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SAÚDE

Substituição de caminhadas por veículos leva quase metade dos brasileiros ao sedentarismo

Pesquisas apontam que a substituição de caminhadas e pedaladas por meios motorizados contribui para que quase metade dos brasileiros não atinja os níveis mínimos de atividade física recomendados pela OMS

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Imagine começar o dia sentado no carro ou no ônibus, passar horas no trabalho também sentado e retornar para casa da mesma forma.

Para milhões de brasileiros, essa cena se repete diariamente, configurando um fenômeno silencioso que especialistas chamam de sedentarismo de deslocamento – uma das faces mais preocupantes da inatividade física na contemporaneidade.

Diferentemente do sedentário tradicional, aquele que simplesmente não pratica exercícios, o sedentário de deslocamento pode até frequentar academias ou praticar esportes nos fins de semana, mas passa a maior parte do dia sem movimentar o corpo, especialmente nos trajetos entre casa, trabalho e estudo.

E os números mostram que essa realidade atinge uma parcela significativa da população brasileira.

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de metade dos adultos brasileiros não atinge a recomendação mínima de atividade física estabelecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de 150 minutos semanais de atividades moderadas.

Outras pesquisas indicam que esse porcentual pode variar entre 52% e 60% da população adulta – um índice alarmante que coloca o Brasil como o quinto país mais sedentário do mundo e o primeiro da América Latina no ranking da OMS.

O Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) do Ministério da Saúde revelou que enquanto a prática de atividade física no tempo livre apresentou crescimento entre 2009 e 2021 – passando de 30,3% para 36,7% da população –, a atividade física no deslocamento sofreu uma redução drástica no mesmo período, caindo de 17% para apenas 10,4%.

Isso significa que as pessoas estão se exercitando mais no lazer, mas se movimentando menos no dia a dia. O resultado é que, mesmo com a ida à academia, muitos ainda podem ser considerados sedentários porque passam a maior parte do tempo sem se mover.

A pandemia de Covid-19 agravou este cenário. Pesquisa da Fiocruz indicou que a proporção de brasileiros que praticavam atividades físicas regulares caiu de 30% para 14% durante o período mais crítico da crise sanitária, com aumento expressivo do tempo sentado e do uso de telas.

RISCOS

O preço desse comportamento é alto. Estudos mostram que a inatividade física, associada ao sedentarismo nos deslocamentos, pode dobrar o risco de desenvolvimento de doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e obesidade.

De acordo com o Instituto Nacional de Saúde, a prática insuficiente de atividades físicas esteve relacionada a mais de 800 mil óbitos no mundo em 2019, tornando-se uma das principais causas de perda de anos de vida saudáveis entre homens e mulheres.

Entre os problemas de saúde mais comuns associados ao sedentarismo estão doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes mellitus tipo 2, distúrbios mentais e até mesmo alguns tipos de câncer, como de mama, próstata e cólon.

PLANEJAMENTO URBANO

Mas, afinal, por que os brasileiros estão se movimentando menos em seus trajetos diários? A resposta pode estar no desenho das cidades.

Foto: Arquivo Correio do Estado

Uma análise da OMS concluiu que uma das formas mais efetivas de estimular naturalmente a atividade física é por meio de políticas de transporte e planejamento urbano.

No entanto, o desenvolvimento econômico e o processo de urbanização nas últimas décadas vêm alterando as distâncias percorridas e os padrões de transporte da população – quase sempre em favor dos veículos motorizados.

Uma pesquisa realizada em grandes metrópoles como São Paulo escancara o problema: 78% dos cidadãos apontam o trânsito como o principal “vilão” da rotina, e a demorada locomoção atrapalha tanto a saúde física quanto a mental.

O impacto do ambiente construído na saúde é tão significativo que características de bairros ou cidades inteiras podem provocar alterações nas taxas de doenças crônicas, além de maior ocorrência de fatores de risco como obesidade e hipertensão.

A maneira como as cidades são projetadas e organizadas tem impacto direto no sedentarismo da populaçãoA maneira como as cidades são projetadas e organizadas tem impacto direto no sedentarismo da população - Foto: Arquivo Correio do Estado

O explorador e escritor Dan Buettner dedicou 15 anos a investigar por que populações de cinco regiões específicas – Okinawa, no Japão, Sardenha, na Itália, Nicoya, na Costa Rica, Ikaria, na Grécia e Loma Linda, na Califórnia – viviam mais e com melhor saúde.

