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Saúde B+: 22 de julho é Dia Mundial do Cérebro - Como cuidar da saúde cerebral para uma vida plena

Conheça os principais cuidados para ter um cérebro saudável

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Hoje  22 de julho é comemorado o Dia Mundial do Cérebro, uma iniciativa global que busca conscientizar as pessoas sobre a importância de cuidar da saúde cerebral e educar a sociedade sobre este importante órgão.

A data representa uma oportunidade para refletir sobre a necessidade de adotar medidas preventivas e adquirir conhecimento sobre a manutenção de uma mente saudável.

O cérebro é um órgão vital que desempenha papel fundamental em todas as nossas atividades diárias, desde as mais básicas até as mais complexas. "Ele é responsável por nossas emoções, memórias, habilidades cognitivas e coordenação dos movimentos. Portanto, cuidar da saúde cerebral é essencial para garantir uma vida plena e produtiva", comenta a Dra. Vanessa Milanese, Diretora de Comunicação da SBN.

Para celebrar este que é um dos mais importantes órgãos do corpo humano, incentivamos as pessoas de todas as idades a se engajarem em práticas que promovam a sua saúde cerebral. Confira a seguir algumas medidas simples que podem fazer a diferença na qualidade de vida de qualquer pessoa.

Exercício físico regular - a prática de atividades físicas contribui para o fluxo sanguíneo adequado no cérebro, estimulando o crescimento de novas células nervosas e fortalecendo as conexões existentes.
Alimentação balanceada - uma dieta saudável e equilibrada, rica em nutrientes essenciais como ômega-3, vitaminas, minerais e antioxidantes, é benéfica para a saúde cerebral. Procurar incluir alimentos como peixes, nozes, frutas e vegetais pode ajudar a melhorar a função cerebral.

Sono com qualidade - o descanso adequado é crucial para a saúde cerebral. Durante o sono, o cérebro realiza processos de reparação e consolidação da memória. Certifique-se de ter uma rotina consistente e criar um ambiente propício para uma boa noite de descanso.

Estimulação mental - desafiar o cérebro regularmente é essencial para mantê-lo ativo e saudável. Envolver-se em atividades intelectualmente estimulantes, como leitura, jogos de quebra-cabeça, aprendizado de novas habilidades ou até mesmo aprender um novo idioma, pode ajudar a preservar a função cerebral.

Gerenciamento do estresse - o estresse crônico pode ter efeitos negativos no cérebro. Praticar técnicas de relaxamento, como meditação, ioga ou simplesmente reservar tempo para hobbies e atividades prazerosas, ajuda a reduzir o estresse e a promover a saúde cerebral.

Dia 22 de julho Dia Mundial do Cérebro - Foto: Divulgação

Ainda segundo a especialista, muitas patologias que acometem este órgão não apresentam sintomas, como dores de cabeça, que podem não ser levadas tão a sério, o que resulta em diagnósticos tardios e complicações para tratamentos. "Aproveite o Dia Mundial do Cérebro como uma oportunidade para refletir sobre a importância da saúde cerebral em sua vida e na vida daqueles que você ama. Juntos, comunidade médica e pacientes, podemos trabalhar para criar uma sociedade mais consciente e comprometida com a saúde mental e cerebral", finaliza a Dra. Vanessa.

Por fim, vale lembrar que diagnósticos precoces salvam vidas, pois a partir deles é possível evitar que doenças se agravem, dando ao paciente boas chances de viver bem.
 
 

LUTO

Ex-paquito Robson Barros morre aos 57 anos; Xuxa e colegas lamentam

A família informou o fato em seu perfil de Instagram, mas não divulgou a causa da morte

21/06/2026 23h00

Robson Barros (do meio) morreu neste sábado, aos 57 anos

Robson Barros (do meio) morreu neste sábado, aos 57 anos Foto: Reprodução

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Robson Barros, ex-paquito dos programas de Xuxa Meneghel na década de 1980, morreu no sábado, 20, aos 57 anos de idade. A família informou o fato em seu perfil de Instagram, mas não divulgou a causa da morte.

