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Quatro experiências de protagonismo juvenil em escolas públicas e particulares

Quatro experiências de protagonismo juvenil em escolas públicas e particulares

REVISTA EDUCAÇÃO

24/10/2017 - 20h00
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Em 2016, um ano após o primeiro movimento das ocupações de escolas em São Paulo, uma pesquisa realizada pelo portal Porvir revelou que os jovens gostariam de ter mais voz no ambiente em que estudam – muito diferente do difundido estereótipo do estudante desinteressado.

Segundo o levantamento, que ouviu principalmente jovens da região sudeste (85,4%), 52% dos estudantes acreditam que não pode faltar participação nas decisões da escola.

Na maioria das instituições, porém, ainda é comum que o aluno só participe em questões pontuais como a organização de uma festa junina ou um evento esportivo. Visando dar bases para que essa realidade possa mudar, o portal Porvir lançou, em setembro deste ano, um guia sobre participação voltado a gestores e educadores.

Em algumas escolas, esse caminho para uma participação mais ativa dos alunos já vem sendo trilhado.

A revista Educação conversou com quatro escolas (duas da rede privada e duas da rede pública) que vivenciam isso na prática.

Seja com a simples criação de oportunidades para que os alunos desenvolvam seus próprios projetos, seja com um sistema totalmente democrático, são experiências que buscam estimular e fortalecer a autonomia dos alunos, tornando-os mais ativos e responsáveis no processo de aprendizagem. Veja abaixo:

1. Gestão democrática

Na Politeia, escola privada de São Paulo (SP), todos os atores do ambiente escolar participam de assembleias regularmente. Eles têm a oportunidade de propor ideias e discutir sobre as regras de convivência do colégio – como, por exemplo, o uso da quadra ou dos computadores.

A organização da rotina escolar também conta com a participação dos alunos, sendo feita em rodas de conversa que acontecem diariamente.

Diferente de uma escola tradicional, os alunos não são divididos por série, mas por ciclos. Chamados de ‘tutorias’, eles reúnem alunos de idades próximas. Mesmo com essa divisão, a interação entre alunos de idades diferentes é recorrente, já que é possível participar de grupos de estudos de acordo com os próprios interesses, sem restrição por faixa etária.

Cada grupo é formado a partir de propostas das crianças. “Uma vez, uma criança sugeriu o tema ‘o que acontece depois da morte’”, conta Yván Dourado, educador da Politeia e tutor de crianças de 8 a 10 anos.

“O professor e os alunos trabalharam o que a ciência diz, as religiões, a ficção científica.”

Além dos grupos de estudos, os alunos ainda desenvolvem pesquisas individuais, também a partir daquilo que se interessam, e participam de ateliês, voltados ao desenvolvimento de cinco linguagens fundamentais:  português, matemática, ciências, artes e corpo.

Nos encontros com especialistas dessas cinco áreas, as crianças podem desenvolver mais repertório de possibilidades de estudo.

Os estudantes também integram comissões, que fazem com que eles participem de questões de organização da escola, se sentindo mais responsáveis pelo espaço.

A comissão de biblioteca, por exemplo, fica responsável pela organização e compra de livros. Há ainda comissões de manutenção, de brinquedos, horta e reciclagem. A escola atende o ensino fundamental, mas pretende expandir para o ensino médio em 2018.

2. Formação política e representação

Mesmo escolas organizadas de maneira mais tradicional também podem buscar estimular o protagonismo dos estudantes e oferecer uma formação política mais consistente.

No também privado Colégio São Luís, de São Paulo (SP), por exemplo, foi criado o projeto “Democracia e participação”. Colocado em prática em 2017, surgiu da necessidade de criar um sistema de representação estudantil. Até então, a escola não tinha um grêmio estudantil, e, de maneira geral, os alunos sequer estavam familiarizados com essa possibilidade de representação.

A escola iniciou, então, um processo de formação política dos alunos, assim como a criação de um grêmio estudantil e de um conselho de representantes das turmas do 6º ano do ensino fundamental ao 3º do ensino médio.

