressor faz ou fez parte do círculo de intimidade da vítima, como companheiros, ex-companheiros ou pais de seus filhos.

A maioria das mulheres foi morta ou agredida em casa (38%) ou na residência do casal (21%). A faixa etária predominante das vítimas é de 25 a 34 anos (30%), com mediana de 33 anos. Ao menos 22% das vítimas já haviam denunciado o agressor antes do feminicídio.

O relatório revela ainda que 69% das vítimas, com dados conhecidos, tinham filhos ou dependentes. Ao todo, 101 mulheres estavam grávidas no momento da violência, e 1.653 crianças foram deixadas órfãs.

A idade média dos agressores é de 36 anos. Em 94% dos casos, o crime foi cometido por uma única pessoa, e quase metade (48%) envolveu arma branca, como faca ou canivete.

Em Mato Grosso do Sul, os dados do Monitor da Violência Contra a Mulher reforçam o cenário preocupante. Em 2025, o Estado registrou 39 vítimas de feminicídio e 22.087 casos de violência doméstica – número superior ao de 2024, quando foram contabilizados 21.151 casos de violência doméstica e 35 feminicídios.

Neste ano, até o momento, quatro mulheres já foram vítimas de feminicídio e 3.688 casos de violência doméstica foram registrados no Estado.

Os gráficos históricos indicam oscilações ao longo dos últimos anos, mas mantêm patamares elevados tanto em feminicídios quanto em ocorrências de violência doméstica, evidenciando a persistência estrutural do problema.

>> Serviço

A exposição “O Grito que Ecoa”

Segue em cartaz até o dia 6 no Museu da Imagem e do Som (MIS), localizado no 3º andar do Memorial da Cultura e da Cidadania, que fica na Avenida Fernando Corrêa da Costa, nº 559, no Centro, em Campo Grande.

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Felpuda

Três sujismundos foram presos em flagrante por descarte de lixo em área...Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quinta-feira (5)

05/03/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Jean-Jacques Rousseau - escritor suíço

"Não há nada que esteja menos sob o nosso domínio que o coração, e, longe de podermos comandá-lo, somos forçados a obedecer-lhe”.

 

FELPUDA

Três sujismundos foram presos em flagrante por descarte de lixo em área pública, no Jardim das Hortênsias. Os ditos-cujos, no maior desrespeito, estavam agindo em um local que, pela manhã, havia sido limpo pela prefeitura que, diante dos constantes abusos, instalou câmeras de monitoramento 24h no espaço. Por ano, eram realizadas cinco grandes ações de limpeza, quando retiravam de 50 a 60 caminhões de resíduos, incluindo lixo doméstico, mesmo com o bairro atendido regularmente pela coleta. Pode?

Pula-pula

Em sua saga política, a senadora Soraya Tronicke deixou o União Brasil em 2023 e se filiou ao Podemos. Sua justificativa foi de querer ampliar as bases para futura reeleição.

Mais

Neste ano eleitoral, com dificuldades para ter espaço no grupo governista para disputar a reeleição, vai tentar a sorte no PSB e fazer “dobradinha” com Vander Loubet, do PT.

DiálogoNo dia 2, a Marinha do Brasil incorporou as primeiras mulheres voluntárias para o Serviço militar inicial. as 27 jovens passaram a integrar a turma deste ano no Centro de instrução almirante alexandrino, no Rio de Janeiro. Durante a primeira semana, os participantes passam por um período inicial de adaptação. após essa etapa, são incorporados como recrutas, dando início à formação militar, que se estende por cerca de três meses. Haverá a continuidade do recrutamento, seleção e a segunda turma, composta por 26 mulheres, deverá iniciar no segundo semestre.

 

DiálogoDra. Laura Furlani

 

DiálogoFabiola David e Gilson Martins

Cadeiras

O governador Eduardo Riedel começa a preparar o terreno em sua administração para a saída de alguns secretários que pretendem disputar as eleições neste ano. Como seu time é técnico, não deverão ocorrer muitas mudanças. Já é dada como certa a saída de Jaime Verruck, da Semadesc, e de Marcelo Miranda, da Setesc. O primeiro deverá tentar uma das vagas à Câmara Federal e o segundo pretende conquistar cadeira na Assembleia Legislativa de MS. 

Bem longe

O MDB começa a demarcar território e, além de MS, diretórios de outros 16 estados definiram que nessas eleições querem distância do PT. Isso complica ainda mais a situação da ministra Simone Tebet, emedebista de longa data, que ainda aguarda decisão da “chefia”, para saber, afinal, qual mandato disputará. Se “vingar” a hipótese de ser vice de Lula, há quem garanta que ela terá que mudar de legenda. Consta que poderá ser o PSB.