Ele descobriu que a longevidade dos habitantes era resultado de condições comuns, entre elas, a forma como as pessoas se deslocam diariamente.

Nesses locais, a população não costuma pagar para se manter ativa frequentando academias. As atividades físicas ocorrem naturalmente como consequência das viagens diárias feitas a pé ou de bicicleta.

Buettner defende que “não podemos depender de mudanças de comportamento. Precisamos melhorar a saúde das comunidades ao promover mudanças permanentes ou semipermanentes em diversos níveis”.

Seu programa Blue Zones (Zonas Azuis) atua justamente na melhoria de calçadas, implantação de ciclovias e criação de espaços públicos e caminhos seguros para deslocamentos ativos.

CUSTO ECONÔMICO

A inatividade física não afeta apenas a saúde individual, mas também impacta diretamente os cofres públicos e a economia como um todo. Além dos custos com assistência médica, há perdas econômicas significativas por licenças médicas e queda de produtividade.

Um estudo da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, demonstrou que a cada US$ 1,3 mil investidos na construção de ciclovias em Nova York em 2015, foram gerados benefícios equivalentes a um ano de vida saudável a mais para todos os moradores da cidade.

Londres implementou o programa Healthy Streets (Ruas Saudáveis) para estimular a população a caminhar, pedalar e usar transporte coletivo. Segundo levantamentos locais, pelo menos um quarto das viagens feitas de carro poderiam ser realizadas a pé e dois terços, de bicicleta.

“A maneira mais fácil de a maioria dos londrinos continuarem ativos é usar o transporte a pé e de bicicleta nos deslocamentos diários. Dois períodos de 10 minutos de caminhada ou pedalada acelerada por dia são suficientes para atingir o nível de atividade física recomendado”, afirma o plano municipal.

Projeções apontam que, se todos os moradores de Londres caminhassem ou pedalassem 20 minutos por dia, 1,7 bilhão de libras seriam economizadas em custos de tratamentos do sistema de saúde inglês ao longo de 25 anos.

Estima-se ainda a redução de mais de 19 mil casos de demência, 18 mil casos de depressão, 16 mil doenças cardiovasculares e 6 mil infartos.

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TEATRO

Encontro na costa leste terá talk show, palestra e reunião de artesãos para fortalecer o setor

Experiência que envolve talk show e palestra magna com Marco Aurélio Pulcherio acontece amanhã, a partir das 9h, no Centro de Eventos João Leme, no município de Bataguassu

21/10/2026 08h45

Evento terá início às 9h com o credenciamento e café da manhã que será seguido de um talk show que antecede o bate-papo com Marco Pulcherio, em Bataguassu

Evento terá início às 9h com o credenciamento e café da manhã que será seguido de um talk show que antecede o bate-papo com Marco Pulcherio, em Bataguassu Foto: Divulgação/Agro Agência

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Distante aproximadamente 310 quilômetros da Capital do Mato Grosso do Sul, o município conhecido como Morada dos Tucunarés localizado no extremo leste do Estado, será sede do Encontro Regional de Artesanato, que trará uma palestra magna com Aurélio Pulcherio amanhã no Centro de Eventos João Leme, em Bataguassu. 

Fundador da Marco 500 design, o artesão é o convidado para a palestra que está marcada para começar às 12h, porém, antes disso, o evento terá início às 9h com o credenciamento e café da manhã que será seguido de um talk show que antecede o bate-papo em Bataguassu. 

Este encontro promovido pela MS Florestal é uma iniciativa que reúne artesãos da Costa Leste para um dia de integração, voltado para a troca de experiência e vindo como uma forma de fortalecer o setor, aproximando os produtores de um network efetivo e de geração de oportunidades. O evento teve inscrições por meio de formulário digital, em razão do número limitado de vagas. 

Conforme a entidade, o encontro busca valorizar peças criadas por homens e mulheres, artesãos da costa leste do Estado, além de aproximar quem produz de quem compra e abrir novas fontes de renda na região, vindo batizada com o mote “Mãos que conectam, arte que gera oportunidades”. 

