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Trio de 'Crepúsculo' desembarca no Rio nesta sexta-feira, 5

Trio de 'Crepúsculo' desembarca no Rio nesta sexta-feira, 5

GLOBO.COM

01/11/2010 - 08h00
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Depois de batido o martelo de que Rio será usado como locação para "Amanhecer", o último filme da saga "Crepúsculo", Kristen Stewart, Robert Pattinson e Taylor Lautner desembarcam no país na próxima sexta-feira, 5. A informação é da coluna "Gente Boa", do jornal "O Globo". O trio vem à cidade para "reconhecer terreno" e volta ainda este mês para filmar. A Lapa será usada como cenário.

Setembro Amarelo

Depressão na terceira idade pode se esconder atrás de apatia, aponta especialista

Mudanças no comportamento, no sono, no apetite e na disposição nem sempre são consequência do envelhecimento e podem indicar um quadro que precisa de avaliação

02/09/2026 08h30

Falta de iniciativa, isolamento, irritabilidade, alterações no sono e no apetite, dores persistentes, perda de prazer nas atividades cotidianas e até queixas relacionadas à memória podem estar associados a um quadro depressivo

Falta de iniciativa, isolamento, irritabilidade, alterações no sono e no apetite, dores persistentes, perda de prazer nas atividades cotidianas e até queixas relacionadas à memória podem estar associados a um quadro depressivo Foto: Freepik

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Envelhecer envolve mudanças na rotina, no corpo, nas relações sociais e, muitas vezes, na própria maneira de lidar com perdas e novas limitações. Mas nem todo desânimo deve ser encarado como uma consequência natural da idade. Na terceira idade, a depressão pode aparecer de formas menos evidentes e passar despercebida justamente porque seus sinais acabam sendo confundidos com o envelhecimento ou com outras doenças.

A tristeza, inclusive, não é necessariamente o principal sintoma. Falta de iniciativa, isolamento, irritabilidade, alterações no sono e no apetite, dores persistentes, perda de prazer nas atividades cotidianas e até queixas relacionadas à memória podem estar associados a um quadro depressivo.

No Brasil, cerca de 36 milhões de pessoas têm 60 anos ou mais, segundo o Ministério da Saúde. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que aproximadamente 15% das pessoas com 70 anos ou mais convivam com algum transtorno mental. Entre os problemas mais frequentes nessa etapa da vida estão depressão e ansiedade, que podem permanecer sem diagnóstico e tratamento.

Para o geriatra Luis Alberto Saporetti, uma das principais dificuldades está justamente em diferenciar as transformações próprias do envelhecimento de sinais que indicam sofrimento psíquico.

“Envelhecer envolve mudanças e adaptações a perdas, mas a depressão modifica a maneira como a pessoa vive”, afirma.

TRISTEZA VS. DEPRESSÃO

Sentir tristeza diante de uma perda, de uma mudança familiar ou de uma dificuldade faz parte da experiência humana e não significa, por si só, que exista uma doença. A preocupação surge quando o sofrimento se prolonga, interfere na rotina e passa a modificar a forma como a pessoa se relaciona consigo mesma e com o mundo.

“Tristeza é uma emoção. Quando os sentimentos permanecem por muito tempo, é preciso prestar atenção. Na depressão, há perda de prazer, desânimo, sensação de culpa ou inutilidade e prejuízo na vida cotidiana”, explica o médico.

Na velhice, essa alteração pode ser percebida inicialmente em comportamentos aparentemente simples. O idoso que sempre gostou de cozinhar pode deixar de preparar as próprias refeições.

Quem cuidava do jardim pode perder o interesse pelas plantas. Uma pessoa que costumava encontrar amigos, participar de atividades ou se preocupar com a aparência pode começar a evitar essas situações.

É nesse contexto que a apatia ganha importância. Mais do que estar quieto ou preferir ficar em casa em determinado dia, trata-se de uma perda persistente de iniciativa e interesse.

