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POLÊMICA

Wanessa quebra silêncio e fala sobre Rafinha Bastos

Wanessa quebra silêncio e fala sobre Rafinha Bastos

FAMOSIDADES

22/10/2011 - 09h37
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Finalmente, Wanessa quebrou o silêncio sobre a polêmica envolvendo Rafinha Bastos, o processo e as piadas do humorista na bancada do "CQC". Na tarde desta sexta-feira (21), a cantora postou um comunicado em seu site e esclareceu sua posição.

Se na festa do VMB, que aconteceu na última quinta-feira (20), a cantora disse que não poderia comentar nada, hoje ela desabafou – e muito – sobre tudo o que estava pensando.

“Diante de um silêncio engasgado e em risco de sufoco, me coloco, aqui e agora, fora dessa condição”, iniciou a cantora, que disse que estava apenas defendendo o filho que está esperando.

Além de dizer que teve de ouvir diversas vezes a gravação do programa “CQC” no dia do ocorrido para ver se acreditava, Wanessa afirmou que não tinha como perdoar Rafinha Bastos, já que não recebeu um pedido de desculpas do humorista. “Muitas pessoas enviaram mensagens me pedindo para perdoar, mas só se perdoa quem pede desculpas e está arrependido. Eu não tive essa opção”, ressaltou.

Wanessa também contou que só estava defendendo a vida do filho, que foi polemizado por Rafinha. “Rafael Bastos ofendeu, agrediu verbalmente, ironizou e polemizou com o meu filho. (...) Estou apenas desempenhando o maior papel que a vida me deu: ser mãe. Para defendê-lo, vi na Justiça de nosso democrático país, o melhor caminho.”

Para finalizar, a cantora declarou que sua vontade não era ver o humorista preso, só quer mesmo que Rafinha Bastos repense “sua forma ofensiva de falar, disfarçada erroneamente em liberdade de expressão”.

Pouco tempo antes de a cantora postar sua versão, o humorista publicou um vídeo em sua página no Twitter: uma música portuguesa, da dupla Júlio Miguel e Lêninha, com uma letra bem polêmica. Na canção, o menino lamenta ser o "Filho do Recluso", e diz que não "há homem perfeito neste mundo".

Confira a nota de Wanessa:

"Diante de um silêncio engasgado e em risco de sufoco, me coloco, aqui e agora, fora dessa condição. Quero falar, não porque estão me cobrando essa palavra, não para dividir lados e opiniões e nem para ganhar defensores. Apenas quero tornar pública a minha verdade, já que se trata da minha vida e da vida do meu filho, que nascerá em poucas semanas, e também para defender a mim e a minha família de falsas acusações.

Mesmo sendo de conhecimento geral o começo de toda essa história, gostaria de voltar à ela. Em uma segunda-feira, voltando de um trabalho para casa, alguém próximo me informou o que tinha acontecido. Chegando em casa, entrei na internet e vi o vídeo que mostrava o humorista Rafael Bastos falando sobre mim e, infelizmente, também do meu filho. Confesso que tive de rever umas três vezes para ter certeza do que estava vendo e ouvindo.

Não tive reação, só pensava em uma coisa: “calma, ele vai ´consertar´ a frase, dizer que se enganou, falou errado e pedir desculpas”. Mas isso, como todos sabem, não ocorreu dentro do programa naquela noite e nem mesmo naquela semana, seja na imprensa ou nas redes sociais.

No dia seguinte, toda mídia comentava o acontecido. Nos próximos dias, não havia uma pessoa que me encontrasse que não comentasse o assunto. Confesso que o que era insuportável ficou pior ainda, pois, como se diz na linguagem comum: “vi e ouvi o nome do meu filho na roda” e a única pessoa capaz de estancar essa história, não o fez!

A cada dia que se somava de silêncio do outro lado, mais indignada e machucada me sentia. O assunto também indignou o público e eu não tenho nenhuma culpa disso. Já que a escolha de dizer o que queria em um programa ao vivo e em rede nacional, assistido por muitos, não foi minha.

Essa história foi tomando proporções maiores com cada atitude que o próprio humorista tinha. Aqui do meu lado, nada se ouviu sobre o assunto pois, inocentemente, ainda acreditava em alguma atitude de arrependimento.

