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MÚSICA

Saudade é recordar: 40 anos sem Elis Regina

Há 40 anos o Brasil perdia Elis Regina, uma de suas maiores intérpretes. Várias produções sobre ela estão a caminho, e algumas já estarão disponíveis hoje

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“Saudade É Recordar” esse é o nome de uma canção lançada por Elis Regina há 60 anos. O termo também é oportuno para que a recordação da trajetória da cantora esteja presente em uma outra data, lembrada neste 19 de janeiro: os 40 anos da morte da intérprete.  

São muitos os projetos que serão lançados entre hoje e o próximo ano para que a cantora, uma das maiores da história da música brasileira, se mantenha ainda mais presente em nosso cotidiano. 

“Quarenta anos de morte não, de saudade de Elis”, prefere dizer seu filho João Marcello Bôscoli. Há produtos ligados ao audiovisual e também aos quadrinhos. Confira a seguir.  

Saudade

O portal do Itaú Cultural (www.itaucultural.com.br) estreia hoje um material especial, que compartilhará com o público um amplo conteúdo sobre a trajetória de Elis. 

A produção também mergulha nos caminhos que conduziram os jornalistas Danilo Casaletti e Renato Vieira ao projeto “Elis, Essa Saudade...”, da Warner Music Brasil.

A coletânea, lançada em formato físico e digital, reúne 16 canções interpretadas por ela, entre clássicos como “O Bêbado e a Equilibrista”, de Aldir Blanc e João Bosco, e a inédita em CD “Pequeno Exilado”, composição do conterrâneo Raul Ellwanger, com quem Elis divide os vocais na gravação.

No extenso verbete sobre Elis Regina disponível na Enciclopédia Itaú Cultural (enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa539908/elis-regina), o público pode conhecer mais sobre como a gaúcha Elis Regina Carvalho Costa (1945-1982), que ouvia Cauby Peixoto e Ângela Maria, se transformou em Elis Regina, artista que valorizou novos compositores e apontou caminhos para a música popular brasileira. 

O material conta, ainda, com informações sobre discos de Elis, como “Falso Brilhante”, lançado pela gravadora Philips em 1976, e exposições realizadas sobre a cantora.

Elis, presente

A luz maior do especial do site do Itaú Cultural, no entanto, fica por conta de uma conversa com Danilo Casaletti, que, com o também jornalista Renato Vieira, traz um olhar mais recente à obra de Elis Regina, com a coletânea “Elis, Essa Saudade...”.

O álbum reúne tanto clássicos quanto canções pouco conhecidas do trabalho da artista. 

Na matéria, Casaletti conta sobre a construção do projeto, que nasceu com a proposta de ser tanto físico quanto digital, abrangendo todas as vantagens dos dois formatos: desde encarte com as letras das músicas até a disponibilização do material em plataformas digitais.

As 16 interpretações de Elis que integram o álbum vêm de gravações em estúdio e de registros em eventos como o Montreux Jazz Festival. Os idealizadores, no entanto, não abriram mão de buscar diferenciais e outros olhares para o disco.

Foi assim que integraram ao set list “Pequeno Exilado”, canção de Raul Ellwanger gravada por ele e Elis em 1980, até então inédita em CD. Outro diferencial, como conta Casaletti na matéria, foi a saga pela foto da capa do disco. 

Em busca de estampar no álbum o sorriso marcante da artista, os organizadores foram atrás de um registro de Elis – nunca antes divulgado – feito pelo fotógrafo Paulo Kawall, que não tinha mais a fotografia original. Mas, por sorte do destino, um amigo do jornalista havia comprado a imagem e cedeu o material para compor o disco.

O resultado final do trabalho pode ser ouvido no link do disco no Spotify.  

O que há por vir

Outros projetos sobre a artista são ligados ao audiovisual: um documentário em três episódios, a ser lançado pela HBO, vai levar o nome de “Elis por João”, com imagens de programas, shows e entrevistas que Elis concedeu para emissoras de vários países. 

O produtor é Marcelo Braga, e a direção ficou com Lea Van Steen. A progressão das cenas terá um eixo cronológico baseado na narrativa muitas vezes emocionada de João Marcello. Imagens de Elis conseguidas por Braga a mostram em aparições nas TVs de países como Bélgica, França, Portugal, México e Alemanha.

