Economia

DILMA:

Brasil não se abalará com julgamentos

Brasil não se abalará com julgamentos

agência brasil

30/03/2014 - 11h00
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Apesar do rebaixamento da nota do Brasil pela agência Standard & Poor's, o país tem compromisso com o controle da inflação e a diminuição da dívida pública, disse ontem (29) a presidenta Dilma Rousseff. Em evento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), na Bahia, ela ressaltou que a economia do país continua com bons fundamentos, mas tem o desafio de melhorar os serviços públicos e aumentar a produtividade. Sem se referir diretamente à decisão da agência de classificação de risco, Dilma declarou que os números mostram que a economia brasileira continua sólida. “Não nos abalaremos com julgamentos apressados, com conclusões precipitadas que a realidade desmentirá. Todos sabemos que, em economia, a realidade sempre se impõe”, disse.

A presidenta lembrou que, nos últimos dez anos, a inflação tem ficado dentro da meta. Segundo ela, a dívida líquida do setor público, atualmente em 33,7% do Produto Interno Bruto (PIB), encerrará o ano em queda e o país tem reservas de quase US$ 380 bilhões, que fornecem lastro para lidar com qualquer volatilidade internacional. Dilma destacou ainda que o país acumula investimentos estrangeiros diretos de US$ 65 bilhões nos últimos 12 meses e que o programa de concessões de rodovias, aeroportos e portos e os leilões de energia elétrica, petróleo e gás trarão investimentos de US$ 80 bilhões para o Brasil nos próximos cinco anos.

“Em alguns momentos, expectativas, especulações, avaliações e até mesmo interesses políticos podem obscurecer a visão objetiva dos fatos. Para nós, o que importa é que continuaremos a agir para manter o pais no rumo certo, sem abdicar em nenhum momento do nosso compromisso fundamental com a solidez da economia e com a inclusão e o desenvolvimento social e ambiental do país”, acrescentou.

Apesar de reiterar a confiança na economia, a presidenta admitiu que o país tem novos desafios a enfrentar após o aumento da renda na última década. Segundo ela, o principal desafio consiste em aumentar a produtividade e melhorar a infraestrutura, a educação e a eficiência dos serviços públicos. “Temos o desafio de acolher e atender às reivindicações que surgiram na população. Criamos um imenso contingente de cidadãos com melhores condições de vida e mais conscientes dos direitos”, declarou.

A presidenta comentou os desafios da economia brasileira na cerimônia de abertura da 55ª Reunião da Assembleia dos Governadores do BID, na Costa do Sauípe, na Bahia. No encontro, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, assumiu a presidência da Assembleia de Governadores da instituição. Para Dilma, o apoio do banco de fomento é importante para financiar investimentos sociais, projetos de infraestrutura e de integração regional num momento de recuperação da economia internacional.

O presidente do BID, Luis Alberto Moreno, disse que tanto o Brasil como a América Latina têm o desafio de conciliar crescimento com desenvolvimento social em meio a uma população cada vez mais exigente em relação aos serviços públicos e à educação. Segundo ele, com menos recursos fluindo das economias avançadas para os países em desenvolvimento, a América Latina e o Caribe podem crescer 3,5% ao ano, mas essa taxa, declarou, é insuficiente para que a região se beneficie das mudanças tecnológicas globais.

“A discussão hoje não é se chegaremos a esse destino [desenvolvimento social], mas como chegaremos num contexto global mais resistente. Os países desenvolvidos estão se recuperando, mas os ventos internacionais agora estão menos favoráveis”, disse ele. Para o presidente do BID, a América Latina precisa de uma agenda que ataque as deficiências tecnológicas, educacionais, financeiras e ambientais.
 