“Bombado”

A cada dia que passa, o nome do vice-governador José Carlos Barbosa, o Barbosinha, continua ganhando ainda mais musculatura para repetir a chapa majoritária à reeleição do governador Eduardo Riedel. Até o momento não surgiu nenhum nome de peso de outros partidos que tenha demonstrado, publicamente, sonhar com a vaga. Algumas lideranças políticas têm dito que, nesse quesito, não haveria cenário que pudesse ameaçá-lo, incluindo aí possíveis alianças.

Aniversariantes

Dr. Aleixo Paraguassú Neto,
João Henrique Pestana,
Janaina Gonçalves Theodoro de Faria,
Ivan Rossi Sambrana,
Ademir Francescon,
Edgar Pereira de Lima,
Francisco Silva de Souza,
Adolfo Barrios Vasques,
Helena Janice Meloni,
Marco Aurelio Santullo,
Altamiro Brites Cardoso,
Silmara Fabrao Moraes Oliveira,
Gerson Fortuna,
Araquen Gomes Pereira,
Christiany Rodrigues,
Adriano Loeff,
Cristian Jader Alves do Nascimento,
Margarida Ramos de Figueiredo,
Roberto Blasczyk,
Geise Cristina Grilo,
Gilda Maria Pinheiro
de Vasconcelos Dias,
Elizabeth Haralampidis,
Eliane Chenzarian,
José Francisco Baccaro,
Gecy Machado Lemes,
Antônio Bosco da Costa,
Maria Madalena Domingues,
Lídio Ledesma,
Yeda Almeida Guimarães,
Luiz Alexandre Palmieri,
Maria de Fátima Pires Ortiz,
Maria Margarida dos Santos,
Maria Helena Mesquita Quadros,
Vera Lúcia Corrêa de Viana Bandeira,
Flávia Muniz de Albuquerque Dias,
Mônica Rabello de Figueiredo Carvalho,
Ana Carolina Corrêa Tezza,
Jussara Loubet da Rosa,
Eusébio Salinas,
Henrique Freitas Vincoletto,
Sandra Regina Lopes Anache,
Fernando Friolli Pinto,
Sílvia Rahe Pereira,
José Henrique Esteves Mendes,
Vanoni Torraca,
Fátima Heritier Corvalan,
Silvio Arevalo,
Renato Higashi,
Aparecida Martins Borges,
Denise Dal Farra,
Francisco Carlos Costa Alves,
Márcia Faria Scatena,
Dr. Edson Carlos Silva,
Mayara Renata Martins,
Fernando Ávalos Cabanha,
Vanessa Consolini Ávalos,
Eronildes Pereira,
Maria Aparecida Cicarelli Damasceno,
Oswaldo Herculano Cícero de Sá,
Frederico Farias de Miranda,
Acyr Rufino Lopes,
Maria Enir Nunes,
Hélio Aparecido Zaramelo,
Marcia Meyre de Emilio,
Dr. Max Henrique Bortotto Garcia,
Ana Julia Yule de Mello,
Renata Calado da Silva,
Fernando Franco Serrou Camy,
Dr. José Ricardo da Silva Filho,
Ruiller César Ferreira Dias,
João Alves Borges,
Ari Mougenot,
Plínio Mendes Castro,
Bruna Malheiros Mauro,
Eduardo Pelissari de Rodrigues,
José Ricardo Teodoro,
Luiz Alberto Mascarenhas Salamene,
Andreia Aparecida Scariot,
Maurivan Rodrigues de Rezende,
Avenir Ferreira da Silva,
Richardson Branco Nunes,
Tânia Rejane de Souza,
Alberto Jorge de Azambuja Martins,
Célia Regina Coutinho de Lima,
Ana Claudia Ludvig de Souza Azevedo,
Marleide Georges Karmouche,
Ana Maria Gimenez Santiago,
Renato Antonio Pereira de Souza,
Cristiane Gonçalves de Melo Ferro,
Peterson Lázaro Leal Paes,
Geraldo Albuquerque,
Wilson Mateus Capistrano da Silva,
Upiran Jorge Gonçalves da Silva,
Sidnei Barbosa,
Lorena Milanesi,
Pedro Paulo Pereira,
Gilberto Carlos Lima,
Luzia de Oliveira,
Maria Ligia Garcia,
Amanda Faria Menezes,
Fátima Aparecida de Assis,
Ana Claudia de Sá Nunes,
Eduardo Borges Dias,
Denise Flôres da Silva,
Carolina de Mello Martins. 

COLABOROU TATYANE GAMEIRO

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