Ambientado em Bangkok, “Fome de Sucesso” da Netflix conta a história de uma jovem em busca de realizar sua ambição como cozinheira
O filme “Fome de Sucesso”, lançado em 2023 pela Netflix, tinha todos os elementos para ser um sucesso na plataforma de streaming. E, de fato, isso acabou acontecendo. Ocupando o Top 10 das produções mais assistidas da Netflix em 43 países na sua semana de estreia, a produção tailandesa pode não ter uma história extremamente criativa, mas a forma como o seu trabalho é desenvolvido – com destaque para os seus protagonistas Chutimon Chuengcharoensukying e Nopachai Chaiyanam – e os debates que ele propõe sobre desigualdade social e abuso no ambiente de trabalho, certamente valem as quase duas horas e meia de duração.
A história acompanha a personagem Aoy (Chutimon), uma jovem talentosa na cozinha que trabalha no restaurante de bairro de sua família, mas que não tem muitas oportunidades de se destacar na vida profissional. Um dia, ela recebe de um cliente um cartão convidando-a para fazer um teste no restaurante Hunger, que é comandado pelo prestigiado chef Paul (Nopachai), que é responsável por organizar banquetes privados para as figuras mais ricas e poderosas do país. Apesar de desconfiada, a personagem decide ir para o teste, movida pelo desejo de se destacar e pela necessidade de ganhar dinheiro.
Como de esperado, a protagonista passa na audição e consegue o seu lugar na equipe do chef Paul. Porém, de cara ela vai perceber que o personagem conduz a mão de ferro os seus subordinados na cozinha. Genial e, ao mesmo tempo, insuportável, Paul irá transformar o sonho de Aoy – e de todos os seus colegas de cozinha – em um verdadeiro pesadelo, fazendo questão de humilhá-los de toda maneira possível, em uma série de abusos físicos e psicológicos. Inserida em um mundo do qual nunca teve acesso antes, Aoy vai ver de perto a necessidade de consumo e o jogo de aparências que a classe mais alta da sociedade pratica.
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"007: Road to a Million" estreia dia 10 de novembro - Foto: DivulgaçãoNovo reality show da Amazon Prime Video pega pessoas normais para viverem aventuras inspiradas pelo mais famoso agente secreto do mundo, James Bond
Criado pelo escritor e jornalista britânico Ian Fleming em 1953, James Bond é um agente secreto – mais conhecido pelo seu código 007 – do serviço de espionagem Secret Intelligence Service (SIS). A sua história deu origem à mais duradoura e bem-sucedida franquia de filmes da história do cinema. Com um total de 24 longas, sendo o primeiro (“O Satânico Dr. No”) lançado em 1962, o agente já foi interpretado por uma série de atores de renome de Hollywood, como Sean Connery e Roger Moore. Atualmente, quem vive Bond nas telas é Daniel Craig, que já tem em seu currículo quatro filmes da franquia como protagonista.
Com tanto tempo fazendo sucesso, é inegável o impacto que 007 teve em várias gerações que são apaixonadas pelo agente secreto. Aproveitando desse fascínio das pessoas pelas aventuras mirabolantes de Bons, a Amazon Prime Video irá lançar, no dia 10 de novembro, o reality show “007: Road to a Million”. A proposta do programa é pegar pessoas normais e desafiá-las a enfrentar uma série de obstáculos “a lá James Bond”. O objetivo: ganhar o prêmio de 1 milhão de libras. Para isso, os participantes precisam acertar todas as perguntas das malas, que estão no final de cada desafio proposto.
Sempre em pares (dois irmãos, um casal e dois colegas de trabalho), os competidores vão acumulando uma quantia de dinheiro a cada mala recuperada e pergunta respondida. Ao seu dispor, uma série de elementos de luxo como carros clássicos, barcos e aviões – afinal, os desafios são espalhados por todo o mundo. Enquanto eles arriscam as suas vidas nessa experiência, o ator Brian Cox vive O Controlador, papel que conduz o programa – dando ordens aos participantes e se comunicando com a audiência. Apesar de James Bond ser o tema central do reality, são os participantes que criam a sua própria narrativa.
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“Línguas da Nossa Língua” é um documentário brasileiro - Foto: DivulgaçãoDocumentário sobre a diversidade linguística no Brasil estreia dia 14 de novembro na HBO Max
A língua que é falada por um povo funda e organiza a sua identidade, sendo um comportamento social fortemente influenciado por aspectos culturais. Não é por acaso que, geralmente, o nome da língua seja o mesmo (ou parecido de alguma forma) atribuído àquela população. Se tem conhecimento de que a língua mostra uma visão de mundo própria e ela é adquirida de acordo com o grupo social que uma pessoa está inserida. Sendo assim, a língua é um dos aspectos fundamentais na construção de uma nação. Porém, como fica a situação de um país que possui várias línguas dentro do seu território?
No documentário “Línguas da Nossa Língua”, idealizado pelo diretor, roteirista e produtor brasileiro Estevão Ciavatta, explora-se o contexto das línguas no Brasil, um dos países com a maior variedade linguística do mundo. Ao mesmo tempo em que 98% da população fala português, cerca de 270 línguas nativas e africanas são faladas no território brasileiro. Além disso, por ser um país muito extenso, também existem diferenças regionais entre o que se é falado em cada estado, fenômeno conhecido como falares regionais. O documentário pretende explorar questões como a construção do idioma brasileiro e o impacto da língua na construção da identidade cultural da população.
Para isso, a série irá tratar de 12 línguas faladas no país, sendo elas o português, galego, guarani, baniwa, tukano, patxohã, yorubá, quimbundo, pajubá, língua da Tabatinga, Nheengatu e yanomami. Algumas figuras emblemáticas da cultura brasileira, como Caetano Veloso, Yeda Pessoa de Castro e Maria Bethânia, vão participar do documentário. E “Línguas da Nossa Língua” vai marcar a primeira vez que o Pajubá (língua de resistência travesti) será registrado de forma documental. A série é dividida em quatro episódios e tem a sua estreia marcada para o dia 14 de novembro na HBO Max.
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