“A apatia merece atenção especial. É aquela perda de iniciativa em que a pessoa vai deixando de fazer coisas que antes faziam parte da vida. Pode parar de cozinhar, cuidar do jardim, encontrar os amigos, passear, cuidar da aparência ou participar da família”, afirma Saporetti.

Outros sinais podem incluir irritabilidade, falta de energia, insônia, perda de apetite, emagrecimento, dificuldade de concentração e reclamações frequentes de sintomas físicos. Por isso, observar apenas se o idoso está chorando ou dizendo que está triste pode não ser suficiente.

DOR TAMBÉM É SINAL

As queixas físicas são outro fator que dificulta o reconhecimento da depressão. Dores nas costas, nas articulações ou em outras partes do corpo são comuns entre pessoas mais velhas e podem estar relacionadas a doenças crônicas. Isso, porém, não significa que devam ser automaticamente consideradas parte inevitável da idade.

A relação entre dor e depressão pode ocorrer nos dois sentidos. Uma dor persistente pode reduzir a mobilidade, dificultar o sono e impedir atividades que antes proporcionavam prazer. Com menos oportunidades de interação e lazer, aumenta também o risco de isolamento.

Por outro lado, a depressão pode fazer com que a pessoa perceba a dor de maneira mais intensa e tenha mais dificuldade para manter o tratamento indicado.

“A relação entre dor crônica e depressão é de mão dupla. A dor pode limitar a mobilidade, prejudicar o sono, reduzir atividades prazerosas e favorecer o isolamento. Ao mesmo tempo, a depressão pode aumentar o sofrimento associado à dor e dificultar a adesão ao tratamento”, explica Saporetti.

ALERTA PARA ESQUECIMENTOS

As alterações de memória também podem gerar confusão entre depressão e outras condições que afetam a cognição. Uma pessoa deprimida pode apresentar dificuldade de concentração, raciocínio mais lento e problemas para acompanhar conversas ou tomar decisões. Para familiares, isso pode parecer inicialmente um quadro de perda de memória.

Entretanto, nem todo esquecimento está relacionado à depressão. Alterações cognitivas podem ter diferentes causas, incluindo doenças neurodegenerativas, e depressão e demência também podem coexistir.

“Quando existe uma mudança significativa da memória, principalmente se ela é progressiva ou começa a prejudicar atividades como administrar dinheiro, medicamentos, compromissos ou tarefas domésticas, é necessária uma investigação”, orienta o geriatra.

CONVIVÊNCIA É IMPORTANTE

A manutenção de vínculos sociais é outro componente importante para o envelhecimento saudável. Encontros com familiares e amigos, grupos de convivência, atividades comunitárias, cursos, voluntariado e outras formas de participação podem ajudar a preservar a sensação de pertencimento e estimular a rotina.

Mas existe uma diferença entre oferecer oportunidades de convivência e obrigar alguém a participar delas. Uma pessoa que está deprimida pode justamente ter perdido a energia ou o interesse necessários para sair de casa.

“Estimular não significa obrigar. O idoso precisa, primeiro, ser ouvido. A insistência, ainda que bem-intencionada, pode aumentar a culpa e o sofrimento”, ressalta Saporetti.

Por isso, frases como “você precisa reagir”, “tem gente em situação pior” ou “isso é só idade” podem não ajudar. Antes de tentar convencer o idoso a mudar de comportamento, é importante compreender o que está acontecendo.

O familiar pode começar com uma conversa simples, perguntando como a pessoa está e se existe alguma dificuldade que esteja tornando a rotina mais difícil. Também pode observar mudanças que o próprio idoso talvez não perceba.

AUTONOMIA É FUNDAMENTAL

A atividade física também integra as estratégias de promoção da saúde na terceira idade. A OMS recomenda que adultos mais velhos façam pelo menos 150 minutos de atividade física moderada por semana, ou 75 minutos de atividade vigorosa, além de exercícios de fortalecimento muscular e atividades que trabalhem força e equilíbrio.

