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Itamarati será polo de piscicultura

Itamarati será polo de piscicultura

MERCOSUL NEWS

23/07/2011 - 11h47
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No último dia 19, técnicos da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema/MS) e do Instituto do Meio Ambiente do Mato Grosso do Sul (Imasul) estiveram vistoriando três represas do Assentamento Itamarati, a fim de liberar licença ambiental para fins da exploração da piscicultura pelas famílias interessadas. O projeto de piscicultura ‘Capacitação dos Piscicultores’ está sendo implantado e será coordenado pela Prefeitura de Ponta Porã.

A equipe liderada pelo engenheiro de pesca Josemar Vieira de França (Sema/Imasul) foi acompanhando por Genildo Rossini, presidente da Associação dos Piscicultores de Ponta Porã e por Rony Lino de Miranda, vice-presidente da entidade e subprefeito do Assentamento Itamarati.

Foram vistoriadas as represas do Balde, localizada na CUT do Itamarati I, Proibida, que fica entre o MST e a FAF e Bafo da Onça, entre a Fetagri e a CUT do Itamarati II. Segundo Josemar, as represas vistoriadas estão aptas para implantação do projeto de piscicultura, “inclusive com a com infra-estrutura e capacidade para suportar dez vezes mais a quantidade de tanques redes solicitadas no projeto inicial”.

Segundo Genildo Rossini, o principal objetivo é transformar o Assentamento Itamarati e o município de Ponta Porã num pólo de piscicultura em Mato Grosso do Sul. “Temos todas as condições para que isso se torne realidade”, garante. Entre os projetos futuros estão à implantação de um frigorífico para absorver a produção de peixes produzida pelos assentados e um curtume para o reaproveitamento do couro, muito procurado no mercado.

A prefeitura deve realizar cursos de qualificação para os assentados do Itamarati. O curso capacitará os interessados a trabalhar desde os alevinos, manejo, alimentação até a colocação do produto no mercado.

INDEFINIÇÃO

Empresas de MS fazem ofensiva nos EUA para tentar barrar tarifaço de Trump

A JBS e as indústrias do setor sucroenergético recorreram ao governo norte-americano para defender exportações brasileiras

11/07/2026 09h00

Gerson Oliveira / Correio do Estado

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À espera da decisão final do governo de Donald Trump sobre o tarifaço a produtos brasileiros, empresas com atuação em Mato Grosso do Sul partiram para uma ofensiva direta nos Estados Unidos para tentar barrar a medida, sob o argumento de que ela também prejudicará a indústria e os consumidores norte-americanos.

Os setores industriais sul-mato-grossenses ligados à produção de energia e de transformação recorreram ao Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) para apresentar argumentos contra a aplicação da sobretaxa.

Durante a audiência pública realizada na segunda-feira, a JBS e a União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), que representa as seis usinas de etanol instaladas no Estado, formalizaram manifestações pedindo que os produtos brasileiros fiquem fora da medida.

A investigação foi aberta com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos, dispositivo que permite ao governo norte-americano apurar práticas comerciais consideradas injustas, discriminatórias ou não razoáveis.

O Brasil foi incluído no processo, que pode resultar na adoção de tarifas adicionais sobre produtos nacionais. Como parte da tramitação, empresas e cidadãos puderam apresentar argumentos durante audiência pública promovida pelo USTR.

A decisão final ainda não foi anunciada, embora o prazo legal para a definição seja o dia 15 deste mês. Em entrevista à Fox Business Network nesta quinta-feira, um representante do Departamento de Comércio dos Estados Unidos afirmou que as contribuições apresentadas na audiência estão sendo analisadas e que uma posição será divulgada em breve.

“Tenho conversado com os brasileiros. Temos tentado negociar. Acho que ainda há uma distância considerável entre nós. Por isso, vocês verão uma decisão final sobre o Brasil muito em breve, porque temos um prazo legal até 15 de julho”, disse.

Fonte: Mdic/Comex Stat

COMPANHIAS

A JBS S.A. apresentou manifestação por escrito, assinada por Carlos Alberto Santos Obregon, defendendo a retirada dos questionamentos envolvendo produtos não metálicos, especialmente o couro bovino. Segundo a empresa, o insumo abastece indústrias norte-americanas dos setores automotivo e moveleiro e poderá ser atingido por uma eventual sobretaxa.

Para a operação da companhia em Mato Grosso do Sul, a elevação das barreiras comerciais afeta um mercado que movimentou US$ 23,2 milhões nos últimos cinco anos.

Apenas entre janeiro e maio deste ano, as exportações de couro somaram US$ 1,6 milhão, conforme levantamento encaminhado pela empresa ao governo dos Estados Unidos.

“O trabalho bilateral e o diálogo diplomático entre EUA e Brasil são a única forma efetiva de mecanismo para resolver o complexo regulatório e suas políticas tarifárias previstas com o aumento com base na Seção 301. Questões como mercado digital, sistemas de pagamentos e registros de propriedades intelectuais exigem cooperação técnica e alinhamentos institucionais, que não podem ser alcançados com barreiras unilaterais.

Impor 25% de tarifa em cadeias produtivas de produtos manufaturados, como a cadeia do couro bovino, é uma estratégia contraprodutiva”, defendeu a empresa.