O segundo projeto, em fase de finalização, aguardado pelos fãs há anos, é também um documentário gravado pelo produtor Roberto de Oliveira durante os registros, em Los Angeles, nos Estados Unidos, do álbum “Elis & Tom”, lançado em 1974. Roberto tem um material bruto de 3h30min em vídeo e mais quatro horas em áudio guardados desde então.  

Agora, editados, eles estão prontos para surgir no longa-metragem “Elis & Tom – Só Tinha de Ser com Você”, pelo canal Arte 1. A expectativa é de que saia no segundo semestre. “Estamos na fase final, mas gostaríamos de lançar quando a pandemia estiver mais controlada, para fazermos um evento presencial”, diz o produtor.

Documentário

O especial de Elis feito com a coprodutora HBO é fruto do esforço do produtor Marcelo Braga. “Ele vasculhou os arquivos mesmo”, diz João Marcello. Braga conta que, para ele, “o grande diferencial são as memórias de filho narradas por João”. 

O especial, que será mostrado em três capítulos em data ainda não definida, conta, conforme diz Marcelo, com muita sensibilidade da diretora Lea Van Steen. “Ela trouxe um olhar feminino, de fã de Elis, mas também de uma grande documentarista”.

ELIS & TOM  

Em 1974, Roberto de Oliveira sentiu que deveria registrar o momento histórico que testemunharia como produtor. 

Depois de ajudar a costurar o encontro entre Elis e Tom Jobim em um estúdio nos Estados Unidos, onde o álbum “Elis & Tom” seria gravado para, de fato, não sair mais da história, ligou para dois brasileiros que trabalhavam com cinema por lá, Jom Tob Azulay e Fernando Duarte, e montou uma equipe para registrar os bastidores da gravação. 

Mas, ao contrário do que o mundo conheceu recentemente com o excepcional “Get Back”, de Peter Jackson, aquele não era um projeto voltado para as câmeras.

“O que importava ali era o álbum. Quando entrávamos no estúdio com o equipamento, tínhamos de ter muita discrição”, conta Roberto. 

Assim sendo, Elis, Tom e os músicos são flagrados discutindo sobre os arranjos das músicas, às vezes com alguma tensão (isso no início, quando Tom ficou ressabiado ao saber que Cesar Camargo Mariano seria o arranjador) e diversão (o que é, talvez, um dos aspectos mais saborosos do material). “Ninguém ali estava preocupado com as câmeras”, conta Roberto.

Sobre uma segunda menção, quando lembrado de que o filme de Peter Jackson mostra o parto ao vivo da música “Get Back”, saindo de Paul McCartney aos poucos e fazendo o espectador torcer para que ele encontre a nota que, evidentemente, logo encontraria, Roberto diz: “Ah, essa sensação existe por várias vezes no filme de Elis e Tom também”.

 Em uma delas, antes de cantarem “Chovendo na Roseira”, Tom fala para Elis algo como: “Vamos descontrair, ficar mais soltos. Não quero cantar igual ao Tom Jobim”. Uma constatação que Roberto de Oliveira pode adiantar: “Todo o disco saiu exatamente como Tom Jobim queria”.  

Quadrinhos

E a terceira empreitada, em uma frente inédita para os fãs da cantora, trata-se da criação da personagem de Elis para uma história em quadrinhos, desenvolvida pelo desenhista Gustavo Duarte, 44 anos, um dos mais respeitados quadrinistas e cartunistas brasileiros, com trabalhos realizados para os estúdios internacionais Marvel e DC Comics.

Com 15 anos como chargista e desenvolvendo histórias para super-heróis fictícios, como Super-Homem e Mulher-Maravilha, ele tem sua primeira experiência com um personagem real. 

“Isso não quer dizer que eu vá fazer uma biografia de Elis, isso já fizeram. Meu papel não será o de um biógrafo, o que vou fazer será uma fantasia biográfica”. O livro, em fase de roteirização, terá cerca de 80 páginas e virá em formato europeu, como as publicações de Asterix e Tintim. O autor prevê o lançamento para o segundo semestre ou para o início de 2023.

A história de Elis, diz Gustavo, não será pensada para conversar só com as crianças, apesar de serem elas o primeiro alvo. A fantasia terá como gatilhos fatos conhecidos da história. 

