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Meio Ambiente

Especialistas alertam para os problemas que podem ser enfrentados com a extinção das abelhas

Responsáveis pela polinização de grande parte dos alimentos consumidos no mundo, as abelhas são fundamentais para a biodiversidade, a agricultura e o equilíbrio ambiental; especialistas alertam para os riscos da extinção desses insetos

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Presentes silenciosamente no café da manhã, nas frutas consumidas ao longo do dia, nas plantações agrícolas e até no equilíbrio das florestas, as abelhas exercem um papel muito maior do que a simples produção de mel.

Hoje, data em que é celebrado o Dia Mundial das Abelhas, especialistas reforçam o alerta de que o desaparecimento desses polinizadores pode provocar impactos profundos na biodiversidade, na economia e até na segurança alimentar global.

Embora muitas pessoas associem as abelhas apenas às colmeias e aos produtos derivados, como mel, própolis e cera, a verdadeira importância desses insetos está em uma função vital para a manutenção da vida nos ecossistemas: a polinização.

É graças a esse processo que milhares de espécies vegetais conseguem se reproduzir, gerar frutos e manter a diversidade genética necessária para sobreviver.

Segundo o médico veterinário Mozarth Vieira Junior, coordenador do curso de Medicina Veterinária da Estácio, as abelhas ocupam uma posição central nos ecossistemas terrestres justamente por realizarem esse trabalho de maneira contínua e eficiente.

“O papel das abelhas vai muito além da produção de mel. Elas são verdadeiras engenheiras invisíveis da biodiversidade”, destaca o médico veterinário.

Durante a busca por néctar, as abelhas transportam pólen de uma flor para outra, permitindo a fecundação das plantas. Esse mecanismo garante não apenas a reprodução vegetal, mas também a formação de frutos, sementes e novas plantas, sustentando cadeias alimentares inteiras.

Na prática, isso significa que alimentos presentes diariamente na mesa da população dependem, direta ou indiretamente, da atuação desses insetos. Frutas, legumes, verduras, oleaginosas, sementes e leguminosas têm sua produtividade ligada à polinização.

“Aproximadamente um terço do suprimento alimentar humano depende da atuação das abelhas”, pontua Mozarth Junior.

IMPACTO INVISÍVEL

O trabalho das abelhas é tão essencial que especialistas consideram os polinizadores uma espécie de “infraestrutura natural” da agricultura, já que são essenciais para 75% de todo o alimento cultivado no mundo.

Sem elas, plantações inteiras podem produzir menos, gerar frutos menores ou até deixar de se reproduzir.

Culturas agrícolas como maçã, café, melancia, abóbora, amêndoas, morango, maracujá e soja estão entre as que dependem da polinização para alcançar bons índices de produtividade.

Em alguns casos, a presença das abelhas pode aumentar significativamente a qualidade dos alimentos, influenciando tamanho, sabor e valor nutricional.

O desaparecimento desses insetos, portanto, não representa apenas uma perda ambiental, mas também econômica. Menos polinização significa menor produção agrícola, o que pode gerar aumento no preço dos alimentos e dificuldades no abastecimento.

Em um cenário global marcado pelas mudanças climáticas e pela insegurança alimentar, a preservação das abelhas passou a ser considerada estratégica por pesquisadores e organismos internacionais.

Além do impacto direto sobre a agricultura, a redução das populações de abelhas afeta plantas silvestres e compromete habitats inteiros.

Muitas espécies vegetais dependem exclusivamente de polinizadores para sobreviver. Quando elas desaparecem, outros organismos que utilizam essas plantas como alimento ou abrigo também sofrem consequências.

Esse efeito em cadeia pode atingir aves, pequenos mamíferos e diversos outros insetos, alterando o equilíbrio ecológico de regiões inteiras.

BIOINDICADORES

A preocupação científica com as abelhas vai além da biodiversidade. Nos últimos anos, esses insetos passaram a ser observados também como importantes indicadores da saúde ambiental.