Elaine Cristina Guarnieri Martins é uma dessas artesãs da costa leste de Mato Grosso do Sul que, há quase quatro décadas, dedica-se à confecção dos mais diversos itens que carregam, inclusive, a identidade sul-mato-grossense em seu trabalho. Ela explica que tinha apenas sete anos quando sua tia, Neusa, deu-lhe em suas mãos o primeiro kit com agulha para crochê. 

Moradora do distrito Nova Porto XV, de Bataguassu, Elaine confecciona desde capivaras, araras, tucanos e até onças-pintadas na técnica de amigurumi. Ela é presidente da Associação dos Artesãos de Nova Porto XV, parte dos cerca de 100 artesãos que são esperados no Encontro Regional de Artesanato, que acontece amanhã, que inclusive conta com o apoio da MS Florestal e do Sebrae. 

Após algumas idas e vindas, o crochê inicialmente aprendido em casa deu lugar aos bordados, às demais técnicas de pintura e fuxico aprendidas na escola, com a agulha específica e a primeira prática retornando há pouco mais de uma década, dando vida a bolsas, roupas, tapetes e mais.

Logo depois veio o amigurumi, do qual vieram à tona os bonecos feitos em crochê, e ela se apaixonou de vez. Porém, foi o desafio imposto pelo designer Renato Imbroisi que apareceu uma verdadeira virada profissional no seu trabalho: dar vida pela técnica à representação de animais característicos do Pantanal. 

“Antes eu fazia só por fazer. Hoje virou renda. O artesanato hoje representa uma conquista na minha vida. É algo que eu sempre gostei de fazer, mas antes fazia só por fazer. Hoje virou uma renda. Ainda é um complemento, mas eu creio que vai virar a principal e que vou poder viver só do meu artesanato”, revela a artesã.

Cerca de 25 artesãos compõem a associação presidida por Elaine, onde o sustento por meio do artesanato já se destaca como a principal fonte de renda da maioria, que colhem a argila que serve de matéria-prima para suas produções no distrito de Nova Porto XV. Porém, os trabalhos ainda estendem-se por obras em madeira e, é claro, em crochê. 

“Quem encontra as nossas peças consegue enxergar nos detalhes a história de cada uma, o trabalho, o capricho. A minha maior dificuldade hoje é a divulgação. É uma oportunidade que não podemos perder... devemos aproveitar ao máximo”, esclarece Elaine sobre os desafios de precificação, venda e mais que são superados com apoio da MS Florestal e Sebrae.

Como bem reforça o analista de Responsabilidade Social da MS Florestal, Edvaldo Araújo, o artesanato é uma profissão nobre que ainda possui a missão de carregar a cultura e a identidade de um território, com esse e outros caminhos sendo estimulados por meio dessa iniciativa do encontro regional de artesanato. 

“Queremos que as peças feitas aqui sejam reconhecidas pelo valor que têm e que esse reconhecimento se transforme em renda para as famílias da região. Quando uma artesã consegue vender melhor o que produz, ela fortalece a própria casa, inspira outras pessoas e movimenta a economia local. É esse ciclo que queremos estimular”, cita. 

Elaine ainda reforça que sua expectativa maior está voltada para a sessão de negócios, que para além dos bons contatos e diversos aprendizados a experiência seja refletida em bons acordos firmados e vendas concluídas. Além da associação presidida por ela, esse encontro vai reunir artesãs e artesãos de 11 municípios da Costa Leste sul-mato-grossense:

  •  Água Clara, 
  •  Aparecida do Taboado, 
  •  Bataguassu, 
  •  Brasilândia, 
  •  Cassilândia, 
  •  Inocência, 
  •  Paranaíba, 
  •  Ribas do Rio Pardo, 
  •  Santa Rita do Pardo, 
  •  Selvíria e
  •  Três Lagoas. 

Entre os grupos confirmados estão também a Associação de Artesãos de Paranaíba, a Associação de Artesãos de Aparecida do Taboado, a Associação Ipê Rosa Costura Sustentável, de Bataguassu, a Casa do Artesão de Três Lagoas (Aclams) e a Associação dos Artesãos de Brasilândia (Aartebras).

