Economia

CONCURSO

Google Brasil divulga ONGs finalistas

Google Brasil divulga ONGs finalistas

FOLHAPRESS

01/05/2014 - 15h15
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O Google divulgou os dez projetos finalistas da versão brasileira do concurso Desafio de Impacto Social, entre os quais quatro receberão R$ 1 milhão cada para executar a ideia.

Um dos premiados será eleito por votação on-line (no site) que vai até o dia 8 de maio, quando os outros três serão selecionados por um júri durante evento em São Paulo.

O Brasil é o terceiro país a receber o concurso, chamado Google Impact Challenge nos dois onde já teve edições Reino Unido e Índia, ambos no ano passado. Mais de 700 organizações se inscreveram, entre 10 de fevereiro e 13 de março deste ano.

Entre os classificados, há ONGs já bastante conhecidas, caso do ISA (Instituto Socioambiental), e menores, como o Instituto Mamirauá, sediada na cidade amazonense de Tefé e que visa o desenvolvimento de comunidades ribeirinhas no rio Solimões.

Os jurados são o apresentador de TV Luciano Huck, o músico MV Bill, Viviane Senna (irmã de Ayrton Senna e diretora da ONG de mesmo nome), Josué Gomes da Silva (empresário e vice-presidente da Fiesp) e Jacqueline Fuller (diretora do braço de filantropia do Google).

Durante o evento da semana que vem, todos os finalistas terão alguns minutos para se apresentar em palco ao júri. O eleito por voto popular só será divulgado ao final do encontro.

Para o Google, o número de 751 projetos inscritos é maior do que o esperado, apesar de não superar o desafio indiano, que teve cerca de mil submissões.

Ao se inscrever, os grupos tiveram de detalhar como planejavam aplicar o dinheiro necessariamente "para causar um impacto social" e que use tecnologia para isso em uma proposta orçamentária, que podia contemplar salários. O desenrolar dos projetos vencedores será acompanhado pelo Google ao longo de um período de um a três anos, conforme o estipulado pelos próprios inscritos.

O Google mantém uma página com exemplos de projetos vencedores do concurso em outros países.

A próxima edição do concurso tem como foco a região de San Francisco, nos EUA.

Finalistas:
- Associação Juntos com vc: site de arrecadação de fundos para projetos de ONGs que funciona no modelo de financiamento coletivo. O dinheiro seria usado para expandir a plataforma e divulgar a "cultura" do chamado "crowdfunding".

- Associação O Eco: grupo de jornalistas que mantém portal de notícias de cunho ecológico. A ideia seria instalar uma rede de 80 sensores para monitorar a qualidade da água em quatro grande capitais da Amazônia (Belém, Manaus, Porto Velho e Rio Branco).

- Conservation International do Brasil: a ideia da organização é criar um aplicativo destinado a pescadores que residem nas 22 reservas extrativistas, por meio do qual potenciais compradores possam atestar a procedência do peixe.

- Geledés Instituto da Mulher Negra: propõe criar um aplicativo a fim de coibir a violência contra mulheres. O app teria um "botão de pânico" para acionar uma pessoa cadastrada e solicitar ajuda a ela e informações como dicas e a localização de delegacias.

- Instituto Igarapé: a organização pretende mapear a violência praticada contra crianças no Recife, no Rio de Janeiro e em São Paulo por meio do que chama de Child Security Index (índice de segurança infantil), baseado em pesquisas realizadas com a ajuda de um aplicativo que seria desenvolvido.

- Instituto Mamirauá: a ONG quer criar uma máquina de gelo alimentada por energia solar a fim de conservar alimentos e pescado a ser vendido e que seria usada por comunidades isoladas na Amazônia.

- Instituto Socioambiental: o grupo criaria "mini-usinas" para processar cerca de cem itens coletados na floresta amazônica para munir povos indígenas e outras populações locais de uma ferramenta para comercializar produtos do bioma. Há um projeto-piloto em Altamira (Pará).

- Instituto Zero a Seis: a ideia é que mães de bebês pequenos e gestantes recebam por SMS informações sobre como propiciar o desenvolvimento dos filhos. É baseado em um projeto similar nos EUA, chamado "Text4Baby".

- Meu Rio: a organização pretende criar o que chama de Rede Minha Cidade programas para PC e aplicativos de celular que permitiriam ao usuário participar da formulação de políticas públicas em 20 cidades brasileiras.