A cantora criança está, em 1955, ouvindo discos na sala de sua casa, em Porto Alegre, quando recebe a visita de um pássaro falante. Elis se encanta e conta ao amigo novo que, apesar de ser uma atração conhecida no programa Clube do Guri, da Rádio Farroupilha, é apenas uma menina, e o pássaro responde: “Mesmo sendo Elis uma criança, sua voz já encanta milhares de pessoas”.

E mais: no mundo de onde ele vem, música é o que mantém tudo em harmonia. 

Então, o pássaro convida Elis a conhecer esse mundo e a conduz por um portal, abrindo a tampa do toca-discos. Elis, a partir daí, viaja por passagens curiosas, como a que encontra, em uma esquina de Belo Horizonte, um garoto negro de boina, Milton Nascimento, e se assusta quando os abutres, os militares que tomam o País com o golpe de 1964, prendem uma alienígena, que, na verdade, é uma cantora famosa a ser libertada pela pequena Elis: Rita Lee. 

“É uma história para que adultos e crianças que não saibam de Elis possam também entender que esse personagem e esse mundo fantástico existiram”, resume Gustavo.

*Com Agências 

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Meio Ambiente

Especialistas alertam para os problemas que podem ser enfrentados com a extinção das abelhas

Responsáveis pela polinização de grande parte dos alimentos consumidos no mundo, as abelhas são fundamentais para a biodiversidade, a agricultura e o equilíbrio ambiental; especialistas alertam para os riscos da extinção desses insetos

20/05/2026 10h00

Polinização feita pelas abelhas influencia em 75% dos alimentos produzidos no mundo

Polinização feita pelas abelhas influencia em 75% dos alimentos produzidos no mundo Foto: Alexa Fotos

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Presentes silenciosamente no café da manhã, nas frutas consumidas ao longo do dia, nas plantações agrícolas e até no equilíbrio das florestas, as abelhas exercem um papel muito maior do que a simples produção de mel.

Hoje, data em que é celebrado o Dia Mundial das Abelhas, especialistas reforçam o alerta de que o desaparecimento desses polinizadores pode provocar impactos profundos na biodiversidade, na economia e até na segurança alimentar global.

Embora muitas pessoas associem as abelhas apenas às colmeias e aos produtos derivados, como mel, própolis e cera, a verdadeira importância desses insetos está em uma função vital para a manutenção da vida nos ecossistemas: a polinização.

É graças a esse processo que milhares de espécies vegetais conseguem se reproduzir, gerar frutos e manter a diversidade genética necessária para sobreviver.

Segundo o médico veterinário Mozarth Vieira Junior, coordenador do curso de Medicina Veterinária da Estácio, as abelhas ocupam uma posição central nos ecossistemas terrestres justamente por realizarem esse trabalho de maneira contínua e eficiente.

“O papel das abelhas vai muito além da produção de mel. Elas são verdadeiras engenheiras invisíveis da biodiversidade”, destaca o médico veterinário.

Durante a busca por néctar, as abelhas transportam pólen de uma flor para outra, permitindo a fecundação das plantas. Esse mecanismo garante não apenas a reprodução vegetal, mas também a formação de frutos, sementes e novas plantas, sustentando cadeias alimentares inteiras.

Na prática, isso significa que alimentos presentes diariamente na mesa da população dependem, direta ou indiretamente, da atuação desses insetos. Frutas, legumes, verduras, oleaginosas, sementes e leguminosas têm sua produtividade ligada à polinização.

“Aproximadamente um terço do suprimento alimentar humano depende da atuação das abelhas”, pontua Mozarth Junior.

IMPACTO INVISÍVEL

O trabalho das abelhas é tão essencial que especialistas consideram os polinizadores uma espécie de “infraestrutura natural” da agricultura, já que são essenciais para 75% de todo o alimento cultivado no mundo.

Sem elas, plantações inteiras podem produzir menos, gerar frutos menores ou até deixar de se reproduzir.

Culturas agrícolas como maçã, café, melancia, abóbora, amêndoas, morango, maracujá e soja estão entre as que dependem da polinização para alcançar bons índices de produtividade.

Em alguns casos, a presença das abelhas pode aumentar significativamente a qualidade dos alimentos, influenciando tamanho, sabor e valor nutricional.