COMBUSTÍVEIS

Gasolina chega a R$ 7,06 e diferença entre cidades de MS é de R$ 0,78

Levantamento da ANP aponta Corumbá com o maior preço médio e Campo Grande com o menor

11/10/2026 12h15

Pesquisa da ANP revela diferenças nos preços da gasolina entre municípios de Mato Grosso do Sul

Pesquisa da ANP revela diferenças nos preços da gasolina entre municípios de Mato Grosso do Sul Gerson Oliveira

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Abastecer o carro pode custar até R$ 39 a mais, dependendo da cidade de Mato Grosso do Sul. Levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), referente à semana de 4 a 10 de outubro, aponta uma diferença de R$ 0,78 no preço médio do litro da gasolina comum entre Campo Grande e Corumbá.

Enquanto na Capital o combustível foi comercializado, em média, a R$ 6,28, em Corumbá o valor chegou a R$ 7,06, o maior entre os cinco municípios sul-mato-grossenses pesquisados. A diferença representa aproximadamente 12,4% sobre o preço médio registrado em Campo Grande.

Na prática, um motorista que abasteça 50 litros de gasolina desembolsaria R$ 314 na Capital, enquanto o mesmo volume custaria R$ 353 em Corumbá. Para quem realiza quatro abastecimentos dessa quantidade ao longo do mês, a diferença acumulada chegaria a R$ 156, considerando a manutenção dos preços médios.

Os dados foram divulgados em meio à decisão do Governo Federal de prorrogar por mais 30 dias a desoneração da gasolina e do etanol, anunciada na sexta-feira (9), como forma de conter os impactos da alta do petróleo no mercado internacional sobre os preços domésticos.

Interior registra gasolina mais cara

Além de Corumbá, outros municípios do interior de Mato Grosso do Sul apresentaram preços médios superiores aos registrados em Campo Grande.

Em Ponta Porã, o litro da gasolina comum foi comercializado, em média, a R$ 6,71, conforme os valores encontrados em seis postos pesquisados. Dourados apareceu em seguida, com média de R$ 6,68, considerando 15 estabelecimentos.

Já em Três Lagoas, o combustível apresentou preço médio de R$ 6,46, enquanto Campo Grande registrou R$ 6,28, o menor valor entre as cidades analisadas.

No levantamento estadual, que reuniu informações de 60 postos, a gasolina comum apresentou preço médio de R$ 6,42 por litro. O menor preço individual encontrado foi de R$ 6,09, enquanto o maior chegou a R$ 7,29.

A diferença de R$ 1,20 entre os valores mínimo e máximo registrados mostra que a variação não ocorre apenas entre municípios, mas também entre os estabelecimentos pesquisados.

A gasolina aditivada apresentou comportamento semelhante. Em Corumbá, o preço médio chegou a R$ 7,20 por litro, enquanto Campo Grande registrou R$ 6,47, uma diferença de R$ 0,73.

Em Dourados, a média ficou em R$ 6,81, seguida por Três Lagoas, com R$ 6,80, e Ponta Porã, com R$ 6,75. No conjunto dos municípios pesquisados, a gasolina aditivada apresentou média de R$ 6,59 por litro.

O etanol hidratado também apresentou variações significativas nos municípios acompanhados pela ANP.

Campo Grande registrou o menor preço médio, de R$ 3,94 por litro, enquanto Corumbá apresentou o maior, de R$ 4,78. A diferença de R$ 0,84 representa aproximadamente 21,3% sobre o valor encontrado na Capital.

Em Dourados, o combustível custou, em média, R$ 4,15. Já em Ponta Porã e Três Lagoas, os valores ficaram em R$ 3,98 e R$ 3,97, respectivamente.

A média estadual do etanol foi de R$ 3,99 por litro, considerando 40 estabelecimentos pesquisados. Os preços individuais oscilaram entre R$ 3,69 e R$ 4,97.

Governo prorroga desoneração dos combustíveis

Em meio às diferenças de preços registradas em Mato Grosso do Sul, o Governo Federal anunciou, na sexta-feira (9), a prorrogação por mais 30 dias da desoneração da gasolina e do etanol. A medida busca reduzir os efeitos da alta do petróleo no mercado internacional sobre os preços praticados no Brasil.

