Economia

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Bancos: o que foi a crise de 2008 e quais as diferenças para a situação atual?

As turbulências atuais não estão relacionadas com o que aconteceu em 2008; aquela foi uma crise gerada pelo setor imobiliário

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A falência do Silicon Valey Bank, em 10 de março, e a depreciação de 30% do Credit Suisse nesta quarta-feira (15) trazem à memória a crise econômica de 2008, a pior pela qual o mundo passou desde a década de 1930.

Mas as turbulências atuais não estão relacionadas com o que aconteceu em 2008. Aquela foi uma crise gerada pelo setor imobiliário, e esta tem outros fatores.

No caso do Silicon Valey Bank, clientes retiraram seu dinheiro por conta da preocupação de que as reservas de caixa da empresa estavam baixas.

Em relação ao Credit Suisse, há uma crise na confiança dos investidores no banco, após um relatório divulgado pela instituição apontar distorções em suas demonstrações financeiras.

A crise de 2008, contudo, tem sua raiz no mercado de hipotecas americano. Os bancos passaram anos emprestando dinheiro a juros baixíssimos para clientes comprarem seus imóveis.

Em 2003, por exemplo, os juros do Fed, o banco central dos Estados Unidos, chegaram a cair para 1% ao ano, a menor taxa desde o fim dos anos 1950.

O crédito farto e barato gerou um aumento de interesse na compra da casa própria, e, com a maior procura, os preços também aumentaram.

Em 2005, o “boom” no mercado imobiliário estava avançado: comprar uma casa (ou mais de uma) tornou-se um bom negócio, não só para quem queria adquirir o imóvel próprio, mas também para quem procurava investir.

Nesta época, os bancos descobriram um nicho ainda a ser explorado no mercado: o de clientes do segmento “subprime”, caracterizados pela baixa renda, por vezes com histórico de inadimplência, como desempregados e pessoas sem renda comprovada.

Este segmento representa um risco maior de calote que os de outras categorias de crédito, mas, justamente por ser de maior risco, as taxas de retorno são bem mais altas.

Em outras palavras, o mercado viveu uma fantasia, emprestando dinheiro para quem provavelmente não poderia pagar.

Uma dos atrativos das instituições financeiras era oferecer aos clientes juros mais baixos nos primeiros meses, o que aumentava o risco de calote quando as taxas aumentassem no decorrer do empréstimo.

A grande maioria desses empréstimos era garantida pela própria propriedade negociada, a conhecida hipoteca.

Após atingir um pico em 2006, os preços dos imóveis, no entanto, passaram a cair. Os juros do Fed, que vinham subindo desde 2004, encareceram o crédito e afastaram compradores; com isso, a oferta começou a superar a demanda e o que se viu foi uma espiral descendente no valor dos imóveis.

Com os juros altos, o risco virou realidade. A inadimplência aumentou e o temor de novos calotes fez o crédito sofrer uma desaceleração expressiva no país como um todo.
Sem oferta suficiente de crédito, a economia dos EUA desaqueceu.

Com menos liquidez (dinheiro disponível), menos se compra, menos as empresas lucram e menos pessoas são contratadas.

Empresas e famílias afetadas pela crise perderam efetivamente condições de investir e consumir, como os donos de imóveis que perderam valor. Assim, evita-se tomar dinheiro emprestado e procura-se poupar para dias difíceis.

Mas, com a retração de investimento e consumo, empresas vendem menos; com a queda nos lucros, há mais demissões; com menos renda, as famílias cortam o consumo, e o ciclo recomeça.

A crise de 2008 foi marcada pela falência do tradicional banco Lehman Brothers, em 15 de setembro.

Com a inadimplência generalizada, dezenas de outras instituições financeiras também quebraram no país, ficando sem dinheiro para emprestar para os clientes e para operações básicas, como pagar seus funcionários e as contas.

Ao fim do Lehman se seguiram a venda do Merrill Lynch ao Bank of America; a ajuda de US$ 85 bilhões à seguradora AIG, também sob risco de quebrar por falta de fontes de captação de empréstimos; a quebra do banco do segmento de empréstimos em poupança Washington Mutual (WaMu) --no que, segundo analistas, foi a maior falência de um banco nos Estados Unidos--; e a venda do Wachovia, quarto maior dos EUA, que anunciou a fusão com o Wells Fargo, em uma operação de US$ 15,1 bilhões em troca de ações.

Para combater a onda de quebradeira entre as instituições financeiras e acalmar o mercado, o Congresso dos EUA aprovou um plano de ajuda de US$ 700 bilhões.

A verba foi usada para comprar títulos “podres”, ou papéis cujo resgate é muito improvável, ou seja, com alto risco de calote. A maioria destes ativos era ligados justamente às hipotecas “subprime”.

