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Quando a alta-costura fala sobre o nosso tempo

Paris, o berço da moda recebeu por 4 dias no final de janeiro desfiles icônicos e bastante aguardados. A consultora de moda Gabriela Rosa analisa as apresentações que aconteceram na Cidade Luz.

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Enquanto Paris encerra mais uma Semana de Moda de Alta-Costura, vale fazer uma pausa antes de olhar apenas para bordados, silhuetas ou números de horas dedicadas a uma única peça. A pergunta mais interessante talvez seja outra: o que essa temporada nos contou sobre o mundo em que vivemos?

A alta-costura sempre foi mais do que roupa. Ela nasce do excesso, do gesto artesanal extremo e da liberdade criativa, mas também funciona como termômetro cultural. O que vimos em Paris foi uma moda menos preocupada em parecer “nova” e mais interessada em construir narrativas.

Narrativas sobre memória, história, identidade e presença. Nesse sentido, o desfile da Valentino, sob a direção criativa de Alessandro Michele, talvez tenha sido um dos comentários mais diretos e contemporâneos desta temporada.

Ao abandonar a passarela tradicional e conduzir o público a observar os looks por pequenas aberturas circulares, Michele nos colocou diante de uma metáfora clara: estamos olhando a vida por janelas cada vez menores. No desfile, uma janelinha física. No cotidiano, a tela do celular.

Quando a alta-costura fala sobre o nosso tempo - Divulgação

A proposta nos força a refletir sobre como consumimos imagens, moda e até experiências humanas hoje: de forma fragmentada, mediada, filtrada. A alta-costura ali não pedia um olhar apressado, mas o contrário exigia presença, atenção, tempo. Um gesto quase político em uma era dominada pelo scroll infinito. Valentino não falou apenas de roupa, falou de como vemos e do quanto deixamos de ver.

Casas como a Schiaparelli, por sua vez, transformaram o desfile em verdadeiro espetáculo simbólico. A coleção não se limitou a vestidos exuberantes: trouxe referências históricas explícitas, silhuetas quase escultóricas e uma teatralidade que remetia a museus, relíquias e patrimônios culturais. Ali, a roupa funcionava como veículo de uma história maior, quase como uma instalação artística em movimento.

Antes mesmo de iniciar o processo criativo, o diretor artístico Daniel Roseberry se fez dois questionamentos centrais: como usar a raiva em um mundo tomado por tensões e excessos emocionais? E onde está a graça da criação em uma era que parece exigir aprovação imediata? Para ele, existe muita raiva no mundo e ignorá-la seria uma forma de negação criativa. A coleção nasce exatamente desse lugar de fricção, oscilando entre agonia e êxtase.

Quando a alta-costura fala sobre o nosso tempo - Divulgação

Nada ali busca conforto fácil. A beleza aparece tensionada, quase desconcertante, lembrando que a criatividade raramente nasce da tranquilidade. Já em maisons tradicionais como a Dior, a alta-costura surgiu como exercício de continuidade aliado à experimentação artística.

Ao revisitar e reinventar o icônico New Look, o diretor criativo propôs um diálogo entre herança e inovação, apostando em novas proporções, movimentos e leituras contemporâneas da silhueta feminina. O resultado aponta para um novo romantismo: menos idealizado, mais consciente, onde delicadeza e força coexistem sem nostalgia excessiva.

Em marcas como a Chanel, o desfile assumiu um tom quase poético. A maison recriou um bosque como cenário, trazendo a presença simbólica da natureza para o centro da narrativa.Entre árvores, texturas orgânicas e luz filtrada, os códigos e clássicos da casa: tweeds, laços, volumes conhecidos foram mantidos e reinterpretados. Aqui, a criatividade se manifesta pela continuidade sensível: preservar a identidade enquanto se permite respirar novos ares.

Esses desfiles se comportaram quase como exposições. Cenários cuidadosamente pensados, referências culturais explícitas, escolhas simbólicas em cada detalhe. A roupa, muitas vezes, foi o meio, não o fim. A mensagem estava no conjunto: no espaço, no corpo, na escolha de quem veste e de quem assiste. Isso diz muito sobre o momento atual.

