Economia

OPORTUNIDADES

Grande São Paulo tem 15,6 mil vagas de emprego

Grande São Paulo tem 15,6 mil vagas de emprego

AGÊNCIA BRASIL

06/03/2014 - 23h00
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O Emprega São Paulo, agência pública de empregos do estado, oferece nesta semana 15,6 mil vagas na Grande São Paulo. A maior parte dos postos é para atividades operacionais, que não requerem formação específica, como auxiliar de limpeza, atendente de lanchonete e repositor de mercadorias.

O coordenador de operações da Secretaria Estadual do Emprego e Relações do Trabalho, Marcos Wolff, ressalta, no entanto, a necessidade de qualificação ou experiência mínima para as oportunidades melhor remuneradas. “Não chega nem ser um ensino técnico, mas uma qualificação profissional para exercer essas atividades”, diz sobre atividades como pedreiro e marceneiro, que têm remuneração média de R$ 1,8 mil.

Wolff explica que este é um bom momento para quem procura emprego. “Hoje, nós temos muito mais vagas ofertadas do que pessoas procurando vaga”, ressaltou. A maior parte das vagas está no setor de serviços e da construção civil. “O setor de indústria e comércio teve um leve desaquecimento”, acrescentou.

A Copa do Mundo também abriu oportunidades. Segundo Wolff, a quantidade de postos ofertados no setor de hotelaria cresceu 19% entre janeiro de 2013 e janeiro deste ano. “Nesse setor específico a gente conseguiu identificar aumento de demanda [devido a Copa]”. Além disso, estão abertas cerca de mil vagas temporárias na indústria e no comércio para atender o movimento da Páscoa.

A agência é gerenciada pela Secretaria Estadual do Emprego e Relações do Trabalho em parceria com o Ministério do Trabalho. Mais informações sobre ofertas de emprego e cursos de qualificação estão disponíveis na internet

Loterias

Resultado da Quina de ontem, concurso 7150, sexta-feira (23/10): veja o rateio

A Quina realiza seis sorteios semanais, de segunda-feira a sábado, sempre às 20h; veja quais os números sorteados no último concurso.

24/10/2026 07h35

Confira o rateio da Quina

Confira o rateio da Quina Foto: Arquivo

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 7150 da Quina na noite desta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo.

Premiação

  • 5 acertos - 2 apostas ganhadoras, (R$ 29.288.347,96);
  • 4 acertos - 103 apostas ganhadoras, (R$ 8.949,31);
  • 3 acertos - 7.633 apostas ganhadoras, (R$ 115,01);
  • 2 acertos - 196.683 apostas ganhadoras, (R$ 4,46).

Confira o resultado da Quina de ontem!

Os números da Quina 7150 são:

  • 08 - 22 - 23 - 61 - 67 

O sorteio da Quina é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Quina 7151

Como a Quina seis sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre no segunda-feira, 26 de outubro, a partir das 20 horas, pelo concurso 7151. O valor da premiação está estimado em R$ 600 mil.

Para participar dos sorteios da Quina é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

A aposta mínima custa R$ 3,00 para um jogo simples, em que o apostador pode escolher 5 dentre as 80 dezenas disponíveis no volante, e fatura prêmio se acertar 2, 3, 4 ou 5 números.

Como apostar na Quina

A Quina tem seis sorteios semanais: de segunda-feira a sábado, às 20h (horário de MS).

O apostador deve marcar de 5 a 15 números dentre os 80 disponíveis no volante e torcer. Caso prefira o sistema pode escolher os números para você através da Surpresinha ou ainda pode concorrer com a mesma aposta por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos consecutivos com a Teimosinha.

Ganham prêmios os acertadores de 11, 12, 13, 14 ou 15 números.

O preço da aposta com 5 números é de R$ 3,00.

É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com apenas cinco dezenas, que custa R$ 2,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 24.040.016, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 7.507,50 a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 8.005, ainda segundo a Caixa.

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Movimentação

Turismo de pesca cresce 68% e movimenta milhões em MS

Com gasto médio de R$ 6,6 mil por viagem, turistas da pesca esportiva impulsionam negócios em Corumbá, enquanto presença feminina cresce 140% no segmento

24/10/2026 07h30

Pesca movimenta milhões no Pantanal

Pesca movimenta milhões no Pantanal Foto: Divulgação

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O turismo em Mato Grosso do Sul já representa um dos pilares da economia, com cerca de R$ 4 bilhões em movimentação ou cerca de 4% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual. Dentro desse setor, há um nicho quase que exclusivo para o Pantanal, com recorte para Corumbá, que é o da pesca esportiva. Nos dados mais recentes do Observatório do Turismo de Mato Grosso do Sul, o fluxo de turistas para MS cresceu 68% no período de cinco anos, muito acima do que ocorreu com Bonito, que registrou 30% de aumento no mesmo período. 

Nesse contexto, as mulheres representam também um dos públicos que mais têm contribuído para incrementar a experiência de conhecer o Pantanal por meio do esporte da pesca.