De acordo com Mozarth Junior, as abelhas funcionam como verdadeiras “sentinelas” do ecossistema, já que são extremamente sensíveis às mudanças ambientais.

“Tudo aquilo que afeta o ecossistema das abelhas também impacta a cadeia alimentar humana. Elas funcionam como sentinelas ambientais”, explica.

Na prática, isso significa que problemas observados nas colmeias podem servir como alertas sobre desequilíbrios maiores, envolvendo poluição, degradação ambiental e contaminação química.

O declínio das populações de abelhas registrado em diferentes partes do mundo vem sendo associado a diversos fatores simultâneos. Entre os principais estão o uso inadequado de pesticidas, a destruição de habitats naturais, o desmatamento, as mudanças climáticas, a poluição do ar e a disseminação de doenças e parasitas.

Pesquisas recentes apontam que esses fatores não atuam isoladamente. Pelo contrário: eles se combinam e potencializam os danos às colmeias.

As mudanças climáticas, por exemplo, alteram ciclos de floração e modificam temperaturas, dificultando o acesso das abelhas aos recursos necessários para sobrevivência. Já os pesticidas podem afetar o sistema nervoso dos insetos, reduzindo sua capacidade de orientação e reprodução.

A urbanização desordenada e a perda de áreas verdes também têm papel importante nesse cenário. Sem flores e vegetação adequada, muitas espécies de polinizadores encontram dificuldade para encontrar alimento e locais seguros para formar colmeias.

SAÚDE INTEGRADA

A situação das abelhas passou a ser observada dentro do conceito de One Health – ou Saúde Única – abordagem que integra saúde humana, animal e ambiental.

O conceito vem ganhando força entre pesquisadores justamente por reconhecer que os problemas ambientais impactam diretamente a qualidade de vida da população.

No caso das abelhas, os fatores que prejudicam as colmeias são os mesmos que afetam o equilíbrio dos ecossistemas e, consequentemente, a produção de alimentos, a qualidade da água, do solo e do ar.

A contaminação ambiental causada pelo uso excessivo de produtos químicos na agricultura, por exemplo, não afeta apenas os polinizadores. Ela também pode atingir rios, animais silvestres e até seres humanos.

Por isso, a preservação das abelhas deixou de ser vista apenas como uma pauta ambiental e passou a ser considerada uma questão de saúde pública e segurança alimentar.

Especialistas alertam que proteger os polinizadores significa proteger a própria capacidade humana de produzir alimentos em larga escala.

PRESERVAÇÃO

Apesar do cenário preocupante, pesquisadores afirmam que ações simples realizadas pela população podem contribuir para a proteção das abelhas.

Uma das principais recomendações é ampliar o cultivo de flores nativas em jardins, quintais, praças e até varandas de apartamentos. Mesmo pequenos espaços urbanos podem servir de abrigo e fonte de alimento para diferentes espécies de polinizadores.

Estudos recentes mostram que até mesmo pequenas áreas floridas já conseguem apoiar populações de insetos importantes para a manutenção da biodiversidade urbana.

Outra medida importante é reduzir o uso indiscriminado de pesticidas e produtos químicos, principalmente em ambientes domésticos e plantações. O manejo mais sustentável da agricultura é apontado como fundamental para reduzir os impactos sobre as colmeias.

A preservação de áreas verdes e matas nativas também aparece entre os principais caminhos para garantir a sobrevivência das abelhas. Isso, porque muitos desses insetos dependem da vegetação natural para construir ninhos e encontrar diversidade alimentar ao longo do ano.

ALERTA

O desaparecimento das abelhas é considerado hoje um dos principais alertas ambientais do planeta. A redução acelerada das populações de polinizadores acende preocupações sobre o futuro da produção agrícola, da biodiversidade e da estabilidade dos ecossistemas.

Embora os impactos ainda possam parecer distantes para parte da população, especialistas ressaltam que a ausência desses insetos teria consequências diretas no cotidiano, desde o aumento no preço dos alimentos até a diminuição da oferta de frutas, verduras e outros produtos agrícolas.