Cada turma elegeu dois representantes – um menino e uma menina – que passaram a compor um conselho responsável por pensar e votar projetos nas assembleias, atuando como uma espécie de poder legislativo.

O executivo, representado pelo grêmio, foi eleito numa votação da qual todos os alunos tiveram possibilidade de participar.

Os alunos que montaram chapas para concorrer ao grêmio participaram de encontros formativos e até de um workshop de marketing político. Antes da votação, também puderam participar de um debate que foi assistido por todos os alunos da escola.

Os eleitos – tanto do conselho quanto do grêmio – participaram de encontros de formação teórica sobre política, tendo contato com autores como Montesquieu, Maquiavel e Weber.

O projeto, que foi iniciado no começo de 2017, culminou na posse dos eleitos em setembro. Agora, os alunos já começaram a fazer e votar propostas nas assembleias, que acontecem a cada 15 dias.

“Um dos projetos deles é de combate ao bullying. Eles vão consultar alunos e fazer vídeos para circular na TV interna. Estão fazendo também um vídeo voltado aos professores”, conta Rafael Araújo, educador da área de humanística do colégio e um dos responsáveis pelo projeto. Para o futuro, a escola pretende implementar as assembleias de classe no ensino fundamental 1, preparando os alunos para a participação na etapa seguinte.

3. Criação de projetos: rádio estudantil

Na E.E. Professor Expedito Camargo Freire, de Campos do Jordão (SP), os alunos do ensino médio criaram uma rádio que funciona na hora do intervalo. A iniciativa surgiu da vontade de fazer algo diferente nos recreios, aumentando a interação entre os estudantes.

Apenas com um amplificador, um notebook e alguns microfones comprados pela professora Angélica Guimarães, que mediou o processo, os alunos criaram uma rádio que tem programação musical, batalhas de hip-hop, biografia de funcionários da escola e participação de convidados.

“Os alunos criaram os quadros da rádio de acordo com o perfil dos estudantes”, conta Angélica, coordenadora do projeto. Ela foi responsável por uma disciplina eletiva de comunicação, chamada “Está no ar”, onde o projeto surgiu. A escola é integral e os alunos podem escolher algumas matérias, além de participar de clubes.

Para Angélica, a eletiva atuou como facilitadora, e o suporte do professor é importante para que os alunos possam colocar suas ideias em prática. “Escola não se faz só com conteúdo, mas com interação. E a rádio é o diferencial deles.”

4. Atores da mudança: igualdade de gênero

Na E.E. Abílio Manoel, de Bebedouro (SP), os alunos do ensino médio criaram o clube HeforShe (ElesPorElas), onde organizam ações em favor da igualdade de gênero. O HeForShe é uma campanha global da ONU Mulheres para que homens e meninos se engajem na luta pela igualdade de gênero.

Na Abílio Manoel, o projeto começou com a identificação, por parte dos alunos, de problemas de convivência – como, por exemplo, a difusão do pensamento de que ‘menina não pode jogar futebol’. Depois, evoluiu para um clube juvenil, do qual podem participar todos os alunos interessados.

No clube, os alunos se encontram semanalmente com o orientador Arthur Fachini, ativista que atua como voluntário na escola. Nesses encontros, os jovens participam de discussões e pensam em estratégias de conscientização. Uma das iniciativas dos alunos foi espalhar cartazes pela escola com frases que apontam para a importância da igualdade de gênero.

Além disso, os estudantes também passaram a levar as discussões para além dos encontros. Dos 23 participantes do clube no primeiro semestre deste ano, 17 firmaram compromisso para se tornarem embaixadores da campanha.

Segundo Andréa Thomé, diretora da escola, desde que a instituição passou a ser de ensino integral, em 2015, a participação dos alunos passou a ser mais incentivada. “No ensino integral, a base é o projeto de vida do aluno. E, para esse projeto se desenvolver, o aluno tem de ser protagonista”, afirma.

Com mais autonomia dos alunos, surgiu também a ideia de corresponsabilidade. “Eles gostam muito de autonomia para usar os espaços da escola, como a quadra e o laboratório, por exemplo.  Mas, para isso, perceberam que têm de ficar responsáveis, e que isso não é fácil. É preciso ter planejamento, regras claras”, conta Andréa.