Vivemos uma era saturada de imagens rápidas, descartáveis e pouco profundas. A alta-costura, ao contrário, desacelera. Ela exige tempo, atenção e leitura. É quase um ato de resistência cultural. Mas o que isso tem a ver com o leitor comum, distante do universo do luxo extremo? Tudo.

Porque a lógica é a mesma: imagem é linguagem. E toda linguagem precisa de contexto para ser bem compreendida. Quando uma maison recorre à história, ela não está apenas homenageando o passado, está afirmando valores.

Quando aposta em teatralidade ou contenção, está fazendo uma escolha de comunicação. Quando decide quem ocupa a primeira fila ou quem veste determinada criação, está ampliando o discurso da marca. No cotidiano, fazemos o mesmo, ainda que em outra escala.

A pergunta que fica é: nós também sabemos o que estamos comunicando com nossas escolhas? Aqui entra a prestação de serviço que a moda, quando bem interpretada, pode oferecer. Não se trata de copiar referências da alta-costura, mas de aprender com ela a pensar antes de vestir. Observar contexto. Entender intenção. Alinhar discurso e aparência.

A imagem pessoal funciona da mesma forma que um desfile: ela cria uma narrativa sobre quem somos, o que valorizamos e como queremos ser percebidos. Quando essa narrativa é confusa, o resultado é ruído. Quando é consciente, gera presença. Talvez a maior lição dessa temporada de alta-costura seja justamente essa: menos pressa, mais intenção. Menos anestesia estética, mais significado. Menos tendência, mais coerência.

Gabriela Rosa - Consultora de imagem e estilo - Divulgação

Outubro Rosa

Saiba os tratamentos e os cuidados médicos após diagnóstico de câncer de mama

Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima até 78,6 mil novos casos até 2028; pesquisas apontam paralelamente redução no número de mamografias entre pacientes próximas da melhor idade

13/10/2026 08h45

Outubro Rosa aparece como oportunidade para falar sobre importância do tratamento, prevenção e diagnóstico precoce, para que mulheres conheçam seu corpo

Outubro Rosa aparece como oportunidade para falar sobre importância do tratamento, prevenção e diagnóstico precoce, para que mulheres conheçam seu corpo Foto: Banco de Imagens

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Como de costume, o período entre o dia 1° até o 31 deste mês é colorido de rosa, parte da campanha de conscientização e alerta voltada principalmente às mulheres, sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama e de colo do útero. 

Apesar dos esforços, o País vê uma tendência crescente nos registros de casos dessa doença, diante ainda de um cenário paralelo de cada vez mais mulheres próximas da melhor idade deixando de fazer exames de mamografias e preventivos, sendo que ainda há toda uma vida e uma rotina de cuidados oncológicos após o diagnóstico. 

Análises estimativas feitas pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca) indicam que, até 2028, o Brasil deve atingir a marca de 78.610 novos casos dessa doença em todo o País, tornando o câncer de mama o tipo mais incidente entre brasileiras, depois de tumores de pele não melanoma. 

Outubro Rosa aparece como oportunidade para falar sobre importância do tratamento, prevenção e diagnóstico precoce, para que mulheres conheçam seu corpoDra. Fernanda Ronchi, chefe do serviço de oncologia do Hospital Universitário Evangélico Mackenzie - Foto: Divulgação/FEMPAR

Como bem relata a chefe do Serviço de Oncologia do Hospital Universitário Evangélico Mackenzie (Huem), dra. Fernanda Ronchi, que também é professora da Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná (Fempar), a doença e seus subtipos estão cada vez mais “mapeadas”, com os diagnósticos tornando-se cada vez mais precisos.

Ela ressalta a oportunidade do Outubro Rosa, de falar sobre tratamento, prevenção e diagnóstico precoce, para que mulheres conheçam seu corpo. “Estejam atentas a alterações e procurem atendimento quando houver qualquer sinal de alerta. É importante mostrar que, quando o câncer é diagnosticado, temos hoje muito mais ferramentas para enfrentá-lo”, afirma.

