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Servidor federal, refestelado em seu escritório cá por essas bandas... Leia na coluna de hoje

Confira a coluna Diálogo desta sexta-feira (21)

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Dalai Lama - monge budista tibetano

"Pouco importa o julgamento dos outros. Os seres humanos são tão contraditórios que é impossível atender às suas demandas para satisfazê-los. Tenha em mente simplesmente ser autêntico e verdadeiro”.

FELPUDA

Servidor federal, refestelado em seu escritório cá por essas bandas, estaria disposto a começar aquecimento para entrar em time e jogar na lateral esquerda (ops!), não se preocupando sequer em bater ponto no órgão público onde teria de exercer suas atividades.

Seu “trabalho” é executado por videochamada. Enquanto está nesse dolce far niente, gasta tempo gravando vídeos e apontando dedo em cara alheia. O interessante é que equipe adversária, que está se aquecendo à direita (ops, novamente!) do campo, definiu estratégia de fazer marcação cerrada e ir com tudo para o ataque, sem dó nem piedade. Resta esperar para conferir.

Maioria

Depois de um período com apenas três conselheiros atuando no Tribunal de Contas de MS e com quatro conselheiros substitutos, a situação se modificou. Hoje são cinco titulares ocupando as cadeiras para as quais foram indicados.

Mais

Waldir Neves voltou a atuar já há alguns meses, e nesta segunda-feira foi a vez de Iran Coelho das Neves. O STF decidiu pelo retorno de ambos, enquanto outros dois continuam afastados: Ronaldo Chadid e Osmar Jeronymo.

Dr. Denner Mascarenhas com sua mãe, dra. Maria Silvia BarbosaDr. Denner Mascarenhas com sua mãe, dra. Maria Silvia Barbosa
Angelica BucciAngelica Bucci

Cadeiras

As atenções se voltam para as vagas ao Senado, depois que o governador Riedel e o ex-governador Azambuja definiram seus rumos partidários. São duas vagas que estarão em jogo e quatro nomes constam na lista: Azambuja; senador Nelson Trad Filho; deputado Gerson Claro; e Gianni Nogueira. Dois nomes serão escolhidos pelos seus partidos para fazer dobradinha e compor a chapa de Riedel em 2026.

Em dupla

Na avaliação de alguns políticos, a dobradinha poderá ocorrer com Azambuja e Trad Filho. O primeiro está muito bem cotado para uma das vagas, por ter apoio da maioria dos prefeitos, vices e vereadores eleitos pelo PSDB, o qual comandava, e deverá contar com grande base política. O segundo preside o PSD, que, aliado à chapa de Riedel, terá tempo de rádio e TV e “respeitável” Fundo Partidário.

Respaldos

Sobre os outros nomes para o Senado, o trunfo de Gerson Claro seria o provável apoio que teria de alguns dos seus colegas da Assembleia de MS, que poderão mobilizar as bases para respaldar sua eventual candidatura. O parlamentar tem também atuação considerada forte em diversos municípios. Ele teria ainda o apoio do PP, que conta com o governador Riedel e a senadora Tereza Cristina, o que faz a diferença. Já a vice-prefeita Gianni Nogueira (PL), embora novata na política, tem seu nome aprovado por Bolsonaro. Não precisa dizer mais nada.