Nos clubes, os alunos também exercitam a escolha, se reunindo a partir de interesses comuns. Além do HeForShe, há vários outros clubes: entre eles, de culinária, esporte, música e teatro.

OPORTUNIDADE

UEMS oferece 1.383 vagas em 52 cursos para ingresso em 2027

Prova do vestibular ocorrerá em 22 de novembro

08/09/2026 09h15

UEMS, em Campo Grande

UEMS, em Campo Grande MARCELO VICTOR

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Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) oferece 1.383 vagas, em 52 cursos presenciais, para ingresso em 2027.

Das 1.383 vagas, 1.043 são através do vestibular e 340 do Processo Seletivo Permanente.

A banca responsável pela prova é a Fundação de Apoio à Pesquisa, ao Ensino e à Cultura (FAPEC).

VESTIBULAR

UEMS oferece 1.043 vagas em 52 cursos presenciais, através do vestibular, para ingresso em 2027.

Das 1.043 vagas, 556 são para ampla concorrência, 207 para negros, 114 para indígenas, 114 para residentes em Mato Grosso do Sul há mais de 10 anos e 52 para pessoas com deficiência ou transtornos globais do desenvolvimento (PCD).

As inscrições são gratuitas, estão abertas até 5 de novembro e podem ser feitas aqui.

A prova ocorrerá em 22 de novembro em Amambai, Aquidauana, Bataguassu, Campo Grande, Cassilândia, Corumbá, Costa Rica, Coxim, Dourados, Glória de Dourados, Ivinhema, Jardim, Maracaju, Mundo Novo, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã e Três Lagoas.

O exame terá 60 questões objetivas de múltipla escolha sobre as áreas do conhecimento de Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e prova de Redação.

O resultado final será divulgado em 22 de janeiro de 2027. Convocações para matrícula ocorrerão a partir de fevereiro de 2027.

Veja a lista de cursos oferecidos pelo vestibular:

AQUIDAUANA

  • Agronomia – Bacharelado — Integral — 26 vagas
  • Direito – Bacharelado — Noturno — 26 vagas
  • Engenharia Florestal – Bacharelado — Integral — 26 vagas
  • Zootecnia – Bacharelado — Integral — 20 vagas

BATAGUASSU

  • Direito – Bacharelado — Noturno — 26 vagas

CAMPO GRANDE – MORENINHAS

  • Administração Pública – Bacharelado — Noturno — 18 vagas
  • Direito – Bacharelado — Noturno — 18 vagas
  • História – Licenciatura — Noturno — 20 vagas

CAMPO GRANDE – SANTO AMARO

  • Ciências Biológicas – Bacharelado — Matutino — 20 vagas
  • Dança – Licenciatura — Vespertino — 14 vagas
  • Fonoaudiologia – Bacharelado — Matutino — 16 vagas
  • Geografia – Bacharelado — Noturno — 16 vagas
  • Geografia – Licenciatura — Noturno — 16 vagas
  • Letras Português/Espanhol – Licenciatura — Noturno — 20 vagas
  • Letras Português/Inglês – Licenciatura — Noturno — 20 vagas
  • Medicina – Bacharelado — Integral — 25 vagas
  • Pedagogia – Licenciatura — Noturno — 26 vagas
  • Psicologia – Bacharelado — Matutino — 20 vagas
  • Teatro – Licenciatura — Vespertino — 14 vagas
  • Terapia Ocupacional – Bacharelado — Matutino — 16 vagas
  • Turismo – Bacharelado — Matutino — 20 vagas

CASSILÂNDIA

  • Agronomia – Bacharelado — Integral — 26 vagas
  • Letras Português/Inglês – Licenciatura — Noturno — 20 vagas
  • Matemática – Licenciatura — Noturno — 20 vagas
  • Silvicultura – Tecnologia — Noturno — 16 vagas