Para Mozarth Vieira Junior, a preservação das abelhas deve ser entendida como uma responsabilidade coletiva.

“As abelhas são infraestrutura ecológica viva. Proteger esses insetos significa proteger a segurança alimentar, a biodiversidade e a estabilidade ambiental”, conclui.

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SAÚDE

Doação de leite humano: o que toda lactante precisa saber

No Dia Mundial da Doação de Leite Humano, saiba como coletar, armazenar e transportar para que o alimento chegue com segurança aos bebês internados em UTIs neonatais

19/05/2026 08h30

Além de alimentar, o leite materno fortalece o sistema imunológico dos bebês e reduz significativamente o risco de doenças graves

Além de alimentar, o leite materno fortalece o sistema imunológico dos bebês e reduz significativamente o risco de doenças graves Magnific

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Celebrado no dia 19 de maio, o Dia Mundial da Doação de Leite Humano chama atenção para um gesto capaz de salvar vidas todos os dias dentro das unidades de terapia intensiva (UTIs) neonatais. O leite materno doado é essencial para recém-nascidos prematuros e bebês internados que, muitas vezes, não conseguem ser amamentados diretamente pelas mães.

No Brasil, referência mundial na área, a solidariedade das lactantes mantém funcionando a maior rede de bancos de leite humano do planeta.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o País tem uma estrutura considerada modelo internacional no incentivo, na coleta, no processamento e na distribuição de leite humano. Ainda assim, os estoques dependem de doações constantes para atender à demanda crescente dos hospitais.

Cada frasco doado pode alimentar diversos bebês internados e contribuir diretamente para a recuperação deles, reduzindo riscos de infecções, complicações intestinais e mortalidade neonatal.

Apesar da importância do ato, muitas mulheres ainda têm dúvidas sobre como doar, quais cuidados tomar durante a coleta e de que forma o leite deve ser armazenado e transportado.

Especialistas reforçam que a informação correta é uma das principais ferramentas para ampliar o número de doadoras e garantir que o alimento chegue com segurança aos recém-nascidos.

Como funciona

A doação pode ser feita por mulheres saudáveis que estejam amamentando e produzindo leite além das necessidades do próprio bebê. Após o cadastro em um banco de leite humano, a lactante recebe orientações sobre higiene, coleta e armazenamento.

O leite doado passa por um rigoroso processo de análise e pasteurização antes de ser destinado aos hospitais. Por isso, seguir corretamente os protocolos definidos pela Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano (RBLH) é indispensável para preservar as propriedades nutricionais e imunológicas do alimento.

Entre as recomendações mais importantes está o armazenamento adequado. O leite materno pode permanecer congelado por até 15 dias sem perder suas características essenciais, desde que seja mantido em condições apropriadas de higiene e refrigeração.

Outro ponto fundamental é o descongelamento. Muitas pessoas não sabem, mas o uso do micro-ondas é contraindicado. O aquecimento inadequado pode destruir proteínas, anticorpos e nutrientes importantes presentes no leite humano. O método recomendado é o banho-maria com o fogo já desligado, garantindo que o alimento mantenha sua segurança biológica e qualidade nutricional.

Recipientes

Um detalhe que costuma gerar dúvidas é o tipo de recipiente aceito pelos bancos de leite e hospitais. As regras podem variar de acordo com a instituição de destino.

Nos hospitais públicos, normalmente há preferência por potes de vidro com tampa plástica esterilizados. Já em hospitais particulares algumas unidades permitem o uso de recipientes plásticos específicos desenvolvidos para armazenamento de leite materno.

Por isso, antes de iniciar a coleta, é importante que a família entre em contato com o banco de leite ou hospital escolhido para verificar quais recipientes são aceitos. Essa checagem evita desperdícios e garante que o transporte ocorra dentro das normas sanitárias exigidas.

Além da embalagem, o transporte também precisa ser realizado com cuidado. O leite deve permanecer refrigerado até chegar ao local de coleta, evitando alterações de temperatura que possam comprometer sua qualidade.