Aniversariantes

  • Dra. Kátia Carine Volpe Albertin Fogolin,
  • Jucimara Costa Pereira,
  • Palmira Amélia Campos
  • de Figueiredo Massud,
  • Raquel Araujo de Oliveira Barros,
  • Maurício Pinto Hugo,
  • Ronaldo Queiroz dos Santos,
  • Aurora de Matos,
  • Luiz Abel Piccinin,
  • Genilson da Silva Amarilha,
  • Jânio Luiz Golin,
  • Ricardo Abrão Siufi,
  • José de Paula Brandão,
  • Rogério Alvares Melchior,
  • Maciel Ferreira,
  • Odevanil Rodrigues dos Santos,
  • Shigeo Matsunaga,
  • Norma Rejane Santos Ribas,
  • Darlene Barros Serra,
  • Muriel Monteiro Machado,
  • Karla Monteiro Machado Estrela,
  • Giovana Bigolin,
  • Dr. Mauri Luiz Comparin,
  • Isabela Fiori Travain,
  • João Walter de Vasconcelos,
  • Juliane Genova Moreno,
  • Marcelo Martinusso Duarte,
  • Eduardo Gasperin Andriguetti,
  • Thaís Aparecida Abrão Vieira,
  • Ana Carolina Lyrio de Oliveira Hatschbach,
  • Arsenio Gomes Almiron,
  • Maria Alves Benitez,
  • Valmir Vilas Boas,
  • Tayara Guessy,
  • Roberto Alcântara,
  • Elizabeth de Castro,
  • Rafael José Teixeira Machado,
  • Julho Herminio,
  • Adrianne Bertola Carvalho,
  • Maria Célia Ferreira,
  • Edson Seitsi Arakaki,
  • Janeide Marciano Pouso,
  • Maria da Rosa Salomão,
  • Hélio Pinto de Almeida,
  • Catarina Ferraz da Silva Pedrossian,
  • Katsue Missaka Sakai,
  • Iracema Almeida Barbosa,
  • Elina Nantes Braga,
  • Patrícia Neto Braga,
  • Carlos José Rodrigues Medina,
  • José Antunes de Siqueira,
  • José Artoldo Cançado,
  • Dulcinéa Tavares,
  • Alexandre Moraes,
  • Lênis Gonçalves de Matos,
  • Elmar de Almeida,
  • José Alexandre Ramos Trannin,
  • Carolina Vieira Perez,
  • Maria Emília Mendes de Assis,
  • Denise Borges Conrado,
  • Telma Lúcia Gouvêa Alves,
  • Maurício Odorizzi,
  • Laila Nunes de Campos,
  • Sônia Maria Lima de Souza,
  • Ana Lúcia Carneiro,
  • Carmem Lúcia Pereira,
  • Edivaldo Luiz Dutra Vargas,
  • Dr. Rafael Almeida da Silva,
  • Eliane Barbosa Rigotti,
  • Marina Fernandes Samorano Cano,
  • José Butinhol,
  • Mainá Souza Neto,
  • Mário William Carpes Espíndola,
  • Luís Eduardo Bechuate Saffar,
  • Kamila Garcia Gibim,
  • Durvalina Venâncio Mazotte de Lima,
  • Eva Figueiredo,
  • Ivete Arruda Nogueira,
  • Regina Emília Lima de Vasconcellos,
  • Edson Barbosa de Araújo,
  • Irene Souza Pinto Costa,
  • Edno Fascioni da Silva,
  • Walter Dittmar,
  • Renato Silas Rondora,
  • Eduardo Vignolli Nascimento,
  • Alcindo Cardoso do Valle Junior,
  • Carlos Alberto Serafim dos Santos,
  • Andressa Caroline Rodrigues,
  • Humberto Perez Lima,
  • Lidiane de Brito Curto,
  • Antônio Carlos Konka Balbino,
  • Cleidenice Garcia de Lima Vitor,
  • Elizabete Fátima Pastorello Panachuk,
  • Isabela Carlotto Torres,
  • Magna do Espírito Santo Moura Vilasboa,
  • Isnaete Morais Vieira,
  • João Luiz Marques Salvadori,
  • Marina Shiroma Taira,
  • Thomas Piacsek,
  • Bianca Souza Valverde,
  • Márcia Maria Abdalla,
  • Cerenita dos Santos Polati,
  • Thaisa de Molon Zanin,
  • Miriã Leão Congro,
  • Bianca Maria Lorenzano,
  • Leoneida Ferreira (Leda),
  • Solange de Cássia Minelli.

