A grande aposta da Netflix para o Oscar de 2024, "Maestro" conta sobre a vida do maestro Leonard Bernstein, uma das mentes por trás de “West Side Sotry”, e sua relação com a esposa Felicia Montealegre
Assim como no filme “Nasce Uma Estrela”, que foi lançado em 2018 e que encantou o público com sua trágica história de amor embalada por canções emblemáticas, em “Maestro”, Bradley Cooper se aventura novamente na responsabilidade de conciliar o papel de protagonista e diretor de um longa. Baseado na vida de Leonard Bernstein, maestro e compositor norte-americano renomado, o filme está disponível de forma exclusiva na Netflix desde dezembro de 2023, quando foi lançado como um original da plataforma. O longa está indicado em três categorias no Oscar de 2024, incluindo de Melhor Filme, Melhor Ator e Melhor Atriz, sendo um forte candidato às estatuetas.
O filme conta a trajetória de Bernstein (Cooper) desde o início de sua carreira na música até sua morte, aos 72 anos de idade. Para viver o mesmo personagem em fases tão distintas da vida, foi necessário um intenso trabalho de maquiagem em Bradley Cooper, que usou 137 próteses ao longo das gravações do filme. Diversos aspectos da vida profissional de Bernstein são relatados na trama, como a criação do clássico musical “West Side Story” (“Amor, Sublime Amor”), ao lado de Stephen Sondheim. Além disso, também exploram seu trabalho como diretor criativo da Orquestra Filarmónica de Nova Iorque de 1958 a 1969, onde buscava aproximar a música clássica das gerações mais jovens.
Porém, “Maestro” não se propõe a ser um filme que conta somente sobre a vida profissional de Bernstein. Isso porque um dos aspectos mais importantes do longa é a relação do músico com a atriz chilena Felicia Montealegre (Carey Mulligan), com quem foi casado até 1978 - quando ela morreu de câncer no pulmão - e teve três filhos. Apesar de, à primeira vista, parecerem ser um casal como qualquer outro, Bernstein possuía atração por outros homens e, ao longo do casamento, teve vários relacionamentos extraconjugais - o que era sabido pela esposa. “Maestro” mostra o companheirismo e amor que Bernstein e Montealegre partilharam por toda vida.
Primeiro álbum de Jennifer Lopez em quase uma década também será acompanhando de um filme sobre sua trajetória no amor que mistura diversos gêneros narrativos
“This Is Me Now: A Love Story” está disponível na Amazon Prime VideoBiomitografia é um termo literário definido pela escritora norte-americana Audre Lorde como um estilo narrativo que mistura mitos, histórias inventadas e aspectos biográficos em um enredo épico - no sentido de possuir um caráter heroico. Na obra “Zami: A New Spelling of My Name”, Lorde conta suas experiências e memórias enquanto uma poetisa e ativista dos direitos humanos de um jeito único, com o objetivo de ressaltar os valores que defendia em sua vida política. Apesar de possuírem intuitos e histórias bastante diferentes, é perceptível a ligação entre a obra de Lorde e a nova empreitada de Jennifer Lopez na Amazon Prime Video.
Isso porque a cantora e atriz disponibilizou desde o dia 16 de fevereiro, em parceria com a plataforma de streaming, a sua própria biomitografia, sob o título de “This Is Me Now: A Love Story”. O filme é um musical e tem como trilha sonora o novo álbum da cantora “This Is Me Now”, que fará seu lançamento no mesmo dia do longa. O disco é o primeiro lançamento da cantora em 10 anos e faz referência ao seu álbum de 2002 “This Is Me… Then”, quarto álbum e um divisor de águas em sua carreira no universo do pop.
As informações disponíveis sobre o filme deixaram os fãs bastante confusos, afinal, esse é um gênero narrativo pouco conhecido e demorou-se para entender o seu objetivo. Porém, “This Is Me Now: A Love Story” tem como base os quatro casamentos de Lopez, que se relacionou com Ojani Noa, Cris Judd, Marc Anthony e, atualmente, está com Ben Affleck (que faz uma aparição no filme e com quem já havia tido um romance bastante midiático no início dos anos 2000). Ao longo dessa jornada por relacionamentos que não deram certo, Lopez vai descobrindo algo óbvio - que, antes de amar o outro, é necessário que ela mesma se ame.
Astronauta que sobrevive a um catastrófico acidente espacial retorna para casa e enfrenta diversos problemas em nova série de ficção científica da Apple TV
“Constellation” é uma série original da Apple TVCom uma quantidade cada vez maior de serviços de streaming disponíveis no mercado, uma alternativa para se destacar dos demais é investir em algum nicho temático em suas produções originais. Essa é claramente a aposta da Apple TV, que vem se tornando uma referência para ótimas séries e filmes de ficção científica. Só desse tema, a plataforma já lançou diversas produções como “For All Mankind” (2019), “Foundation” (2021), “Invasion” (2021), “Monarch: Legacy of Monster” (2023) e “Severance” (2022). E, no dia 21 de fevereiro, será lançado mais um seriado de sci-fi.
Com o título de “Constellation”, o original terá 8 episódios em sua primeira temporada e tem como protagonista a astronauta Jo (Noomi Rapace). Quando a história começa, a personagem está fazendo parte da International Space Station (ISS), uma estação espacial internacional que funciona como um laboratório no espaço e que está em órbita terrestre desde 1998, quando começou a ser construída. Porém, um perigoso acidente faz com que a vida de toda a tripulação fique em risco. Por muito pouco, Jo consegue escapar da morte e retornar para casa, na Terra, onde sua filha pequena e o seu marido a estão esperando.
O que parecia ser a solução dos problemas da protagonista é, na verdade, só o começo deles. Ao voltar, Jo começa a ter algumas alucinações e a se perguntar se esse é mesmo o lugar do qual partiu antes do acidente. Ou, mais delicado que isso, se ela é a mesma pessoa que era quando foi para a ISS. As pessoas mais próximas de Jo vão tentar, ao máximo, oferecer explicações lógicas para o que está acontecendo. Mas ela e a sua filha conseguem sentir que existe algo muito errado. “Constellation” promete ser uma intrigante mistura de thriller e sci-fi, que explora o limite entre um lugar e outro.
As sócias do BLA – Thais Natale – Márcia Ylana e Larissa Santo André – Foto: Sérgio Bemfica
Ballet Livre Adulto celebra 10 anos com espetáculo La Esmeralda em São Paulo - Foto: Sergio Bemfica
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