Em comparativo da estimativa até 2028, há dois anos, o País encerrou 2024 com 20.849 mortes registradas pela doença, conforme dados compilados pelo Inca. Nesse mesmo período houve 4,4 milhões de mamografias realizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com cerca de quatro milhões de exames voltados para o rastreamento de mulheres sem sinais ou sintomas da doença.

Porém, quando o assunto é sobre preventivos há dois movimentos opostos em paralelo a esse cenário.

Levantamento feito pela Fundação Integrada de Diagnóstico, Pesquisa, Educação e Inovação em Saúde (Fidi) segundo raios-x sobre as mamografias no País: enquanto o número desses exames apresentou uma crescente de quase trinta por cento (28,1%) entre as mulheres de 40 a 49 anos, na faixa etária já mais próxima da melhor idade, entre 50 anos e 69 anos, houve uma queda de mais de 20% no total de mamografias realizadas.

Houve ainda uma queda de aproximadamente 11% no que diz respeito à busca pela realização desse procedimento nesse mesmo período. 

DIAGNÓSTICO PRECOCE

Importante frisar que a mamografia se mantém como pilar indispensável à saúde da mulher, mesmo com avanços na área, pois possibilita a identificação de alterações ainda em fases iniciais, antes mesmo até que os primeiros sintomas apareçam, como frisa a médica radiologista especialista em mama da Fundação, dra. Vivian Milani. 

“É importante que a mamografia não seja vista apenas como um exame a ser realizado diante de uma suspeita ou de algum sinal de alerta. Mesmo quando o resultado é negativo, o acompanhamento deve continuar de forma regular, respeitando a periodicidade indicada para cada mulher. É o que aumenta as chances de identificar precocemente eventuais alterações e, quando necessário, iniciar o tratamento o quanto antes”, diz.

Deste o começo deste ano é assegurado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) o acesso à mamografia para mulheres na faixa etária entre 40 anos e 49 anos, ainda que essas não apresentem sintomas iniciais, desde que seja uma decisão tomada em compartilhamento com o médico, já que para o chamado rastreamento mamográfico populacional a orientação é que o exame seja feito a cada dois anos em mulheres ente 50 anos e 74 anos.

Das novidades para o tratamento aparecem medicamentos cada vez mais inteligentes, já especificamente direcionados para subtipos da doença. A mais frequente, o câncer de mama luminal, apresenta os chamados receptores hormonais positivos. No cenário metastático a inovação fica por conta do remédio que aparece na classe dos “conjugados anticorpo-fármaco, ou ADCs”: o datopotamab deruxtecan.

Essa tecnologia combina anticorpo capaz de reconhecer características específicas das células tumorais com uma substância quimioterápica, para transportar a quimioterapia mais direcionadamente até o tumor.

ALÉM DO DIAGNÓSTICO

O mês salienta cuidados que passam por horas de sono e até pela sexualidade, que as mulheres precisam estar atentas mesmo após um diagnóstico de câncer de mama, como reforça a ginecologista e mastologista Fernanda Bauk.

Ela lembra que a atenção à saúde mamária necessariamente precisa estar conectada às demais necessidades das pacientes que: “continuam tendo menopausa, sexualidade, sintomas geniturinários, alterações metabólicas e questões de qualidade de vida. O câncer não apaga a mulher”.

Há tratamentos que provocam ou intensificam os sinais da menopausa, como mostra revisão sistemática com meta-análise publicada neste ano no The Journal of Sexual Medicine, reunindo 36 estudos que envolveram 9.749 mulheres sobreviventes de câncer de mama.

O estudo estimou prevalência combinada de disfunção sexual em 70% do público-alvo. Ou seja, uma combinação de fadiga e alteração da imagem corporal podem se somar a episódios de dores nas relações, ressecamento vaginal e mudanças de desejo que afetam o cotidiano feminino. 