COXIM

  • Psicologia – Bacharelado — Noturno — 20 vagas

DOURADOS

  • Ciência da Computação – Bacharelado — Integral — 20 vagas
  • Ciências Biológicas – Licenciatura — Noturno — 14 vagas
  • Direito – Bacharelado — Matutino — 26 vagas
  • Enfermagem – Bacharelado — Integral — 26 vagas
  • Pedagogia – Licenciatura — Vespertino — 20 vagas
  • Sistemas de Informação – Bacharelado — Noturno — 20 vagas
  • Turismo – Bacharelado — Noturno — 20 vagas

JARDIM

  • Direito – Bacharelado — Noturno — 20 vagas

MARACAJU

  • Administração – Bacharelado — Noturno — 20 vagas
  • Agronomia – Bacharelado — Integral — 20 vagas
  • Pedagogia – Licenciatura — Noturno — 20 vagas

MUNDO NOVO

  • Agronomia – Bacharelado — Integral — 20 vagas

NAVIRAÍ

  • Direito – Bacharelado — Noturno — 26 vagas
  • Engenharia de Alimentos – Bacharelado — Noturno — 20 vagas
  • Química – Licenciatura — Noturno — 10 vagas
  • Química Tecnológica e Agroquímica – Bacharelado — Noturno — 14 vagas

NOVA ANDRADINA

  • Engenharia Civil – Bacharelado — Noturno — 20 vagas
  • Matemática – Licenciatura — Noturno — 20 vagas
  • Sistemas de Informação – Bacharelado — Noturno — 20 vagas

PARANAÍBA

  • Direito – Bacharelado — Matutino — 20 vagas
  • Direito – Bacharelado — Noturno — 20 vagas

PONTA PORÃ

  • Administração – Bacharelado — Noturno — 26 vagas
  • Ciências Contábeis – Bacharelado — Noturno — 20 vagas
  • Ciências Econômicas – Bacharelado — Noturno — 26 vagas
  • Gastronomia – Tecnologia — Noturno — 10 vagas
  • Mídias Sociais Digitais – Tecnologia — Noturno — 20 vagas

Veja o edital completo aqui.

PROCESSO SELETIVO PERMANENTE

UEMS oferece 340 vagas em 19 cursos presenciais, através do Processo Seletivo Permanente, para ingresso em 2027.

Neste caso, é possível usar as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) das últimas dez edições.

A seleção classifica os candidatos a partir da maior média geral obtida no Enem, considerando pesos específicos para cada área de conhecimento, de acordo com o curso escolhido.

Das 340 vagas, 179 são para ampla concorrência, 68 para negros, 37 para indígenas, 37 para residentes em Mato Grosso do Sul há mais de 10 anos e 19 para pessoas com deficiência ou transtornos globais do desenvolvimento (PCD).

As inscrições são gratuitas, estão abertas até 18 de janeiro de 2027 e podem ser feitas aqui.

O resultado final deve ser publicado em 27 de janeiro de 2027. Convocações para matrícula serão a partir de fevereiro de 2027.

Veja a lista de cursos oferecidos pelo Processo Seletivo Permanente:

CAMPO GRANDE – SANTO AMARO

  • Letras – Bacharelado — Vespertino e Noturno — 3 anos — 20 vagas

DOURADOS

  • Ciências Biológicas – Bacharelado — Integral — 4 anos — 14 vagas
  • Engenharia Ambiental e Sanitária – Bacharelado — Integral — 5 anos — 20 vagas
  • Engenharia Física – Bacharelado — Integral — 5 anos — 16 vagas
  • Física – Licenciatura — Noturno — 4 anos — 20 vagas
  • Letras Português/Espanhol – Licenciatura — Matutino — 4 anos — 20 vagas
  • Letras Português/Inglês – Licenciatura — Vespertino — 4 anos — 20 vagas
  • Matemática – Licenciatura — Noturno — 4 anos — 20 vagas
  • Química – Licenciatura — Noturno — 4 anos — 16 vagas
  • Química Industrial – Bacharelado — Matutino — 4 anos — 14 vagas

IVINHEMA

  • Ciências Biológicas – Licenciatura — Noturno — 4 anos — 14 vagas
  • Tecnologia em Produção Sucroalcooleira – Tecnologia — Noturno — 3 anos — 20 vagas