Facilitadores

Embora a doação seja um ato de solidariedade, a rotina da amamentação pode ser cansativa, especialmente nos primeiros meses após o parto. Neste cenário, acessórios desenvolvidos com apoio de especialistas têm ajudado mulheres a manterem a produção de leite de forma mais confortável, prática e segura.

Entre os itens que vêm facilitando o dia a dia das lactantes está a bomba tira-leite elétrica. O equipamento permite retirar o leite excedente de maneira rápida, silenciosa e confortável, reduzindo o desconforto e ajudando a manter a produção sem causar estresse adicional à mãe.

A tecnologia também auxilia no armazenamento. Os sacos próprios para leite materno, utilizados principalmente em hospitais particulares, são desenvolvidos para evitar vazamentos e contaminações externas durante o transporte. Como já vêm esterilizados e prontos para uso, tornam o processo mais simples e seguro.

Outro acessório bastante utilizado são os absorventes de seio, que ajudam a manter a região seca entre as sessões de coleta. Além de proporcionar conforto, eles auxiliam na proteção contra a proliferação de bactérias e irritações na pele.

É importante ressaltar, no entanto, que o uso desses produtos não substitui os cuidados básicos de higiene. Antes da coleta, é essencial lavar bem as mãos, prender os cabelos, utilizar recipientes esterilizados e realizar a ordenha em um ambiente limpo.

Remédio natural

A importância da doação vai muito além da alimentação. O leite humano funciona como uma espécie de “medicamento natural” para recém-nascidos internados, especialmente os prematuros extremos.

Rico em anticorpos, vitaminas, enzimas e fatores imunológicos, o alimento fortalece o sistema imunológico dos bebês e reduz significativamente o risco de doenças graves, como enterocolite necrosante, infecções respiratórias e sepse neonatal.

Em muitos casos, poucas gotas já fazem diferença. Bebês prematuros têm o estômago extremamente pequeno e recebem quantidades mínimas por alimentação. Isso significa que uma única doação pode beneficiar vários recém-nascidos ao longo do tratamento hospitalar.

Além dos benefícios físicos, o leite humano também contribui para o desenvolvimento neurológico e emocional dos bebês, favorecendo o crescimento saudável durante os primeiros meses de vida.

Quem pode doar?

De maneira geral, qualquer mulher saudável que esteja amamentando e tenha produção excedente pode se tornar doadora. É necessário não fazer uso de medicamentos incompatíveis com a amamentação e seguir as orientações fornecidas pelo banco de leite.

O primeiro passo é procurar a unidade mais próxima para realizar o cadastro e receber as instruções corretas. Muitas instituições oferecem acompanhamento individual para esclarecer dúvidas e orientar sobre técnicas de coleta e armazenamento.

Também é importante lembrar que a doação não prejudica a alimentação do próprio bebê. O organismo materno tende a ajustar a produção de leite conforme a demanda, e a retirada frequente pode até estimular a lactação.

Como doar?

As mulheres interessadas em doar podem consultar os pontos de coleta e bancos de leite disponíveis por meio do site oficial da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano (www.rblh.fiocruz.br), que reúne informações sobre cadastro, orientações e locais de atendimento em todo o País.

O processo é simples, totalmente seguro e pode ser feito sem sair de casa, já que as unidades realizam coleta domiciliar.

Bancos de leite em Campo Grande

> Banco de Leite Humano (HRMS) – o Hospital Regional de Mato Grosso do Sul tem um banco de leite que fornece o kit (vidro, touca e máscara) e faz a coleta diretamente na casa da doadora.

Telefone: (67) 3378-2715.
Endereço: Av. Engenheiro Luthero Lopes, nº 36 – Aero Rancho.

> Banco de Leite Humano Irmã Maria José Machado (Santa Casa): localizado na Santa Casa de Campo Grande, também conta com equipe para suporte e coleta domiciliar.

Telefone: (67) 3322-4174 ou WhatsApp (67) 98472-5256.
Endereço: Rua Eduardo Santos Pereira, nº 88 – Centro.