Por isso, Fernanda faz questão de explicar que a terapia hormonal sistêmica para sintomas de menopausa geralmente não é recomendada após o câncer de mama. Sobre as possibilidades, a médica lista medidas que vão desde hidratantes e lubrificantes vaginais, fisioterapia do assoalho pélvico, educação sexual e apoio psicológico ou sexológico, conforme a necessidade.

Diálogo

Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul barrou o recurso de presidiário...Leia na coluna de hoje

Confira a coluna Diálogo desta terça-feira (13)

13/10/2026 00h01

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Silvana Duboc - escritora brasileira

"Alague seu coração de esperanças,
mas não deixe que ele
se afogue nelas”.

Felpuda

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul rejeitou o agravo e barrou o recurso de presidiário que queria porque queria ser indenizado pelo Estado por conta das “más condições” das instalações em Corumbá. Ele alegou superlotação e insalubridade do local, apresentando testemunho de pessoa que já tinha cumprido pena por lá. Entretanto, a Justiça não aceitou as alegações, rejeitando sua pretensão, pois não se comprovou nenhum dano causado ao indivíduo em consequência dos problemas. Se essa moda pega...

De 29 de outubro a 1º de novembro, a Feira Central de Campo Grande realizará o MS Moto Week – Rota Bioceânica, encontro que pretende reunir motociclistas de Mato Grosso do Sul e de países vizinhos, visando movimentar a cidade e deixar o evento como atração permanente ligada ao motociclismo e ao turismo de experiência. Ele conta com as parcerias do Sesc-MS e do Senac-MS. A proposta é de aproveitar a localização de Campo Grande no corredor internacional para estimular a permanência dos viajantes por aqui, movimentando hotéis, comércio, postos de combustíveis, gastronomia e artesanato. A programação prevê três palcos, com atrações de rock, sertanejo e diversidade, além da gastronomia característica da feira, com pratos como sobá e espetinhos. Também estão programadas atividades recreativas e infantis, oficinas, jogos e ações culturais e artísticas.

Bruna Vilela
Camila Yunes Guarita

Na cola

O Ministério Público de Mato Grosso do Sul está fechando o cerco aos suspeitos de desviarem milhões de reais da Santa Casa. Os promotores pediram à Justiça quebra de sigilo fiscal e bancário de mais dois dirigentes do hospital. E sai de baixo!...

Pupila

Cassy Monteiro recebeu enxurrada de votos, quase 45 mil, para deputada federal, mas não levou e ficou na primeirasuplência. Entretanto, não está desamparada, pois vai ocupar, de forma definitiva, a vaga de André Salineiro na Câmara Municipal de Campo Grande. A futura vereadora fez campanha com forte engajamento nas redes sociais e teve a participação de Nikolas Ferreira, campeão de votos no Brasil. Nos vídeos, Nikolas pediu votos para sua pupila, que por pouco não foi eleita deputada federal. “Quem tem padrinho não morre pagão”, né?

Pode, sim

Os mais de 33,4 milhões de eleitores que faltaram ao primeiro turno, realizado no dia 4, poderão votar normalmente no segundo turno, marcado para o dia 25. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cada turno é uma eleição independente. Por isso, quem faltou na primeira etapa poderá participar da segunda, desde que o título não esteja cancelado nem suspenso. No primeiro turno, cerca de 125,2 milhões de brasileiros votaram. Isso equivale a quase 79% dos mais de 158,7 milhões de eleitores aptos.