JARDIM

  • Geografia – Licenciatura — Noturno — 4 anos — 20 vagas
  • Letras Português/Inglês – Licenciatura — Noturno — 4 anos — 20 vagas

MUNDO NOVO

  • Ciências Biológicas – Licenciatura — Noturno — 4 anos — 20 vagas
  • Tecnologia em Gestão Ambiental – Tecnologia — Noturno — 3 anos — 20 vagas

PARANAÍBA

  • Ciências Sociais – Bacharelado — Noturno — 4 anos — 10 vagas
  • Ciências Sociais – Licenciatura — Noturno — 4 anos — 16 vagas
  • Pedagogia – Licenciatura — Noturno — 4 anos — 20 vagas

MATO GROSSO DO SUL

Concurso para Juiz Substituto do TJMS têm 23 na disputa por 15 vagas

Aprovados na prática de sentenças seguem para a 3.ª etapa, de investigação social; exames de saúde e avaliação psicotécnica, antes de realizarem prova oral eliminatória

17/08/2026 10h59

Certame busca preencher 15 vagas para o cargo de Juiz Substituto no TJMS, que conta com subsídio de R$32.289,54

Certame busca preencher 15 vagas para o cargo de Juiz Substituto no TJMS, que conta com subsídio de R$32.289,54 FOTO: Gerson Oliveira/Correio do Estado

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Conforme divulgado pelo Poder Judiciário do Mato Grosso do Sul, com o resultado definitivo da prova prática de sentenças, publicado na edição desta segunda-feira (17) do Diário da Justiça Eletrônico, restam agora 23 nomes na disputa pelas 15 vagas do 34° Concurso Público para provimento do cargo de Juiz Substituto.

Através de seu diário oficial, o Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso do Sul convoca aqueles candidatos que foram aprovados na segunda etapa, de provas escritas, para realizarem suas inscrições definitivas no 34° Concurso. Para esse requerimento fica estipulado o prazo de 02 a 23 de setembro.

Segue abaixo os nomes que constam no resultado definitivo na prova prática de sentenças: 

Certame busca preencher 15 vagas para o cargo de Juiz Substituto no TJMS, que conta com subsídio de R$32.289,54Reprodução/Diário da Justiça-TJMS

Esse certame, realizado em cinco etapas totais em Campo Grande, busca preencher 15 vagas para o cargo de Juiz Substituto, que conta com subsídio de R$32.289,54, bem como formação de cadastro reserva. 

Para finalmente chegar ao magistério, o candidato precisa ser bacharel em Direito com, no mínimo, três anos de atividade jurídica comprovada, atendendo também o que estabelecem os determinados editais. 

Das vagas totais, uma é voltada para candidatos com deficiência, três para negros e uma para indígenas, com as 10 restantes colocadas para ampla concorrência. 

Há um total de cinco etapas, com as duas primeiras sendo aplicadas pela Fundação Getúlio Vargas, enquanto as demais ficarão a cargo da comissão organizadora do Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul. 

Fique atento

Importante frisar que essa inscrição definitiva deverá ser efetivada através do portal eletrônico do TJMS e entregue na Secretaria da Magistratura, instruída com os documentos constantes no edital de abertura. 

Modelos de requerimento, declarações, etc, estarão disponíveis em formulário eletrônico na aba concursos magistratura do TJMS (acesse CLICANDO AQUI). 

Ainda, no acesso ao formulário o candidato usará o próprio CPF para solicitar a criação da senha "por meio do link que será encaminhado automaticamente ao e-mail informado à Fundação Getúlio Vargas-FGV, no ato da inscrição preliminar", frisa o texto oficial. 

Passada esta etapa, a próxima fase trata-se da inscrição definitiva e inclui a chamada sindicância da vida pregressa; investigação social, bem como os exames de saúde e avaliação psicotécnica. 

Depois disso está prevista a realização da prova oral, que têm caráter eliminatório e também classificatório, onde os candidatos devem passar pela banca examinadora. O certame termina na fase da avaliação de títulos apresentados pelos concorrentes.

Esse concurso têm validade de dois anos, que passam a contar a partir de quando o resultado final for homologado, havendo a possibilidade de prorrogação uma única vez por igual período. 
 

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