A gota d’água, para mim, foi assistir a um vídeo produzido e postado pelo humorista onde ele, em uma churrascaria, ironiza toda essa história.

Em quase 11 anos como cantora já me senti e fui ofendida, já me julgaram de diversas maneiras, mas foi uma escolha minha quando resolvi seguir essa carreira e dar “a cara a bater”, porém, desta vez foi diferente. Rafael Bastos ofendeu, agrediu verbalmente, ironizou e polemizou com o meu filho.

E qual mãe no mundo não defenderia, até com sua própria vida, o seu filho? Estou apenas desempenhando o maior papel que a vida me deu: ser mãe. Para defendê-lo, vi na Justiça de nosso democrático país, o melhor caminho. Por isso, entrei com um processo criminal de injúria que, segundo nossa Constituição e Código Penal, artigo 140 se aplica perfeitamente ao ocorrido, já que o crime de injúria consiste em ofender verbalmente a dignidade ou o decoro de alguém, ofendendo a moral, abatendo o ânimo da vítima.

Quando a notícia desse processo chegou ao conhecimento público, todos se apegaram a parte mais sensacionalista do caso, já que no artigo 140 a pena descrita para esse crime é de detenção de 1 a 6 meses. Esqueceram de dizer que a pena também se aplica com multa que pode ter um valor simbólico com doação de cestas básicas ou chegar a qualquer valor estipulado por um Juiz. E qual será o valor estipulado a ele se tivermos ganho de causa, não cabe a mim ou minha família decidirmos, isso cabe a Justiça.

Sinceramente, não estou interessada em dinheiro nenhum, muito menos que ele seja encarcerado em prisão alguma. Apenas desejo que esse processo faça o humorista repensar sua forma ofensiva de falar, disfarçada erroneamente em liberdade de expressão. Desejo a ele o arrependimento e que compreenda o ferimento que causou.

Gostaria de esclarecer, também, que eu e minha família não temos relação alguma com qualquer afastamento ou retorno envolvendo o humorista. Seria até pretensioso pensar que temos esse poder, já que a Band é uma empresa privada com seus donos, dirigentes e empregados e essa, sendo assim, se torna a única responsável por suas decisões. Qualquer notícia envolvendo esse poder fictício e covarde é falsa e mentirosa.

Muitas pessoas enviaram mensagens me pedindo para perdoar, mas só se perdoa quem pede desculpas e está arrependido. Eu não tive essa opção.

Essa é minha verdade e também a primeira e última vez que falarei publicamente sobre esse assunto. Tudo o que tinha para dizer eu disse aqui. Não sei se todos compreenderam minhas razões lendo este texto, mas peço, encarecidamente, pelo respeito ao meu silêncio de agora em diante.

Estou em um momento muito especial e sensível da minha vida e preciso de um pouco de paz, para receber meu filho com toda serenidade possível.

Obrigada pela atenção e espaço"

MÚSICA

Clemente Nascimento volta a Campo Grande para o Araruna Fest após "renascer" na Capital

Festival reúne gerações, resgata clássicos e transforma retorno emocionante do músico em símbolo de resistência e celebração; artista passou mal na primeira edição do evento momentos antes do show

07/05/2026 08h30

Caru Leão

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A música sempre foi uma forma de traduzir sentimentos difíceis de explicar e poucos gêneros fazem isso com tanta intensidade quanto o rock. Em Campo Grande, essa força ganha forma na segunda edição do Araruna Fest, marcada para o dia 30, no Bosque Expo, no Shopping Bosque dos Ipês.

O evento se consolida como um encontro de gerações e histórias e, principalmente, uma celebração à vida.

Entre riffs, letras marcantes e memórias afetivas, o Araruna Fest deste ano carrega um significado ainda mais profundo.

Isso porque traz de volta à cidade o músico Clemente Nascimento, um dos nomes mais importantes do punk rock nacional, em uma participação que vai além da música: é um retorno simbólico após um dos momentos mais delicados de sua vida.