- Open Knowledge Brasil: a ONG criaria visualizações dos gastos gos governos federal, do Estado de São Paulo e da prefeitura paulistana para facilitar a compreensão da "máquina pública" e promover debates acerca do uso do dinheiro arrecadado com impostos. 

agricultura

El Niño pode contribuir para derrubar produções no sul de Mato Grosso do Sul

Por causa do período de maior impacto do fenômeno, que vai de setembro a dezembro, o maior risco é para lavouras de soja e algodão

12/10/2026 08h48

Por conta do período de maior impacto do fenômeno, que começou no fim de setembro e prossegue pelos próximos três meses, o maior risco é para lavouras de soja e algodão

Por conta do período de maior impacto do fenômeno, que começou no fim de setembro e prossegue pelos próximos três meses, o maior risco é para lavouras de soja e algodão FOTO: Gerson Oliveira/Correio do Estado

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) está com um acompanhamento técnico para tentar identificar possíveis impactos do El Niño nos setores do agronegócio e a análise elaborada pela Embrapa apontou que as regiões do Estado mais sensíveis para ter danos negativos estão na parte sul, principalmente no recorte que observa as produções que são feitas em Maracaju e Aral Moreira. Por conta do período de maior impacto do fenômeno, que começou no fim de setembro e prossegue pelos próximos três meses, o maior risco é para lavouras de soja e algodão.

Com dados anteriores aos efeitos que vem alterando a intensidade e condições da chuva no Estado, algo que passou a ser sentido diretamente com o início da primavera, o boletim Casa Rural da Agricultura deste mês, elaborado pela Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), já identificou perdas.

A análise divulgou que a safra da soja 2026/2027 tem projeção de produção de 15,3 milhões de toneladas, com produtividade média de 52,4 sacas por hectare. Nesses termos, já foi identificada uma redução de 13,2% em relação ao ciclo anterior. 

A redução da safra não é acompanhada na mesma proporção que a área de lavoura. A área destinada ao cultivo de soja é estimada em 4,87 milhões de hectares, um aumento de 5,5% com relação à safra passada.
Os estudos do Mapa consideraram analisar recorte do Centro-Oeste, colocando lupa em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. 

“O atraso do início da estação chuvosa poderá inviabilizar a semeadura na época mais adequada, impactando a produtividade física e a qualidade do produto. Isto é válido para a região sul de Mato Grosso do Sul e Sul de Mato Grosso. No Sul de Mato Grosso do Sul, especialmente para Maracaju e Aral Moreira, poderá haver dificuldades no processo de colheita e apodrecimento de frutos e perda da qualidade. Para a região nordeste de MS, onde a semeadura deve ser realizada em dezembro, o efeito do atraso do início da estação chuvosa deverá ser menor”, apontou a avaliação, que também sinalizou para os efeitos de altas temperaturas com ondas de calor, que gera impacto no crescimento da lavoura.

Por conta do período de maior impacto do fenômeno, que começou no fim de setembro e prossegue pelos próximos três meses, o maior risco é para lavouras de soja e algodão

PLANTIO

A Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul (Aprosoja-MS) divulgou neste começo de outubro que o plantio da cultura alcançou 18% da área que é monitorada. No Sul, o avanço é maior (25,3%) e na região Norte, o plantio representa menos de 0,4% da área. Somente se houver uma regularização de chuvas é que esse cenário vai ser alterado.

“No Centro-Sul, a condição de umidade tem permitido uma evolução mais rápida das operações, enquanto a região Norte ainda depende de uma regularização das chuvas. Para o produtor, o acompanhamento das condições de solo e das previsões climáticas continua sendo fundamental para definir o ritmo das operações e reduzir os riscos durante a implantação da lavoura”, explicou o analista técnico da Aprosoja-MS, Lucas Santana.

De acordo com a associação, já houve identificação de excesso de precipitação de curto período nessa etapa de semeadura. Quando há essa situação, um efeito sentido é o selamento superficial do solo que causa prejuízo para a emergência das plântulas.

ALGODÃO

A Associação Sul-mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampasul) tem acompanhado o cenário dos efeitos do El Niño desde o período do inverno. 

“A gente já tem sentido algumas diferenças climáticas já no decorrer deste ano. O inverno, por exemplo, foi mais chuvoso”, comentou o diretor executivo da entidade, Adão Hoffmann.