> Banco de Leite Humano do Hospital Universitário (Humap-UFMS/Ebserh) – funciona como centro de referência estadual para bancos de leite e recebe doações de mães lactantes.

Telefone: (67) 3345-3027 ou WhatsApp (67) 99633-2510.
Endereço: Av. Senador Filinto Müller, nº 355 – Vila Ipiranga.

Diálogo

Político que não escondia suas convicções esquerdistas... Leia na coluna de hoje (19)

Confira a coluna Diálogo desta terça-feira (19)

19/05/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Cecília Meireles - escritora brasileira

"Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta, não há ninguém que explique e ninguém que não entenda".

FELPUDA 

Político que não escondia suas convicções esquerdistas, adotou recuo quando tentou galgar importante cargo,  mas acabou vendo suas pretensões sendo soterradas, tanto é que perdeu o "rumo e o prumo". Passada a borrasca eleitoral da época, juntou os cacos e está em nova empreitada como pré-candidato, porém voltou a mostrar suas garras, atacando, ironizando, debochando daquele que lhe estendeu a mão "direita".O dito-cujo tem demonstrado, em suas redes sociais, que nunca deixou de ser raposa, e sim estava disfarçado de ovelha. Corre o risco de pegar o caminho da roça.

DiálogoBruno Rezende/Divulgação UEMS

Em parceria com a University of Birmingham, da Inglaterra, a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) realizará o programa "Immerse Pantanal: Interdisciplinary Transnational Education for Sustainable Bioeconomy", que promoverá uma imersão interdisciplinar no Pantanal sul-mato-grossense entre os dias 31  de maio e 11 de junho. O programa reunirá estudantes e pesquisadores brasileiros e britânicos em atividades de campo, debates científicos e diálogos interculturais voltados aos desafios das mudanças climáticas, da bioeconomia e do desenvolvimento sustentável.
O roteiro da imersão inclui atividades em Campo Grande, Bonito, Aquidauana, Anastácio e comunidades indígenas da região pantaneira. Entre os destaques da programação estão as atividades desenvolvidas na Unidade Universitária de Aquidauana da UEMS, considerada estratégica para a pesquisa aplicada em sustentabilidade, conservação do solo, agroecologia, piscicultura e reflorestamento de espécies nativas do Pantanal. 

DiálogoStudio Vollkopf
 
DiálogoArquivo Pessoal

É cada uma...

Com prejuízo histórico de R$ 5,8 bilhões em 2025 e rombo preliminar de R$ 3,4 bilhões no primeiro trimestre deste ano, os Correios estão sendo "empurrados" para os bolsos dos campo-grandenses. Projeto da vereadora do PT, Luiza Ribeiro, propõe priorizar a contratação da empresa pela Prefeitura de Campo Grande e que, obviamente, vai pagar tal "parceria" com recursos dos impostos pesadíssimos que o contribuinte é obrigado a recolher. Como diria vovó, "Nada como viver numa cidade sem problemas!"

Arroubo

Os pré-candidatos da direita à Presidência da República, depois do arroubo do ex-governador Romeu Zema que saiu "atirando" em Flávio Bolsonaro tão logo vazou o áudio da conversa do liberal com Daniel Vorcaro, estão evitando comentar o assunto. Já Lula foi econômico em seus comentários sobre o assunto, afirmando que se trata de "um caso de polícia". Na análise de um filiado do PL, esse é o tipo de problema que pode ocorrer tudo. Inclusive, nada.

Golpe

Golpistas estão usando falsas ofertas de emprego. As mensagens chegam por WhatsApp, e-mail e redes sociais, prometendo salários altos e com poucas exigências. Depois, os criminosos pedem dinheiro para cursos, exames médicos ou solicitam documentos pessoais e dados bancários. A Federação Brasileira dos Bancos alerta para que os interessados confirmem a procedência das vagas em sites oficiais. 