A companhia também afirmou que o setor privado acaba pagando o preço de disputas regulatórias entre governos.

“Ao invés de incentivar mudanças em políticas, essas tarifas vão gerar disrupção em linhas de produção, aumentar o custo de fábricas dos EUA e causar danos econômicos para os negócios norte-americanos e os consumidores”.

No setor de produção de energia, Mato Grosso do Sul tem vinculadas à Unica as empresas Adecoagro, em Ivinhema e Angélica, Atvos, em Rio Brilhante e Nova Alvorada do Sul, Copersucar, em Rio Brilhante, BP Bioenergy, em Ponta Porã, e Raízen, em Caarapó.

Além de emitir um comunicado por escrito, a instituição que representa as empresas do setor também solicitou participação para argumentação oral por meio do escritório de advocacia Barral Parente Pinheiro, com nota assinada por Welber Barral.

“A Unica pode demonstrar que o acesso ao mercado de etanol brasileiro segue o regime de acesso da OMC, não discriminatório, com nenhum compromisso bilateral que exige que o Brasil mantenha tarifas para o etanol dos EUA, e que o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos não abordou adequadamente os comentários sobre o tema; e as tarifas punitivas, em vez de avançar os interesses comerciais energéticos entre EUA e Brasil, vão prejudicar”, sustentou a instituição.

Diante de seis pontos de argumentação, a Unica também conduziu o discurso de que um tarifaço deve aumentar custos de refinarias nos EUA e gerar impacto no mercado consumidor do país, especialmente em se tratando de um combustível de baixo carbono, que atualmente está muito concentrado na Califórnia.

“O Brasil tem também passos específicos para facilitar a participação dos EUA no programa RenovaBio por meio de guias técnicos específicos”, também ponderou o grupo de produtores de etanol sobre o programa de incentivos do Brasil.

IMPACTO

Enquanto a decisão do governo norte-americano não é anunciada, conforme publicou o Correio do Estado na semana passada, o comércio entre Mato Grosso do Sul e os Estados Unidos já dá sinais de desaceleração.

Depois de atingir US$ 73,39 milhões em abril, os embarques para o mercado norte-americano recuaram para US$ 36,53 milhões em maio, uma queda de 50%.

De acordo com a economista da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc) Bruna Mendes Dias, ainda não há como avaliar o impacto definitivo das tarifas.

“Desde o primeiro mandato de Trump, o uso de tarifas tem sido uma ferramenta recorrente de negociação comercial e diplomática. Ao longo desse período, vimos anúncios, revisões, adiamentos e acordos sendo construídos durante as negociações. Por isso, embora o anúncio mereça atenção, ainda é cedo para avaliar seus efeitos definitivos, já que esse tipo de medida costuma passar por um processo de ajustes e tratativas entre os países envolvidos”, afirmou ao Correio do Estado.

LOTERIAS

Resultado da Super Sete de ontem, concurso 871, sexta-feira (10/07): veja o rateio

A Super Sete tem três sorteios semanais, às segundas, quartas e sextas, sempre às 20h; veja quais os números sorteados no último concurso

11/07/2026 08h26

Confira o rateio da Super Sete

Confira o rateio da Super Sete Foto: Divulgação

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 871 da Super Sete na noite desta sexta-feira, 10 de julho de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 3 milhões.

Premiação

  • 7 acertos - Não houve ganhadores
  • 6 acertos - Não houve ganhadores
  • 5 acertos - 64 apostas ganhadoras, R$ 781,11
  • 4 acertos - 723 apostas ganhadoras, R$ 69,14
  • 3 acertos - 6.406 apostas ganhadoras, R$ 6,00

Confira o resultado da Super Sete de ontem!

Os números da Super Sete 871 são:

Verifique sua aposta e veja se você foi um dos sortudos deste concurso.

  • Coluna 1: 6
  • Coluna 2: 4
  • Coluna 3: 0
  • Coluna 4: 8
  • Coluna 5: 3
  • Coluna 6: 6
  • Coluna 7: 7

O sorteio da Dupla Sena é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal ofical da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Super Sete 872

Como a Super Sete tem três sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na segunda-feira, 13 de julho, a partir das 20 horas, pelo concurso 872. O valor da premiação está estimado em R$ 3,1 milhões.

Para participar dos sorteios da Super Sete é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

Como jogar na Super Sete

Os sorteios da Super Sete são realizados às segundas, quartas e sextas-feiras, sempre às 20h (horário de MS).

O Super Sete é a loteria de prognósticos numéricos cujo volante contém 7 colunas com 10 números (de 0 a 9) em cada uma, de forma que o apostador deverá escolher um número por coluna.

Caso opte por fazer apostas múltiplas, poderá escolher até mais 14 números (totalizando 21 números no máximo), sendo no mínimo 1 e no máximo 2 números por coluna com 8 a 14 números marcados e no mínimo 2 e no máximo 3 números por coluna com 15 a 21 números marcados.

Há a possibilidade de deixar que o sistema escolha os números para você por meio da Surpresinha, ou concorrer com a mesma aposta por 3, 6,  9 ou 12 concursos consecutivos através da Teimosinha.

O valor da aposta é R$ 3,00.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com apenas sete dezenas, que custa R$ 3,00, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 158.730, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 21 dezenas (limite máximo), a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 280, ainda segundo a Caixa.

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