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SOLIDARIEDADE

Teleton ajudará AACD a construir nova sede

Teleton ajudará AACD a construir nova sede

CRISTINA MEDEIROS

03/11/2010 - 16h49
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A Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), que neste ano completa 60 anos e é referência no atendimento e reabilitação do deficiente físico, espera arrecadar R$ 20 milhões em doações na maratona televisiva que será transmitida ao vivo nesta sexta e sábado pelo SBT e que tem confirmada a participação de mais de 70 artistas.

A partir das 21h30min desta sexta-feira, a entidade realizará a 13ª edição do Teleton, maratona televisiva que tem o objetivo de mobilizar a sociedade em favor da causa central da instituição, a reabilitação física e social dos deficientes físicos. O programa, ao longo de suas 26 horas, terá como meta alcançar R$ 20 milhões, que serão destinados à manutenção das nove unidades e à construção de um novo Centro de Reabilitação em 2011, cuja localização será revelada apenas no final do programa. A abertura do programa será comandada pelo apresentador Silvio Santos, contará com a participação da madrinha do projeto Hebe Camargo e da cantora Claudia Leitte. Além deles, mais de 70 artistas se revezarão no palco até o término no início da madrugada do dia 7. Victor e Léo, Daniel, Eliana, Ivete Sangalo, Bruno e Marrone, Wanessa, César Menotti e Fabiano, Banda Cine, Celso Portiolli e Grupo Revelação são alguns dos nomes confirmados.

A cada edição, o Teleton amplia a rede de pessoas físicas e jurídicas envolvidas com a causa, que permitem à AACD alcançar suas metas financeiras e incluir o assunto da deficiência física no dia a dia dos brasileiros. “As doações são fundamentais para promover o crescimento da instituição e, dessa maneira, transformar a realidade dos pacientes atendidos pela AACD em todo Brasil”, revela Eduardo de Almeida Carneiro, presidente voluntário da entidade.

Somente em 2009, a AACD realizou 1.347.777 atendimentos, considerando-se cirurgias, consultas e terapias oferecidas. “Foram 5.760 atendimentos diários e 6.239 cirurgias que contribuíram para a melhoria na qualidade de vida dos pacientes”, acrescenta o presidente voluntário. 0500, 0800 e site. As doações podem ser feitas via 0500, 0800 e pela internet. No portal www.teleton.org.br, desenvolvido para facilitar a participação do público, os internautas podem colaborar com qualquer valor a partir de R$ 5. Quem acessar os sites da AACD ou do SBT será direcionado ao site oficial do Teleton, onde é possível efetuar as doações. Pelo telefone, são duas opções: Atendimento eletrônico no 0500 para doações até R$ 20, debitadas na conta telefônica do doador, em três linhas diferentes: 0500 12345 05, para doar R$ 5; no 0500 12345 10, para doar R$ 10; no 0500 12345 20, para doar R$ 20. Atendimento no call center para as doações acima de R$ 30, realizadas pelo 0800 775 2010.

Serão 900 atendentes que coletarão os dados para efetivar as doações via cartão de crédito, débito automático ou boleto bancário. As doações a partir de R$ 60 serão retribuídas com um mascote da AACD – Tonzinho ou Nina –, de acordo com a escolha do doador. Qualquer doação acima de R$ 100 permite ao doador receber o casal de bonecos no endereço informado ao atendente. Como doar: 0500 12345 05 – para doar R$ 5 0500 12345 10 – para doar R$ 10 0500 12345 20 – para doar R$ 20 0800 775 2010 – para doações de R$ 30 ou mais www.teleton.org.br – doação de qualquer valor acima de R$ 5

LUTO

Ex-paquito Robson Barros morre aos 57 anos; Xuxa e colegas lamentam

A família informou o fato em seu perfil de Instagram, mas não divulgou a causa da morte

21/06/2026 23h00

Robson Barros (do meio) morreu neste sábado, aos 57 anos

Robson Barros (do meio) morreu neste sábado, aos 57 anos Foto: Reprodução

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Robson Barros, ex-paquito dos programas de Xuxa Meneghel na década de 1980, morreu no sábado, 20, aos 57 anos de idade. A família informou o fato em seu perfil de Instagram, mas não divulgou a causa da morte.