O velório ocorreu no cemitério Parque Morumby, e o sepultamento no cemitério de Congonhas, em São Paulo, neste domingo, 21.

A morte de Robson Barros foi lamentada por diversos colegas, fãs e amigos, incluindo Xuxa.

A apresentadora publicou um vídeo em que ele canta no Xou da Xuxa como homenagem.

"Meu Robson Paulistinha. Você foi e é um cara incrível. Que Deus te receba com um sorriso lindo e muito carinho. Você merece todos os aplausos, meu eterno paquito. Te amamos", escreveu ela.

"Robson é um dos caras mais legais que eu conheci. Descansa, meu querido", postou Juliana Baroni.

Andréa Sorvetão, outra ex-paquita, relembrou uma foto ao lado do colega: "Querido e amado amigo Robson Barros! Sem palavras! Triste demais."

Quem eram os 'paquitos' de Xuxa, como Robson Barros

Além de assistentes de palco de Xuxa, os paquitos - versão masculina das famosas paquitas, que já a acompanhavam há algum tempo - também tiveram carreira musical, lançando discos entre o fim dos anos 1980 e início dos 1990.

Além de Robson Barros, integraram o grupo Paquitos Marcello Faustini, Egon Júnior, Alexandre Canhoni, Yuri Martins e Cláudio Heinrich (que chegou a protagonizar a novela Uga Uga anos depois)

Confira abaixo uma imagem publicada no Instagram de Robson Barros referente à época em que ele ainda era um 'paquito' de Xuxa.

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Coluna Desatando Nós: O filho não precisa ser feliz o tempo todo

Na tentativa de ver os filhos felizes, muitos pais passam a interpretar tristeza, raiva, medo ou decepção como sinais de que algo está errado.

21/06/2026 18h30

Coluna Desatando Nós: O filho não precisa ser feliz o tempo todo

Coluna Desatando Nós: O filho não precisa ser feliz o tempo todo Foto: Divulgação

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Poucas gerações se preocuparam tanto com a felicidade dos filhos quanto a atual. Queremos protegê-los das frustrações, evitar sofrimentos e oferecer oportunidades que talvez não tenhamos tido. A intenção é legítima. O problema começa quando transformamos a felicidade em uma obrigação permanente.

Na tentativa de ver os filhos felizes, muitos pais passam a interpretar tristeza, raiva, medo ou decepção como sinais de que algo está errado. Correm para resolver conflitos, antecipam soluções e tentam eliminar qualquer desconforto. Mas crescer envolve justamente aprender a lidar com emoções difíceis.

A vida não é composta apenas por momentos agradáveis. Perder um jogo, receber um “não”, enfrentar uma decepção amorosa ou não conseguir alcançar um objetivo fazem parte da experiência humana. Quando impedimos nossos filhos de viver essas situações, também limitamos a oportunidade de desenvolver recursos emocionais para enfrentá-las.

Resiliência não nasce da ausência de dificuldades. Ela se constrói quando a criança atravessa desafios e descobre que é capaz de suportá-los. Isso não significa abandonar ou minimizar o sofrimento. Significa acolher emoções sem precisar eliminá-las imediatamente.

Existe uma diferença importante entre proteger e superproteger. Proteger é oferecer segurança e apoio. Superproteger é impedir que a criança experimente situações compatíveis com sua idade e desenvolva autonomia emocional.

Como pais, nosso papel não é garantir felicidade constante. É ajudar nossos filhos a construir ferramentas para lidar com os altos e baixos da vida. Afinal, saúde emocional não significa estar feliz o tempo todo. Significa reconhecer sentimentos, expressá-los de forma saudável e seguir em frente apesar deles.

Talvez uma das maiores demonstrações de amor seja permanecer ao lado dos filhos quando eles sofrem, sem a necessidade de apagar imediatamente a dor. Porque crescer emocionalmente não depende da ausência de frustração, mas da capacidade de atravessar.

@vanessaabdo7

Coluna Desatando Nós: O filho não precisa ser feliz o tempo todo Dra. Vanessa Abdo - Divulgação

 

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