Economia

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Desemprego atinge menor taxa para março em 12 anos

Desemprego atinge menor taxa para março em 12 anos

Redação

29/04/2010 - 06h40
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São Paulo

A taxa de desemprego no País ficou em 13,7% em março, ante 13,0% em fevereiro, segundo pesquisa realizada pela Fundação Seade e pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) em seis regiões metropolitanas e divulgada ontem. Apesar da elevação, é a menor taxa para um mês de março desde 1998. No mesmo mês em 2009, a taxa havia sido de 15,1%.
“Após o aquecimento do mercado de trabalho no final do ano, é esperada uma redução no nível de atividade”, disse Patrícia Lino Costa, economista do Dieese, referindo-se ao aumento do desemprego de fevereiro para março.
O índice subiu em todas as seis cidades, principalmente em Salvador, onde foi de 18,8% em fevereiro para 19,9%, e em São Paulo, passando de 12,2% para 13,1%. Trata-se da menor taxa para um mês de março desde 1992.
Nessa região metropolitana houve eliminação de 86 mil postos de trabalho. Na divisão por setores, o nível de ocupação aumentou apenas na indústria paulista, com a criação de 12 mil vagas. “O comportamento da indústria é um sinalizador de tendência”, afirmou Alexandre Loloian, coordenador do Seade.
Em Belo Horizonte e no Distrito Federal, a elevação da taxa teve menor intensidade. Na capital mineira, o desemprego passou de 9,7% para 10,2%, e no DF, de 14,1% para 14,7%.
Já em Porto Alegre e no Recife, houve quase estabilidade. Na capital gaúcha, a taxa passou de 9,6% para 9,8%. E na capital de Pernambuco, a taxa subiu de 19% para 19,3%.
O contingente de desempregados nas seis regiões analisadas foi estimado em 2,767 milhões de pessoas no mês passado, 149 mil a mais do que em fevereiro. Esse número é resultante da eliminação de 137 mil vagas, aliada à relativa estabilidade da PEA (População Economicamente Ativa).
Nesse mesmo comparativo, o nível de ocupação, na média nacional, teve queda de 0,8%. O total de ocupados nas seis regiões pesquisadas foi estimado em 17,423 milhões de pessoas, para uma PEA de 20,190 milhões.
Na divisão por atividade, o nível de ocupação nas seis regiões metropolitanas diminuiu em serviços (115 mil vagas a menos), no comércio (retração de 55 mil) e no agregado de outros setores (menos 19 mil vagas).
No sentido oposto, houve crescimento na indústria (31 mil vagas a mais) e na construção civil (abertura de 21 mil postos de trabalho).

Rendimento
Em fevereiro, o rendimento médio real dos ocupados no País praticamente não teve variação (leve queda de 0,1%), equivalendo a R$ 1.274. Já o dos assalariados ficou em R$ 1.340, apresentando redução de 0,7%.
O rendimento médio dos ocupados diminuiu no Distrito Federal (retração de 1,6%), passando a valer R$ 1.811. O mesmo movimento foi registrado em São Paulo (-0,6%), para R$ 1.309, e em Belo Horizonte (-0,6%), para R$ 1.295.
Em Salvador, houve relativa estabilidade, com variação negativa de 0,2%, para R$ 1.024. Já Recife e Porto Alegre apresentaram acréscimo no rendimento. Na capital de Pernambuco, o rendimento subiu 2,9%, para R$ 841. E na segunda capital, o rendimento aumentou 2,7%, para R$ 1.267.

Economia

Pix fica fora do ar e usuários reclamam nas redes sociais

O serviço de pagamento instantâneo apresentou instabilidade na tarde desta segunda-feira (19), afetando usuários em todo o país

19/01/2026 14h33

Crédito: Bruno Peres / Agência Brasil

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O sistema de pagamentos Pix ficou instável durante a tarde desta segunda-feira (19), o que levou usuários que possuem contas em diferentes instituições financeiras a reclamar nas redes sociais.

No X (antigo Twitter) diversos usuários reclamaram da instabilidade do sistema, relatando que não conseguiram realizar o pagamento instantâneo. 

A plataforma DownDetector, que monitora quedas de serviço em tempo real, das 13h30 (horário de Mato Grosso do Sul), registrou mais de 6 mil reclamações, o que indica que não é um problema em um banco, mas sim, que teve alcance nacional. 

Reprodução DownDetector

Reclamações

Após a queda do sistema usuários de diversas partes do país começaram a publicar no microblog, o problema com o Pix, que afetou pelo menos cinco instituições bancárias.

 

 

 

Queridinho dos brasileiros

No site do Banco Central, existe o serviço “Pix em Números”, que registra a quantidade de transações efetuadas com o sistema de pagamento instantâneo.

