Economia

ENTREVISTA

"A tecnologia não substitui o trabalho braçal, ela potencializa e direciona essa atuação"

Em entrevista exclusiva, João Augusti detalha como a IA e o Compromisso Um-Para-Um estão blindando 189 mil hectares em MS contra incêndios

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O avanço da tecnologia passou a ser um aliado no combate aos incêndios florestais no Pantanal. Em Mato Grosso do Sul, um sistema de monitoramento com inteligência artificial (IA) instalado no Parque Estadual do Pantanal do Rio Negro é capaz de identificar focos de calor e fumaça em poucos segundos, permitindo uma resposta mais rápida das equipes de combate e reduzindo os impactos ambientais provocados pelo fogo.

A iniciativa faz parte de uma parceria entre a Bracell e o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), dentro do programa Compromisso Um-Para-Um, por meio do qual a empresa apoia atualmente a preservação de 189,1 mil hectares de Unidades de Conservação (UCs) no Estado.

O projeto utiliza torres equipadas com câmeras de alta resolução, IA e plataformas integradas ao Corpo de Bombeiros para monitorar áreas estratégicas do bioma.

O gerente de Sustentabilidade da Bracell, João Carlos Augusti, explica como funciona a tecnologia, os resultados obtidos no Pantanal, os investimentos realizados pela empresa em Mato Grosso do Sul e os planos para ampliar o sistema de monitoramento para outras Unidades de Conservação do Estado. Confira a entrevista a seguir.

Como nasceu essa parceria entre a Bracell e o Imasul e qual é a espinha dorsal desse investimento no monitoramento ambiental?

Esta parceria nasceu do nosso Compromisso Um-Para-Um, uma diretriz pioneira da Bracell que estabelece a meta de, para cada 1 hectare de eucalipto plantado, preservar ou apoiar a preservação de 1 hectare de vegetação nativa.

A partir daí, buscamos o governo do Estado, por meio do Imasul, para atuar de forma direta no fortalecimento das Unidades de Conservação de Mato Grosso do Sul.

Dialogando com os gestores públicos, identificamos que a grande prioridade para a região pantaneira era dotar as reservas de um sistema automatizado de altíssima precisão para prevenção e detecção precoce de incêndios florestais.

E por que os esforços iniciais desse monitoramento tecnológico focaram o Parque Estadual do Pantanal do Rio Negro?

O Parque do Rio Negro, localizado em Aquidauana, possui 76.852 hectares e foi integrado ao nosso compromisso em 2024. Ele é uma joia ecológica criada primordialmente para preservar os ecossistemas pantaneiros, funcionando como um verdadeiro santuário e berçário natural.

Segundo um levantamento consistente realizado em 2008, o parque abriga uma densidade faunística impressionante: 124 espécies de mamíferos, incluindo espécies ameaçadas como a onça-pintada, a ariranha e o cervo-do-pantanal; 463 espécies de aves, com destaque para araras-azuis, tuiuiús e colhereiros; 405 de peixes; e 50 de répteis, como o jacaré-do-pantanal.

Sua flora reúne mais de 772 espécies catalogadas, unindo influências do Cerrado, Amazônia e Chaco em um mosaico de baías, salinas e cordilheiras. Proteger essa riqueza era uma urgência absoluta.

Como funciona a tecnologia instalada no parque? Qual é a infraestrutura de hardware e o diferencial da inteligência artificial empregada?

Nós contratamos a startup Umgrauemeio, que entregou uma solução integrada do tipo turnkey, ou seja, uma estrutura completa “pronta para uso”, somando hardware e software de ponta.

Foram erguidas duas torres estratégicas, uma ao norte e outra ao sul do parque, equipadas com câmeras de alta resolução full HD, zoom óptico mínimo de 30 vezes e giro contínuo de 360 graus, funcionando dia e noite com energia solar própria.

O diferencial é que as torres contam com uma rede própria de transferência de dados por protocolo fechado (via rádio ou internet) e utilizam inteligência artificial.

Antes mesmo de surgir fumaça, o sistema analisa variáveis microclimáticas para calcular o risco de incêndio.