A prática pode contribuir para a manutenção da capacidade funcional, da mobilidade e do bem-estar. Entretanto, também precisa respeitar as condições individuais de cada pessoa.

Envelhecer com qualidade não significa apenas evitar doenças, mas preservar, pelo maior tempo possível, a capacidade de realizar atividades do cotidiano e tomar decisões sobre a própria vida. Para isso, as necessidades individuais podem ser acompanhadas por avaliações que consideram aspectos físicos, cognitivos, psicológicos, nutricionais e sensoriais.

“Não devemos olhar apenas para a idade, mas para a pessoa como um todo e para as mudanças que estão acontecendo na vida dela”, resume Saporetti.

Diálogo

Nesta campanha eleitoral, o deputado Coronel David (PL) tem usado as... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quarta-feira (02)

02/09/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Renato Cristiano Lima Barreto - escritor brasileiro

"A roda gigante e a gangorra são dois objetos que definem bem a vida. Se você não tem firmeza, serenidade e humildade na parte de baixo, dificilmente saberá lidar com as alturas!”

FELPUDA

Nesta campanha eleitoral, o deputado Coronel David (PL) tem usado as redes sociais para apontar contradições e problemas que identifica no governo Lula. Bolsonarista convicto, ele procura ir além do discurso político, respaldando suas críticas com notícias publicadas por jornais e sites de diferentes linhas editoriais. Candidato à reeleição, David parece ter escolhido seu campo de batalha e não economiza munição. Como um cavaleiro de antigas cruzadas, ele veste a armadura eleitoral, empunha a clava e parte para o confronto. Ao PT , sobra o desafio de responder com fatos e sem retóricas.

Diálogo

Na mira

Vereadores de Campo Grande aprovaram projeto que endurece a punição para quem compra, armazena, transporta ou comercializa materiais metálicos sem comprovação de origem. A multa chega a R$ 30 mil quando o material tiver sido furtado de bens públicos.

Mais

A medida mira especialmente o comércio irregular de fios e cabos, responsável por prejuízos e interrupções de serviços essenciais. A proposta também impede que ferros-velhos funcionem 24 horas, justamente para dificultar a venda de cobre furtado durante a madrugada.

DiálogoLucimar Lescano e Marcelo Lescano - Foto: Arquivo Pessoal

 

DiálogoGabriel Rosa, Karol Suguikawa e Nichola Oher - Foto: André Ligeiro

Placar

Enquanto o eleitor ainda está começando a olhar para a campanha, os partidos já trabalham com seus próprios placares internos. Pesquisas e avaliações são usadas para acompanhar o cenário eleitoral, mas não garantem o resultado das urnas. Como política também vive de expectativa, há quem faça conta antes mesmo de a urna abrir. O problema é que, na eleição, o único placar oficialmente válido aparece só depois da votação.

Sem assunto

Os debates eleitorais tem chamado atenção menos pelo que os candidatos dizem e mais por quem não aparece. No primeiro confronto pelo Governo, sete dos oito concorrentes participaram, enquanto a cadeira do governador Riedel ficou vazia. E as propostas pouco aprofundadas acabaram dividindo espaço com críticas e cobranças. Porque, quando faltam novidades nas propostas, pelo menos a cadeira vazia rende discurso.

No armário

O TCE-MS não acolheu denúncia contra o concurso público da Câmara Municipal de Ponta Porã. A reclamação questionava a exigência de formação em Direito para o cargo de Analista de Licitação e Contratos. Segundo o tribunal, o requisito já está previsto em lei municipal e apenas foi reproduzido no edital. Conclusão: não foram apresentados indícios mínimos de irregularidade ou incompatibilidade entre a formação exigida e as atribuições do cargo. Com isso, o processo foi extinto e arquivado.