O desaparecimento desses insetos, portanto, não representa apenas uma perda ambiental, mas também econômica. Menos polinização significa menor produção agrícola, o que pode gerar aumento no preço dos alimentos e dificuldades no abastecimento.

Em um cenário global marcado pelas mudanças climáticas e pela insegurança alimentar, a preservação das abelhas passou a ser considerada estratégica por pesquisadores e organismos internacionais.

Além do impacto direto sobre a agricultura, a redução das populações de abelhas afeta plantas silvestres e compromete habitats inteiros.

Muitas espécies vegetais dependem exclusivamente de polinizadores para sobreviver. Quando elas desaparecem, outros organismos que utilizam essas plantas como alimento ou abrigo também sofrem consequências.

Esse efeito em cadeia pode atingir aves, pequenos mamíferos e diversos outros insetos, alterando o equilíbrio ecológico de regiões inteiras.

BIOINDICADORES

A preocupação científica com as abelhas vai além da biodiversidade. Nos últimos anos, esses insetos passaram a ser observados também como importantes indicadores da saúde ambiental.

De acordo com Mozarth Junior, as abelhas funcionam como verdadeiras “sentinelas” do ecossistema, já que são extremamente sensíveis às mudanças ambientais.

“Tudo aquilo que afeta o ecossistema das abelhas também impacta a cadeia alimentar humana. Elas funcionam como sentinelas ambientais”, explica.

Na prática, isso significa que problemas observados nas colmeias podem servir como alertas sobre desequilíbrios maiores, envolvendo poluição, degradação ambiental e contaminação química.

O declínio das populações de abelhas registrado em diferentes partes do mundo vem sendo associado a diversos fatores simultâneos. Entre os principais estão o uso inadequado de pesticidas, a destruição de habitats naturais, o desmatamento, as mudanças climáticas, a poluição do ar e a disseminação de doenças e parasitas.

Pesquisas recentes apontam que esses fatores não atuam isoladamente. Pelo contrário: eles se combinam e potencializam os danos às colmeias.

As mudanças climáticas, por exemplo, alteram ciclos de floração e modificam temperaturas, dificultando o acesso das abelhas aos recursos necessários para sobrevivência. Já os pesticidas podem afetar o sistema nervoso dos insetos, reduzindo sua capacidade de orientação e reprodução.

A urbanização desordenada e a perda de áreas verdes também têm papel importante nesse cenário. Sem flores e vegetação adequada, muitas espécies de polinizadores encontram dificuldade para encontrar alimento e locais seguros para formar colmeias.

SAÚDE INTEGRADA

A situação das abelhas passou a ser observada dentro do conceito de One Health – ou Saúde Única – abordagem que integra saúde humana, animal e ambiental.

O conceito vem ganhando força entre pesquisadores justamente por reconhecer que os problemas ambientais impactam diretamente a qualidade de vida da população.

No caso das abelhas, os fatores que prejudicam as colmeias são os mesmos que afetam o equilíbrio dos ecossistemas e, consequentemente, a produção de alimentos, a qualidade da água, do solo e do ar.

A contaminação ambiental causada pelo uso excessivo de produtos químicos na agricultura, por exemplo, não afeta apenas os polinizadores. Ela também pode atingir rios, animais silvestres e até seres humanos.

Por isso, a preservação das abelhas deixou de ser vista apenas como uma pauta ambiental e passou a ser considerada uma questão de saúde pública e segurança alimentar.

Especialistas alertam que proteger os polinizadores significa proteger a própria capacidade humana de produzir alimentos em larga escala.

PRESERVAÇÃO

Apesar do cenário preocupante, pesquisadores afirmam que ações simples realizadas pela população podem contribuir para a proteção das abelhas.

Uma das principais recomendações é ampliar o cultivo de flores nativas em jardins, quintais, praças e até varandas de apartamentos. Mesmo pequenos espaços urbanos podem servir de abrigo e fonte de alimento para diferentes espécies de polinizadores.

Estudos recentes mostram que até mesmo pequenas áreas floridas já conseguem apoiar populações de insetos importantes para a manutenção da biodiversidade urbana.

Outra medida importante é reduzir o uso indiscriminado de pesticidas e produtos químicos, principalmente em ambientes domésticos e plantações. O manejo mais sustentável da agricultura é apontado como fundamental para reduzir os impactos sobre as colmeias.