Havendo ignição, a IA detecta a fumaça em segundos, calcula a posição exata, a altura das chamas e o potencial de propagação com base na vegetação ao redor.

Mais do que uma solução tecnológica, estamos falando de uma ferramenta de proteção ambiental. Quanto mais cedo um foco é identificado, maior é a capacidade de preservar fauna, flora, recursos naturais e evitar impactos ambientais de grande escala.

Quando o risco é detectado, como a informação chega aos bombeiros? Quais plataformas foram disponibilizadas para a gestão em tempo real?

A resposta é imediata e integrada. Dentro da solução oferecida, o Imasul e o Corpo de Bombeiros receberam acesso a duas plataformas essenciais: o Pantera Web, que realiza o monitoramento e a detecção ampla com imagens de satélite, e o Pantera CIG [Central Integrada de Gestão], que é diretamente conectada às câmeras de alta definição das torres.

Quando uma câmera identifica fumaça no Parque do Rio Negro, o alerta surge instantaneamente na tela da central montada no Corpo de Bombeiros, em Campo Grande.

O operador vê a imagem ao vivo em full HD, aproxima com o zoom de 30 vezes e obtém as coordenadas exatas. Isso permite enviar a brigada certa, com o equipamento adequado, em questão de minutos.

Aqui, precisamos valorizar o papel desses agentes, a partir das notificações em centrais de monitoramento, a conexão entre Corpo de Bombeiros, Imasul, produtores rurais e ONGs parceiras cria um ecossistema que funciona perfeitamente em Mato Grosso do Sul.

Tudo isso, somado ao suporte da iniciativa privada, tem aumentado o sucesso nas operações a favor do meio ambiente.

Diante do histórico de secas severas no Pantanal, até que ponto a tecnologia altera a capacidade de prevenção versus o combate físico tradicional?

A tecnologia não substitui o trabalho braçal e heroico dos brigadistas e dos bombeiros, ela potencializa e direciona essa atuação.

O grande gargalo no Pantanal sempre foi o tempo de resposta: um foco isolado podia queimar por dias até ser percebido por satélites convencionais ou avistado por moradores.

Com as torres full HD e as plataformas Pantera Web e Pantera CIG, nós transformamos o combate a grandes incêndios no combate a pequenos focos. Tiramos as equipes do escuro, permitindo que a resposta ocorra quando o fogo ainda é totalmente controlável.

É a união perfeita entre a precisão dos algoritmos e a capacidade operacional do Estado. Isto é, em um contexto de eventos climáticos cada vez mais extremos, a prevenção torna-se ainda mais importante.

A tecnologia nos ajuda a aumentar a resiliência dos ecossistemas e a apoiar os esforços do poder público na proteção de áreas ambientais estratégicas.

A Bracell divulgou recentemente um balanço consolidado do Compromisso Um-Para-Um em MS. Quais são os números atuais e quais parques já fazem parte dessa rede?

Os números mostram a escala e o compromisso de longo prazo da Bracell com o Estado. Hoje, o Compromisso Um-Para-Um apoia exatamente 189.170 hectares de áreas protegidas em Mato Grosso do Sul.

Nossa atuação começou em 2023, apoiando o Parque Estadual das Nascentes do Rio Taquari, 30.618 hectares, em Alcinópolis, o Parque Natural Municipal Pombo, 8.032 hectares, em parceria com a prefeitura de Três Lagoas, e duas importantes Unidades de Conservação urbanas na Capital: o Parque Estadual do Prosa, 135 hectares, e o Parque Estadual Matas do Segredo, 188 hectares.

Em 2024, incorporamos os 76.852 hectares do Parque Estadual do Pantanal do Rio Negro e, agora, em 2025, somamos os 73.345 hectares do Parque Estadual das Várzeas do Rio Ivinhema.

É um ecossistema completo de proteção. Esses números demonstram que o Compromisso Um-Para-Um não é uma ação pontual, mas uma estratégia de longo prazo. Nosso objetivo é gerar impactos positivos permanentes e contribuir para a conservação ambiental de forma estruturada e colaborativa. 