O recorde registrado desde o lançamento do serviço ocorreu no dia 5 de dezembro de 2025, quando foram realizadas 313.339.828 transações.

Bancos que estão com problemas no serviço

 

  • Banco do Brasil
  • Bradesco
  • C6 Bank
  • Caixa Econômica Federal
  • Inter
  • Itaú
  • Nubank
  • Santander
     

Até o momento, o Banco Central não divulgou nota sobre o que está ocasionando a instabilidade.

Não conseguiu fazer o pix?

Enquanto o sistema não é restabelecido, especialistas recomendam cautela. Se você precisa realizar um pagamento urgente, aqui estão algumas alternativas, o Correio do Estado organizou uma lista de alternativas

 

 

Assine o Correio do Estado

 

Governo do Brasil

Mais de 181 mil famílias de MS recebem o Bolsa Família em janeiro

O cronograma de pagamento começa no dia 19 de janeiro e vai até o dia 30

19/01/2026 14h15

Bolsa Família inicia os pagamentos de 2026

Bolsa Família inicia os pagamentos de 2026 Divulgação

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O Governo Federal paga, a partir desta segunda-feira (19) o benefício do Bolsa Família para 181.197 famílias de Mato Grosso do Sul. 

O cronograma de pagamentos segue o calendário nacional e começa no dia 19 de janeiro e segue até o dia 30, de acordo com final do Número de Identificação Social (NIS), conforme o calendário abaixo:

Bolsa Família inicia os pagamentos de 2026Fonte: Governo Federal

O investimento do governo no Estado para o benefício é de quase R$ 130 milhões, com um valor médio de R$ 717,17 pago nos 79 municípios de MS. 

Além disso, o programa também garante benefícios adicionais desde sua retomada em 2023, como o Benefício Primeira Infância em Mato Grosso do Sul, que atende 109,6 mil crianças de zero a seis anos. 

Com isso, cada integrante de famílias nessa faixa etária recebem um adicional de R$ 150, o que significa um investimento de R$ 15,5 milhões a mais no Estado. 

Para crianças e adolescentes de sete a 18 anos, o Bolsa Família assegura um valor adicional de R$ 50, repassados a 161,3 mil indivíduos dessa idade, além de 7 mil gestantes e 4,4 mil mulheres que amamentam no Estado. Para estes pagamentos, o repasse ao Estado supera os R$ 8 milhões. 

Entre os municípios, a capital Campo Grande é onde estão a maior parte dos beneficiários do Estado no mês de janeiro, com 46 mil famílias atendidas. Na sequência, estão as cidades de Dourados (12.531), Corumbá (9.024), Ponta Porã (8.548) e Três Lagoas (7.031). 

O valor médio do benefício pago no Estado supera o valor médio nacional e da região Centro-Oeste. Paranhos é o município sul-mato-grossense com maior valor médio do repasse, de R$ 809,91 neste mês. Em seguida, aparecem Ladário (R$ 769,37), Dourados (R$ 762,85), Japorã (R$ 752,40) e Jardim (R$ 750,02). 

Ao todo, durante todo o ano, 216.417 famílias de Mato Grosso do Sul devem ser contempladas pelo Bolsa Família. 

Nacional

Na região Centro-Oeste, 990,7 mil famílias são atendidas pelo Bolsa Família, tendo um repasse do Governo Federal de R$ 703 milhões. É a região brasileira com menor número de atendidos. O valor médio pago é de R$ 709,65. 

A região Nordeste tem o maior número de contemplados em janeiro, com 8,75 milhões de beneficiários e um investimento de R$ 6 bilhões. Em seguida, aparece a região Sudeste, com 5,29 milhões de famílias e R$ 3,72 bilhões em repasses. Na sequência, a região Norte (2,44 milhões de famílias e R$ 1,77 bilhão) e Sul (1,29 milhão de beneficiários e repasse de R$ 898 milhões). 

Sobre os valores, Roraima é o estado com o maior valor médio de repasse aos contemplados em janeiro, de R$ 756,40, seguido pelo Amazonas (R$ 741,03), Amapá (R$ 737,14), Acre (R$ 732,98), Distrito Federal (R$ 727,81) e Pará (R$ 719,05). 

No total, em todo o Brasil, são mais de 18,7 milhões de famílias atendidas, com um repasse total de R$ 13,1 bilhões pelo Governo do Brasil. 

Em janeiro, o Programa alcança 247,7 mil famílias com pessoas indígenas, 289,3 mil com quilombolas, 397,2 mil com catadores de material reciclável, 253,8 mil com pessoas em situação de rua, 56,5 mil com pessoas resgatadas de trabalho análogo ao escravo e 56 mil com crianças em situação de trabalho infantil, que fazem parte de um grupo prioritário e específico do programa. 


 

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