Para a safra 2026/2027 do algodão, o plantio está previsto para começar em dezembro e o que os produtores estão atentos é para a ocorrência ou não de um veranico em novembro, etapa pré-plantio, e o corte de chuvas prematuro a partir de março de 2027, quando poderia ocorrer um maior impacto na lavoura. 

“Caso isso ocorra, o final do ciclo do algodão pode ser impactado. Mas ainda é precoce e são todas projeções. Não temos como ainda falar em possíveis danos. Contudo, o produtor vem tomando os devidos cuidados para correr menos risco”, completou o representante da Ampasul.

O estudo alertou que pecuaristas devem ter atenção com relação ao uso do solo por conta de excesso de chuvas em áreas do Pantanal e região central. Além disso, territórios com drenagem natural devem ser priorizados na conservação para garantir o escoamento da chuva.

“Em períodos de excesso de chuva, restringir o pastejo e o trânsito de máquinas em solos saturados. Também devem ser protegidas áreas de drenagem natural, nascentes, margens de cursos d’água e locais suscetíveis à erosão, observando-se a legislação ambiental aplicável”, contextualizou o estudo.

Como orientação, a Embrapa apontou que pecuaristas devem manter registros de chuva, produção de forragem, lotação, consumo de suplemento, peso e condição corporal para subsidiar decisões e considerar revisões do planejamento. 

MILHO

O atual período está sendo de colheita do milho na segunda safra 2025/2026, com alcance de 99,96% da área plantada. Esses dados são do Projeto Siga-MS até o dia 2 deste mês. Nesse contexto, a estimativa de produtividade passou de 122,79 sacas por hectare (aumento de 13,3% com relação ao ciclo anterior), com produção em 16,253 milhões de toneladas, o que equivale a 16,7% de crescimento na comparação com a safra 2024/2025.

“Na maior parte do Estado, a operação está encerrada. Restam apenas áreas pontuais nas regiões Sul-Fronteira e Sudoeste, que ainda seguem em processo de colheita”, informou a Aprosoja-MS.

Nas projeções para a safra 2026/2027, a Famasul avalia que pode ocorrer uma redução de 13,2% na produção em razão de diferentes fatores ambientais e também com relação ao ciclo.

 

Premiação

Aposta de Campo Grande acerta a quina da Mega-Sena e fatura R$ 26 mil

Aposta ganhadora foi realizada na Lotérica Santa Fé, na Avenida Mato Grosso. 

11/10/2026 16h45

Lotérica Santa Fé, localizada na Avenida Mato Grosso

Lotérica Santa Fé, localizada na Avenida Mato Grosso Foto: Google Street View

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Uma aposta de Campo Grande acertou a quina da Mega-Sena e faturou R$26.095,23, sorteio do concurso 3069 realizado na manhã deste domingo, 11 de outubro de 2026. A extração ocorreu às 11h (de Brasília), no Espaço da Sorte, em São Paulo. Os números sorteados foram: 05 - 19 - 22 - 44 - 47 - 57. 

A aposta ganhadora foi realizada na Lotérica Santa Fé, na Avenida Mato Grosso. 

Premiação

  • 6 acertos - Não houve ganhadores; 
  • 5 acertos - 150 apostas ganhadoras, (R$ 26.095,23);
  • 4 acertos - 9.096 apostas ganhadoras, (R$ 709,33).

Confira o resultado da Mega-Sena de ontem!

Os números da Mega-Sena 3069 são:

  • 05 - 19 - 22 - 44 - 47 - 57

O sorteio foi transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pôde ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Mega-Sena 3070

Como a Mega Sena tem três sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na terça-feira, 13 de outubro, a partir das 20 horas, pelo concurso 3070. O valor da premiação está estimado em R$ 150 milhões.

Para participar dos sorteios da Mega-Sena é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

A aposta mínima custa R$ 6,00 para um jogo simples, em que o apostador pode escolher 6 dentre as 60 dezenas disponíveis, e fatura prêmio se acertar de 4 a 6 números.

Como jogar na Mega-Sena

A Mega-Sena paga milhões para o acertador dos 6 números sorteados. Ainda é possível ganhar prêmios ao acertar 4 ou 5 números dentre os 60 disponíveis no volante de apostas.

Para realizar o sonho de ser milionário, você deve marcar de 6 a 20 números do volante, podendo deixar que o sistema escolha os números para você (Surpresinha) e/ou concorrer com a mesma aposta por 2, 3, 4, 6, 8, 9 e 12 concursos consecutivos (Teimosinha).

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