A iniciativa ultrapassou metas importantes nos últimos anos. O que isso representa para a Bracell?

Representa a materialização de um compromisso assumido publicamente.

Em 2025, alcançamos 107% da meta estabelecida, apoiando mais de 300 mil hectares de áreas de conservação em nossas regiões de atuação.

Mais do que números, esse resultado reforça que é possível transformar compromissos ambientais em entregas concretas e mensuráveis para a conservação.

Como é feita a escolha de onde investir em cada uma dessas unidades ao longo dos anos?

Esse é o ponto central da nossa metodologia: a escuta ativa. Nosso acordo com o governo estadual tem horizonte de 10 anos, mas a Bracell não chega impondo projetos, quem define o uso dos recursos são os gestores das próprias Unidades de Conservação e o Imasul.

Eles avaliam as urgências anuais, sejam torres de monitoramento, equipamentos de brigada, insumos ou serviços, e apresentam a demanda. Estando alinhada ao propósito do Um-Para-Um, a Bracell faz o investimento e efetiva a entrega. 

A experiência implementada com sucesso no Pantanal pode ser multiplicada para outras regiões do Estado e do País?

Sem dúvida alguma. A tecnologia de detecção precoce já é madura no setor florestal para proteger os plantios de eucalipto, mas a grande inovação da Bracell foi transferir essa tecnologia de ponta, em formato turnkey, para a conservação de biomas nativos em parques públicos.

O modelo deu tão certo no Parque do Rio Negro que a nossa intenção, em comum acordo com os órgãos ambientais, é de levar esse cinturão tecnológico para outras unidades, com a parceria da Bracell, como o Parque das Nascentes do Taquari, que também sofre forte pressão de fogo, e o das Várzeas do Rio Ivinhema.

Proteger o patrimônio natural é uma missão conjunta do setor público, das empresas privadas e da sociedade.

{Perfil}

João Carlos Augusti

É gerente de Sustentabilidade na Bracell. Tem uma trajetória sólida na gestão corporativa de padrões ESG, liderando equipes distribuídas por diversas regiões do Brasil e gerenciando projetos estratégicos no setor industrial e florestal. Graduado em Engenharia Florestal pela USP, tem MBA em Administração de Negócios e Gestão Empresarial pela Fundação Dom Cabral.

COMBUSTÍVEIS

Expansão da produção leva etanol ao menor preço do ano

Maior oferta de biocombustíveis ajuda a reduzir valor nas bombas e litro cai a R$ 3,94 em MS

18/07/2026 08h30

Gerson Oliveira / Correio do Estado

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O avanço da produção de biocombustíveis em Mato Grosso do Sul começa a se refletir cada vez mais no bolso dos consumidores. Em meio à expansão das usinas de etanol de cana, milho e dos investimentos em biometano, o preço do etanol voltou a cair e atingiu R$ 3,94 por litro, o menor valor registrado neste ano no Estado.

A gasolina também apresentou recuo, passando a custar, em média, R$ 6,45 por litro, conforme dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), referentes à semana dos dias 5 a 11.

Os números mostram que Mato Grosso do Sul mantém uma trajetória de redução nos preços dos combustíveis, especialmente do etanol, em um momento de forte expansão da bioenergia. Em uma semana, o etanol ficou R$ 0,04 mais barato, passando de R$ 3,98 para R$ 3,94, em média.

Na comparação com o maior preço registrado neste ano, de R$ 4,44 entre o fim de março e o início de abril, a redução acumulada chega a 11,3%, equivalente a R$ 0,50 por litro.

O movimento acompanha o aumento da oferta do combustível durante o período de safra, mas também coincide com a consolidação de Mato Grosso do Sul como um dos principais polos brasileiros de produção de biocombustíveis.

Além das tradicionais usinas de etanol de cana, o Estado ampliou significativamente a produção de etanol de milho e passou a receber investimentos em biometano, fortalecendo uma cadeia energética que ganha espaço na substituição dos combustíveis fósseis.

Enquanto o etanol acumula sucessivas reduções, a gasolina apresenta comportamento mais moderado. O preço médio caiu de R$ 6,48 para R$ 6,45 nas últimas semanas, mas continua acima dos R$ 6,03 registrados no início do ano.