Com a decisão, permanecem zeradas as alíquotas federais de PIS/Pasep, Cofins e Cide incidentes sobre a gasolina. Segundo o governo, a desoneração passa a representar R$ 0,89 por litro de gasolina A, ante os R$ 0,63 considerados anteriormente.

Para o etanol hidratado, a medida mantém zeradas as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins, o equivalente a R$ 0,19 por litro. O governo também anunciou a ampliação da subvenção econômica destinada aos produtores e às cooperativas, de R$ 0,251 para R$ 0,4287 por litro.

O pacote também prevê uma subvenção adicional de R$ 1,40 por litro para o diesel importado, a ser regulamentada por portaria prevista para terça-feira (13). O valor será acrescentado ao subsídio de R$ 2,12 por litro já em vigor.

De acordo com o Governo Federal, as medidas destinadas à gasolina e ao etanol terão impacto estimado de R$ 3,6 bilhões em 2026, com compensação por receitas extraordinárias provenientes do petróleo.

Gás de cozinha chega a R$ 160 em MS

Além dos combustíveis utilizados nos veículos, o levantamento da ANP também identificou diferenças nos preços do gás de cozinha em Mato Grosso do Sul.

O botijão de 13 quilos apresentou média estadual de R$ 119,86, com valores individuais entre R$ 100 e R$ 160 nos estabelecimentos pesquisados.

Entre os cinco municípios analisados, Corumbá registrou o maior preço médio, de R$ 134,99, seguida por Três Lagoas, com R$ 134,44.

Em Dourados, o botijão custou, em média, R$ 121,78, enquanto Ponta Porã apresentou valor de R$ 121,20.

Campo Grande teve o menor preço médio, de R$ 114,88. Na comparação com Corumbá, a diferença chegou a R$ 20,11 por botijão.

Já entre os preços individuais mínimo e máximo encontrados no Estado, a diferença alcançou R$ 60, valor que representa mais da metade do menor preço registrado.

LOTERIA

Resultado da Dia de Sorte de hoje, concurso 1320, domingo (11/10)

A Dia de Sorte realiza três sorteios semanais, às terças, quintas e domingo; veja quais os números sorteados no último concurso.

11/10/2026 11h05

Confira o resultado do Dia de Sorte

Confira o resultado do Dia de Sorte Divulgação

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 1320 da Dia de Sorte na manhã deste domingo, 11 de outubro de 2026, a partir das 11h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 100 mil.

Confira o resultado da Dia de Sorte de hoje!

Os números da Dia de Sorte 1320 são:

  • 16-29-19-02-30-25-24

  • Mês da sorte: 11 - novembro

O sorteio da Dia de Sorte é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: 1321

Como a Dia de Sorte tem seis sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na terça-feira, 13 de ouutbro, a partir das 20 horas, pelo concurso 1321. O valor da premiação vai depender se no sorteio atual o prêmio será acumulado ou não.

Para participar dos sorteios da Dia de Sorte é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

A aposta mínima custa R$ 3,00 para um jogo simples, em que o apostador pode escolher 7 dente as 31 dezenas disponíveis, e fatura prêmio se acertar 4, 5, 6 e 7 números.

Como apostar na Dia de Sorte

Os sorteios da Dia de Sorte são realizados às terças, quintas e sábados, sempre às 19h (horário de MS).

O apostador marca entre 7 e 15 números, dentre os 31 disponíveis no volante, e fatura prêmio se acertar 4, 5, 6 e 7 números.

Há a possibilidade de deixar que o sistema escolha os números para você por meio da Surpresinha, ou concorrer com a mesma aposta por 3, 6, 9 ou 12 concursos consecutivos através da Teimosinha.

A aposta mínima, de 7 números, custa R$ 3,00.

Os prêmios prescrevem 90 dias após a data do sorteio. Após esse prazo, os valores são repassados ao Tesouro Nacional para aplicação no FIES - Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior.

É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta.

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