Com uma crítica social afiada, uma boa dose de humor e sacadas do enredo que mexem com a nostalgia de criança, “Barbie” se tornou o filme do ano
O ano de 2023 foi tomado pelo tema “Barbie”, gerando uma comoção pelo filme que não havia sido vista desde o fim da pandemia de covid-19. Com Margot Robbie e Ryan Gosling nos papéis principais, o longa foi dirigido por Greta Gerwing e teve a sua estreia no dia 20 de julho, tendo arrecadado no Brasil cerca de R$ 22,9 milhões somente na primeira semana. Além de sucesso de bilheteria, o filme também foi muito elogiado pela crítica especializada, tendo até sido indicado em diversas categorias na premiação do Globo de Ouro. Já fora dos cinemas, “Barbie” fará sua estreia no streaming pela HBO Max, onde está disponibilizado desde o dia 15 de dezembro.
Margot Robie vive a personagem da Barbie Esteriotípica, que vive na Barbielânida, um lugar perfeito onde sempre se acorda feliz e em uma casa dos sonhos – que é aberta e não precisa de água para funcionar, assim como nas brincadeiras de boneca. As mulheres são as líderes de Barbielânida e os homens (todos Kens, exceto pelo personagem do boneco Ryan) vivem apenas em função de agradar as suas respectivas Barbies, com profissões como “praia”. Já elas podem ser tudo, desde presidente até médica e astronauta.
Apesar da caracterização da Barbielânida ser um dos pontos altos do filme, o enredo não se restringe a isso. A aventura começa quando a Barbie Esteriotípica começa a apresentar alguns comportamentos estranhos, como pensamentos sobre morte e tristeza. Assim, a solução encontrada pela personagem é ir para o mundo real e buscar a menina que brinca com ela de verdade e tentar ajudá-la a lidar com os sentimentos que ela passa para a sua boneca. Junto com ela, o Ken de Ryan Gosling também viaja para fora de Barbielânida. Porém, o mundo real é muito diferente e a protagonista enfrentará muitas dificuldades em uma realidade em que os homens estão no poder.
Do mesmo roteirista de “Rick & Morty”, nova série de animação da Netflix, “Carol & o Fim do Mundo” traz a Humanidade com dias contados
Se engana quem acha que as animações são um gênero exclusivo para crianças. Nos últimos anos tem crescido cada vez mais o número de séries que utilizam do recurso do desenho para contar histórias complexas e com um recorte mais jovem/adulto. Uma das que mais vem se destacando nas produções recentes, é o seriado “Rick & Morty”, que está no ar desde 2013 e já conta com 7 temporadas. E, para a alegria dos fãs do programa, um dos seus roteiristas (Dan Guterman) assina uma nova série animada para a Netflix. Com um teor apocalíptico, “Carol & o Fim do Mundo” estreia no dia 15 de dezembro.
Quando o primeiro episódio começa, a Humanidade está diante da sua extinção iminente – causada por um planeta misterioso que avança cada dia mais em direção a Terra, até que eventualmente colida com ela. Com o fim do mundo certo e anunciado, as pessoas começam a viver de forma mais intensa e aventureira, tentando aproveitar cada momento na Terra para realizar todos os seus desejos mais mirabolantes. No meio desse frenesi, está Carol (com a voz de Martha Kelly), uma mulher adulta que se encontra perdida com as possibilidades desse cenário apocalíptico.
Diferentemente dos outros, Carol não quer pular de asa delta, ou se embriagar todo dia. A personagem encontra sua felicidade nas coisas simples do dia a dia, como ir ao trabalho. Junto com ela, um grupo de pessoas que encontram conforto na monotonia passam os últimos meses na Terra trabalhando no setor de contabilidade de uma empresa. Mesmo sem entender o porquê da empresa e para que ela existe, a protagonista se sente feliz em poder viver normalmente, sem tentar forçar a sua realidade nos planos para o fim do mundo de outras pessoas. Assim, a série acompanha Carol em sua busca por si mesma, sem se preocupar com o fim do mundo.
Dois irmãos se envolvem em uma série de problemas ao tentarem consertar as consequências de atitudes levianas
O novo suspense investigativo da Paramount Plus foi escrito pelo cineasta norte-americano Brian Helgeland e chega na plataforma de streaming no dia 15 de novembro. Com o título de “Finestkind” – termo em inglês que atribui qualidade a alguma coisa (sejam pessoas, objetos ou princípios) –, o filme fala sobre conexão e relacionamentos. Apesar de focar bastante na dinâmica entre dois irmãos criados separados, o enredo também aborda o impacto (positivo ou negativo) das relações com os pais na forma como os personagens vêem a vida, mesmo depois de adultos.
O filme é ambientado na região de Nova Inglaterra, no nordeste dos Estados Unidos, e tem como personagens principais os meio-irmãos Tom (Bem Foster) e Charlie (Toby Wallace). Apesar de serem filhos da mesma mãe, o fato de terem pais diferentes fez com que cada um crescesse em uma realidade muito diferente da outra. Por um lado, Charlie quer viver novas experiências no verão que antecede a sua entrada em uma prestigiada universidade do país e, por isso, acompanha o irmão em seu trabalho como pescador em uma pacata cidade litorânea. Enquanto Tom segue os passos do pai biológico na sua profissão (inclusive usando o barco do mesmo), Charlie não suporta a ideia de seguir o mesmo caminho que o seu pai advogado.
Durante essas férias, os dois vão formar uma equipe de pesca que, em uma atitude inconsequente de pescar de forma ilegal em águas canadenses, acaba ganhando uma multa enorme. Sem ter como pagar as autoridades, os dois precisam dar um jeito de levantar dinheiro para recuperar o barco do pai de Tom. Por conta disso, eles acabam se envolvendo com uma perigosa gangue ligada ao tráfico de drogas. O elo entre os irmãos e os criminosos é a namorada de Charlie (Jenna Ortega), cuja mãe é viciada em drogas.
Da esquerda para a direita: Thielly Prado, empreendedora e especialista em saúde das sobrancelhas; Natália Morota, biomédica especializada em harmonização facial e rejuvenescimento; Anna Paula Abreu, cerimonialista que conduziu o evento; Luanna Caramalac, nutricionista funcional e integrativa; e a médica Viviane Orro - Foto: Divulgação
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Marco Antonio Moraes e Valéria Foschiani - Foto: Studio Vollkof
Fernanda Motta - Foto: Lu Prezia