ANIVERSARIANTES 

Elisa Hojaij Carvalho Figueiredo Dobashi,
Heitor Cavalcanti Fagundes,
Marise Helena Noronha Anzoategui,
Dr. Geraldo de Almeida Santiago,
Marlene Gomes Vilela,
Jacy Rodrigues Vieira,
Alex Nantes Garcia,
Antonina Medina,
Dr. Eurildo Vieira Benjamim,
Eronides de Oliveira França,
Nilton Rocha Barros,
Carmerino Moreira dos Santos,
Maria Eduarda Nobrega Mendes,
Dr. Carlos José Alves da Silva,
Alício de Souza Moraes,
Hélio Marques Bento,
Carolina Azambuja Cavalcante,
Bruna Dequech Torres,
Arlindo Sussumu Tamashiro,
Delma Barbieri,
Cristiane Barbosa Dodero Bumlai,
Custódio Godoeng Costa,
Fernanda Rottili Dias,
Bianca Carvalho Esquivel,
Maria Erizete Placido da Costa,
Marcelo Batista Maeda,
Marina de Almeida Romanini,
Valeria Ribeiro Aleixo Poli,
Luiz de La Puente,
Alessandra Lyrio Barbosa Giroto,
Jamila Kabril Yussef,
Omar Hamie,
Diego Brown Silva Chaves,
Edson da Rocha Franco,
Paulo Sergio Rodrigues da Silva,
Ricardo Góes,
Márcio Antônio Rubio,
Lyuzo Takaya,
Elizabeth de Paula Almeida,
Roberto Shinichi Masuko,
Divina Barbosa e Silva,
Antônio Carlos Magalhães,
Fátima Aparecida Socorro dos Santos,
Elenice Rocha Ferreira,
Júlio César Victoriano,
Camila Sayuri Inoue,
Dr. Sérgio Ricardo de Souza Cunha,
Rosária Vieira de Morais,
Suely Elizabeth Cerveira,
Tereza Raquel Santos Alves,
Renato Moreira dos Santos,
Ana Cristina de Andrade,
Ivan José Borges Júnior,
Joel Severino Pereira,
Eimar Souza Schroder Rosa,
Anésia Lescano da Silva,
Cândida Muniz de Almeida,
Ana Maria Lacerda,
Jurandir Pereira de Oliveira,
Wilson Alves Fontoura,
Derzi Matias Rodrigues,
Elpídio Ferraz Vasconcelos,
Antolin Vargas Ribeiro,
Valeri Jason Furtado,
Antônio Roberto da Costa Júnior,
Luciene de Souza Brito,
Mirian Sirley da Veiga,
Dr. Fábio Ferreira Abdo,
Gisele Galvão de Souza,
Sidney Antunes Ávila,
Alda Aparecida Santos,
Meire Pavão de Souza,
Carla Cristina Freitas,
Alcindo Bispo da Rocha,
Rogério Brambilla Machado de Souza,
Elvídio Martim de Siqueira,
Sandra Soares Dias,
Joilson Campos Vera,
Dinalva Magalhães Benites,
José Antonio Teixeira da Cunha,
Rafael Pedra Toledo,
Diego Guedes Garcez,
Arlindo José de Souza,
Elvis Elias de Carvalho,
Marcela Andrioli Caserta Machado,
Oswaldo de Souza,
Andréia Carla Lodi e Faria,
Rosângela de Almeida Xavier,
Milton Falluh Rodrigues,
Ricardo Marcelo Ferrarezi,
Andre Hayakawa de Marcos,
Liciane Arpini Zeni,
Hermes de Carvalho Hespanhol,
Marilza Miyuki Sasaki,
Renata Raule Machado,
Fernanda de Lima Nunes,
Maria Amélia Lopes,
Claudemir Liuti Junior,
Julio Cezar Brandini,
Luiz Mamoru Maruyama,
Keile Kohatsu Martins,
Maria José Pascoal da Cruz Bandeira,
Lourdes de Fátima Martinez Cordeiro,
Yara Cristina Albuquerque Ferreira,
Salete Nunes Rodrigues,
Fátima Simone Ferreira Bruno,
Milena Bueno Cavalheiro Badan.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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