 

Pet Correio B+

Páscoa: chocolate está entre os principais riscos à saúde de cães e gatos

Veterinário alerta sobre alimentos típicos da data que podem intoxicar os pets

04/04/2026 15h00

Páscoa: chocolate está entre os principais riscos à saúde de cães e gatos

Páscoa: chocolate está entre os principais riscos à saúde de cães e gatos Foto: Divulgação

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Com a chegada da Páscoa, cresce também a preocupação com a alimentação dos animais de estimação. Tradicional na celebração, o chocolate, presente no formato de ovos, bombons, barras e em sobremesas, está entre os alimentos que nunca devem ser oferecidos a cães e gatos, por representar sérios riscos à sua saúde.

Apesar de muitas pessoas associarem o perigo ao açúcar, o principal vilão é a teobromina, uma substância encontrada no cacau. Segundo Gustavo Quirino, médico-veterinário que atua na capacitação técnica da Adimax, fabricante de alimentos para cães e gatos, o organismo dos pets não é capaz de metabolizá-la de forma eficiente.

“A teobromina tem efeito estimulante, semelhante ao da cafeína, mas cães e gatos são muito mais sensíveis a ela. Por isso, mesmo pequenas quantidades podem causar alterações importantes no organismo”, explica.

Quirino destaca ainda que chocolates com maior teor de cacau, considerados mais saudáveis para os seres humanos, são justamente os mais perigosos para os animais. “Quanto mais cacau, maior a concentração de teobromina e, consequentemente, maior o risco de intoxicação”, completa.

Os sinais clínicos variam de acordo com a quantidade ingerida. Em casos leves, podem ocorrer vômito e diarreia. Já em situações mais graves, o animal pode apresentar alterações cardíacas, convulsões e até risco de morte.

Para quem deseja incluir o pet nas comemorações, a recomendação é optar por produtos desenvolvidos especialmente para eles.

O mercado pet oferece uma variedade de opções seguras, como biscoitos, bifinhos e alimentos úmidos, além de petiscos funcionais, que associam sabor a benefícios para a saúde. Há ainda itens temáticos, inspirados no formato de ovos de Páscoa, mas elaborados sem chocolate e adequados ao consumo animal.

Ainda assim, a moderação é essencial. “Mesmo os petiscos apropriados devem ser oferecidos conforme a recomendação do fabricante, respeitando a quantidade diária indicada”, orienta Quirino.

Além do chocolate, outros alimentos comuns em celebrações familiares nesta época também exigem atenção.

“Carnes gordurosas, bacalhau, castanhas, uvas frescas e passas, sementes de frutas, podem causar diferentes problemas de saúde nos pets. Ossos também representam risco, podendo provocar engasgos ou até perfurações no trato digestivo. Já ingredientes como cebola e alho, presentes em grande parte das receitas, podem provocar a destruição das células vermelhas do sangue, podendo causar quadros de anemia”, alerta o veterinário.

Caso o animal ingira algum alimento inadequado ou apresente sinais de mal-estar, a orientação é buscar atendimento veterinário imediatamente.

Cinema Correio B+

O Diabo Veste Prada: a história real por trás do livro, do filme e da continuação

Como uma assistente da Vogue transformou bastidores em fenômeno cultural e por que Miranda Priestly continua sendo uma das figuras mais complexas do cinema contemporâneo.

04/04/2026 13h30

O Diabo Veste Prada: a história real por trás do livro, do filme e da continuação

O Diabo Veste Prada: a história real por trás do livro, do filme e da continuação Foto: Divulgação

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Quando Lauren Weisberger publicou O Diabo Veste Prada em 2003, o que parecia ser apenas mais um romance ambientado no universo da moda rapidamente revelou outra ambição. O livro nascia de uma experiência muito específica, mas tocava em algo mais amplo: a dinâmica de poder em ambientes onde prestígio e exaustão caminham juntos.