O velório ocorreu no cemitério Parque Morumby, e o sepultamento no cemitério de Congonhas, em São Paulo, neste domingo, 21.

A morte de Robson Barros foi lamentada por diversos colegas, fãs e amigos, incluindo Xuxa.

A apresentadora publicou um vídeo em que ele canta no Xou da Xuxa como homenagem.

"Meu Robson Paulistinha. Você foi e é um cara incrível. Que Deus te receba com um sorriso lindo e muito carinho. Você merece todos os aplausos, meu eterno paquito. Te amamos", escreveu ela.

"Robson é um dos caras mais legais que eu conheci. Descansa, meu querido", postou Juliana Baroni.

Andréa Sorvetão, outra ex-paquita, relembrou uma foto ao lado do colega: "Querido e amado amigo Robson Barros! Sem palavras! Triste demais."

Quem eram os 'paquitos' de Xuxa, como Robson Barros

Além de assistentes de palco de Xuxa, os paquitos - versão masculina das famosas paquitas, que já a acompanhavam há algum tempo - também tiveram carreira musical, lançando discos entre o fim dos anos 1980 e início dos 1990.

Além de Robson Barros, integraram o grupo Paquitos Marcello Faustini, Egon Júnior, Alexandre Canhoni, Yuri Martins e Cláudio Heinrich (que chegou a protagonizar a novela Uga Uga anos depois)

Confira abaixo uma imagem publicada no Instagram de Robson Barros referente à época em que ele ainda era um 'paquito' de Xuxa.

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Coluna Desatando Nós: O filho não precisa ser feliz o tempo todo

Na tentativa de ver os filhos felizes, muitos pais passam a interpretar tristeza, raiva, medo ou decepção como sinais de que algo está errado.

21/06/2026 18h30

Coluna Desatando Nós: O filho não precisa ser feliz o tempo todo

Coluna Desatando Nós: O filho não precisa ser feliz o tempo todo Foto: Divulgação

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Poucas gerações se preocuparam tanto com a felicidade dos filhos quanto a atual. Queremos protegê-los das frustrações, evitar sofrimentos e oferecer oportunidades que talvez não tenhamos tido. A intenção é legítima. O problema começa quando transformamos a felicidade em uma obrigação permanente.

Na tentativa de ver os filhos felizes, muitos pais passam a interpretar tristeza, raiva, medo ou decepção como sinais de que algo está errado. Correm para resolver conflitos, antecipam soluções e tentam eliminar qualquer desconforto. Mas crescer envolve justamente aprender a lidar com emoções difíceis.

A vida não é composta apenas por momentos agradáveis. Perder um jogo, receber um “não”, enfrentar uma decepção amorosa ou não conseguir alcançar um objetivo fazem parte da experiência humana. Quando impedimos nossos filhos de viver essas situações, também limitamos a oportunidade de desenvolver recursos emocionais para enfrentá-las.

Resiliência não nasce da ausência de dificuldades. Ela se constrói quando a criança atravessa desafios e descobre que é capaz de suportá-los. Isso não significa abandonar ou minimizar o sofrimento. Significa acolher emoções sem precisar eliminá-las imediatamente.

Existe uma diferença importante entre proteger e superproteger. Proteger é oferecer segurança e apoio. Superproteger é impedir que a criança experimente situações compatíveis com sua idade e desenvolva autonomia emocional.

Como pais, nosso papel não é garantir felicidade constante. É ajudar nossos filhos a construir ferramentas para lidar com os altos e baixos da vida. Afinal, saúde emocional não significa estar feliz o tempo todo. Significa reconhecer sentimentos, expressá-los de forma saudável e seguir em frente apesar deles.

Talvez uma das maiores demonstrações de amor seja permanecer ao lado dos filhos quando eles sofrem, sem a necessidade de apagar imediatamente a dor. Porque crescer emocionalmente não depende da ausência de frustração, mas da capacidade de atravessar.

@vanessaabdo7

Coluna Desatando Nós: O filho não precisa ser feliz o tempo todo Dra. Vanessa Abdo - Divulgação

 

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