O diesel também perdeu força depois das altas verificadas no primeiro semestre, influenciadas pelas oscilações do mercado internacional de petróleo.

O diesel comum, que chegou a custar R$ 7,18 por litro em abril, passou para R$ 6,65 no último levantamento disponível da ANP. Já o diesel S-10 recuou de R$ 7,35 para R$ 6,99 no mesmo período.

A tendência observada em Mato Grosso do Sul acompanha o comportamento de todo o Centro-Oeste. Segundo o Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), a região registrou, em junho, a maior redução do preço do etanol entre todas as regiões brasileiras.

Para o diretor de Unidades de Negócio da Edenred Mobilidade, Vinicios Fernandes, o cenário representa um alívio para os consumidores após meses marcados por aumentos impulsionados pelas incertezas no mercado internacional.

“Os motoristas da região finalmente ganharam uma trégua após meses de altas consecutivas provocadas pelos conflitos no Oriente Médio. O etanol ganhou destaque neste período pela queda. Com isso, o biocombustível foi apontado em todos os estados da região como a alternativa economicamente mais vantajosa para os motoristas”.

Campo Grande tem o terceiro menor preço médio de etanol do País - Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

MUDANÇA

A redução do preço do etanol coincide com um momento de forte expansão da bioenergia em Mato Grosso do Sul. Levantamento da reportagem mostra que o Estado reúne investimentos em praticamente todas as frentes de produção de energia renovável.

Além da fabricação de etanol de cana e milho, empresas vêm ampliando projetos de biometano produzido a partir da vinhaça, dejetos da suinocultura, resíduos da indústria frigorífica e até de aterros sanitários.

Entre os principais empreendimentos está a unidade da JBS, em Campo Grande, que investe R$ 65 milhões na produção de biometano a partir de resíduos industriais. Em Nova Alvorada do Sul, a Atvos aplica R$ 350 milhões em uma planta capaz de substituir aproximadamente 48 milhões de litros de diesel por ano.

Já a Adecoagro utiliza o biometano produzido em Ivinhema para abastecer sua frota de caminhões e máquinas agrícolas, reduzindo o consumo anual em cerca de 24 milhões de litros de diesel.

O cenário tende a ganhar ainda mais força com a ampliação da participação do etanol na matriz de combustíveis brasileira. A partir de agosto, a mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina passará de 27% para 32% (E32), medida aprovada pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).

Para a Associação dos Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul (Biosul), a mudança fortalece o mercado de combustíveis renováveis e chega em um momento estratégico para o Estado, que consolida a integração entre a produção de etanol de cana-de-açúcar e de milho.

Em nota, a entidade afirma que a ampliação da mistura obrigatória cria um ambiente ainda mais favorável ao desenvolvimento da bioenergia e amplia a competitividade de Mato Grosso do Sul no abastecimento nacional.

“Ao fortalecer a demanda por etanol, o E32 impulsiona uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, inovação e desenvolvimento regional. A medida também amplia a previsibilidade para novos investimentos e reforça o papel estratégico da bioenergia na segurança energética e na competitividade da economia brasileira”, destacou a Biosul.

Na avaliação da entidade, o Brasil reforça sua posição como referência mundial na transição para uma economia de baixo carbono ao ampliar a participação dos biocombustíveis na matriz energética.

O fortalecimento da demanda ocorre em um momento em que Mato Grosso do Sul já ocupa posição de destaque nacional no setor. 

Conforme a Biosul, o Estado conta com 22 unidades de bioenergia em operação, sendo 19 usinas de cana-de-açúcar e três de milho.

Todas produzem etanol e cogeram bioeletricidade a partir da biomassa da cana, enquanto 14 exportam excedentes de energia para o Sistema Interligado Nacional (SIN) e também produzem açúcar.

Mato Grosso do Sul é hoje o quarto maior produtor brasileiro de cana-de-açúcar e de etanol, o segundo maior produtor nacional de etanol de milho e o quinto maior produtor de açúcar.