A preservação de áreas verdes e matas nativas também aparece entre os principais caminhos para garantir a sobrevivência das abelhas. Isso, porque muitos desses insetos dependem da vegetação natural para construir ninhos e encontrar diversidade alimentar ao longo do ano.

ALERTA

O desaparecimento das abelhas é considerado hoje um dos principais alertas ambientais do planeta. A redução acelerada das populações de polinizadores acende preocupações sobre o futuro da produção agrícola, da biodiversidade e da estabilidade dos ecossistemas.

Embora os impactos ainda possam parecer distantes para parte da população, especialistas ressaltam que a ausência desses insetos teria consequências diretas no cotidiano, desde o aumento no preço dos alimentos até a diminuição da oferta de frutas, verduras e outros produtos agrícolas.

Para Mozarth Vieira Junior, a preservação das abelhas deve ser entendida como uma responsabilidade coletiva.

“As abelhas são infraestrutura ecológica viva. Proteger esses insetos significa proteger a segurança alimentar, a biodiversidade e a estabilidade ambiental”, conclui.

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Diálogo

Petista que em todas as eleições compete a "alguma coisa" e não se elege... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quarta-feira (20)

20/05/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Davi Roballo - escritor brasileiro

Infelizmente descobrimos um pouco tarde, que devemos viver para deixar saudades, boas lembranças e não bens, já que tudo perece, menos a alma que é eterna”.

FELPUDA 

Petista que em todas as eleições compete a “alguma coisa” e não se elege a nada, decidiu neste ano eleitoral mostrar que está bem doutrinado pelo seu partido e “sugeriu” ao Ministério Público que “estaria” ocorrendo ato de nepotismo em  gabinete na Câmara Municipal de Campo Grande. Tudo começou porque a pessoa denunciada criticou a visita de Lula por aqui e a reação do esquerdista em questão foi violenta. Detalhe: no início do quiproquó, o dito-cujo teve que ouvir que o seu pai, quando vice-prefeito de cidade do interior, foi condenado. E por nepotismo. Vai vendo...

Diálogo

Dançou

O ex-deputado federal Loester Carlos Gomes, conhecido como Tio Trutis, meteu os pés pelas mãos nas eleições de 2022, quanto tentou renovar o mandato, e foi punido pelo TSE por lavagem de dinheiro, praticado através de uma manobra contábil.

Mais

Ttutis e sua esposa Raquelle, que disputou uma vaga na Assembleia de MS, teriam usado mais de R$ 700 mil e não prestado a devida conta. Além da condenação para que devolvam o dinheiro, acrescido de juros e correção monetária, devem  ficar inelegíveis por oito anos.

DiálogoDr. Sérgio Martins Sobrinho, que comemorou 94 anos dia 13 de maio, e sua filha Ana Cristina Martins - Foto: Arquivo pessoal

 

DiálogoLuiza Campos - Foto: Arquivo pessoal

"Cachimbo"

A prefeita Adriane Lopes e 17 dos 29 vereadores fumaram o “cachimbo da paz”. Na divulgação oficial, o encontro teria sido para discussão de pautas conjuntas, fortalecimento das relações institucionais e futuras agendas de novos encontros. As sucessivas derrotas na Câmara Municipal estavam deixando a administração municipal à deriva, pois a gestora está sem uma base política. Resta saber quais serão os resultados.

Modéstia

Depois de anos sem partido, o deputado Lídio Lopes se filiou e assumiu a direção estadual do Avante, partido pelo qual disputará a reeleição. No ato de sua chegada à sigla, com a presença de Augusto Cury, pré-candidato à Presidência da República, Lídio disse que é um “construtor de chapas”. Lembrou que começou a trajetória política no então PEN, partido que, segundo ele, foi estruturado no MS praticamente do zero. Transformada em Patriota, a sigla passou a conquistar espaços.

Espaços

Sobre o Avante, Lídio afirmou que a sigla já mantinha alinhamento com o grupo e afirmou que o objetivo agora é abrir espaços para candidaturas de pessoas que dificilmente teriam oportunidade em partidos maiores para disputar as próximas eleições. A vice-prefeita de Campo Grande e secretária municipal de Assistência Social e Cidadania, Camilla Nascimento, era filiada ao partido quando disputou as eleições na chapa de Adriane Lopes. Em janeiro deste ano, ela anunciou sua desfiliação.