“É um apoio muito importante para todos os artesãos de Nova Porto XV poder mostrar o seu trabalho para uma parte do mundo. Nunca desista dos seus sonhos. Mesmo em meio às dificuldades, devagar a gente chega lá. O segredo é não desistir nunca”. 

>> SERVIÇO

Encontro Regional de Artesanato 

Data: amanhã.
Horário: a partir das 9h. 
Local: Centro de Eventos João Leme – Rua Ponta Porã, nº 173, Bataguassu.
Entrada: gratuita.

Diálogo

Animada que só, a ex-ministra do Planejamento, Simone Tebet, entrou no... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quarta-feira (21)

21/10/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Bráulio Bessa - Escritor brasileiro

"Nem toda lágrima é dor, nem toda graça é sorriso, nem toda curva da vida tem uma placa de aviso, e nem sempre o que você perde é de fato um prejuízo”.

FELPUDA

Animada que só, a ex-ministra do Planejamento, Simone Tebet, entrou no ritmo de festa na caminhada pró-Lula que foi realizada em São Paulo. E desfilou toda-toda, no maior ziriguidum, tocando tamborim ao lado da deputada federal Tabata Amaral. Em tempo: Simone trocou Mato Grosso do Sul pela Capital paulistana para concorrer ao Senado. Deu ruim, pois ela perdeu a eleição por lá e o seu marido Eduardo Rocha saiu derrotado por aqui na disputa por vaga na Assembleia Legislativa de MS. Vai vendo...

Diálogo

Continua?

No 14º mandato, o deputado estadual Londres Machado (PP) poderá voltar a ser escolhido como líder do governo na AssembleiaLegislativa de Mato Grosso do Sul. A experiência e o trânsito político pesam a seu favor, porque para o governo nunca são demais.

Mais

No primeiro mandato de Eduardo Riedel, suas articulações ajudaram a garantir tranquilidade ao Executivo na relação com o Legislativo. Em tempos de novas composições, a habilidade de diálogo continua sendo um ativo valioso.

DiálogoAlini Mello - Foto: Arquivo Pessoal

 

DiálogoMateus Verdelho - Foto: Lu Prezia

Menos

A senadora Tereza Cristina e o futuro senador e cacique do Centrão, Arthur Lira, aconselharam o senador Rogério Marinho, coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, que baixe a bola e foque primeiro em ganhar a eleição neste segundo turno. Dizem que a grande falha do time de Flávio tem sido já contar com a vitória, antes mesmo do juiz apitar o fim do jogo. 

Sonho meu...

O deputado federal Dr. Luiz Ovando não conseguiu se reeleger e já está se movimentando para, digamos, ser visto pelo governador Eduardo Riedel. Ele está de olho no comando da Secretaria de Saúde de MS. Mas não é só ele que quer porque quer sentar nessa cadeira de polpudo orçamento. O deputado espera contar com apoios necessários para que ele consiga assumir a pasta. É esperar para ver.

Termômetro

Ninguém de MS está no ranking dos políticos eleitos da direita engajados na campanha de Flávio Bolsonaro. O empenho dos aliados vem sendo medido em todo o País. Diante da inércia no Estado, o senador eleito Reinaldo Azambuja resolveu dar um chacoalhão na moçada.Já o irmão do presidenciável e senador eleito por Santa Catarina, Carlos Bolsonaro, aparece em sexto lugar. Carol de Toni, eleita senadora por SC, está em terceiro lugar como a mais engajada na campanha. Em primeiro lugar, está o senador eleito por Goiás, Gustavo Gayer.