Aniversariantes 

José Paulo Delmondes;
Nanci Nishiyama Balardin;
Helton Verão Lopes;
Elza Souza Lima Mansano;
Dr. Anízio Bispo dos Santos;
Adão Gonçalves Lemes Filho;
Carlos Roberto Ferreira de Moraes;
Ivair Pedro do Amaral;
Ferdinando José Urizar;
José Ferreira de Carvalho Filho;
Nilson Gonçalves de Oliveira;
Roberto Mitio Harada;
Valdir Caramalac de Almeida;
Oscar Higa;
Luiz de Matos Carvalho da Cunha;
José Roberto de Almeida;
Luís Fernando de Barros Fontolan;
Adelma Coelho Koyama;
Vilma Areco Gonçalves;
Milton Higashi;
Adriana Oliveira dos Santos de Queiroz;
João Pedro Mendes Fontoura;
Dra. Ana Cristina Wanderley Xavier Giacomini;
Dr. Ovídio Pereira;
Francisca Felisbela (Bela) de Barros;
Ana Maria Rios de Figueiredo;
Werther Catarinelli;
Ruane Gomes;
Maria Rebeca de Morais Abdala;
Laura Cavalieri;
Valdete Xarão Jorge;
Tânia Elizabete Vinholi Gonçalves;
Francisco Aguado;
Meire Mary Okabayashi;
Sônia Arantes;
Márcio de Souza Gualberto;
Jussara Kurrle Feller;
Dr. Erton Reis Fonseca;
Ivo Fidêncio Maia;
Valdemir Pacheco;
Miyashiro Kaná;
Ariana Foletto Nunes;
Dr. Reinaldo Oshiro;
Kelly Andrade Castillo;
Dr. Eduardo Machado Rocha;
Felipe Kenji Alves Kurose;
Karla Roa;
Marcelo Campos Belo;
Lenir Garcia Gonçalves;
Flávio Salomão Cândia;
Antônio de Pádua Vasconcelos;
Edna Dias Pompeu;
Ismael José Nogueira;
Renato Jorge Ferreira;
Maria Raquel Gomes;
Eny de Godoy Alves;
Altamiro de Oliveira Dias;
Aurea Rodrigues;
Pedro Liberato da Rocha;
Marta Mariani de Macedo Monteiro;
Carla Cristina Assis;
Rubens Medeiros;
Aidê Santos Rosa;
Dilma Aparecida Rodrigues Leite;
Antônio Coelho de Oliveira;
Carlos Alberto Cristaldo Estigarribia;
Daniele Paes de Abreu Raghiant;
Pedro Ramalho;
Celso Cavalheiro;
Ivo de Souza Martins;
José Antônio Paulino;
Kátia Gea Sanches Garcia;
José Leão Ribeiro;
Priscila Maciel de Souza;
Fábia Campos Belo;
Cleuza Guimarães do Nascimento;
Vera Lúcia de Almeida Ortiz;
Valdeci Eurames Barbosa;
Nilson Antonio Ribeiro;
Eraldo Dias de Castro;
Claudério Luiz Anton;
Gilson da Gama Jambeiro Filho;
Italo Saldivar Dueck;
Maria Tereza Rubia de Macedo;
Nelia Calves de Ávila Cintra;
Rosângela Gregório dos Santos;
Gissele Mougenot Pontes;
Claudinei da Silva;
Sérgio Luiz Ramos;
Mônica Aparecida Anchieta Curado Both;
Carlos Alberto Spinelli Júnior;
Wagner Cavalcanti Garcia;
Christiane Possik Salamene;
Livia Maria Rocha Falcão;
Elaine Cristina Silva Stuani;
Natalia Ravagnani Santos;
Juliana Alves de Lima Matera;
Elizabete Bagordakis Pinto;
Claudia Andréia Moreira;
Tatiane Romero;
Roberto Albuquerque Bertoni;
Karen Marcela Silva Legnaro Leone;
Mari Suse Finotti Ono;
Lauro Moreira Scholer;
Adhemar Kendi Kashiyama;
Luiz Henrique Almeida Zanin;
Itacir Molossi;
José Boris Davidoff Neto.

* Colaborou Tatyane Gameiro

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