Aniversariantes 

Daniele Barilli da Silveira;
Dr. Antônio Siufi Neto;
Camila Abreu Abdul Ahad;
Décio José Xavier Braga;
Zelinda Durão Delarissa;
Patricia Manvailer Esgaib Elias;
Abdo Mariano;
Marcia Shizuyo Oyadomari Kinjo;
Edna Rodrigues de Menezes Liberato;
Adelza Maria Grill Seeman;
Anderson Cleito Silva Nogueira;
Maria Celeste Vieira;
Giovanna Rubia Honorio de Faria Faleiros;
Dr. Ademir da Silva Nery;
Camila Akemi Uechi;
João André Canteiro;
Lindolfo Kenji Mise;
Cleonice Maria Fontoura Jeha;
Anita Salinas;
Octacílio Sakai;
Wilson Lourival Wolf;
Dr. Josephino Ujacow;
Lucas Potrich Dolzan;
Marilza Sartori Dib;
Maria Lair Faustina Ribas;
Fábio Zonta Pereira;
Reno Jatoba Brianezi;
Waldir Argentino;
Edinaldo Costa dos Santos;
Selmo Alves da Costa;
José Gualberpo da Silva;
Hudson Lemos Alves;
Marina Garcia de Mendonça;
Dr. Alexandre Silvestre Cabral;
João Pisani Netto;
Hilda de Figueiredo Garcia;
Maria Auxiliadora Garcia Ribeiro;
Waldeci Aleixo;
Nalvo Franco de Almeida Junior;
Múcio José Ramos Teixeira;
Terezinha Vanderley Bernardo;
Jonas de Paula;
Gilberto Castro de Toledo;
Roseli Pereira Lopes;
Marco Antônio Lechuga de Moraes;
Dulce Jacques Costa;
Munier Abrão Lacerda;
Rita de Cássia Nasser Cubel;
José Cândido da Silva;
Maria Mafalda de Paula Vieira;
Leonice Picoli da Silva Lorenzi;
Milton Freitas de Almeida;
Donato Godoy da Silva;
Eliezer Alves Mota;
Edison Carvalho Ozorio;
Orley Saravy Trindade;
Elivete Gomes Palermo;
Paulo Sérgio Pinho;
Bernadino Castro;
Erênio Vieira dos Reis;
Miroel Alves Chaves;
Newton Klauss Medeiros;
Eli Ferreira de Castro;
Máximo Teixeira de Queiroz;
Olivia Ribas;
Takao Egami;
Elenisse de Moraes;
Maria Túlia Bertoni;
Dra. Angela Maria Cruz Nogueira;
Sabrina Rocha Margarido;
Priscila Rocha Margarido;
Silvia Maria Tezelly;
Maria Eugênia Tavares de Souza;
Flávio Henrique Bernardo;
Valdimir de Andrade;
Nelson da Silva Feitosa;
Maria Bernardina Martinez;
Eduardo Henrique Ferreira da Silva;
Júlio Cezar Pereira da Silva;
Bernhard Bunning;
Ollyntho Damasceno Lyrio;
Mara Cristina Lopes Brandão;
Odir Mário Rubin Alessio;
João Rizzo;
Renê Yoshitatsu Higa;
Ivone Aquemi Higa;
Diana Paula Ajonas Rochas;
Dra. Márcia Maria Silva;
Araki Kenzi;
Roney Marques Gamba;
Dra. Micket Ziolkowski Saliba;
Fernanda Congro Leal;
Dra. Andyane Freitas Tetila;
Leandro Bittencourt Abe;
Juris Jankauskis Júnior;
Laura Cristina Miyashiro;
Manoel Carlos Mansano Gonçalves;
Vanessa Juliani Castello Figueiró;
William Márcio Toffoli;
Elder Seiji Ishiy;
Lilian Cristina Baraldi Borro;
Juraci de Andrade Mendes Menegucci;
Maxwell Thomé Gomez;
Paulo de Castro Thomé;
Celso Deleclodi Marques;
Priscilla Pissurno Rosa;
Felipe Ramos Baseggio;
Johanatann Gill de Araújo;
Alexandre Marques Silveira;

Colaborou Tatyane Gameiro

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