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LOTERIAS

Resultado da + Milionária de hoje, concurso 389, domingo (13/09): veja o rateio

A + Milionária tem dois sorteios semanais, às quartas e domingos; veja quais os números sorteados no último concurso

13/09/2026 13h45

Confira o resultado da +Milionária

Confira o resultado da +Milionária Foto: Divulgação

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 389 da + Milionária na manhã deste domingo, 13 de agosto de 2026, a partir das 11h (de Brasília). A extração dos números ocorre no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$93 milhões.

Premiação

  • 6 acertos + 2 trevos - Não houve acertador;
  • 6 acertos + 1 ou nenhum trevo - Não houve acertador;
  • 5 acertos + 2 trevos - 1 aposta ganhadora, (R$ 354.262,49);
  • 5 acertos + 1 ou nenhum trevo - 18 apostas ganhadoras, (R$ 8.747,23 cada); 
  • 4 acertos + 2 trevos - 107 apostas ganhadoras, (R$ 1.576,60 cada);
  • 4 acertos + 1 ou nenhum trevo - 1162 apostas ganhadoras, (R$ 145,17 cada);
  • 3 acertos + 2 trevos - 1606 apostas ganhadoras, (R$ 50,00 cada); 
  • 3 acertos + 1 trevo - 13957 apostas ganhadoras, (R$ 24,00 cada);
  • 2 acertos + 2 trevos - 11817 apostas ganhadoras, (R$ 12,00 cada); 
  • 2 acertos + 1 trevo - 106036 apostas ganhadoras, (R$ 6,00 cada). 

Confira o resultado da + Milionária de ontem!

Os números da + Milionária 389 são:

  • 17 - 14 - 42 - 46 - 02 - 21
    Trevos sorteados: 6 - 4

O sorteio da + Milionária é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal ofical da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: + Milionária 390

Como a + Milionária tem dois sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre no domingo, 13 de setembro, a partir das 10 horas, pelo concurso 390. O valor da premiação está estimado em R$95 milhões.

Para participar dos sorteios da + Milionária é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

A aposta mínima custa R$ 6,00 para um jogo simples, em que o apostador pode escolher de 6 a 12 números dentre as 50 dezenas disponíveis, e fatura prêmio se acertar de 4 a 6 números.

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LOTERIAS

Resultado da Timemania de hoje, concurso 2441, domingo (13/09): veja o rateio

A Timemania realiza três sorteios semanais, às terças, quintas e domingos; veja quais os números sorteados no último concurso

13/09/2026 13h39

Confira o resultado da Timemania

Confira o resultado da Timemania Foto: Divulgação

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 2441 da Timemania na manhã deste domingo, 13 de setembro de 2026. A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$13,5 milhões.

Premiação

  • 7 acertos - Não houve ganhadores; 
  • 6 acertos - 4 apostas ganhadoras, (R$ 36.606,28 cada); 
  • 5 acertos - 237 apostas ganhadoras, (R$ 882,61 cada); 
  • 4 acertos - 3.854 apostas ganhadoras, (R$ 10,50 cada); 
  • 3 acertos - 28.759 apostas ganhadoras, (R$ 3,50 cada). 

Time do Coração

  • VOLTA REDONDA /RJ - 4.801 apostas ganhadoras (R$ 8,50)

Confira o resultado da Timemania de ontem!

Os números da Timemania 2441 são:

  • 08 - 10 - 56 - 02 - 01 -70 - 80
  • Time do Coração: 34 - CSA (AL)

O sorteio da Timemania é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Timemania 2442

Como a Timemania tem três sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na terça-feira, 15 de setembro, a partir das 10 horas, pelo concurso 2442. O valor da premiação está estimado em R$14 milhões.

Para participar dos sorteios da Timemania é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

A aposta mínima custa R$ 3,50 para um jogo simples, em que o apostador pode escolher 10 dente as 80 dezenas disponíveis, e fatura prêmio se acertar de três a sete números, ou o time do coração;

Como jogar a Timemania

A Timemania é a loteria para os apaixonados por futebol. Além de o seu palpite valer uma bolada, você ainda ajuda o seu time do coração.

Você escolhe dez números entre os oitenta disponíveis e um Time do Coração. São sorteados sete números e um Time do Coração por concurso. Se você tiver de três a sete acertos, ou acertar o time do coração, ganha.

Você pode deixar, ainda, que o sistema escolha os números para você (Surpresinha) ou concorrer com a mesma aposta por 3, 6, 9, ou 12 concursos consecutivos através da Teimosinha.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com 10 dezenas, a probabilidade de acertar sete números ganhar o prêmio milionário é de 1 em 26.472.637, segundo a Caixa.

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