Weisberger havia trabalhado como assistente de Anna Wintour na Vogue, um dos cargos mais desejados e, ao mesmo tempo, mais temidos dentro da indústria editorial. Ao transformar essa vivência em ficção, ela encontrou o tom que equilibra fascínio e desgaste.

A protagonista Andrea Sachs não entra apenas em uma revista de moda. Ela entra em uma estrutura que exige devoção absoluta e oferece, em troca, uma promessa de acesso.

O sucesso do livro não se explica apenas pelo glamour. Ele veio da sensação de reconhecimento. Mesmo para leitores fora da moda, havia ali um retrato familiar de ambientes hierárquicos, de chefes inalcançáveis e de jovens profissionais tentando provar valor em condições quase impossíveis. O sucesso foi tanto que a continuação chega aos cinemas ainda nesse mês de abril.

Miranda Priestly e a construção de um mito reconhecível

Desde o início, a associação entre Miranda Priestly e Anna Wintour foi inevitável. Weisberger sempre sustentou que a personagem era uma composição, o que é tecnicamente verdadeiro. Ainda assim, os códigos estavam todos ali, organizados de forma precisa demais para serem ignorados.

O corte de cabelo, os óculos escuros, o silêncio como instrumento de poder, a maneira como uma frase curta pode redefinir o clima de uma sala inteira. Miranda não precisava levantar a voz porque o sistema já estava estruturado ao seu redor para amplificar cada gesto.

A reação de Wintour, por sua vez, foi tão estratégica quanto a personagem que inspirou o debate. Ao comparecer à première do filme vestindo Prada, ela deslocou a narrativa. Em vez de se defender, apropriou-se do momento. Aquilo que poderia ser lido como exposição transformou-se em reafirmação de controle.

O desconforto que o livro provocou

O impacto do romance dentro da indústria foi imediato, embora raramente declarado de forma direta. O problema não era a revelação de um segredo específico, mas a visibilidade de práticas que sempre existiram e eram tratadas como parte do jogo.

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Assistentes submetidas a jornadas exaustivas, demandas absurdas tratadas como testes de lealdade, uma cultura que confunde resiliência com resistência ao desgaste. Weisberger não inventou esse cenário, mas o organizou de forma acessível, o que acabou sendo mais perturbador do que qualquer denúncia frontal.

Houve críticas à autora, acusada por alguns de transformar sua experiência em oportunismo. Ao mesmo tempo, o silêncio institucional sobre os detalhes mais incômodos funcionou como uma confirmação indireta de que o retrato não estava tão distante da realidade quanto muitos gostariam.

O caminho até o cinema e a mudança de tom

A adaptação cinematográfica de 2006, dirigida por David Frankel, entendeu algo essencial que nem sempre está presente em adaptações: não bastava reproduzir a história, era necessário reinterpretá-la.

O filme suaviza Andrea, amplia o universo da revista e, sobretudo, redesenha Miranda. No livro, ela é mais próxima de uma força opressiva constante. No cinema, ela ganha camadas que tornam sua presença mais complexa e, por isso mesmo, mais inquietante.

Essa transformação passa diretamente por Meryl Streep. Sua interpretação evita o caminho mais óbvio da caricatura e constrói uma personagem baseada em contenção. O poder de Miranda está no que não é dito, no intervalo entre uma ordem e outra, na consciência de que todos ao redor já antecipam suas expectativas.

O famoso discurso sobre o cerúleo sintetiza essa abordagem. Ele desloca a discussão da superfície para a estrutura, explicando como decisões aparentemente banais são resultado de uma cadeia complexa de influência. Ao fazer isso, o filme legitima aquele universo ao mesmo tempo em que o expõe.