Aniversariantes

  • Dra. Maria José Martins Maldonado,
  • Rubens Fernando de Camillo,
  • Naína Caroline Hernández Dibo Soares,
  • Jair de Jesus Fiorentino,
  • Leida Gualberto Ferreira,
  • Alfredo Aparecido da Silva,
  • Thiago Brites da Silva,
  • Delmir Antonio Comparin,
  • Lucas Rojas Franco de Souza,
  • Manoel Barbosa de Souza,
  • Leonina Arantes Bueno,
  • Wellyngton Dantas de Abreu,
  • Sérgio de Almeida Bomfim,
  • Leonis Rocha da Costa,
  • Dr. Hamilton Fagundes,
  • Marcelo de Moura Bluma,
  • Eduardo Lopes,
  • Paulo Roberto Gonçalves Ishikawa,
  • Luiz Alexandre Inacio do Amaral,
  • Jalmir Batista Modesto,
  • Silvio Roberto Carrato Júnior,
  • José Ferreira Durães,
  • Neide Regina do Carmo Raslan,
  • Marcos Fernando Rabello de Moura Brasil,
  • Luiz Paulo Duarte de Assis,
  • Dinair Rezende Marques,
  • Hiana Duarte Romeiro,
  • Jefferson Mazureck,
  • Jéssica Lapas,
  • Olegário Teodoro de Carvalho,
  • Elza Shimabukuro,
  • Célia Maria Rodrigues Ferreira,
  • Diego Tófoli,
  • Nídia Fátima Ferreira,
  • Plínio Ferreira Garcia,
  • Francisco Portela,
  • Maria Jorge Leite da Silva,
  • Antônio Eduardo Livramento,
  • José Tenório Gomes,
  • Maria Rosana de Almeida Teodoro,
  • Natalia Gama dos Santos Vieira da Cunha,
  • Sildo Francisco Frutuoso,
  • Manoel da Silveira Borges,
  • Maria de Fátima Oliveira Sales,
  • Rui Ballerine Fernandes.
  • Ana Márcia da Cunha,
  • Sérgio Ostetto Oliveira,
  • Darlan Soares Miranda,
  • Tatiana Lelis Lima,
  • Luiz Pereira Cavalcante,
  • Mateus Augusto Guerreiro,
  • Daniel Freire,
  • José Luiz Barbosa,
  • Sergue Faria Barros,
  • Cinthia Estela Mendonça Ximenes,
  • Arlindo Fernandes de Paiva Neto,
  • Noel Martins,
  • Claudinéia Gonçalves da Silva,
  • Hélio José Casamassa,
  • Américo Soares de Souza,
  • Clauber Elizio Ferreira,
  • Daniel Florenço de Santana Filho,
  • Willian Flores da Silva,
  • Valdemar José dos Santos,
  • Eduardo Gerson de Oliveira Gimenez,
  • Dra. Silvia Naomi de Oliveira Uehara,
  • Gleice Aparecida Oliveira Proença,
  • Ailton César Sanches Moreno,
  • Karina Aiko Miyashiro,
  • Jeanete Marilia Schiefelbein Kieling,
  • Rosana Siqueira Vertucci,
  • Maria Amélia Escame de Almeida Guimarães,
  • Mario Roberto Perussi,
  • Carla Aparecida de Campos Melo,
  • Eduardo Ramão Pereira Gimenez,
  • Neveton Isac dos Santos,
  • Fátima Maria de Oliveira,
  • José Cândido Alves,
  • Luciley Farias,
  • Eduardo Duarte Flores,
  • Ariene Rezende do Carmo,
  • Marcelo Roberval Dias,
  • Admir José Romualdo,
  • Creginaldo de Castro Câmara,
  • Joaquim Dias da Mota Longo,
  • Edgard Alberto Froes Senra,
  • Dr. Orivaldo Gazoto Júnior,
  • Virna de Oliveira Leite,
  • Emerson Vieira Cação,
  • Francisco das Chagas de Siqueira Júnior,
  • Karina Lopes Antunes Santos,
  • João Domingues Jeronymo Sobrinho,
  • Sueli Duarte da Costa,
  • Maria Aparecida Oliveira,
  • Kátia Aparecida Santana Gonçalves,
  • Sônia Regina Silveira Dupin Duarte,
  • Luiz Eduardo Silva Parreira,
  • Flávia Rejane de Rezende Oliveira,
  • Cleuza de Andrea,
  • Kelly Viega de Lima,
  • Miriam Cilene Reis Costa,
  • Esmeraldo Alves do Nascimento,
  • Paulo Shigueru Kisaki,
  • Luis Edmundo Malisek Rodrigues.


* Colaborou Tatyane Gameiro

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