RETORNO

Figura central do rock brasileiro desde os anos 1980, Clemente Nascimento construiu sua trajetória em bandas como Plebe Rude e Inocentes, tornando-se referência no cenário punk. Sua presença no Araruna Fest, no entanto, carrega um peso emocional que ultrapassa a música.

Clemente Nascimento - Foto: Caru Leão

Em 11 de dezembro de 2025, durante a primeira edição do festival, o artista passou mal momentos antes de subir ao palco.

O que inicialmente parecia um infarto revelou-se uma condição ainda mais grave: uma dissecção de aorta dos tipos A e B – um rompimento na principal artéria do corpo humano, com altíssimo risco de morte.

Aos 62 anos, Clemente enfrentou uma corrida contra o tempo. Submetido a uma cirurgia complexa na Santa Casa de Campo Grande, sob os cuidados do cardiologista Raony Paniquar e sua equipe, o músico passou mais de 20 dias internado. Durante esse período, ainda enfrentou uma pancreatite, complicação que exigiu cuidados intensivos.

As chances de sobrevivência eram mínimas – cerca de 10%. Mas o desfecho contrariou as estatísticas.

Clemente se recuperou sem sequelas, em um processo que ele próprio descreveu como um “renascimento”.

Em suas redes sociais, o artista fez questão de agradecer à equipe médica e ao carinho recebido na capital sul-mato-grossense. A relação com a cidade se fortaleceu a ponto de ele se declarar “sul-mato-grossense de coração”.

Agora, seu retorno ao Araruna Fest não será como atração musical, mas como apresentador ao lado da jornalista Maria Cândida.

A organização do evento também prepara uma homenagem especial, reunindo na plateia os profissionais de saúde que participaram diretamente de sua recuperação, incluindo o próprio médico responsável pela cirurgia.

SHOW PRINCIPAL

Se a presença de Clemente representa a celebração da vida, o show principal do Araruna Fest traduz a trilha sonora dessa história. No topo do line-up está Frejat, um dos maiores nomes do rock nacional.

Frejat - Foto: Ian Rassari

Ex-integrante do Barão Vermelho e parceiro histórico de Cazuza, o cantor e compositor construiu uma carreira marcada por letras intensas e melodias que atravessam décadas. No espetáculo “Frejat Ao Vivo”, o artista revisita sucessos que continuam atuais e profundamente conectados ao público.

No repertório, não devem faltar clássicos como “Exagerado”, “Bete Balanço”, “Maior Abandonado” e “Pro Dia Nascer Feliz”, além de hits da carreira solo como “Amor Pra Recomeçar”, “Por Você” e “Segredos”. Canções que, mais do que nostalgia, funcionam como pontes entre diferentes gerações.

Acompanhado por uma banda experiente, Frejat promete uma apresentação que mistura energia, emoção e memória afetiva, elementos que ajudam a explicar por que suas músicas permanecem relevantes mesmo décadas após o lançamento.

CENA LOCAL

O Araruna Fest também aposta na valorização da cena local e na renovação do rock. A programação inclui artistas que representam diferentes momentos e estilos do gênero.

Entre eles está O Bando do Velho Jack, banda que celebra três décadas de trajetória e se consolidou como uma das mais importantes de Mato Grosso do Sul. Com forte identidade regional, o grupo mistura influências do rock clássico com elementos culturais locais.

Outro destaque é a cantora Erica Espíndola, conhecida por sua potência vocal e presença de palco marcante.

Abrindo a noite, a School of Rock leva ao palco jovens músicos, simbolizando o futuro do gênero.

O FESTIVAL

O Araruna Fest chega à segunda edição com a proposta de ir além do entretenimento. A ideia é criar um ambiente de encontro – entre artistas e público, entre passado e presente, entre memória e descoberta.

A escolha do Bosque Expo como cenário reforça essa proposta, oferecendo estrutura para receber o público com conforto e promover uma experiência completa. 

A mistura de gerações é um dos pilares do festival. De um lado, fãs que acompanharam o auge do rock nacional nas décadas de 1980 e 1990; de outro, jovens que estão descobrindo o gênero agora. No meio disso, histórias que se cruzam, reconhecem-se e se reinventam.