ANIVERSARIANTES 

  • Alencastro Maria Alves Neto,
  • Marlize (Lize) Helena Dalpasquale, 
  • Miguel Povh Filho, 
  • Silmara Domingues Araújo Amarilla, 
  • Luiz Dresch,
  • Bianca Afonso Baggio,
  • Sofia Ruiz,
  • Domenico Minna,
  • Antonio Luiz Farias,
  • Faustino Gonçalves Sobrinho,
  • Israel Machado de Melo Sobrinho,
  • Paulo Roberto Davalo,
  • Aciso Batista Alves,
  • José Odorico de Oliveira Almeida,
  • Celso Augusto Pinto Cavalcante,
  • Cyro Clemente, 
  • Rozinete Albuquerque,
  • Ana Rosa Garcia Macena Vargas,
  • Maria Luiza Borges Daniel Zangari,
  • Denise Ferreira Khalil,
  • Fernanda Epelbaum,
  • Fernando Epelbaum,
  • Dr. Eurípedes Barsanulfo Pereira,
  • Leonor Lopes da Silva Saad, 
  • Márcia Aparecida Perez Heredia Miotto,
  • Dr. Sérgio Kiyoshi Utima, 
  • Nélia Orro,
  • Ademilson Martins da Rocha,
  • João Vinicius do Amaral Schllosseer,
  • Kátia Tamashiro Pedraza,
  • Gilda Corrêa Gamba,
  • Jusely Lins Vasconcelos,
  • Mário Ivo Aureliano,
  • Nivardo Jovito Rocha,
  • Maria Mercedes Oliveira,
  • Geraldo Ferreira Alves,
  • Adilson Marques Leite,
  • João Fernandes,
  • Marcelino de Rezende,
  • Euzébio do Espírito Santo,
  • Juarez Ribeiro da Silva,
  • Lourdes Cardoso Martins,
  • Roberta Cabral Kretsch,
  • Flávio Filizzola, 
  • Marco Antônio Comparin, 
  • Sérgio Francisco Duarte,
  • Celina Pereira da Rosa,
  • Aloísio Beraldo e Andrade,
  • Etuco Adashi Kanasawa,
  • Francisca Carvalho dos Reis,
  • Maria Rogéria Fernandes,
  • Ailton Martins,
  • Everaldo Escobar Amorim,
  • Maria Cecilia de Sousa,
  • Rezenaide de Camargo Rohewedd,
  • Milton Gonzaga Carvalho,
  • Jair Antonio Leonardi,
  • Maria Madalena dos Santos,
  • Adevaldo José Ramires Pereira,
  • Guilhermina Rego de Oliveira Carvalho,
  • Ivone Gonçalves da Silva,
  • Thiago Ferreira de Castro Junior,
  • Astrogildo José Ferreira de Carvalho,
  • Claudio Freire de Menezes,
  • José Ricardo Buchara Martins,
  • Denise Campos Serra da Cruz, 
  • Dr. Jefferson Dário José de Paula,
  • Carlos Alberto Bianchi, 
  • Amâncio Rodrigues da Silva Júnior,
  • Janete Batista,
  • Fábio Marques Barbosa,
  • Josefa Lázaro Mendes,
  • Marcela Congro Leal,
  • Nilza Fernandes Marinho,
  • Paula Regina da Silva Sanematsu,
  • Liliane de Jesus Berbette,
  • Suely Aparecida de Souza Navarro,
  • Leni Caetano dos Santos e Silva,
  • Elinete Ricartes Barros,
  • Sandro Ricardo Zvicker,
  • Denise Aparecida Siqueira,
  • Sandra do Amaral Lucena,
  • Carlos Eduardo Volpe,
  • Fabricio Widal de Albuquerque,
  • Caroline Queiroz Diniz,
  • Robson Ferreira Cantarella,
  • Carlos José Camilo de Carvalho,
  • Elisete Eziquiel da Costa,
  • Áurea Beatriz Knapik, 
  • Marilene Karoline Pereira Wesner Rodriguez,
  • Celeste de Jesus Pereira,  
  • Jônatas de Lima Barros,
  • Viviane Barbosa Teixeira,
  • Aléxis Garcia Scorza,
  • Cássia Aparecida Pompeu Muller,
  • Cleiton Tubino Silva,
  • Rogério Fernando Makert Faria,
  • Cleres de Fátima Antunes 
  • Pinto Vedovato,
  • Maridalva de Souza Sampaio,
  • Cícero Nobre Castello, 
  • Regiane Lopes Gonela,
  • Gilson Gonçalves da Silva,
  • Astor Antonio de Oliveira Junior,
  • Jaqueline Simone Barbosa Pereira,
  • Mônica de Almeida Arenales,
  • Paula Escobar Yano.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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