Na grande maioria, esses turistas que escolhem a modalidade pesca-e-solte, majoritariamente praticada na Capital do Pantanal, também são os que têm o ticket médio mais alto na comparação com outras oportunidades do setor. O gasto de quem vai para a pesca esportiva é de R$ 6,6 mil por viagem, o que daria média de R$ 1.320 por dia. Em Bonito, que é em número absoluto o grande destino de Mato Grosso do Sul, o turista gasta cerca de R$ 931 por dia, ou R$ 4,6 mil por viagem.

Como a presença masculina ainda é massiva entre os visitantes, algo em torno de 79%, é com holofotes para as mulheres que o setor em Corumbá tem trabalhado para atrair mais pessoas e incrementar o movimento econômico da Região Pantaneira. É de Mato Grosso do Sul, por exemplo, o primeiro projeto nacional de repercussão no País e fora dele que promoveu a pesca esportiva feminina como gancho para diferenciar o destino. 

Esse projeto, chamado de Anzol Rosa, vai acontecer entre o fim deste mês e o começo de novembro para movimentar 1,2 mil turistas de Brasil, Bolívia e Paraguai, além de dezenas de barcos-hotéis que ficam em Corumbá. Esse fluxo de mulheres na modalidade no Estado aumentou em 140% entre 2022 e a edição deste ano.

Pesca movimenta milhões no Pantanal

TENDÊNCIA

Todo o interesse pelo destino e o fortalecimento dessa tendência envolveu mobilização e promoções em grandes eventos do setor. Neste ano, o atrativo foi divulgado na principal feira da pesca esportiva do Brasil, em março. 

O mesmo ocorreu em anos anteriores. Também houve ações ativas no 4º Fórum Nacional do Turismo da Pesca, que abordou neste ano o tema Ações e Estratégias para Atrair o Pescador Estrangeiro para Destinos de Pesca Brasileiros.

“É importante sempre estarmos presentes para manter nosso posicionamento de um dos líderes na Pesca Esportiva no País. É um espaço para o trade sul-mato-grossense negociar e apresentar novidades do segmento”, comentou o diretor-presidente da Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul (Fundtur-MS), Bruno Wendling, via assessoria. 

Empresária do setor e referência nacional na pesca esportiva, Joice Carla Santana Marques, proprietária da Joice Tur, em Corumbá, contribui para ampliar a visão sobre o mercado que a pesca esportiva movimenta. “Quem vem pescar no Pantanal não vai só para o rio. Ele se hospeda, consome nossa gastronomia, contrata piloteiro, compra equipamento, conhece a cidade e volta. A pesca esportiva é a porta de entrada de uma cadeia inteira do turismo em Mato Grosso do Sul, e cada temporada sustenta desde famílias ribeirinhas até diferentes empresas”.

Ela ainda acrescenta que Corumbá fica na vanguarda do setor porque atualmente abriga a maior frota de barcos-hotéis da América Latina, com mais de 25 embarcações que atendem da exigência mais luxuosa com a presença de artistas e famosos, a públicos que se adéquam a versões mais rústicas de embarcações. As viagens com as turistas e os turistas saem de Corumbá e navegam o Rio Paraguai acima até chegarem na divisa com Mato Grosso, no município de Poconé, onde fica a Serra do Amolar. Ou viajam rio abaixo até a região de Forte Coimbra, um ponto histórico e que foi decisivo na época da Guerra do Paraguai.

EXPERIÊNCIA

Por conta desse cenário que vem incentivando mulheres a praticarem a pesca esportiva e o aumento da demanda por atendimentos diferenciados e mais qualificados em embarcações, o destino Corumbá tem buscado aprimorar qualificações.

O Senac-MS, a Associação Corumbaense das Empresas Regionais de Turismo (Acert) e a Prefeitura de Corumbá, por meio da Fundação de Turismo do Pantanal, estão promovendo capacitações na área de gastronomia no município em novembro.

As turistas que já conheceram o destino reconhecem grande valor porque conseguem combinar natureza e experiências nesse tipo de viagem. “A história da pesca sempre foi uma coisa meio de homem, mas quando fui para o Rio Paraguai, eu acabei vendo muita mulher, além de famílias. É uma experiência marcante”, contou Lilia Maria Gouveia Bezerra, psicopedagoga.

 “É uma experiência incrível porque a gente tira um tempo que é só para gente, em meio a natureza, com cenários lindos”, opinou Delari Maria Bottega, pedagoga.

O Ministério do Turismo vem apontando que o investimento na pesca esportiva tende a gerar muitos negócios. No País, uma estimativa aponta que há 8 milhões de pessoas praticantes da modalidade, gerando diretamente e indiretamente 200 mil empregos.

Em Mato Grosso do Sul, todo turista precisa estar licenciado com documentação de pesca, que é emitida pelo sistema Siriema, do Instituto de Meio Ambiente de MS (Imasul), ou seja, é feita também arrecadação estatal direta. O valor varia de pouco mais de R$ 83 a R$ 27, dependendo do prazo de validade da licença.

Conforme apurado, mais de 54 mil licenças já foram emitidas para pescadores amadores e esportivos no Estado ano passado. O Pantanal de Corumbá concentra a maior parte desta demanda.

* Colaborou Rodolfo César
 

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