>> Serviço

Araruna Fest – 2ª edição

Local: Bosque Expo – Shopping Bosque dos Ipês.
Endereço: Av. Cônsul Assaf Trad, nº 4.796, Campo Grande.
Data: dia 30 de maio.
Ingressos: a partir de R$ 65 pelo Sympla.
Abertura dos portões: às 17h30min.

Programação:

18h30min – School of Rock;
19h – Erica Espíndola;
21h – O Bando do Velho Jack;
23h – Frejat.

Diálogo

Parlamentar que dificilmente aparecia cá por... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quinta-feira (7)

07/05/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Ronald Reagan - estadista americano

"O governo é como um bebê: um canal alimentar com um enorme apetite numa ponta e nenhum senso de responsabilidade na outra”.

FELPUDA 

Parlamentar que dificilmente aparecia cá por essas bandas, ao que parece “descobriu” geograficamente onde fica Mato Grosso do Sul e tornou-se figurinha carimbada nos últimos tempos. O dito-cujo não está perdendo a chance de atuar como “papagaio de pirata” nos eventos públicos, colocando-se, na maioria das vezes, como protagonista de ações que, na verdade, têm muitos outros participantes. Tudo indica não estar disposto em abrir mão dessa prática considerada, digamos assim, oportunista. Para quem conhece a figurinha, sabe que é um “especialista”  em ser raposa em pele de cordeiro. 

Primeira

A juíza da Vara da Infância, Adolescência e Idoso de Campo Grande, Katy Braun do Prado, assumiu a presidência da Associação Brasileira de Magistrados da Infância e da Juventude (Abraminj), que reúne juízes especializados.

Mais

A eleição é histórica: pela primeira vez, a entidade será comandada por uma mulher. A atuação é voltada ao fortalecimento institucional, aprimoramento técnico e incentivo a políticas públicas na área.

DiálogoFoto: Divulgação / Sesc

Amanhã (8), a partir das 18h, acontecerá o Sexta no Sesc, tendo como atração o Forró Ipê de Serra. O grupo traz a mistura de ritmos nordestinos, como forró, xote e baião, com versões de clássicos da MPB. O repertório é influenciado por grandes nomes como Luiz Gonzaga, Dominguinhos e Alceu Valença, representando a tradição do forró e a diversidade da música popular brasileira. O evento terá como local o Sesc Sabor e Arte Camillo Boni (Avenida Afonso Pena, 3.469), e oferecerá também cardápio diferenciado, com pratos selecionados, porções e bebidas especiais.

DiálogoIzabella Trad - Foto Arquivo Pessoal 
DiálogoDra. Letícia Voigt - Foto: Arquivo Pessoal

Não passou

Quem teve prestação de contas reprovada pelo TCE-MS foi a ex-prefeita de Sidrolândia Vanda Camilo. A decisão ocorreu por unanimidade dos conselheiros e os motivos seriam divergência de R$ 4,6 milhões e ausência de extratos bancários referentes a 2021. Ela corre o risco de ficar inelegível por oito anos se a Câmara Municipal assim decidir com base neste parecer. A ex-gestora vai recorrer e alega que a questão é contábil, sem prejuízo ao erário.

Rejeitado

Mais da metade do número de vereadores de Campo Grande votou contra o projeto da prefeita Adriane Lopes de terceirizar duas unidades de saúde como fórmula experimental. O placar foi 17 a 11 e alguns dos partidos mostraram união quando da rejeição da proposta. Outros, porém, transpareceram divisão na escolha. O plenário esteve lotado de representantes dos diversos segmentos contrários ao que eles estão chamando de “privatização”.

Sem efeito

A diferença no placar da votação pela terceirização das unidades de saúde voltou aos comentários, nos bastidores, de que faltou melhor articulação política. Sabe-se que o secretário de Governo da prefeitura, Ulisses Rocha, esteve visitando vereadores, mas as conversações mostraram-se infrutíferas. Para se ter uma ideia, dois vereadores do partido de Adriane Lopes, o PP, votaram contrários, assim como três do União Brasil, que forma a federação União Progressista com o PP, além de dois do PL que integra o grupo político ligado à prefeita.

