Economia

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Chuvas intensas evitaram prejuízos com a soja na região sul do Estado

Chuvas intensas evitaram prejuízos com a soja na região sul do Estado

Redação

18/02/2010 - 06h51
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As chuvas de terça-feira e de ontem não podiam ter chegado em melhor hora para a soja na região de Dourados. Os índices foram altos em todos os municípios, acabando com a angústia de perdas de muitos agricultores, diante do período de veranico registrado neste mês em algumas áreas agrícolas. Em Dourados, os índices pluviométricos variaram de 90 a 100 milímetros, segundo as medições feitas em fazendas e por escritório de planejamento rural. A Embrapa Agropecuária Oeste ficou com o serviço de agrometeorologia indisponível durante o carnaval, problema que se prolongou até ontem. Em Laguna Carapã, as chuvas atingiram até 40 milímetros. Na região do Guassu (Dourados), cujas lavouras estavam sofrendo com o calor, a chuvarada atingiu até 50 mm, enquanto no distrito de Itahum, a 65 quilômetros de Dourados, chegou até a 90 mm. Em Caarapó, onde havia lavouras de soja castigadas pela seca, a chuva alcançou índice de até 40 milímetros. Segundo o agrônomo Sérgio Miranda, “com esse clima bom, a soja está praticamente livre de perdas. Agora, o produtor pode perder é no preço”. As chuvas no centro-sul do Estado começaram no final da tarde de terça-feira e vararam a noite, parando somente ontem por volta das 9h. Mas o tempo ficou nublado o restante do dia, com garoas ocasionais. As lavouras estão em fase de formação ou maturação de grãos, enquanto as mais precoces, em ponto de colheita, agora foram prejudicadas com as fortes chuvas.

GOVERNO FEDERAL

Mais de 180 mil famílias de MS serão contempladas com o Bolsa Família em dezembro

O Governo Federal investiu cerca de R$ 125,6 milhões no Estado, com valor médio de R$ 701,84

10/12/2025 17h45

O cronograma de pagamento do Bolsa Família é ajustado para ser finalizado antes do Natal

O cronograma de pagamento do Bolsa Família é ajustado para ser finalizado antes do Natal Divulgação: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social

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Em Mato Grosso do Sul, 180.357 famílias serão contempladas, em dezembro, com o Bolsa Família. O Governo Federal investiu cerca de R$ 125,6 milhões no Estado. O valor garante um benefício médio de R$ 701,84. O cronograma de pagamentos tem início nesta quarta-feira (10) e segue até o dia 23, de acordo com o final do Número de Identificação Social – NIS. Confira abaixo.

O cronograma de pagamento do Bolsa Família é ajustado para ser finalizado antes do Natal

O programa prevê outros benefícios complementares, no valor adicional de R$ 50, que chegam a 166,7 mil crianças e adolescentes sul-matogrossenses  de sete a 18 anos, além de 7,3 mil gestantes e 5,5 mil nutrizes. Para esses pagamentos, o investimento supera R$ 8 milhões.

Campo Grande é o município com maior número de beneficiários neste mês, com 45,6 mil famílias atendidas. Na sequência das cidades com maior número de famílias atendidas estão Dourados (12.240), Corumbá (9.025), Ponta Porã (8.526) e Três Lagoas (7.006).

Valor médio

O valor médio da região Centro-Oeste é de R$ 698,08. Mato Grosso do Sul se manteve acima desse parâmetro, com R$ 701,84. O município de Paranhos teve o maior valor médio de benefício no Estado: R$ 809,27 neste mês. Em seguida aparecem Ladário (R$ 741,94), Corumbá (R$ 735,26), Maracaju (R$ 734,93) e Miranda (R$ 734,11). 

Nacional

Em todo o país, o Bolsa Família chega a 18,7 milhões de beneficiários a partir desta quarta-feira (10), nos 5.570 municípios do país. O valor médio é de R$ 691,37, a partir de um investimento de R$ 12,7 bilhões.

Regiões

No recorte por regiões, o Nordeste reúne o maior número de contemplados em dezembro. São 8,7 milhões de beneficiários, a partir de um investimento de R$ 5,9 bilhões. Na sequência aparece a região Sudeste (5,26 milhões de famílias e R$ 3,54 bilhões em repasses), seguida por Norte (2,43 milhões de famílias e R$ 1,74 bilhão), Sul (1,28 milhão de beneficiários e R$ 862 milhões) e Centro-Oeste (986 mil famílias e R$ 680 milhões).

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Economia

Governo brasileiro confirma salário mínimo de R$ 1.621 para 2026

O ajuste afetará o salário que os trabalhadores receberão em fevereiro

10/12/2025 17h30

Salário mínimo será reajustado dos atuais R$ 1.518 para R$ 1.621

Salário mínimo será reajustado dos atuais R$ 1.518 para R$ 1.621 Arquivo

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O Ministério do Planejamento e Orçamento confirmou nesta quarta-feira (10) que o salário mínimo será reajustado dos atuais R$ 1.518 para R$ 1.621, um aumento de R$ 103, um reajuste de 6,79%.

O valor foi confirmado após a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), utilizado no cálculo do reajuste anual do salário mínimo. O indicador registrou 0,03% em novembro e acumula 4,18% em 12 meses.  

O reajuste do salário mínimo será aplicado a partir de janeiro de 2026, com efeito no salário que o trabalhador recebe em fevereiro.

Entenda

A regra do reajuste do salário mínimo determina que o valor tenha duas correções: uma pelo INPC de 12 meses acumulado até novembro do ano anterior, ou seja, 4,18%, e outra pelo crescimento da economia de 2 anos.

No dia 4, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revisou os dados do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) de 2024, confirmando expansão em 3,4%.

No entanto, o arcabouço fiscal, mecanismo que controla a evolução dos gastos públicos, determina que o ganho acima da inflação seja limitado a um intervalo de 0,6% a 2,5%.

Pela regra, o salário mínimo de 2026 seria R$ 1.620,99 e, com o arredondamento previsto em lei, passa para R$ 1.621, reajuste de 6,79%.

Revisão

Os resultados dos índices farão o governo revisar cálculos para as contas públicas no ano que vem, já que o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026, aprovado pelo Congresso Nacional, estimava o salário mínimo em R$ 1.627, um reajuste de 7,18%.

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