Ao lado de Streep, Anne Hathaway conduz a trajetória de Andrea com um equilíbrio entre ingenuidade e ambição, enquanto Emily Blunt oferece uma leitura afiada do custo emocional de se adaptar completamente ao sistema.

O Diabo Veste Prada: a história real por trás do livro, do filme e da continuaçãoO Diabo Veste Prada: a história real por trás do livro, do filme e da continuação - Divulgação

Resultados e impacto cultural

O filme ultrapassou a marca de 300 milhões de dólares em bilheteria mundial e consolidou-se como um dos títulos mais influentes de sua geração dentro do gênero. Mais do que isso, redefiniu a maneira como histórias ambientadas em ambientes corporativos femininos poderiam ser contadas.

Ele não se limita a criticar ou a celebrar. Ele opera em uma zona ambígua que permite leituras diferentes conforme o tempo passa. Para alguns, Miranda é uma vilã. Para outros, uma líder moldada por um sistema que cobra resultados com a mesma intensidade com que pune fragilidade.

Essa ambiguidade é o que mantém o filme em circulação constante no debate cultural, especialmente em um momento em que discussões sobre liderança, cultura de trabalho e equilíbrio pessoal ganham novas camadas.

A continuação literária e a possibilidade de retorno no cinema

Em 2013, Weisberger retornou a esse universo com Revenge Wears Prada. Andrea já não é a jovem insegura do início. Ela construiu sua própria trajetória profissional, mas descobre que o passado não se dissolve com facilidade, especialmente quando Miranda Priestly decide reaparecer.

A continuação desloca o conflito. Se antes a questão era sobreviver, agora se trata de estabelecer limites. Andrea já conhece as regras do jogo, mas isso não significa que esteja imune ao seu impacto.

A autora ainda expandiu esse mundo com When Life Gives You Lululemons, centrado na personagem Emily, o que reforça a ideia de que aquele universo funciona como um ecossistema mais amplo, onde diferentes trajetórias revelam diferentes formas de lidar com o mesmo tipo de pressão.

No cinema, a ideia de uma sequência do filme original nunca desapareceu completamente. Ela ressurge em ciclos, acompanhando o interesse da indústria em revisitar histórias consolidadas. O desafio, nesse caso, não é apenas reunir elenco e equipe, mas encontrar uma abordagem que dialogue com um mundo transformado.

A figura de Miranda Priestly, construída em um contexto de autoridade incontestável, precisaria ser reposicionada em uma realidade marcada por redes sociais, exposição constante e questionamentos mais diretos sobre estruturas de poder. O que antes era aceito como exigência pode hoje ser interpretado como abuso. Essa tensão oferece material dramático evidente, mas exige uma leitura mais sofisticada.

Entre ficção e realidade, o que realmente ficou

O que torna O Diabo Veste Prada um caso tão duradouro não é a precisão factual, mas a capacidade de traduzir uma experiência coletiva em narrativa. Ele não documenta a Vogue nem pretende fazê-lo. Ele reorganiza percepções sobre trabalho, ambição e pertencimento.

Ao fazer isso, transforma uma história pessoal em algo reconhecível em diferentes contextos. E talvez seja justamente essa capacidade de deslocamento que explica por que, duas décadas depois, ainda se discute não apenas quem inspirou Miranda Priestly, mas o que ela representa.

Anne Hathaway, Meryl Streep e Emily Blunt retornam para a sequência do clássico dos anos 2000

Quase 20 anos depois de sua estreia, a sequência  O Diabo Veste Prada 2  chega aos cinemas brasileiros no dia 30 de abril. A continuação acompanha o retorno de  à revista Runway, ainda sob o comando da implacável editora-chefe Miranda Priestly, mas passando por um momento delicado. A estratégia de “salvar” a Runaway as força a se reconectar com Emily Charlton, a ex-assistente de Miranda, que agora comanda uma marca de luxo que pode ser a chave para manter a Runway ativa. Será que ela já perdoou Andy e Miranda?

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