Aniversariantes 

Leni Rocha Menegazzo;
Tiago Merlone;
Andressa Duarte;
Dr. Eduardo Henrique Curado Elias;
Glória Arévalo Dias;
Arlene de Almeida Martins;
Victor Dib Yazbek Filho;
Eliane Flamínio Rosa;
Márcia Jaqueline Casteletto Nahas;
Estanislau Ramos;
Marcelo Hitoshi Nakamiti;
Dr. Joaquim Alves Vieira;
José Cláudio Securato;
Ana Lucia Correa de Arruda;
Daiana Toniazzo;
Valcyr Mariano Serafim;
José Marcos Fagundes;
Sérgio Koshi Tsukumi;
Joelson Gonçalves Benevides;
Fernando Augusto Vieira Caneppele;
Eli Rangel;
Tarsilla Franccesca da Silva Aguero;
Dra. Mariza Orondjian Verardo;
Eliane Cristina Chaves Silveira de Oliveira;
Roberto Assad Pinheiro Machado;
Antonio Morais dos Santos Junior;
João Alexandre Filho;
Itamar Alves dos Santos;
Ricardo Nantes D’Avila;
Augusto Cesar Portella Malheiros;
Marildo da Silva Freitas;
Davi Moreira de Andrade;
Vani Urder de Andrade Aquino;
Jair Godoy;
Valdemir João Frederico;
Mário José Oliva;
Aparecida Gonçalves Moreira;
Marilza Romero de Aquino;
Arnaldo Alves de Almeida;
Juliana Medeiros Vieira;
Gilson Nunes dos Santos;
Edwirges Gomes de Sá;
Maurício Castro Ferreira;
Jayr Moreira Pinheiro;
Rebeca Azambuja Ujacow;
Oldiney Taborda Papa;
Maria Regina Belmont de Barros Ribeiro;
Ivone Almeida da Luz;
Carlos Roberto da Cruz Viana;
Theodulo de Castro Júnior;
Patricia de Carvalho Buchara;
José Gomes de Abreu;
Carlos Henrique Dias de Almeida;
José Inácio de Lima;
Júlio César Ribeiro;
Anderson Peralta Vilasante;
Dilma Martins de Souza Leal;
José Lourival Almeida Sabóia;
Madalena Rios Ossuna;
Paulo Roberto da Silva Santos;
Dilza de Souza Oliveira;
Alba Ninfa Pereira Vieira;
Magna Aureni Pinheiro;
Cinthia Vanessa Nogueira Diniz Gomes;
Solange Maria Castelão Stella;
Alexandre Gonçalves Franzoloso;
Elgo Ritter;
Wagner Miranda Rocha;
Marcos Aurelio da Silva Ribeiro;
Sebastião Rolon Júnior;
Jurema de Freitas;
Fernando Cosmo Greco;
Afonso Teixeira Gomes;
Erika Cristina Antunes Gondim Braus;
Carmen Regina Creto de Carvalho;
Ana Pires Bartolo;
Carlos César Constantino;
Rosanne Ribeiro Figueira;
Fábio Trad Filho;
Denir de Souza Nantes;
Joel Vicente dos Santos;
Eliane Menezes Moreira;
Valdir Alves Machado;
Flávio Antônio Gonçalves;
Ernesto José da Silva;
Marina Lucia de Andrade Monteiro;
Valéria Torales de Lima Giacomini;
Vinicius Smaniotto Gasparelli;
Luis Sergio Costa Lemos;
Dr. Ariolino Moreira dos Santos;
Elaine Marimeire Dona;
Vanessa Vivian Sordi;
Adherson Ribeiro Aquino;
Eliana Cândido Carneiro;
Eduardo Fialho de Almeida Braga;
Luciane Mitsu Nakamiti;
Fabíola Cavalieri Pontes;
Graziela Santiago Chaves;
Monica Cristina de Lima;
Cacildo Tadeu Gehlen;
Mara Neide Rocha Lacerda Arruda;
Cinthya Raffa Teixeira;
Maria Aparecida Onishi Marchi Fernandes;
Silvia Leiko Nomizo;
Konrad Kaue Ribeiro Campos Morais.

Colaborou Tatyane Gameiro

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