Presente em 42 municípios, o setor gera aproximadamente 34,5 mil empregos diretos, movimenta cerca de R$ 1,4 bilhão em massa salarial e responde por 19% do Produto Interno Bruto (PIB) industrial do Estado.

CAPITAL

A maior disponibilidade do combustível também se reflete nos preços praticados em Campo Grande.

Segundo a ANP, a Capital tem o terceiro menor preço médio do etanol entre as capitais brasileiras, com o litro comercializado a R$ 3,92, atrás apenas de Cuiabá (R$ 3,63) e São Paulo (R$ 3,88).

A competitividade do biocombustível também pode ser medida pela relação com a gasolina. Considerando os preços médios estaduais, o etanol representa cerca de 61% do valor da gasolina, porcentual bem abaixo do limite de 70% utilizado como referência para indicar vantagem econômica aos veículos flex.

LOTERIAS

Resultado da Dupla-Sena de ontem, concurso 2984, sexta-feira (17/07): veja o rateio

A Dupla-Sena tem três sorteios semanais, às segundas, quartas e sextas, sempre às 20h; veja quais os números sorteados no último concurso

18/07/2026 08h28

Confira o resultado da Dupla-Sena

Confira o resultado da Dupla-Sena Foto: Divulgação

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 2984 da Dupla Sena na noite desta sexta-feira, 17 de julho de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 1 milhão.

Premiação - 1º Sorteio

  • 6 acertos - Não houve ganhadores
  • 5 acertos - 7 apostas ganhadoras (R$ 6.699,14)
  • 4 acertos - 418 apostas ganhadoras (R$ 128,21)
  • 3 acertos - 8.876 apostas ganhadoras (R$ 3,01)

Premiação - 2º Sorteio

  • 6 acertos - Não houve ganhadores
  • 5 acertos - 5 apostas ganhadoras (R$ 8.440,91)
  • 4 acertos - 402 apostas ganhadoras (R$ 133,31)
  • 3 acertos - 7.434 apostas ganhadoras (R$ 3,60)

Confira o resultado da Dupla-Sena de ontem!

Os números da Dupla Sena 2985 são:

Primeiro sorteio

  •   37 - 27 - 12 - 11 - 02 - 06 

Segundo sorteio

  •  40 - 49 - 29 - 07 - 44 - 39 

O sorteio da Dupla Sena é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Dupla Sena 2986

Como a Dupla Sena tem três sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na segunda-feira, 20 de julho, a partir das 20 horas, pelo concurso 2986. O valor da premiação está estimaodo em R$ 1,4 milhões. 

Para participar dos sorteios da Dupla Sena é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

O apostador deve marcar de 6 a 15 números dentre os 50 disponíveis no volante e torcer. Caso prefira o sistema pode escolher os números para você através da Surpresinha ou ainda pode concorrer com a mesma aposta por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou 12 concursos consecutivos com a Teimosinha.

Com apenas um bilhete da Dupla Sena, você tem o dobro de chances de ganhar: são dois sorteios por concurso e ganha acertando 3, 4, 5 ou 6 números no primeiro e/ou segundo sorteios.

O preço da aposta com 6 números é de R$ 3,00.

É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta.

Como jogar na Dupla-Sena

A Dupla-Sena tem três sorteios semanais: às segundas, quartas e sextas, às 20h (horário de MS).

O apostador deve marcar de 6 a 15 números dentre os 50 disponíveis no volante e torcer.

Caso prefira o sistema pode escolher os números para você através da Surpresinha ou ainda pode concorrer com a mesma aposta por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou 12 concursos consecutivos com a Teimosinha.

Com apenas um bilhete da Dupla Sena, você tem o dobro de chances de ganhar: são dois sorteios por concurso e ganha acertando 3, 4, 5 ou 6 números no primeiro e/ou segundo sorteios.

O preço da aposta com 6 números é de R$ 3,00.

É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com seis dezenas e preço de R$ 2,50, a probabilidade de acertar 6 números e ganhar o prêmio milionário é de 1 em 15.890.700 segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 3.174, ainda segundo a Caixa.

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